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	<title>Os Melhores do Ano 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Os Melhores do Ano 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Os Melhores Filmes de 2025 Regressam ao Grande Ecrã: O Ciclo Imperdível do Cinema Nimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:14:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Os Melhores do Ano 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Dez filmes essenciais (e mais uma surpresa) para (re)ver em Lisboa entre Janeiro e Fevereiro Entre 23 de Janeiro e 18 de Fevereiro, o Cinema Medeia Nimas transforma-se no ponto de encontro obrigatório para quem leva o cinema a sério. A Medeia Filmes apresenta o ciclo “Os Melhores do Ano 2025”, uma selecção criteriosa que cruza listas nacionais e [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Dez filmes essenciais (e mais uma surpresa) para (re)ver em Lisboa entre Janeiro e Fevereiro</strong></p>



<p>Entre <strong>23 de Janeiro e 18 de Fevereiro</strong>, o <strong>Cinema Medeia Nimas</strong> transforma-se no ponto de encontro obrigatório para quem leva o cinema a sério. A Medeia Filmes apresenta o ciclo <strong>“Os Melhores do Ano 2025”</strong>, uma selecção criteriosa que cruza listas nacionais e internacionais com escolhas apaixonadas — os tais <em>crushes</em> cinéfilos que ajudam a definir um ano memorável nas salas escuras.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/shelter-sem-limites-jason-statham-enfrenta-o-passado-num-thriller-de-sobrevivencia-a-beira-do-abismo/">“Shelter: Sem Limites” — Jason Statham Enfrenta o Passado Num Thriller de Sobrevivência à Beira do Abismo</a></p>



<p>O resultado são&nbsp;<strong>dez filmes essenciais</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>um “extra” especial</strong>:&nbsp;<em>Lavagante</em>, uma das grandes surpresas do final do ano, que conquistou público e crítica e mereceu, por direito próprio, um lugar neste alinhamento. Muitos dos títulos continuam, aliás, a fazer o seu percurso na época de prémios, pelo que desta lista sairão certamente alguns dos filmes distinguidos nos Óscares. Para quem perdeu na estreia — ou quer rever no ecrã certo — esta é a oportunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um mapa do melhor cinema contemporâneo</strong></h2>



<p>O ciclo desenha um retrato plural do cinema recente: do autor europeu à grande produção americana, do cinema político ao experimental, passando por obras que desafiam géneros e expectativas. É um programa que pede tempo, curiosidade e entrega — exactamente aquilo que o cinema merece.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/agente-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-23238" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/agente-1024x577.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/agente-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/agente-768x433.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/agente.jpg 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Entre os destaques está <strong>Sirât</strong>, de <strong>Oliver Laxe</strong>, uma experiência intensa e física que confirma o realizador como uma das vozes mais singulares do cinema europeu actual. Também <strong>O Agente Secreto</strong>, de <strong>Kleber Mendonça Filho</strong>, regressa ao grande ecrã, reforçando o estatuto do cineasta brasileiro como um cronista atento do poder, da memória e da resistência.</p>



<p>O cinema de autor internacional marca forte presença com <strong>The Shrouds – As Mortalhas</strong>, onde <strong>David Cronenberg</strong> volta a explorar obsessões antigas através de novas formas, e com <strong>Verdades Difíceis</strong>, que confirma <strong>Mike Leigh</strong> como um mestre absoluto da observação humana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Política, exílio e resistência</strong></h2>



<p>Há também espaço para o cinema que olha o mundo de frente. <strong>Foi Só Um Acidente</strong>, de <a href="chatgpt://generic-entity?number=10"><strong>Jafar Panahi</strong></a>, e <strong>A Semente do Figo Sagrado</strong>, de <strong>Mohammad Rasoulof</strong>, são exemplos claros de um cinema que nasce da urgência política e da experiência do exílio, transformando a adversidade em matéria cinematográfica de primeira linha.</p>



<p>O mesmo espírito atravessa <strong>O Riso e a Faca</strong>, de <strong>Pedro Pinho</strong>, apresentado numa sessão especial com apresentação, sublinhando a importância do diálogo entre filme, contexto e público.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hollywood de autor e grandes nomes</strong></h2>



<p>Do outro lado do Atlântico, <strong>Batalha Atrás de Batalha</strong>, de <strong>Paul Thomas Anderson</strong>, representa o cinema americano de autor no seu esplendor máximo, com um elenco liderado por <strong>Leonardo DiCaprio</strong>. Um filme-evento que confirma Anderson como um dos grandes cronistas da América contemporânea.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O “extra” que ninguém viu chegar</strong></h2>



<p>E depois há <strong>Lavagante</strong>, de <strong>Mário Barroso</strong>. Fora das listas mais previsíveis, mas dentro do coração de quem o viu, o filme afirma-se como uma das revelações de 2025, justificando plenamente o estatuto de “mais um” neste ciclo que celebra o melhor do ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Datas, horários e a sala certa</strong></h2>



<p>As sessões decorrem ao longo de várias datas, com reposições estratégicas de alguns títulos, permitindo diferentes opções de horário. Tudo acontece no&nbsp;<strong>Cinema Medeia Nimas</strong>, em Lisboa, uma das salas históricas da cidade e o local ideal para um ciclo que pede atenção, silêncio e amor pelo grande ecrã <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/landman-identidade-de-genero-e-o-debate-que-chegou-onde-ninguem-esperava/">“Landman”, Identidade de Género e o Debate Que Chegou Onde Ninguém Esperava</a></p>



<p>Mais do que um simples conjunto de exibições,&nbsp;<strong>“Os Melhores do Ano 2025”</strong>&nbsp;é um convite à memória recente do cinema — e uma afirmação clara de que ver filmes continua a ser um acto colectivo, vivido melhor numa sala escura.</p>
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