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	<title>novo DCU &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Novo ‘Superman’ de James Gunn Promete Esperança, Nostalgia e uma Lufada de Ar Fresco no DCU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 11:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[David Corenswet veste a capa e estreia-se como o novo Homem de Aço num filme que promete redefinir o super-herói para uma nova geração ver também : Será Que Ainda Há Vida no Parque?“Jurassic World: Rebirth” já tem nota no Rotten Tomatoes — e o resultado vai surpreender-te Uma Nova Era Começa… com o Homem [&#8230;]]]></description>
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<p><em>David Corenswet veste a capa e estreia-se como o novo Homem de Aço num filme que promete redefinir o super-herói para uma nova geração</em></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/sera-que-ainda-ha-vida-no-parquejurassic-world-rebirth-ja-tem-nota-no-rotten-tomatoes-e-o-resultado-vai-surpreender-te/">Será Que Ainda Há Vida no Parque?“Jurassic World: Rebirth” já tem nota no Rotten Tomatoes — e o resultado vai surpreender-te</a></p>



<p><strong>Uma Nova Era Começa… com o Homem de Sempre</strong></p>



<p>Lançar um novo universo cinematográfico com&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;é uma jogada arriscada. Afinal, estamos a falar do super-herói original, o arquétipo de todos os outros. James Gunn, conhecido pelo seu humor ácido em filmes como&nbsp;<em>Guardians of the Galaxy</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>The Suicide Squad</em>, surpreende ao liderar um projeto que exige seriedade, coração e — acima de tudo — esperança.</p>



<p>Mas é precisamente isso que este novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;pretende trazer. De acordo com o que o&nbsp;<em>Collider</em>&nbsp;apurou durante a visita ao set em Cleveland (terra natal de Jerry Siegel, criador do herói), tudo neste filme grita&nbsp;<em>esperança</em>. Cor, luz, inocência, nostalgia. Um verdadeiro reboot emocional da personagem — e do universo DC — com David Corenswet a encarnar um Clark Kent humilde e compassivo, e Rachel Brosnahan no papel de uma Lois Lane destemida e já ciente da identidade secreta do seu colega de redação.</p>



<p></p>



<p><strong>Um Visual à Antiga com Espírito Modern</strong></p>



<p>Beth Mickle, a designer de produção, aponta palavras-chave como “nostalgia”, “Americana”, “brilho” e “esperança” como guias do visual do filme. Esqueçam a palete de cinzentos de <em>Man of Steel</em>; este <em>Superman</em> é vibrante, colorido, com um Daily Planet meticulosamente recriado, recheado de pormenores e referências (há quase 100 easter eggs no filme!).</p>



<p>Mesmo a Fortaleza da Solidão é reinventada — uma mistura entre o clássico palácio de cristal e formas inspiradas em&nbsp;<em>Avatar: O Caminho da Água</em>, com cristais a emergirem como ondas geladas. Lá dentro, não há apenas tecnologia Kryptoniana — há um laboratório, um mini-zoo e até uma supercomputadora, numa homenagem ao Superman da Era de Prata dos comics.</p>



<p></p>



<p><strong>David Corenswet: O Clark Kent Que Queremos (e Precisamos)</strong></p>



<p>Corenswet não está aqui para copiar Christopher Reeve ou Henry Cavill. Ele quer trazer algo novo, mas respeitador do legado. Para isso, mergulhou no icónico&nbsp;<em>All-Star Superman</em>, de Grant Morrison, para capturar não só o tom esperançoso da personagem, mas também a sua “nerdice gentil” e solitária.</p>



<p>“O mais divertido é interpretar o Clark”, confessa o ator. “É onde está o verdadeiro desafio.” O filme arranca com Superman no meio da batalha mais difícil da sua vida — uma escolha deliberada para nos apresentar um herói em crise, vulnerável, e pronto a crescer.</p>



<p></p>



<p><strong>Uma Equipa de Sonho com Personalidade</strong></p>



<p>A química entre Corenswet e Brosnahan foi determinante para o casting. Segundo o ator, a escolha foi feita depois de apenas uma leitura conjunta. Emma Mackey chegou a ser uma séria candidata ao papel de Lois, mas foi Brosnahan quem encaixou na visão de Gunn — uma atriz com confiança, presença e vontade de explorar cada cena até à última linha de diálogo.</p>



<p>Do lado do Daily Planet, encontramos Skyler Gisondo como um Jimmy Olsen ingénuo e entusiasmado (que pensava estar a fazer audição para Superman!) e Wendell Pierce como Perry White, o editor sempre um passo atrás nas notícias, mais preocupado com a manchete do que com a verdade à frente dos olhos.</p>



<p></p>



<p><strong>Lex Luthor: O Vilão à Altura, Literalmente</strong></p>



<p>Nicholas Hoult interpreta um Lex Luthor contemporâneo — um bilionário tecnológico que se esconde por detrás de uma imagem pública imaculada. O ator revela que, apesar de ter feito audições para Superman, sempre teve um pressentimento de que Lex seria o papel certo.</p>



<p>Inspirado não só por Gene Hackman e Michael Rosenbaum, Hoult vê Luthor como um idealista: “Ele acredita que a humanidade deve ser dona do seu próprio destino, e vê em Superman uma ameaça à autodeterminação.” O seu covil, por sinal, é um delírio de brutalismo dos anos 60 e 70, geometria agressiva e cores retro — uma visão contrastante com a clareza solar de Clark.</p>



<p></p>



<p><strong>Mister Terrific e os Outros Super-Heróis em Jogo</strong></p>



<p>Edi Gathegi encarna Mister Terrific, outro herói do DCU, que partilha cenas com quase todas as personagens principais. Embora Superman o veja como um aliado próximo, Gathegi diz que a relação é mais funcional do que emocional. A máscara do personagem, inspirada na tecnologia de banda desenhada, inicialmente causou desconforto ao ator — até perceber o seu contexto e propósito.</p>



<p></p>



<p><strong>James Gunn: Esperança, Sem Perder o Pé na Terra</strong></p>



<p>Gunn, co-CEO da DC Studios, quer que cada projeto no novo DCU tenha identidade própria. Nada de obrigações interligadas estilo Marvel. Como disse Chantal Nong, produtora executiva: “Consistentes, mas não conectados.”</p>



<p>O realizador também deixou claro: se não tivesse sido despedido da Marvel temporariamente, talvez nunca tivesse escrito este&nbsp;<em>Superman</em>. Ironia do destino? Talvez. Mas um presente para os fãs, sem dúvida.</p>



<p></p>



<p><strong>Superman para os Nossos Tempos</strong></p>



<p>Rachel Brosnahan definiu este filme de forma certeira: “Uma injecção de esperança no braço.” Num mundo saturado de cinismo,&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;de James Gunn surge como uma proposta luminosa, emocional e nostálgica, mas sem cair na ingenuidade.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-boneca-mais-irreverente-do-cinema-esta-de-volta-e-nao-correu-la-muito-bem/">A boneca mais irreverente do cinema está de volta… e não correu lá muito bem.</a></p>



<p>Chega aos cinemas a 11 de Julho. E se tudo correr bem, será o primeiro passo de uma nova era dourada para a DC.</p>
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