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	<title>Pedro Pinho &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>Pedro Pinho &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>O Filme Português Que Já Conquistou Paris — O Riso e a Faca Entre os Melhores do Ano para a Cahiers du Cinéma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 17:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A revista francesa colocou a obra de Pedro Pinho no top 5 de 2025, celebrando um triunfo raro e histórico para o cinema português. O cinema português volta a fazer história — e desta vez com estrondo internacional. A&#160;Cahiers du Cinéma, considerada por muitos a mais influente revista de crítica cinematográfica do mundo, divulgou o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A revista francesa colocou a obra de Pedro Pinho no top 5 de 2025, celebrando um triunfo raro e histórico para o cinema português.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cinema português volta a fazer história — e desta vez com estrondo internacional. A&nbsp;<em>Cahiers du Cinéma</em>, considerada por muitos a mais influente revista de crítica cinematográfica do mundo, divulgou o seu top 10 dos melhores filmes de 2025, e&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, de Pedro Pinho, surge numa honrosa e surpreendente 5.ª posição. Num ranking onde figuram nomes gigantes como Paul Thomas Anderson, Albert Serra, Richard Linklater ou Christian Petzold, a presença de um filme português não é apenas motivo de orgulho: é uma validação artística de dimensão global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/uma-viagem-ao-passado-que-promete-surpreender-a-netflix-leva-assassins-creed-a-roma-antiga/">Uma Viagem ao Passado Que Promete Surpreender: A Netflix Leva Assassin’s Creed à Roma Antiga</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista é liderada por&nbsp;<em>Tardes de Solidão</em>, documentário de Albert Serra dedicado ao toureiro Andrés Roca Rey, seguido de&nbsp;<em>Batalha Atrás de Batalha</em>, o novo épico de Paul Thomas Anderson, e de&nbsp;<em>Yes!</em>, de Navad Lapid. Logo depois surge&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>, de Kleber Mendonça Filho, e, em 5.º lugar, a obra de Pedro Pinho — o único filme português distinguido este ano e um dos poucos na história a alcançar semelhante destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;é uma co-produção entre Portugal, Brasil, França e Roménia e apresenta a história de Sérgio, um engenheiro ambiental português que viaja até à Guiné-Bissau para avaliar os impactos ambientais da construção de uma estrada. O que começa como uma missão aparentemente técnica transforma-se num retrato incisivo sobre neocolonialismo, desigualdade e fracturas sociais ainda vivas entre o deserto e a selva. É cinema político, sensorial e profundamente inquietante — características que certamente conquistaram os críticos franceses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é apenas a segunda longa de ficção de Pedro Pinho, depois de&nbsp;<em>A Fábrica do Nada</em>&nbsp;(2017), também apresentado em Cannes. E foi justamente no festival francês, em maio, que&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;se estreou, garantindo um feito inédito para Portugal: Cleo Diára venceu o prémio de Melhor Interpretação no&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>. Um marco histórico para o cinema nacional, que raramente encontra espaço de destaque neste tipo de selecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme estreou nas salas portuguesas no final de Outubro, tendo já saído de exibição, mas a consagração internacional reacende o interesse e confirma a força do olhar de Pedro Pinho sobre a herança pós-colonial portuguesa. Num ano cinematográfico especialmente competitivo, com obras de autores consagrados e estreias muito aguardadas,&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;conseguiu impor-se como uma das experiências mais marcantes e politicamente relevantes de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-filme-de-terror-que-baralhou-o-mundo-e-agora-esta-na-netflix/">O Filme de Terror Que Baralhou o Mundo — e Agora Está na Netflix</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos, este reconhecimento pode trazer uma nova vida à obra, futura redescoberta em ciclos de cinema, retrospectivas e plataformas de streaming. Para o cinema português, porém, fica já gravado: em 2025, um dos melhores filmes do ano falava português.</p>
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		<title>🎭 Cleo Diára Faz História em Cannes: Primeira Atriz Portuguesa a Vencer na Secção Un Certain Regard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2025 09:14:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Distinção internacional para a protagonista de “O Riso e a Faca” consagra o talento lusófono e dá novo impulso ao cinema português ver também :🎬 Cannes 2025: Portugal conquista Cannes com “O Riso e a Faca” e “Era uma vez em Gaza” brilha na secção Un Certain Regard Foi uma noite histórica para o cinema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Distinção internacional para a protagonista de “O Riso e a Faca” consagra o talento lusófono e dá novo impulso ao cinema português</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-cannes-2025-portugal-conquista-cannes-com-o-riso-e-a-faca-e-era-uma-vez-em-gaza-brilha-na-seccao-un-certain-regard/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes 2025: Portugal conquista Cannes com “O Riso e a Faca” e “Era uma vez em Gaza” brilha na secção Un Certain Regard</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi uma noite histórica para o cinema português e lusófono. A atriz&nbsp;<strong>Cleo Diára</strong>&nbsp;conquistou o prémio de&nbsp;<strong>Melhor Atriz</strong>&nbsp;na secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;do Festival de Cannes 2025, graças à sua interpretação arrebatadora em&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, realizado por&nbsp;<strong>Pedro Pinho</strong>. É a primeira vez que uma intérprete portuguesa vence este prestigiado prémio no maior festival de cinema do mundo.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma interpretação de corpo inteiro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cleo Diára dá vida a&nbsp;<strong>Diára</strong>, uma mulher que vive num território africano onde se cruza com um engenheiro ambiental português envolvido num projeto de construção de uma estrada. Entre o calor do deserto e os silêncios da selva, a sua personagem carrega o peso do passado, do corpo colonizado e da intimidade como terreno de resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A performance de Diára foi amplamente elogiada pela crítica internacional pela sua&nbsp;<strong>intensidade contida</strong>,&nbsp;<strong>presença magnética</strong>&nbsp;e uma rara capacidade de comunicar emoções complexas sem recorrer ao óbvio. A entrega física e emocional da atriz imprimiu uma marca indelével num filme já de si ousado na forma e no conteúdo.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma vitória partilhada (mas distinta)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O prémio foi atribuído&nbsp;<strong>ex aequo com Frank Dillane</strong>, protagonista de&nbsp;<em>Urchin</em>, mas isso não retira o brilho à conquista: trata-se de um reconhecimento sem precedentes para uma atriz com origens cabo-verdianas e carreira feita maioritariamente em Portugal. Cleo Diára junta-se assim a um restrito grupo de talentos nacionais que já deixaram marca em Cannes — mas&nbsp;<strong>com um feito inédito no feminino e na representação</strong>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto para além do troféu</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O prémio de Melhor Atriz em&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;é mais do que uma medalha: é uma afirmação de que o&nbsp;<strong>cinema português pode competir ao mais alto nível</strong>, com histórias que cruzam geografias, identidades e feridas históricas. E é também uma validação do percurso artístico de Cleo Diára, que se afirmou como uma das atrizes mais promissoras e comprometidas da sua geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num festival onde estrearam filmes realizados por nomes como&nbsp;<strong>Scarlett Johansson</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Kristen Stewart</strong>, foi a voz serena mas poderosa de Cleo Diára que ficou gravada na memória do júri.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>E agora?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;ainda a iniciar o seu circuito internacional, a vitória em Cannes promete abrir portas — tanto para a atriz como para o filme. Distribuidores, festivais e críticos de todo o mundo estarão agora atentos ao próximo passo de Cleo Diára, que provou não apenas ter talento, mas ser capaz de o projectar num dos palcos mais exigentes do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-cannes-consagra-estreia-chechena-e-documentario-sobre-assange-com-o-premio-loeil-dor/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes consagra estreia chechena e documentário sobre Assange com o prémio L’Œil d’or</a></p>
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		<title>🎬 Cannes 2025: Portugal conquista Cannes com “O Riso e a Faca” e “Era uma vez em Gaza” brilha na secção Un Certain Regard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2025 09:10:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prémios para Pedro Pinho e para os irmãos Nasser elevam a presença lusófona no festival. Scarlett Johansson, Kristen Stewart e Harris Dickinson também marcam estreia na realização. ver também : 🎥 Cannes consagra estreia chechena e documentário sobre Assange com o prémio L’Œil d’or A secção&#160;Un Certain Regard&#160;do Festival de Cannes 2025 revelou-se uma das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prémios para Pedro Pinho e para os irmãos Nasser elevam a presença lusófona no festival. Scarlett Johansson, Kristen Stewart e Harris Dickinson também marcam estreia na realização.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-cannes-consagra-estreia-chechena-e-documentario-sobre-assange-com-o-premio-loeil-dor/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes consagra estreia chechena e documentário sobre Assange com o prémio L’Œil d’or</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;do Festival de Cannes 2025 revelou-se uma das mais vibrantes e politicamente relevantes dos últimos anos. Com uma seleção de 20 filmes — incluindo nove primeiras obras — a competição distinguiu obras de forte carga emocional, social e estética. Entre os destaques, dois filmes com ligação a Portugal saíram premiados:&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, de Pedro Pinho, e&nbsp;<em>Era uma vez em Gaza</em>, dos irmãos palestinianos Arab e Tarzan Nasser, com coprodução portuguesa.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Riso e a Faca: o neocolonialismo na lente de Pedro Pinho</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="375" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1024x375.webp" alt="" class="wp-image-16095" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1024x375.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-300x110.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-768x281.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1536x563.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22.webp 1550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O realizador português&nbsp;<strong>Pedro Pinho</strong>&nbsp;regressou a Cannes oito anos depois de&nbsp;<em>A Fábrica de Nada</em>, desta vez com uma longa-metragem rodada em África e com mais de três horas de duração.&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;valeu o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Atriz</strong>&nbsp;a&nbsp;<strong>Cleo Diára</strong>, ex aequo com&nbsp;<strong>Frank Dillane</strong>, protagonista de&nbsp;<em>Urchin</em>, de Harris Dickinson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme segue&nbsp;<strong>Sérgio</strong>&nbsp;(Sérgio Coragem), um engenheiro ambiental português que viaja para África para colaborar num projecto de construção de uma estrada entre o deserto e a selva. No entanto, a missão técnica rapidamente se transforma numa descoberta íntima, emocional e política, à medida que Sérgio se envolve com dois habitantes locais:&nbsp;<strong>Diára</strong>&nbsp;(Cleo Diára) e&nbsp;<strong>Gui</strong>&nbsp;(Jonathan Guilherme). A obra aborda temas como o neocolonialismo, o privilégio europeu e os laços interpessoais entre culturas em tensão.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Era uma vez em Gaza: humor, resistência e falafel</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-1024x512.webp" alt="" class="wp-image-16096" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-1024x512.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-300x150.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-768x384.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelos irmãos&nbsp;<strong>Arab e Tarzan Nasser</strong>,&nbsp;<em>Era uma vez em Gaza</em>&nbsp;conquistou o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Realização</strong>, com o júri a destacar a ousadia e humanidade da obra. A história acompanha dois jovens amigos, Yahia e Osama, que vendem comprimidos escondidos em sanduíches de falafel numa Gaza devastada e sob bloqueio. Entre sonhos de fuga, máquinas de picar carne e farmácias saqueadas, o filme encontra espaço para crítica social, humor negro e até lirismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com coprodução portuguesa (Ukbar Filmes), além de França, Alemanha e Palestina, o filme contou com apoio do ICA e da RTP, tendo a pós-produção sido finalizada em Portugal. Esta é a terceira longa-metragem dos irmãos Nasser, nascidos em Gaza e atualmente a filmar na Jordânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os restantes premiados de 2025</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Prémio Un Certain Regard</strong>: <em>La misteriosa mirada del flamenco</em>, de <strong>Diego Céspedes</strong> (Chile), sobre uma família queer numa cidade mineira chilena durante os primeiros dias da crise da SIDA — uma história com toques de western, protagonizada por actores transgénero.</li>



<li><strong>Prémio do Júri</strong>: <em>Un Poeta</em>, de <strong>Simón Mesa Soto</strong> (Colômbia), sobre um poeta envelhecido que se torna mentor de uma adolescente.</li>



<li><strong>Melhor Ator</strong>: <strong>Frank Dillane</strong> em <em>Urchin</em>, realizado por <strong>Harris Dickinson</strong>.</li>



<li><strong>Melhor Argumento</strong>: <em>Pillion</em>, de <strong>Harry Lighton</strong>, protagonizado por <strong>Alexander Skarsgård</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O júri foi presidido pela cineasta&nbsp;<strong>Molly Manning Walker</strong>&nbsp;e incluiu os realizadores&nbsp;<strong>Louise Courvoisier</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Roberto Minervini</strong>, o actor&nbsp;<strong>Nahuel Perez Biscayart</strong>&nbsp;e a programadora&nbsp;<strong>Vanja Kaluđerčić</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estreias de peso na realização: Scarlett, Kristen e Harris</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2025 marcou também as&nbsp;<strong>estreias na realização de três nomes sonantes de Hollywood</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Scarlett Johansson</strong> apresentou <em>Eleanor the Great</em>, centrado numa viúva de 94 anos que assume por engano a identidade da amiga falecida, sobrevivente do Holocausto.</li>



<li><strong>Kristen Stewart</strong> comoveu com <em>The Chronology of Water</em>, uma adaptação da autobiografia de Lidia Yuknavitch, que mergulha em temas como trauma, abuso e resiliência feminina.</li>



<li><strong>Harris Dickinson</strong>, conhecido por <em>Babygirl</em>, surpreendeu com <em>Urchin</em>, um retrato sombrio da toxicodependência em Londres.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f310.png" alt="🌐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Un Certain Regard: um espaço para novas vozes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, a secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;provou ser o espaço mais estimulante do Festival de Cannes para novos olhares e narrativas arrojadas. A forte presença portuguesa, a valorização de vozes árabes e queer, e o surgimento de novas cineastas internacionais reforçam o compromisso do festival com a diversidade estética e social do cinema contemporâneo.</p>
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		<title>🇵🇹 O Riso e a Faca e Magalhães em destaque em Cannes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 12:40:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O cinema português marca presença na 78.ª edição do Festival de Cannes com duas produções que prometem dar que falar:&#160;O Riso e a Faca, de Pedro Pinho, e&#160;Magalhães, de Lav Diaz. Ambos os filmes terão estreia mundial no prestigiado certame, que decorre de 13 a 24 de maio em França.&#160; ver também : 🎥 Put Your [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O cinema português marca presença na 78.ª edição do Festival de Cannes com duas produções que prometem dar que falar:&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, de Pedro Pinho, e&nbsp;<em>Magalhães</em>, de Lav Diaz. Ambos os filmes terão estreia mundial no prestigiado certame, que decorre de 13 a 24 de maio em França.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-put-your-soul-on-your-hand-and-walk-cannes-homenageia-fotojornalista-palestina-fatma-hassouna/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Put Your Soul on Your Hand and Walk: Cannes Homenageia Fotojornalista Palestina Fatma Hassouna</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Riso e a Faca: Uma Viagem Introspectiva pela África Ocidental</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após o aclamado&nbsp;<em>A Fábrica de Nada</em>&nbsp;(2017), Pedro Pinho regressa com&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, selecionado para a secção “Un Certain Regard”. O filme acompanha Sérgio, um engenheiro ambiental que se desloca a uma metrópole da África Ocidental para trabalhar numa ONG na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Lá, envolve-se numa relação complexa com dois habitantes locais, Diara e Gui, enquanto enfrenta as dinâmicas neocoloniais da comunidade de expatriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco conta com Sérgio Coragem, Cleo Diára e Jonathan Guilherme nos papéis principais. A produção é assinada pela Uma Pedra no Sapato e Terratreme Filmes.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Magalhães: Uma Perspetiva Asiática sobre o Navegador Português</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na secção “Cannes Première”, destaca-se&nbsp;<em>Magalhães</em>, do realizador filipino Lav Diaz, coproduzido pela portuguesa Rosa Filmes. O filme, protagonizado por Gael García Bernal, retrata a figura de Fernão de Magalhães, explorando a sua viagem de circum-navegação sob uma perspetiva do sudeste asiático. Inicialmente concebido com o título&nbsp;<em>Beatriz – A Mulher</em>, o projeto evoluiu para focar-se na visão filipina sobre o navegador português.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com cerca de nove horas de duração,&nbsp;<em>Magalhães</em>&nbsp;será apresentado numa versão mais curta no festival. As filmagens decorreram em Portugal e Espanha, reforçando a colaboração internacional na produção.&nbsp;</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Outras Presenças Portuguesas em Cannes 2025</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além destes dois filmes, o cinema português marca presença em outras secções do festival:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Era uma vez em Gaza</em>, dos irmãos palestinianos Arab e Tarzan Nasser, coproduzido pela Ukbar Filmes, integra a secção “Un Certain Regard”. </li>



<li><em>Entroncamento</em>, de Pedro Cabeleira, foi selecionado para o programa ACID Cannes, dedicado a cinema independente. </li>



<li>No mercado do filme, será apresentado o projeto de animação <em>Ana, en passant</em>, de Fernanda Salgado, uma coprodução da portuguesa Sardinha em Lata com a brasileira Apiário. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8f%9b%ef%b8%8f-o-palacio-de-cidadaos-um-retrato-intimo-da-assembleia-da-republica/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3db.png" alt="🏛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Palácio de Cidadãos: Um Retrato Íntimo da Assembleia da República</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/%f0%9f%87%b5%f0%9f%87%b9-o-riso-e-a-faca-e-magalhaes-em-destaque-em-cannes/feed/</wfw:commentRss>
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