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	<title>Óscares &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>Óscares &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Uma Maratona Denis Villeneuve na TV? Sim, Este Sábado é Dia de Cinema a Sério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro filmes. Um génio. Uma tarde e noite que não vais querer desperdiçar no sofá a fazer scroll. Se há um realizador que transformou a ficção científica em arte com maiúscula nas últimas décadas, esse é&#160;Denis Villeneuve. O canadiano que nos deu&#160;Dune,&#160;Blade Runner 2049&#160;e&#160;O Primeiro Encontro&#160;tem uma maratona especial este&#160;sábado, dia 4 de abril, a [&#8230;]]]></description>
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<p></p>



<p>Quatro filmes. Um génio. Uma tarde e noite que não vais querer desperdiçar no sofá a fazer scroll.</p>



<p>Se há um realizador que transformou a ficção científica em arte com maiúscula nas últimas décadas, esse é&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>. O canadiano que nos deu&nbsp;<em>Dune</em>,&nbsp;<em>Blade Runner 2049</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Primeiro Encontro</em>&nbsp;tem uma maratona especial este&nbsp;<strong>sábado, dia 4 de abril, a partir das 14h45 no TVCine Edition</strong>&nbsp;— e também disponível no TVCine+. Quatro filmes, um após o outro, que juntos somam mais de uma dúzia de Óscares. Prepara as pipocas com antecedência.</p>



<p>O programa começa com&nbsp;<em><strong>O Primeiro Encontro</strong></em>&nbsp;(2016), onde Amy Adams interpreta uma linguista convocada para decifrar a comunicação de uma nave alienígena. Oito nomeações aos Óscares, um prémio ganho, e uma das experiências mais emocionalmente devastadoras da ficção científica recente. Às&nbsp;<strong>16h40</strong>&nbsp;chega&nbsp;<em><strong>Blade Runner 2049</strong></em>&nbsp;(2017) — a sequela que toda a gente duvidou que fosse funcionar e que acabou por ser visualmente de partir a boca. Ryan Gosling, Harrison Ford, Ana de Armas e dois Óscares no bolso.</p>





<p>Às&nbsp;<strong>19h20</strong>&nbsp;é hora do épico interplanetário:&nbsp;<em><strong>Dune — Parte Dois</strong></em>&nbsp;(2024), com Timothée Chalamet e Zendaya numa aventura que confirma Villeneuve como o maior contador de histórias em grande escala do cinema actual. E para fechar a noite com chave de ouro, às&nbsp;<strong>22h00</strong>, o mais íntimo e perturbador de todos:&nbsp;<em><strong>Incendies — A Mulher que Canta</strong></em>&nbsp;(2010), um drama brutal sobre guerra, memória e segredos de família que foi nomeado ao Óscar de Melhor Filme Internacional e que vai ficar a ecoar na tua cabeça durante dias.</p>



<p>Uma noite assim não se recusa.</p>
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		<title>James Cameron Atira-se à Netflix: “Assim, Não Devia Concorrer aos Óscares”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 18:39:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[polémica Netflix Óscares]]></category>
		<category><![CDATA[Ted Sarandos]]></category>
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					<description><![CDATA[James Cameron não é homem de meias palavras — e, desta vez, virou as baterias contra a Netflix. O lendário cineasta de&#160;Avatar,&#160;Titanic&#160;e&#160;Exterminador Implacável&#160;afirmou que os filmes da plataforma&#160;não deviam poder competir pelo Óscar de Melhor Filme, a menos que respeitem uma verdadeira estreia cinematográfica. Para Cameron, a actual estratégia da empresa representa nada menos do [&#8230;]]]></description>
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<p>James Cameron não é homem de meias palavras — e, desta vez, virou as baterias contra a Netflix. O lendário cineasta de&nbsp;<em>Avatar</em>,&nbsp;<em>Titanic</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Exterminador Implacável</em>&nbsp;afirmou que os filmes da plataforma&nbsp;<strong>não deviam poder competir pelo Óscar de Melhor Filme</strong>, a menos que respeitem uma verdadeira estreia cinematográfica. Para Cameron, a actual estratégia da empresa representa nada menos do que um “sistema podre”.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/tom-cruise-celebra-amores-perros-e-o-sueno-perro-a-homenagem-surpreendente-que-reacende-a-ligacao-ao-cinema-de-inarritu/">Tom Cruise Celebra Amores Perros e o “Sueño Perro”: A Homenagem Surpreendente Que Reacende a Ligaçāo ao Cinema de Iñárritu</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Plataforma Que Conquistou Hollywood… Mas Falha Sempre o Grande Prémio</strong></h3>



<p>Com mais de 300 milhões de subscritores globais, a Netflix já deixou a sua marca na indústria: atraiu realizadores de topo, investiu em projectos de grande escala, e transformou-se num dos gigantes culturais da era moderna. Mas há um troféu que continua a escapar —&nbsp;<strong>o Óscar de Melhor Filme</strong>.</p>



<p>Nos últimos anos, títulos como&nbsp;<em>Roma</em>,&nbsp;<em>O Irlandês</em>,&nbsp;<em>Mank</em>,&nbsp;<em>O Poder do Cão</em>,&nbsp;<em>Maestro</em>,&nbsp;<em>A Oeste Nada de Novo</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Emilia Perez</em>&nbsp;chegaram perto, alguns até venceram outras categorias, mas nenhum conquistou o prémio maior.</p>



<p>A discussão reacendeu-se este ano, com três fortes candidatos da plataforma —&nbsp;<em>Frankenstein</em>,&nbsp;<em>Sonhos e Comboios</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Jay Kelly</em>&nbsp;— todos lançados em salas de cinema por períodos mínimos, apenas o suficiente para garantir elegibilidade para os Óscares, antes de rumarem rapidamente ao streaming.</p>



<p>Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, foi claro: considera que a experiência de ir ao cinema é “uma ideia ultrapassada” e que o seu estúdio está, na verdade, a “salvar Hollywood”. Para muitos analistas, vencer o Óscar seria a validação final desta visão — a consagração de um novo modelo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cameron Não Poupa Nas Palavras: “Fundamentalmente Podre”</strong></h3>



<p>James Cameron, contudo, vê tudo isto com enorme desconfiança. Em conversa com o analista Matt Belloni, o cineasta reagiu também às notícias de que a Netflix está a tentar comprar a Warner Bros., competindo com a Paramount e com a Comcast.</p>



<p>A resposta foi directa:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Acho que a Paramount é a melhor escolha. A Netflix seria um desastre. Desculpa, Ted, mas caramba.”</p>
</blockquote>



<p>Recordou ainda que Sarandos defendeu publicamente que “os cinemas estão mortos”, algo que Cameron considera profundamente errado — e perigoso para o futuro do cinema como o entende.</p>



<p>Quando o jornalista sugeriu que Sarandos teria mudado de postura e prometido investir em estreias tradicionais caso adquirisse a Warner, Cameron soltou uma gargalhada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É para enganar parvos. ‘Vamos lançar o filme por uma semana ou dez dias e já está qualificado para os Óscares’. Por amor de Deus.”</p>
</blockquote>



<p>Depois, endureceu ainda mais o discurso:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Acho isso fundamentalmente podre. Os Óscares não significam nada para mim se não significarem cinema. Acho que foram cooptados, e isso é péssimo.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Posição de Cameron: Óscares Só Para Quem Respeita o Cinema</strong></h3>



<p>Questionado directamente sobre se a Netflix devia poder concorrer ao Óscar de Melhor Filme, Cameron disse que sim —&nbsp;<strong>mas apenas se alterar radicalmente a estratégia</strong>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Devem poder competir se lançarem o filme de forma significativa, em dois mil cinemas durante um mês.”</p>
</blockquote>



<p>Para o realizador, não se trata de atacar o streaming, mas de defender o que acredita ser o coração da arte cinematográfica: a experiência colectiva, numa sala escura, com grande imagem e grande som — não uma estreia minimalista concebida apenas para cumprir burocracias.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/a-surpresa-que-londres-esconde-urchin-chega-ao-nimas-com-conversa-especial/">A Surpresa Que Londres Esconde: Urchin Chega ao Nimas com Conversa Especial</a></p>



<p>E assim, no meio da luta pelos estúdios de Hollywood e da corrida feroz aos Óscares, Cameron volta a colocar a velha questão no centro do debate:&nbsp;<strong>o que é, afinal, cinema?</strong></p>



<p>E quem é que deve defini-lo?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diane Ladd Morre aos 89 Anos, Três Meses Depois da Morte do Marido Robert Charles Hunter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 15:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[A veterana actriz, mãe de Laura Dern e três vezes nomeada ao Óscar, morreu em casa na Califórnia. A perda chega pouco depois da morte do seu companheiro de 26 anos, o ex-CEO da PepsiCo Food Systems, Robert Charles Hunter. ler também . Jennifer Aniston Assume Novo Romance nas Redes: “Feliz Aniversário, Meu Amor” 💞 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A veterana actriz, mãe de Laura Dern e três vezes nomeada ao Óscar, morreu em casa na Califórnia. A perda chega pouco depois da morte do seu companheiro de 26 anos, o ex-CEO da PepsiCo Food Systems, Robert Charles Hunter.</p>



<p>ler também . J<a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-aniston-assume-novo-romance-nas-redes-feliz-aniversario-meu-amor-%f0%9f%92%9e/">ennifer Aniston Assume Novo Romance nas Redes: “Feliz Aniversário, Meu Amor” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f49e.png" alt="💞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>O cinema americano despede-se de uma das suas figuras mais queridas.&nbsp;<strong>Diane Ladd</strong>, lendária actriz nomeada três vezes ao Óscar e mãe de&nbsp;<strong>Laura Dern</strong>, morreu este domingo,&nbsp;<strong>aos 89 anos</strong>, na sua casa em Ojai, Califórnia — apenas&nbsp;<strong>três meses após a morte do marido</strong>,&nbsp;<strong>Robert Charles Hunter</strong>, com quem partilhou 26 anos de casamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906-682x1024.jpg" alt="" class="wp-image-21064" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906-682x1024.jpg 682w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906-1024x1536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/robert-hunter-diane-ladd-3-110325-c4f37c64411545a89390713d4c971906.jpg 1333w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure>



<p>A notícia foi confirmada pela própria Laura Dern, que prestou homenagem à mãe através de um comunicado emocionado:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A minha mãe faleceu esta manhã, comigo ao seu lado, na nossa casa. Foi a melhor filha, mãe, avó, actriz, artista e alma empática que alguém poderia sonhar. Tivemos a bênção de tê-la connosco. Agora está a voar com os anjos.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um amor de 26 anos, interrompido por duas despedidas</strong></h3>



<p>Diane Ladd e Robert Charles Hunter casaram-se em&nbsp;<strong>1999</strong>, o mesmo ano em que fundaram juntos a sua produtora,&nbsp;<strong>Excel Entertainment</strong>. Hunter, antigo CEO da&nbsp;<strong>PepsiCo Food Systems</strong>, morreu em&nbsp;<strong>31 de julho</strong>, aos 77 anos, durante uma visita aos filhos no Texas.</p>



<p>Ladd partilhou então uma imagem da notícia da morte de Hunter nas redes sociais, mas sem comentário — um gesto discreto, revelador de uma dor íntima. O casal manteve sempre uma relação marcada por cumplicidade e por uma parceria criativa: Hunter chegou mesmo a participar como actor em&nbsp;<em>Inland Empire</em>&nbsp;(2006), de&nbsp;<strong>David Lynch</strong>, onde contracenou com Ladd e Laura Dern.</p>



<p>ver também :<a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-ja-nao-sei-se-devo-falar-sobre-trump-so-estou-a-lancar-mais-lenha-para-o-fogo/">Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um percurso lendário no grande ecrã</strong></h3>



<p>Nascida no Mississippi em 1935, Diane Ladd construiu uma das carreiras mais sólidas e respeitadas de Hollywood. Foi nomeada ao Óscar por&nbsp;<em>Alice Doesn’t Live Here Anymore</em>&nbsp;(1974),&nbsp;<em>Wild at Heart</em>&nbsp;(1990) e&nbsp;<em>Rambling Rose</em>&nbsp;(1991) — este último, ao lado da filha Laura Dern, num dos raros casos em que mãe e filha foram nomeadas na mesma cerimónia.</p>



<p>Colaborou várias vezes com&nbsp;<strong>David Lynch</strong>, brilhou na série&nbsp;<em>Alice</em>&nbsp;(baseada no filme de Scorsese), e deixou a sua marca tanto no cinema independente como nas grandes produções televisivas. Entre 2011 e 2013, voltou a partilhar o ecrã com Laura em&nbsp;<em>Enlightened</em>, da HBO.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Laura Dern: uma herança de talento e ternura</strong></h3>



<p>A relação entre mãe e filha foi tão intensa fora como dentro do ecrã. Em 2023, publicaram juntas o livro&nbsp;<em>Honey, Baby, Mine: A Mother and Daughter Talk Life, Death, Love (and Banana Pudding)</em>, um registo de conversas íntimas sobre família, doença, envelhecimento e fé.</p>



<p>Foi durante longas caminhadas que Ladd e Laura fortaleceram o vínculo entre si — depois de a actriz ter sido diagnosticada com&nbsp;<strong>fibrose pulmonar idiopática</strong>, uma doença grave do pulmão.</p>



<p>Nos Óscares de 2020, quando Laura Dern venceu a estatueta de Melhor Actriz Secundária por&nbsp;<em>Marriage Story</em>, dedicou-a aos pais:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Alguns dizem ‘nunca conheças os teus heróis’, mas eu digo: se tiveres sorte, eles serão os teus pais.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um último filme e um legado eterno</strong></h3>



<p>Antes da sua morte, Diane Ladd tinha concluído a rodagem de&nbsp;<em>Blue Champagne</em>, filme de&nbsp;<strong>Blaine Novak</strong>&nbsp;ainda em pós-produção, onde contracena com&nbsp;<strong>Jennifer Nicholson</strong>, filha de Jack Nicholson.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-ja-nao-sei-se-devo-falar-sobre-trump-so-estou-a-lancar-mais-lenha-para-o-fogo/">Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”</a></p>



<p>O seu legado, contudo, já está gravado no coração de Hollywood:&nbsp;<strong>uma mulher de força, talento e compaixão</strong>, que atravessou décadas de cinema com a mesma intensidade com que viveu — e amou.</p>
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			</item>
		<item>
		<title> A Homenagem comovente de Keanu Reeves a Diane Keaton: “Uma pessoa única e extraordinária”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 09:46:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O actor recordou com emoção a sua colega de Something’s Gotta Give, elogiando o talento, a generosidade e o humor da eterna estrela de Annie Hall 💔🎬 Keanu Reeves, conhecido pela sua discrição e humildade, emocionou o público ao prestar uma tocante homenagem a Diane Keaton, falecida no passado dia 11 de Outubro, aos 79 anos. O actor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O actor recordou com emoção a sua colega de <em>Something’s Gotta Give</em>, elogiando o talento, a generosidade e o humor da eterna estrela de <em>Annie Hall</em> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>Keanu Reeves, conhecido pela sua discrição e humildade, emocionou o público ao prestar uma tocante homenagem a Diane Keaton, falecida no passado dia 11 de Outubro, aos 79 anos. O actor canadiano, que contracenou com Keaton e Jack Nicholson na comédia romântica&nbsp;<em>Something’s Gotta Give</em>&nbsp;(<em>Alguém Tem de Ceder</em>, 2003), revelou as suas memórias da actriz durante uma entrevista no programa&nbsp;<em>The Late Show with Stephen Colbert</em>.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/frankenstein-de-guillermo-del-toro-o-monstro-ganha-vida-gracas-a-uma-equipa-de-artesaos-%f0%9f%95%af%ef%b8%8f%e2%9a%a1/">Frankenstein de Guillermo del Toro: o Monstro Ganha Vida Graças a uma Equipa de Artesãos <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f56f.png" alt="🕯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>“Era uma pessoa extraordinária, única, especial — e uma artista incrível”, recordou Keanu, visivelmente comovido. O actor falou de uma cena que filmaram em Paris e de como foi marcante assistir a dois gigantes como Jack e Diane a trabalharem juntos: “A inteligência, o humor… ver aqueles dois a serem simplesmente eles próprios foi inesquecível.”</p>



<p>No filme, Reeves interpretava o jovem médico Julian Mercer, apaixonado por Erica Barry — a dramaturga divorciada vivida por Keaton. Apesar de o romance entre as personagens não resistir à química irresistível entre Keaton e Nicholson, o filme tornou-se um clássico moderno do género, muito graças à autenticidade e carisma da actriz.</p>



<p>Diane Keaton, vencedora de um Óscar por&nbsp;<em>Annie Hall</em>&nbsp;e detentora de uma carreira recheada de papéis icónicos, foi descrita por Keanu como “uma artista generosa e uma pessoa muito especial”.</p>



<p>O tributo ganhou ainda mais força quando o actor recordou o reencontro entre ambos na cerimónia dos Óscares de 2020 — um momento que agora ganha um tom agridoce: “Era uma artista generosa, generosa… e uma pessoa verdadeiramente única.”</p>



<p>Durante a conversa, Stephen Colbert juntou-se às palavras de Keanu, classificando Keaton como “uma das actrizes mais talentosas, originais e naturalmente engraçadas de sempre”.</p>



<p>Com 17 nomeações para os Óscares entre Jack Nicholson e Diane Keaton — três vitórias para ele e uma para ela —,&nbsp;<em>Something’s Gotta Give</em>&nbsp;representou um encontro de titãs em que também Keanu Reeves deixou a sua marca. Hoje, ao homenagear Diane, o actor recorda não apenas uma colega, mas uma amiga e inspiração duradoura.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mia-goth-confirma-que-continua-ligada-ao-filme-blade-da-marvel/">Mia Goth Confirma Que Continua Ligada ao Filme Blade da Marvel</a></p>



<p>Keanu encontra-se actualmente na Broadway, a partilhar o palco com Alex Winter em&nbsp;<em>Waiting for Godot</em>, mas o coração — esse — ficou claramente em Hollywood, com a memória de uma mulher que o marcou profundamente.</p>
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		<title>Voando Sobre um Ninho de Cucos: 50 Anos de Liberdade, Loucura e a Melhor Interpretação de Jack Nicholson 🪶🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 13:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema dos anos 70]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos do cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes intemporais]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Nicholson]]></category>
		<category><![CDATA[Ken Kesey]]></category>
		<category><![CDATA[Louise Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Milos Forman]]></category>
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		<category><![CDATA[Óscares]]></category>
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					<description><![CDATA[Meio século depois, o clássico de Milos Forman continua a gritar contra a autoridade — e Jack Nicholson ainda brilha como um símbolo de rebeldia no cinema Há filmes que envelhecem. E há outros que, mesmo 50 anos depois, continuam a falar connosco com a mesma força — ou talvez ainda com mais.&#160;Voando Sobre um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Meio século depois, o clássico de Milos Forman continua a gritar contra a autoridade — e Jack Nicholson ainda brilha como um símbolo de rebeldia no cinema</strong></p>



<p>Há filmes que envelhecem. E há outros que, mesmo 50 anos depois, continuam a falar connosco com a mesma força — ou talvez ainda com mais.&nbsp;<em>Voando Sobre um Ninho de Cucos</em>&nbsp;(<em>One Flew Over the Cuckoo’s Nest</em>), realizado por&nbsp;<strong>Milos Forman</strong>&nbsp;e lançado em&nbsp;<strong>1975</strong>, pertence a essa raríssima segunda categoria: um retrato intemporal sobre liberdade, poder e o espírito humano.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/karen-allen-revela-como-teve-de-lutar-para-regressar-em-indiana-jones-e-o-marcador-do-destino-%f0%9f%8f%ba%f0%9f%8e%ac/">Karen Allen Revela Como Teve de Lutar Para Regressar em&nbsp;Indiana Jones e o Marcador do Destino&nbsp;<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3fa.png" alt="🏺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>E, no centro de tudo, está&nbsp;<strong>Jack Nicholson</strong>, no papel que definiu para sempre o seu nome entre os gigantes da sétima arte.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O filme que libertou o cinema dos anos 70</strong></h3>



<p>Baseado no romance homónimo de&nbsp;<strong>Ken Kesey</strong>,&nbsp;<em>Voando Sobre um Ninho de Cucos</em>&nbsp;conta a história de&nbsp;<strong>Randle P. McMurphy</strong>, um criminoso que finge insanidade para escapar à prisão e é internado num hospital psiquiátrico. Mas, em vez de submissão, encontra ali um microcosmo da própria sociedade — controlado pela temível&nbsp;<strong>Enfermeira Ratched</strong>, interpretada de forma inesquecível por&nbsp;<strong>Louise Fletcher</strong>.</p>



<p>A partir desse confronto nasce uma das narrativas mais poderosas do cinema moderno: o homem livre contra a máquina institucional. Milos Forman filma a rebeldia de McMurphy com uma mistura de humor, desespero e poesia, transformando o hospital num campo de batalha entre o indivíduo e o sistema.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Jack Nicholson no auge do génio</strong></h3>



<p>Nicholson tinha 38 anos quando interpretou McMurphy — e nunca mais deixou de ser o “espírito livre” de Hollywood. A sua atuação é pura eletricidade: imprevisível, humana, por vezes hilariante, outras vezes profundamente trágica.</p>



<p>Com o seu sorriso travesso e olhar de loucura lúcida, Nicholson encarna um homem que desafia tudo — médicos, regras e até a própria sanidade — em nome da liberdade. Foi uma performance que lhe valeu o&nbsp;<strong>Óscar de Melhor Ator</strong>, num filme que arrebatou os&nbsp;<strong>cinco principais prémios da Academia</strong>: Melhor Filme, Realização, Ator, Atriz e Argumento Adaptado. Um feito que, até hoje, apenas outros dois filmes conseguiram igualar:&nbsp;<em>Aconteceu naquela Noite</em>&nbsp;(1934) e&nbsp;<em>O Silêncio dos Inocentes</em>&nbsp;(1991).</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O legado de Milos Forman e a força de um grito coletivo</strong></h3>



<p>O realizador checo&nbsp;<strong>Milos Forman</strong>, que fugira à censura do regime comunista, encontrou nesta história o tema que o acompanharia ao longo da vida: o conflito entre a liberdade individual e as instituições opressivas. Filmado com um realismo quase documental,&nbsp;<em>Voando Sobre um Ninho de Cucos</em>&nbsp;combina delicadeza e brutalidade, humor e tragédia — um equilíbrio raríssimo que o mantém vibrante cinco décadas depois.</p>



<p>A escolha de rodar em&nbsp;<strong>locais reais</strong>, com pacientes e funcionários de um hospital psiquiátrico do Oregon, conferiu-lhe uma autenticidade desconcertante. O filme nunca se limita a julgar ou diagnosticar: observa, escuta e emociona.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Meio século depois, ainda sentimos o mesmo soco</strong></h3>



<p>Ver&nbsp;<em>Voando Sobre um Ninho de Cucos</em>&nbsp;hoje é perceber que o tempo não lhe tirou nada. Pelo contrário, o tornou ainda mais urgente. Num mundo onde as instituições continuam a esmagar o indivíduo e onde a empatia escasseia, o filme de Forman continua a ser um lembrete de que a rebeldia — e o riso — também são formas de resistência.</p>



<p>E Jack Nicholson, com o seu olhar de loucura luminosa, permanece o coração pulsante dessa revolução cinematográfica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Alguns não são loucos… apenas não conseguem adaptar-se.”</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>— Randle P. McMurphy</p>
</blockquote>



<p>Cinquenta anos depois, talvez ainda seja disso que o mundo precisa: de mais loucos que se recusem a adaptar-se.</p>
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		<title>Adam Sandler e George Clooney Juntos em Jay Kelly: A Nova Aposta da Netflix Para os Óscares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 11:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sandler]]></category>
		<category><![CDATA[cinema 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Veneza]]></category>
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		<category><![CDATA[Noah Baumbach]]></category>
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					<description><![CDATA[Clooney em crise, Sandler como agente improvável A Netflix voltou a surpreender e lançou o primeiro trailer de&#160;Jay Kelly, a nova comédia dramática realizada por Noah Baumbach e coescrita com Greta Gerwig (Barbie). O filme junta duas estrelas improváveis no mesmo ecrã: George Clooney, como um ator em plena crise de identidade, e Adam Sandler, [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Clooney em crise, Sandler como agente improvável</strong></h3>



<p>A Netflix voltou a surpreender e lançou o primeiro trailer de&nbsp;<em>Jay Kelly</em>, a nova comédia dramática realizada por Noah Baumbach e coescrita com Greta Gerwig (<em>Barbie</em>). O filme junta duas estrelas improváveis no mesmo ecrã: George Clooney, como um ator em plena crise de identidade, e Adam Sandler, no papel do agente que tenta guiá-lo neste processo.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Q0I5pvfhoLI?si=NBCb9SM_XstLi7uc" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p>Sandler, habituado a papéis cómicos mais ligeiros, surge aqui num registo diferente, afastado do humor fácil que o tornou mundialmente conhecido, e mais próximo do tom agridoce que Baumbach costuma imprimir às suas histórias.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-grupo-de-whatsapp-mais-explosivo-de-hollywood-glen-powell-e-os-segredos-ou-a-falta-deles-de-top-gun/">O Grupo de WhatsApp Mais Explosivo de Hollywood: Glen Powell e os Segredos (ou a Falta Deles) de Top Gun</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O regresso de Baumbach à corrida dos prémios</strong></h4>



<p>A relação entre Baumbach e a Netflix já se mostrou frutífera no passado. Com&nbsp;<em>The Meyerowitz Stories</em>&nbsp;(2017) iniciou-se esta parceria, que ganharia força com&nbsp;<em>Marriage Story</em>&nbsp;(2019) — seis nomeações aos Óscares e vitória para Laura Dern — e continuou com&nbsp;<em>White Noise</em>&nbsp;(2022). Agora, com&nbsp;<em>Jay Kelly</em>, a plataforma volta a apostar forte para a temporada de prémios, depois da estreia mundial no Festival de Veneza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma viagem entre arrependimentos e glórias</strong></h4>



<p>Segundo a sinopse oficial, a história acompanha Jay Kelly (Clooney), um célebre ator que parte numa viagem de autodescoberta, confrontando erros do passado e o peso do presente. Ao seu lado está o fiel agente Ron (Sandler), que se torna peça essencial nesta busca pelo equilíbrio entre arrependimentos e triunfos.</p>



<p>É uma narrativa que promete equilibrar humor e emoção, explorando o lado humano das grandes estrelas, mas com a ironia característica de Baumbach.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Elenco de luxo</strong></h4>



<p>Além de Clooney e Sandler, o filme conta ainda com um elenco secundário de peso: Laura Dern, Billy Crudup, Riley Keough, Jim Broadbent, Patrick Wilson, Alba Rohrwacher, Emily Mortimer, Isla Fisher e Giovanni Esposito. Greta Gerwig, parceira criativa e pessoal de Baumbach, também marca presença no ecrã.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-nicole-merecia-mais-o-gesto-polemico-de-keith-urban-que-deixou-os-fas-em-choque/">‘A Nicole merecia mais’: o gesto polémico de Keith Urban que deixou os fãs em choque”</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Estreia confirmada</strong></h4>



<p><em>Jay Kelly</em>&nbsp;chega à Netflix a 5 de dezembro e já se posiciona como uma das grandes apostas da temporada. Resta saber se Clooney e Sandler vão conseguir transformar esta improvável dupla numa das surpresas mais marcantes do ano cinematográfico.</p>
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		<title>Eduardo Serra: O Mestre da Luz Português que Conquistou Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 14:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[As Asas do Amor]]></category>
		<category><![CDATA[BAFTA]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrice Leconte]]></category>
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					<description><![CDATA[A morte de Eduardo Serra, aos 81 anos, deixa o cinema português e internacional mais pobre. O diretor de fotografia, considerado o mais internacional da sua área em Portugal, construiu uma carreira marcada pela elegância da luz e pela profundidade visual com que enriquecia cada filme. ver também : Glen Powell como James Bond? O Ator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A morte de <strong>Eduardo Serra</strong>, aos 81 anos, deixa o cinema português e internacional mais pobre. O diretor de fotografia, considerado o mais internacional da sua área em Portugal, construiu uma carreira marcada pela elegância da luz e pela profundidade visual com que enriquecia cada filme.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/glen-powell-como-james-bond-o-ator-ja-respondeu-e-a-resposta-nao-deixa-duvidas/">Glen Powell como James Bond? O Ator Já Respondeu — e a Resposta Não Deixa Dúvidas</a><br /></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um artista da imagem</strong></h2>



<p>Para o realizador&nbsp;<strong>João Mário Grilo</strong>, que trabalhou com Serra em&nbsp;<em>O Processo do Rei</em>&nbsp;(1989), esta foi uma “aliança decisiva”. A recriação visual do século XVII português exigia mais do que técnica: precisava de inteligência e sensibilidade, atributos que Serra dominava como poucos.</p>



<p>“Não era apenas um técnico, era um artista muito talentoso”, recordou Grilo, sublinhando que o diretor de fotografia conseguia explicar a razão de cada luz e cada plano, como se fosse um pintor a desenhar na tela do cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Duas nomeações aos Óscares e um BAFTA</strong></h2>



<p>Nascido em Lisboa, em 1943, Eduardo Serra tornou-se referência mundial. Foi nomeado duas vezes para os&nbsp;<strong>Óscares</strong>, por&nbsp;<em>As Asas do Amor</em>&nbsp;(1997) e&nbsp;<em>Rapariga com Brinco de Pérola</em>&nbsp;(2003), este último também distinguido com o&nbsp;<strong>BAFTA</strong>&nbsp;de Melhor Fotografia. A recriação da luz da pintura flamenga nesse filme é hoje considerada uma das mais belas traduções visuais da história da arte para o cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Colaborações internacionais e blockbusters</strong></h2>



<p>A sua carreira no estrangeiro levou-o a trabalhar com nomes como&nbsp;<strong>Claude Chabrol</strong>,&nbsp;<strong>Patrice Leconte</strong>,&nbsp;<strong>Michael Winterbottom</strong>,&nbsp;<strong>M. Night Shyamalan</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Edward Zwick</strong>. Foi também responsável pela fotografia de dois filmes da saga&nbsp;<strong>Harry Potter</strong>, levando a sua assinatura estética a um dos maiores fenómenos de bilheteira da história do cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Portugal no percurso</strong></h2>



<p>Apesar do sucesso internacional, Eduardo Serra não se desligou de Portugal. Trabalhou com realizadores como&nbsp;<strong>José Fonseca e Costa</strong>&nbsp;(<em>A Mulher do Próximo</em>, 1988),&nbsp;<strong>Luís Filipe Rocha</strong>&nbsp;(<em>Amor e Dedinhos de Pé</em>, 1991) e&nbsp;<strong>Fernando Lopes</strong>(<em>O Delfim</em>, 2001). Cada colaboração foi marcada por uma atenção exímia à atmosfera e à textura visual da narrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma carreira sem paralelo</strong></h2>



<p>O Presidente da República,&nbsp;<strong>Marcelo Rebelo de Sousa</strong>, manifestou pesar pela morte do cineasta, lembrando “uma carreira internacional que não tem paralelo entre os diretores de fotografia portugueses” e o seu contributo “decisivo para a luz e a imagem” no cinema mundial.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/cinema-em-portugues-o-futuro-do-nosso-cinema-ganha-palco-no-tvcine-edition/">Cinema em Português: O Futuro do Nosso Cinema Ganha Palco no TVCine Edition</a></p>



<p>De Lisboa a Hollywood, passando por Paris, Eduardo Serra deixa um legado maior do que a soma das suas imagens: deixa-nos a certeza de que a luz, nas mãos certas, pode transformar-se em poesia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Morreu Alan Bergman: O Homem que Pôs o Amor em Letra e Ganhou Óscares com Isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 08:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Bergman]]></category>
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		<category><![CDATA[música de filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[🎵 &#8220;Mem&#8217;ries, light the corners of my mind&#8230;&#8221; — é impossível não cantarolar esta frase sem pensar em Alan Bergman. O lendário compositor norte-americano faleceu aos 99 anos, na sua casa em Los Angeles, na noite de quinta-feira. Estaria prestes a completar um século de vida a 11 de Setembro. Mas se o corpo se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b5.png" alt="🎵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>&#8220;Mem&#8217;ries, light the corners of my mind&#8230;&#8221;</em> — é impossível não cantarolar esta frase sem pensar em Alan Bergman. O lendário compositor norte-americano faleceu aos 99 anos, na sua casa em Los Angeles, na noite de quinta-feira. Estaria prestes a completar um século de vida a 11 de Setembro. Mas se o corpo se vai, o legado permanece — e que legado.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/krypto-esta-a-salvar-o-dia-e-a-levar-centenas-de-caes-para-casa-nos-eua-%f0%9f%90%be%f0%9f%a6%b8%e2%99%82%ef%b8%8f/">Krypto Está a Salvar o Dia… e a Levar Centenas de Cães para Casa nos EUA</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma vida ao ritmo da música… e do cinema</h3>



<p>Alan Bergman foi, ao lado da esposa Marilyn Bergman (falecida em 2022), um dos nomes mais influentes da canção cinematográfica norte-americana. Não estamos a falar apenas de um compositor: estamos a falar de uma dupla que ajudou a definir o som emocional de Hollywood durante décadas.</p>



<p>Os Bergman coleccionaram estatuetas douradas, Emmys, Grammys e reconhecimento de todas as áreas do entretenimento. A sua parceria com nomes como Michel Legrand, Marvin Hamlisch ou John Williams originou temas inesquecíveis — e sim, também daqueles que nos fazem puxar o lenço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Canções que marcaram gerações (e ganharam prémios)</h3>



<p>Se &#8220;The Way We Were&#8221; (<em>O Nosso Amor de Ontem</em>, 1973) vos soa familiar, é porque é mesmo um dos grandes clássicos da história do cinema. E deu aos Bergman e a Marvin Hamlisch um Óscar e um Grammy. A icónica <em>&#8220;The Windmills of Your Mind&#8221;</em>, do filme <em>O Grande Mestre do Crime</em> (<em>The Thomas Crown Affair</em>, 1968), composta com Michel Legrand, valeu-lhes o primeiro Óscar. Já <em>Yentl</em> (1983), protagonizado e realizado por Barbra Streisand, rendeu outra estatueta — desta vez pela banda sonora adaptada, novamente com Legrand.</p>



<p>Ao todo, Alan e Marilyn somaram <strong>16 nomeações para os Óscares</strong>, conquistando três vitórias. Em 1983, chegaram mesmo a dominar a categoria de Melhor Canção Original com três das cinco nomeações — perderam, curiosamente, para <em>Up Where We Belong</em>, de <em>Oficial e Cavalheiro</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mais do que filmes: cultura pop e televisão</h3>



<p>A música dos Bergman não ficou presa à fita de celulóide. Temas compostos por eles aparecem em <em>Os Simpsons</em>, <em>Family Guy</em>, <em>Stranger Things</em>, <em>Hawkeye</em> (Marvel) e até em <em>Austin Powers</em>, <em>Escola de Rock</em> ou <em>Deadpool 2</em>. As suas letras foram cantadas por lendas como <strong>Frank Sinatra, Barbra Streisand, Ray Charles, Tony Bennett, Dean Martin, Neil Diamond e Fred Astaire</strong> — um verdadeiro hall of fame da música.</p>



<p>Também escreveram canções para séries como <em>Maude</em> (1972) e <em>Good Times</em> (1974), além de participações marcantes no universo dos especiais de televisão de Barbra Streisand, que lhes valeram <strong>quatro Emmys</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parcerias lendárias</h3>



<p>É difícil enumerar todos os grandes nomes com quem colaboraram, mas aqui vai uma amostra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quincy Jones</strong> — juntos criaram &#8220;In the Heat of the Night&#8221; (1967), cantada por Ray Charles.</li>



<li><strong>Dave Grusin</strong> — colaboraram em <em>&#8230;E Justiça Para Todos</em> (1979), <em>Tootsie</em> (1982), e <em>Dias de Glória&#8230; Dias de Amor</em> (1991).</li>



<li><strong>John Williams</strong> — trabalharam em <em>Fitzwilly</em> (1967), <em>Um Amor Simples</em> (1972), <em>Yes, Giorgio</em> (1982) e <em>Sabrina</em> (1995).</li>



<li><strong>Henry Mancini</strong>, <strong>Maurice Jarre</strong>, <strong>Johnny Mandel</strong> e <strong>Elmer Bernstein</strong> também cruzaram caminhos musicais com os Bergman.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Um toque de poesia em cada verso</h3>



<p>Mais do que compositores de música, Alan e Marilyn eram poetas. A sua escrita conseguia condensar emoções complexas — amor, perda, nostalgia, esperança — em poucas linhas, com uma simplicidade desarmante.</p>



<p>Alan Bergman deixa-nos aos 99 anos, mas a sua música continuará a tocar, seja nos grandes ecrãs, nos discos antigos, nas playlists actuais ou nos cantos mais sentimentais da nossa memória. Afinal, como escreveu ele próprio:</p>



<p><em>&#8220;Mem’ries may be beautiful and yet, what’s too painful to remember, we simply choose to forget&#8230;&#8221;</em><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/um-monge-uma-espingarda-e-muitas-surpresas-a-joia-nepalesa-chegou-ao-filmin-%f0%9f%8e%a5/">Um Monge, Uma Espingarda e Muitas Surpresas: A Joia Nepalesa Chegou ao FilmIn </a></p>



<p>Mas a música dele? Essa, nunca será esquecida</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Miguel Gomes Convidado para a Academia de Hollywood 🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 11:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Academia de Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[cinema internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
		<category><![CDATA[Euclides da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[Realizador português junta-se ao seleto grupo que escolhe os Óscares A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que todos os anos nos dá razões para reclamar com os Óscares, acaba de convidar o realizador português Miguel Gomes para se juntar ao clube. Um clube exclusivo, note-se, com cerca de 10.500 membros, todos eles com direito [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Realizador português junta-se ao seleto grupo que escolhe os Óscares</strong></p>



<p>A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que todos os anos nos dá razões para reclamar com os Óscares, acaba de convidar o realizador português Miguel Gomes para se juntar ao clube. Um clube exclusivo, note-se, com cerca de 10.500 membros, todos eles com direito a voto nas categorias da maior premiação da sétima arte.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/parasitas-e-eleito-o-melhor-filme-do-seculo-xxi-por-centenas-de-profissionais-de-cinema/">“Parasitas” é eleito o melhor filme do século XXI por centenas de profissionais de cinema</a></p>



<p>A notícia foi avançada pela própria Academia esta quinta-feira, acompanhada de uma lista com 534 novos convidados – o número mais elevado desde 2020. A justificação? Premiar artistas e executivos que se distinguiram “pelos seus contributos para o cinema”. Segundo os responsáveis da instituição, Bill Kramer e Janet Yang, esta seleção representa “compromisso com a criação cinematográfica” e pretende “refletir a diversidade da comunidade global do cinema”.</p>



<p>E entre as novas vozes com lugar à mesa das decisões da Academia, lá está Miguel Gomes, um dos nossos nomes maiores, que em 2024 brilhou em Cannes ao tornar-se o primeiro cineasta português a ganhar o prémio de Melhor Realizador. Fê-lo com&nbsp;<em>Grand Tour</em>, o seu mais recente filme, numa carreira recheada de distinções internacionais — de&nbsp;<em>Tabu</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Aquele Querido Mês de Agosto</em>, passando por&nbsp;<em>Diários de Otsoga</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Brasileiros, espanhóis… e Ariana Grande</strong></h2>



<p>Mas Miguel Gomes não está sozinho nesta ronda de convites. A lista também inclui a actriz brasileira Fernanda Torres, protagonista de&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>, filme que venceu o Óscar de Melhor Filme Internacional, bem como os realizadores Daniel Filho e Gabriel Mascaro, a produtora Maria Carlota Bruno e a figurinista Claudia Kopke. Albert Serra, cineasta espanhol habituado a coproduções com Portugal, também foi chamado.</p>



<p>E porque estamos a falar de Hollywood, há muitos rostos (e vozes) familiares para o público mais mainstream. Foram convidados, entre outros, Gillian Anderson, Dave Bautista, Emma Corrin, Sebastian Stan, Andrew Scott, Jeremy Strong, Ariana Grande e Aubrey Plaza. Um casting digno de um filme de super-heróis com orçamento da Marvel.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um passo em frente… com algumas ausências</strong></h2>



<p>Os 534 convites reflectem a tentativa da Academia de se tornar mais representativa: 41% dos nomes são mulheres, 45% pertencem a comunidades sub-representadas e 55% são de fora dos EUA. Ainda assim, houve ausências notadas, como a da actriz trans espanhola Karla Sofía Gascón (<em>Emilia Pérez</em>), afastada por polémicas passadas, e a do actor Jonathan Bailey (<em>Wicked</em>), cuja ausência também fez levantar algumas sobrancelhas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um português na linha da frente</strong></h2>



<p>Se aceitar o convite, Miguel Gomes junta-se a um grupo restrito de portugueses que integram a Academia, como Patrícia Vasconcelos (directora de casting), os produtores Bruno Caetano e Luís Urbano e os realizadores Abi Feijó, João Gonzalez, Mónica Santos e Regina Pessoa.</p>



<p>Actualmente com 53 anos, nascido em Lisboa, Miguel Gomes está a preparar o seu próximo filme,&nbsp;<em>Selvajaria</em>, produzido pela Uma Pedra no Sapato. A obra é inspirada no clássico brasileiro&nbsp;<em>Os Sertões</em>, de Euclides da Cunha, que o cineasta considera “um dos melhores livros de sempre escritos em português”. Não duvidamos.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/scarlett-johansson-garante-filme-de-tower-of-terror-ainda-esta-de-pe-mesmo-que-seja-um-desafio-inesperado-%f0%9f%8e%a2%f0%9f%8e%ac/">Scarlett Johansson Garante: Filme de “Tower of Terror” Ainda Está de Pé (Mesmo Que Seja um “Desafio” Inesperado) <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a2.png" alt="🎢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Agora só falta mesmo uma nomeação. Ou duas. Ou três.</p>
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		<title>Pobres Criaturas: O Delírio Visual de Yorgos Lanthimos Chega à Televisão 📺✨</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 11:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Carminho]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
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		<category><![CDATA[TVCine]]></category>
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<p>Vencedor de quatro Óscares e detentor do prestigiado Leão de Ouro no Festival de Veneza,&nbsp;<em>Pobres Criaturas</em>&nbsp;(<em>Poor Things</em>, 2023), do realizador grego Yorgos Lanthimos, chega finalmente à televisão portuguesa. A estreia acontece no dia&nbsp;<strong>14 de março, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+</strong>, proporcionando aos espectadores a oportunidade de mergulhar numa das experiências cinematográficas mais fascinantes dos últimos anos.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/bridesmaids-o-filme-que-quase-arruinava-as-comedias-femininas-%f0%9f%8e%ad%f0%9f%91%b0/">Bridesmaids: O Filme que Quase “Arruinava” as Comédias Femininas <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f470.png" alt="👰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Com Emma Stone no papel mais ousado da sua carreira – o que lhe valeu o Óscar de Melhor Atriz –, esta é uma história de renascimento, emancipação e autodescoberta, embalada por um design de produção arrebatador e um universo visual que parece saído de um pesadelo steampunk com laivos de&nbsp;<em>Alice no País das Maravilhas</em>.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma Experiência Cinematográfica Única</strong></p>



<p>Baseado no livro homónimo de Alasdair Gray,&nbsp;<em>Pobres Criaturas</em>&nbsp;reinterpreta o clássico de&nbsp;<em>Frankenstein</em>&nbsp;através de uma perspetiva feminista e satírica. A protagonista, Bella Baxter (Emma Stone), é uma jovem ressuscitada pelo excêntrico Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista genial e grotesco que lhe dá uma segunda vida.</p>



<p>Embora tenha o corpo de uma mulher adulta, Bella possui a mente de uma criança. À medida que a sua curiosidade pelo mundo cresce, a jovem embarca numa jornada tumultuosa de descobertas, desafiando as convenções sociais e mergulhando de cabeça em tudo o que a vida tem para oferecer. Pelo caminho, cruza-se com Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo), um advogado lascivo que a acompanha numa aventura repleta de excessos, erotismo e libertação.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um Elenco de Luxo e um Momento Português</strong></p>



<p>Além de Emma Stone e Willem Dafoe, o elenco de&nbsp;<em>Pobres Criaturas</em>&nbsp;conta ainda com Mark Ruffalo (nomeado ao Óscar de Melhor Ator Secundário), Christopher Abbott, Jerrod Carmichael e Rami Youssef. Para os portugueses, há um motivo extra de interesse: a fadista&nbsp;<strong>Carminho</strong>&nbsp;marca presença num dos momentos mais especiais do filme, numa Lisboa reinventada pelos olhos visionários de Lanthimos.</p>



<p>A nível técnico, o filme arrecadou estatuetas douradas para&nbsp;<strong>Melhor Caracterização, Melhor Figurino e Melhor Cenografia</strong>, consolidando-se como uma das obras mais visualmente impressionantes dos últimos anos.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um Realizador Visionário</strong></p>



<p>Conhecido pelo seu estilo provocador, Yorgos Lanthimos já nos brindou com obras como&nbsp;<em>O Sacrifício de um Cervo Sagrado</em>&nbsp;(2017) e&nbsp;<em>A Favorita</em>&nbsp;(2018). O seu cinema é caracterizado pelo humor negro, personagens excêntricas e uma abordagem surrealista, o que faz de&nbsp;<em>Pobres Criaturas</em>&nbsp;uma experiência única, perturbadora e cativante.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/blade-runner-2099-vai-resgatar-a-estetica-do-original-e-distanciar-se-de-2049-%f0%9f%98%ae%f0%9f%94%aa/">“Blade Runner 2099” Vai Resgatar a Estética do Original e Distanciar-se de “2049” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f62e.png" alt="😮" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f52a.png" alt="🔪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Se ainda não tiveste oportunidade de ver este fenómeno cinematográfico no grande ecrã, marca na agenda:&nbsp;<strong>14 de março, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+</strong>. Esta é uma viagem imperdível ao estranho e maravilhoso universo de Yorgos Lanthimos.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Pobres Criaturas | 14 Março 21:30 | TVCine TOP" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/peCacWh3Nls?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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