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	<title>Paul Feig thriller &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Um thriller à moda antiga que sabe divertir: The Housemaid  arruma a casa no Rotten Tomatoes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 17:29:58 +0000</pubDate>
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<p>Durante anos, os thrillers eróticos e psicológicos liderados por protagonistas femininas dominaram as salas de cinema, sobretudo nos anos 90, antes de desaparecerem quase por completo dos multiplexes.&nbsp;<em>The Housemaid</em>&nbsp;surge agora como um curioso regresso a esse território — consciente das suas raízes, assumidamente exagerado quando convém e, acima de tudo, interessado em entreter sem pedir desculpa.</p>



<p>Realizado por&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>Paul Feig</strong></a>, conhecido sobretudo pelo seu trabalho na comédia, o filme aposta num registo inesperadamente sombrio e sedutor. A história acompanha Millie, interpretada por&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><strong>Sydney Sweeney</strong></a>, uma jovem que aceita um emprego aparentemente perfeito ao serviço de um casal rico, vivido por&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><strong>Amanda Seyfried</strong></a>&nbsp;e Branden Sklenar. O que começa como uma oportunidade de recomeço transforma-se rapidamente num jogo perigoso de manipulação, segredos e relações de poder.</p>



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<p>A recepção crítica tem sido, no geral, bastante favorável. Com uma pontuação de 78% no Rotten Tomatoes, baseada em cerca de uma centena de críticas,&nbsp;<em>The Housemaid</em>&nbsp;assume-se como um “guilty pleasure” bem executado. O consenso do agregador descreve-o como um regresso astuto aos thrillers sensacionalistas que outrora dominaram os cinemas, destacando o sentido de diversão do filme e, sobretudo, a interpretação “deliciosamente inquietante” de Amanda Seyfried.</p>



<p>Vários críticos elogiam a forma como o filme abraça o seu lado mais provocador. Há quem sublinhe o prazer quase nostálgico de assistir a um thriller psicológico que não tem receio de ser excessivo, sensual e assumidamente popular. Para alguns, trata-se exactamente do tipo de filme que já não se faz com frequência: directo, retorcido e eficaz na forma como conduz o espectador por sucessivas reviravoltas.</p>



<p>Naturalmente, nem todos ficaram convencidos. Algumas críticas apontam que o filme poderia ter ido ainda mais longe no seu lado “camp”, explorando com maior descaramento a sua natureza exagerada. Outras consideram que, apesar da forte química entre Sweeney e Seyfried, a narrativa nem sempre acompanha o potencial das suas protagonistas. Ainda assim, mesmo entre os detractores, há consenso quanto à qualidade do elenco e à energia que as actrizes imprimem às personagens.</p>



<p>Um dos aspectos mais interessantes de&nbsp;<em>The Housemaid</em>&nbsp;é precisamente o modo como Paul Feig se afasta da comédia pura para explorar um território mais sombrio, sem nunca perder o controlo do tom. O realizador parece divertir-se com as convenções do género, equilibrando tensão, humor negro e provocação, num filme que sabe exactamente o que é — e o que não pretende ser.</p>



<p>Para&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>Sydney Sweeney</strong></a>, o filme representa mais um passo na consolidação de uma carreira que tem sabido alternar entre projectos de prestígio e cinema de género. Já&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=4"><strong>Amanda Seyfried</strong></a>&nbsp;entrega uma das interpretações mais memoráveis do filme, jogando com ambiguidade e ameaça de forma subtil e eficaz.</p>



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<p><em>The Housemaid</em>&nbsp;não tenta reinventar o thriller psicológico, mas também não se limita a reciclar fórmulas. É um filme consciente do seu ADN, que aposta na tensão sexual, no jogo psicológico e na diversão pura. Para quem sente saudades dos thrillers adultos que enchiam as salas nos anos 90, esta é uma visita surpreendentemente satisfatória — e bem arrumada.</p>
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