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	<title>Natalie Portman &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Natalie Portman &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Protestos contra o ICE marcam Sundance: estrelas de Hollywood denunciam “o pior da humanidade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:22:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cinema, activismo e indignação em Park City O Sundance Film Festival, que decorre actualmente em Park City, no estado do Utah, ficou este fim-de-semana marcado por um forte momento de activismo político. Para lá das estreias e debates cinematográficos, centenas de participantes juntaram-se numa manifestação contra o ICE (Immigration and Customs Enforcement), na sequência de dois homicídios recentes [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinema, activismo e indignação em Park City</strong></h2>



<p>O <strong>Sundance Film Festival</strong>, que decorre actualmente em Park City, no estado do Utah, ficou este fim-de-semana marcado por um forte momento de activismo político. Para lá das estreias e debates cinematográficos, centenas de participantes juntaram-se numa manifestação contra o <strong>ICE</strong> (Immigration and Customs Enforcement), na sequência de dois homicídios recentes atribuídos a agentes federais nos Estados Unidos.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/gritos-7-regressa-aos-cinemas-com-novo-poster-e-promessa-de-terror-mais-pessoal-do-que-nunca/">Gritos 7 regressa aos cinemas com novo poster e promessa de terror mais pessoal do que nunca</a></p>



<p>O protesto, intitulado&nbsp;<em>“Sundancers Melt ICE”</em>, teve lugar ao pôr-do-sol na Main Street de Park City e foi pensado como um momento “respeitoso” de homenagem a&nbsp;<strong>Renee Good</strong>, morta a 7 de Janeiro por um agente do ICE, e a&nbsp;<strong>Alex Pretti</strong>, abatido no sábado por um agente do Departamento de Segurança Interna. Durante cerca de dez minutos, os participantes ergueram os telemóveis iluminados e entoaram o cântico “love melts ICE”, enquanto alguns elementos das forças de segurança observavam à distância.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Elijah Wood junta-se à manifestação</strong></h2>



<p>Entre os presentes esteve <strong>Elijah Wood</strong>, conhecido mundialmente pela saga <em>O Senhor dos Anéis</em>. Em declarações à <em>Deadline</em>, o actor sublinhou a dimensão simbólica do protesto num festival dedicado à diversidade e à empatia: “As pessoas que foram ilegalmente abatidas no Minnesota… é terrível. Estamos aqui num festival que serve para unir pessoas e contar histórias de todo o mundo. Não estamos divididos; estamos a unir-nos.”</p>



<p>As palavras de Wood reforçaram a ideia de que, para muitos profissionais do cinema presentes em Sundance, o silêncio deixou de ser uma opção num contexto político cada vez mais polarizado nos Estados Unidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Natalie Portman e Olivia Wilde endurecem o discurso</strong></h2>



<p>Uma das vozes mais contundentes foi a de <strong>Natalie Portman</strong>, que apareceu em compromissos de imprensa com pins onde se lia “ICE out” e “Be Good”. A actriz foi directa nas suas críticas: “O que está a acontecer neste país neste momento é absolutamente horrível. O que o governo federal, o governo de <strong>Donald Trump</strong>, <strong>Kristi Noem</strong> e o ICE estão a fazer é realmente o pior do pior da humanidade.”</p>



<p>Também <strong>Olivia Wilde</strong> se pronunciou, em declarações à <em>Variety</em>, classificando a situação como “ultrajante” e recusando aceitar a violência como uma nova normalidade. Para Wilde, apoiar movimentos que visem “delegitimar” o ICE é uma responsabilidade cívica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um festival que volta a ser palco político</strong></h2>



<p>O Sundance Film Festival tem um longo historial de cruzamento entre cinema independente e intervenção social, e este episódio confirma que o evento continua a ser um espaço privilegiado para debates políticos e culturais. Num momento em que a imigração, o papel das forças federais e os direitos humanos estão no centro da discussão pública nos EUA, a tomada de posição de figuras influentes do cinema dá maior visibilidade internacional ao tema.</p>



<p>ler também . <a href="https://clubedecinema.pt/e-insuportavel-fas-da-nfl-revoltam-se-contra-novo-anuncio-de-matthew-mcconaughey-para-a-uber-eats/">“É insuportável”: fãs da NFL revoltam-se contra novo anúncio de Matthew McConaughey para a Uber Eats</a></p>



<p>Entre filmes, protestos e declarações inflamadas, Sundance 2026 mostra que, para muitos dos seus protagonistas, contar histórias no ecrã não é dissociável de tentar mudar a realidade fora dele.</p>
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		<title>The Twits: A Nova Aposta da Netflix Que Divide Críticos e Fãs de Roald Dahl 🎩🐒</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
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		<category><![CDATA[Animação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Netflix voltou a mergulhar no universo de Roald Dahl — e, desta vez, o mergulho veio com lama. The Twits, a nova adaptação animada do clássico infantil, chegou à plataforma envolta em curiosidade e polémica. O filme, realizado por Phil Johnston (Zootopia, Wreck-It Ralph), promete reintroduzir às novas gerações um dos livros mais bizarros e grotescos do autor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Netflix voltou a mergulhar no universo de Roald Dahl — e, desta vez, o mergulho veio com lama. <em>The Twits</em>, a nova adaptação animada do clássico infantil, chegou à plataforma envolta em curiosidade e polémica. O filme, realizado por <strong>Phil Johnston</strong> (<em>Zootopia</em>, <em>Wreck-It Ralph</em>), promete reintroduzir às novas gerações um dos livros mais bizarros e grotescos do autor britânico. Mas o resultado tem deixado o público dividido entre o espanto e a perplexidade.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/alec-baldwin-choca-contra-arvore-nos-hamptons-mas-sai-ileso-%f0%9f%9a%97%f0%9f%8c%b3/">Alec Baldwin Choca Contra Árvore nos Hamptons — Mas Sai Ileso <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f697.png" alt="🚗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>O livro original de 1980 contava a história de um casal repulsivo, o Sr. e a Sra. Twit — dois seres desagradáveis, malcheirosos e desprovidos de empatia — que se divertiam a torturar animais e a fazer partidas um ao outro. Dahl criou-os como um exercício de repulsa, quase um manifesto contra a fealdade moral e física. No entanto, a nova versão da Netflix opta por atualizar o contexto: os Twits continuam asquerosos, mas agora vivem numa cidade moderna e planeiam abrir um parque de diversões insalubre, repleto de colchões sujos e infrações sanitárias.</p>



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<p>O que poderia ser uma comédia de mau gosto tornou-se, curiosamente, uma alegoria política. Vários críticos têm sublinhado que o filme acaba por refletir sobre o populismo contemporâneo, com os Twits a convencerem os cidadãos de uma cidade decadente a apoiar o seu projeto “para devolver a glória perdida”. A metáfora é difícil de ignorar — e muitos observadores aplaudem a ousadia de introduzir, num filme infantil, uma reflexão tão clara sobre manipulação e poder.</p>



<p>Ainda assim, há quem veja aqui o ponto fraco da adaptação. Para alguns críticos, a tentativa de transformar um conto grotesco numa fábula moral sobre o estado do mundo acaba por diluir o humor negro e a crueldade absurda que sempre caracterizaram o espírito de Dahl. O&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;descreveu o resultado como “americanizado e grotesco nos momentos errados”, enquanto o&nbsp;<em>The Times</em>&nbsp;acusou a Netflix de “domesticar” a irreverência do autor britânico.</p>



<p>Nem tudo, porém, são espinhos. O elenco vocal tem recebido elogios generalizados — com&nbsp;<strong>Margo Martindale</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Johnny Vegas</strong>&nbsp;a darem vida (e uma boa dose de viscosidade cómica) ao casal Twit.&nbsp;<strong>Natalie Portman</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Timothy Simons</strong>emprestam vozes aos carismáticos macacos Muggle-Wumps, as verdadeiras vítimas da história, e há ainda um cameo divertido do próprio realizador. Mesmo as canções originais, compostas por&nbsp;<strong>David Byrne</strong>, embora pouco memoráveis segundo a crítica, conferem ao filme um tom excêntrico e algo experimental.</p>



<p>Visualmente, a animação tem dividido opiniões. Alguns apreciam o aspeto deliberadamente “sujo” e pouco polido, que mantém o espírito anárquico do texto, enquanto outros consideram o resultado abaixo dos padrões técnicos de estúdios como a Disney ou a DreamWorks. Ainda assim, há quem veja nessa imperfeição uma escolha estética consciente — um reflexo do mundo grotesco dos Twits.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mark-wahlberg-esta-de-volta-em-the-family-plan-2-a-nova-comedia-de-acao-da-apple-tv-chega-com-sabor-europeu-%f0%9f%87%aa%f0%9f%87%ba%f0%9f%8e%ac/">Mark Wahlberg Está de Volta em The Family Plan 2: A Nova Comédia de Ação da Apple TV Chega com Sabor Europeu <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ea-1f1fa.png" alt="🇪🇺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>No final,&nbsp;<em>The Twits</em>&nbsp;é um filme que não passa despercebido. Há quem o acuse de perder o encanto do original e quem o celebre como a adaptação mais ousada de Dahl até hoje. Talvez o seu maior mérito seja esse: conseguir provocar reações tão intensas — entre o riso, o desconforto e a reflexão política — num público que esperava apenas uma comédia animada.</p>



<p>Afinal, num mundo em que tantas histórias são polidas até à exaustão, talvez seja refrescante ver uma que ainda se atreve a ser… desagradável.</p>
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		<title>Jane Fonda relança movimento histórico pela liberdade de expressão em Hollywood 🎬✊</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:54:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O regresso de um comité da era da Guerra Fria Aos&#160;87 anos, a lendária atriz e ativista&#160;Jane Fonda&#160;voltou a assumir a linha da frente das lutas políticas em Hollywood. Desta vez, lidera o relançamento do&#160;Comité para Defender a Primeira Emenda, um movimento originalmente criado na década de 1940 e que marcou posição durante o período [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O regresso de um comité da era da Guerra Fria</strong></h2>



<p>Aos&nbsp;<strong>87 anos</strong>, a lendária atriz e ativista&nbsp;<strong>Jane Fonda</strong>&nbsp;voltou a assumir a linha da frente das lutas políticas em Hollywood. Desta vez, lidera o relançamento do&nbsp;<strong>Comité para Defender a Primeira Emenda</strong>, um movimento originalmente criado na década de 1940 e que marcou posição durante o período do&nbsp;<strong>Macarthismo</strong>, quando artistas foram perseguidos e silenciados pelas suas convicções políticas.</p>



<p>ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/lavagante-cardoso-pires-antonio-pedro-vasconcelos-e-mario-barroso-unidos-no-cinema-%f0%9f%a6%9e%f0%9f%8e%ac/">“Lavagante”: Cardoso Pires, António-Pedro Vasconcelos e Mário Barroso unidos no cinema <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f99e.png" alt="🦞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Entre os mais de <strong>550 signatários</strong> desta nova iniciativa encontram-se nomes de peso como <strong>Natalie Portman, Sean Penn</strong> e <strong>Anne Hathaway</strong>, que se juntam à causa para alertar contra o que descrevem como uma nova ofensiva da Casa Branca para limitar a liberdade de expressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As raízes históricas</strong></h2>



<p>O comité tem também uma forte carga simbólica para Jane Fonda: o seu pai,&nbsp;<strong>Henry Fonda</strong>, foi um dos membros fundadores do movimento original. Na altura, figuras como&nbsp;<strong>Judy Garland, Humphrey Bogart</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Frank Sinatra</strong>&nbsp;deram voz à resistência, denunciando nas rádios e em Washington os abusos do governo de então.</p>



<p>Agora, mais de 70 anos depois, a mensagem mantém-se: “Essas forças regressaram. E é a nossa vez de nos levantarmos juntos em defesa dos nossos direitos constitucionais”, lê-se no comunicado oficial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da censura ao humor</strong></h2>



<p>O relançamento acontece pouco depois da decisão da&nbsp;<strong>Disney</strong>&nbsp;de retirar temporariamente da programação o&nbsp;<em>late night show</em>&nbsp;de&nbsp;<strong>Jimmy Kimmel</strong>, na sequência de pressões políticas e regulatórias. O comediante, crítico da direita norte-americana e do aliado de Donald Trump, Charlie Kirk, regressou ao ar após protestos públicos contra o que muitos consideraram um ato de censura.</p>



<p>Kimmel foi direto na sua resposta: “anti-americano”, classificou, referindo-se ao esforço para o silenciar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jane Fonda, símbolo de resistência</strong></h2>



<p>Com décadas de ativismo, Jane Fonda não mostra sinais de abrandar. Para a atriz, que esteve em inúmeras frentes de protesto desde a Guerra do Vietname até à crise climática, esta luta é também pessoal e histórica: “Este não é um aviso. É o início de uma luta contínua”, afirma o comité no seu manifesto.</p>



<p>A mensagem é clara e dirigida não apenas ao governo, mas também às empresas de Hollywood:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Para aqueles que lucram com o nosso trabalho enquanto se curvam perante a censura e a intimidação: vemo-los, e a história não esquecerá.”</p>
</blockquote>



<p>ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/jimmy-kimmel-revela-soube-que-ia-ser-retirado-do-ar-na-casa-de-banho-%f0%9f%9a%bd%f0%9f%93%ba/">Jimmy Kimmel revela: “Soube que ia ser retirado do ar… na casa de banho” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6bd.png" alt="🚽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Com Jane Fonda no comando, este novo capítulo do&nbsp;<strong>Comité pela Primeira Emenda</strong>&nbsp;promete reacender um debate essencial sobre os limites da liberdade artística e política em Hollywood.</p>
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		<title>“A Fonte da Juventude”: O Filme Mais Mal Amado… e Mais Visto da Apple TV+ em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 08:36:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[🧭&#160;Críticos detestam, o público não quer saber — e a Apple está a rir-se até ao banco. Num ano recheado de apostas ambiciosas no catálogo da Apple TV+, nenhum título chamou tanta atenção (e tanta polémica) como&#160;A Fonte da Juventude, a aventura internacional realizada por Guy Ritchie, protagonizada por John Krasinski e Natalie Portman. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9ed.png" alt="🧭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Críticos detestam, o público não quer saber — e a Apple está a rir-se até ao banco.</em></p>



<p>Num ano recheado de apostas ambiciosas no catálogo da Apple TV+, nenhum título chamou tanta atenção (e tanta polémica) como&nbsp;<em>A Fonte da Juventude</em>, a aventura internacional realizada por Guy Ritchie, protagonizada por John Krasinski e Natalie Portman. O filme? Um sucesso estrondoso… de streaming. As críticas? Um desastre arqueológico digno de museu.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/de-succession-para-panem-culkin-e-o-novo-rosto-do-anfitriao-mais-excentrico-da-capital/">De “Succession” para Panem: Culkin é o novo rosto do anfitrião mais excêntrico da Capital</a></p>



<p>Sim, senhoras e senhores, temos entre mãos o clássico exemplo de “filme que todos dizem que é mau, mas que todos viram”. E não foi só “meio mundo”. Foi quase o mundo inteiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O sucesso que ninguém previu (nem a Rotten Tomatoes)</strong></h3>



<p>Com uns mirrados 36% no Rotten Tomatoes — a pior pontuação para uma produção original da Apple TV+ até hoje —&nbsp;<em>A Fonte da Juventude</em>&nbsp;parecia destinada ao esquecimento. As críticas foram unânimes: enredo reciclado, química ausente entre Portman e Krasinski, Guy Ritchie em modo automático e cenas de ação mais previsíveis que uma mensagem de phishing.</p>



<p>Mas como bem sabemos, o gosto do público nem sempre anda de ãos dadas com o snobismo crítico. No dia de estreia, o filme foi o <strong>conteúdo mais visto da plataforma em 99 países</strong>. Sim, noventa e nove. Nem o iPhone vende assim.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, porquê tanto sucesso?</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Fountain_of_Youth_Photo_0104.jpeg-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-16246" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Fountain_of_Youth_Photo_0104.jpeg-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Fountain_of_Youth_Photo_0104.jpeg-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Fountain_of_Youth_Photo_0104.jpeg-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Fountain_of_Youth_Photo_0104.jpeg.webp 1368w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Talvez porque o trailer prometia uma mistura irresistível de&nbsp;<em>Indiana Jones</em>,&nbsp;<em>O Código Da Vinci</em>&nbsp;e&nbsp;<em>National Treasure</em>. Talvez porque John Krasinski continua a ser uma cara simpática, mesmo quando faz de arqueólogo em piloto automático. Talvez porque Natalie Portman ainda nos faz acreditar que algo mágico pode acontecer… mesmo quando não acontece.</p>



<p>Ou talvez, só talvez, porque o público gosta de aventuras leves e previsíveis para uma sexta-feira à noite. E ninguém quer fazer análises semióticas à terceira taça de vinho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Apple TV+ ganha, o bom gosto perde (mas quem se importa?)</strong></h3>



<p>É difícil explicar este fenómeno sem recorrer a expressões como “prazer culposo”, “filme pipoca” ou “o algoritmo venceu outra vez”. Mas a verdade é que, apesar das críticas negativas,&nbsp;<em>A Fonte da Juventude</em>&nbsp;está no topo do mundo do streaming.</p>



<p>É o&nbsp;<strong>maior sucesso da Apple TV+ em 2025</strong>, superando títulos aclamados mas ignorados pelo público — porque sejamos sinceros, ninguém quer ver um drama sueco sobre a crise existencial de um carpinteiro solitário às 23h.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-do-mundo-dos-jogos-para-o-grande-ecra-elden-ring-ganha-adaptacao-cinematografica/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Do mundo dos jogos para o grande ecrã: “Elden Ring” ganha adaptação cinematográfica</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão? Ria-se quem quiser, conte os cliques quem puder</strong></h3>



<p>Se a crítica achava que o filme era um falhanço, a realidade respondeu com números. Milhões de visualizações, memes nas redes sociais, e provavelmente uma sequela em desenvolvimento. Porque, no fim, o que conta é mesmo isto:&nbsp;<strong>o filme mais mal amado do ano… é também o mais amado pelo algoritmo.</strong></p>
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		<title>🗺️ Fountain of Youth:: Guy Ritchie e Apple TV+ apostam em aventura à la Indiana Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 13:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
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		<category><![CDATA[estreia 2025]]></category>
		<category><![CDATA[filme de ação]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte da Juventude]]></category>
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		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
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					<description><![CDATA[Preparem-se para uma nova odisseia cinematográfica:&#160;Fountain of Youth, o mais recente filme de&#160;Guy Ritchie, estreia a 23 de maio na&#160;Apple TV+. Com&#160;John Krasinski&#160;e&#160;Natalie Portman&#160;nos papéis principais, esta produção promete uma mistura explosiva de ação, humor britânico e mistério arqueológico, evocando o espírito de&#160;Indiana Jones&#160;com um toque contemporâneo.&#160; ver também : 🎯 Joseph Zada é o [&#8230;]]]></description>
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<p>Preparem-se para uma nova odisseia cinematográfica:&nbsp;<em>Fountain of Youth</em>, o mais recente filme de&nbsp;<strong>Guy Ritchie</strong>, estreia a 23 de maio na&nbsp;<strong>Apple TV+</strong>. Com&nbsp;<strong>John Krasinski</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Natalie Portman</strong>&nbsp;nos papéis principais, esta produção promete uma mistura explosiva de ação, humor britânico e mistério arqueológico, evocando o espírito de&nbsp;<em>Indiana Jones</em>&nbsp;com um toque contemporâneo.&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/15140-2/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Joseph Zada é o novo Haymitch ena próxima prequela de  Hunger Games</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9ed.png" alt="🧭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma busca épica pela juventude eterna</strong></h3>



<p>Na trama, os irmãos afastados&nbsp;<strong>Luke</strong>&nbsp;(Krasinski), um caçador de tesouros carismático, e&nbsp;<strong>Charlotte Purdue</strong>&nbsp;(Portman), uma curadora de arte meticulosa, unem forças para encontrar a mítica Fonte da Juventude. Financiados pelo bilionário&nbsp;<strong>Owen Carver</strong>&nbsp;(Domhnall Gleeson), cuja generosidade esconde intenções obscuras, a dupla embarca numa aventura global repleta de enigmas históricos e perigos ocultos.&nbsp;</p>



<p>O elenco inclui ainda&nbsp;<strong>Eiza González</strong>,&nbsp;<strong>Stanley Tucci</strong>,&nbsp;<strong>Carmen Ejogo</strong>,&nbsp;<strong>Laz Alonso</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Arian Moayed</strong>, enriquecendo a narrativa com personagens intrigantes e multifacetadas.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A assinatura inconfundível de Guy Ritchie</strong></h3>



<p>Conhecido por filmes como&nbsp;<em>Snatch</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Sherlock Holmes</em>, Ritchie imprime em&nbsp;<em>Fountain of Youth</em>&nbsp;o seu estilo característico: diálogos afiados, sequências de ação estilizadas e um ritmo narrativo vibrante. O realizador descreve o filme como “na veia de&nbsp;<em>Indiana Jones</em>, mas contemporâneo”, prometendo uma experiência cinematográfica que combina nostalgia e inovação.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma viagem cinematográfica pelo mundo</strong></h3>



<p>As filmagens decorreram em locais exóticos como&nbsp;<strong>Banguecoque</strong>,&nbsp;<strong>Viena</strong>,&nbsp;<strong>Londres</strong>,&nbsp;<strong>Cairo</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Liverpool</strong>, conferindo autenticidade e grandiosidade à narrativa. A atriz Natalie Portman expressou entusiasmo pelas locações, destacando a beleza de cidades como Cairo e Viena e as sequências de ação intensas filmadas em Liverpool.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37f.png" alt="🍿" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma estreia imperdível na Apple TV+</strong></h3>



<p><em>Fountain of Youth</em>&nbsp;será lançado exclusivamente na&nbsp;<strong>Apple TV+</strong>&nbsp;a 23 de maio de 2025, posicionando-se como uma das grandes apostas do serviço de streaming para o verão. Com uma combinação de aventura, humor e emoção, o filme promete cativar tanto os fãs de clássicos do género como uma nova geração de espectadores.&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-sydney-sweeney-protagoniza-adaptacao-cinematografica-de-split-fiction/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sydney Sweeney protagoniza adaptação cinematográfica de Split Fiction</a></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/55-7y8lj_Ls?si=Ly6vuczKFVFPX1cE" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>“Fountain of Youth”: John Krasinski e Natalie Portman correm mundo em busca da juventude eterna 💧🌍</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 11:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV+]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de aventura]]></category>
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		<category><![CDATA[estreia 23 maio]]></category>
		<category><![CDATA[filmes tipo Indiana Jones]]></category>
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		<category><![CDATA[Guy Ritchie Apple TV+]]></category>
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					<description><![CDATA[Indiana Jones que se cuide: vem aí&#160;Fountain of Youth, o novo filme de Guy Ritchie para a Apple TV+ que promete juntar aventura, comédia, pirâmides, pancadaria e magia líquida num só frasco cinematográfico. E quem lidera esta busca épica? John Krasinski, que troca o escritório da&#160;The Office&#160;por viagens intercontinentais, mapas misteriosos e lendas com milénios. [&#8230;]]]></description>
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<p>Indiana Jones que se cuide: vem aí&nbsp;<em>Fountain of Youth</em>, o novo filme de Guy Ritchie para a Apple TV+ que promete juntar aventura, comédia, pirâmides, pancadaria e magia líquida num só frasco cinematográfico. E quem lidera esta busca épica? John Krasinski, que troca o escritório da&nbsp;<em>The Office</em>&nbsp;por viagens intercontinentais, mapas misteriosos e lendas com milénios.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/estudio-ghibli-vs-inteligencia-artificial-o-meu-vizinho-e-um-algoritmo-nao-vai-acontecer-diz-o-filho-de-miyazaki-%f0%9f%8e%a8%f0%9f%a4%96/">Estúdio Ghibli vs Inteligência Artificial: “O Meu Vizinho é um Algoritmo” Não Vai Acontecer, Diz o Filho de Miyazaki <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a8.png" alt="🎨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f916.png" alt="🤖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>O primeiro trailer já foi lançado e deixa no ar uma pergunta essencial: será este o&nbsp;<em>National Treasure</em>&nbsp;desta geração? Spoiler: tem potencial para sê-lo… e talvez com ainda mais charme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A fórmula mágica: irmãos desavindos, mapas antigos e… U2 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b5.png" alt="🎵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h2>



<p>A história gira em torno de Luke Purdue (Krasinski), um tipo brilhante mas socialmente desajeitado, que embarca numa busca global pela mítica Fonte da Juventude. Mas claro, não o faz sozinho: ao seu lado está a irmã afastada Charlotte, interpretada por Natalie Portman, cuja personagem promete equilibrar ceticismo científico com um certo fascínio por “poços mágicos de água”.</p>



<p>A dupla improvável junta-se a uma trupe que inclui Domhnall Gleeson (num registo descontraído que remete para um&nbsp;<em>Sallah</em>&nbsp;dos tempos modernos), Carmen Ejogo e… Stanley Tucci, porque claro que sim — nenhum filme de aventuras está completo sem uma pitada de Tucci.</p>



<p>O tom do trailer é leve e entusiasmante, ao som de uma versão orquestral de&nbsp;<em>Still Haven’t Found What I’m Looking For</em>dos U2 — subtil como uma esfinge a fazer yoga, mas altamente eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Guy Ritchie fora da zona de conforto</strong></h2>



<p>Conhecido por mergulhos no submundo do crime britânico (<em>Snatch</em>,&nbsp;<em>The Gentlemen</em>,&nbsp;<em>RocknRolla</em>), Guy Ritchie muda aqui de registo para abraçar o espírito clássico de aventuras à escala global. Nada de gangsters de Londres: agora temos monumentos antigos, corridas contra o tempo e vilões exóticos, incluindo Eiza González como Esme, uma adversária de saltos altos e pontapés certeiros.</p>



<p>A realização promete momentos de acção bem coreografados, piadas espertas e até alguma alma — há quem diga que esta pode ser a versão&nbsp;<em>emocionalmente funcional</em>&nbsp;de&nbsp;<em>Uncharted</em>&nbsp;que nunca tivemos no grande ecrã.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Promessa de blockbuster com sabor a nostalgia</strong></h2>



<p>A estreia está marcada para 23 de maio na Apple TV+, e a expectativa já borbulha. As comparações com&nbsp;<em>Indiana Jones</em>,&nbsp;<em>A Lenda do Tesouro Perdido</em>, e até&nbsp;<em>A Múmia</em>&nbsp;de Brendan Fraser são inevitáveis — e bem-vindas. Este é o tipo de cinema que faz sonhar com mapas de pergaminho e relicários escondidos debaixo de teatros abandonados.</p>



<p>E sim, há também o lado emocional: os conflitos entre irmãos, as dúvidas sobre envelhecer, o que estamos dispostos a sacrificar pela imortalidade… tudo embrulhado num ritmo&nbsp;<em>popcorn-ready</em>, com um chapéu de aba larga e muita areia pelo caminho.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Conclusão:</strong></p>



<p>Se procuras uma aventura clássica com um toque moderno,&nbsp;<em>Fountain of Youth</em>&nbsp;pode mesmo ser o teu bilhete dourado. Afinal, entre magia, mitos, e John Krasinski com ar de professor carismático em crise existencial, há aqui uma fórmula que já nos conquistou antes — e que, com o toque certo, pode muito bem voltar a fazê-lo.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/nanni-moretti-em-cuidados-intensivos/">Nanni Moretti em Cuidados Intensivo</a>s</p>
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		<title>Brady Corbet Revela Que The Brutalist Não Lhe Rendeu Um Único Dólar – Mas Portugal Ajudou a Salvar as Suas Finanças</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/brady-corbet-revela-que-the-brutalist-nao-lhe-rendeu-um-unico-dolar-mas-portugal-ajudou-a-salvar-as-suas-financas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 09:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Adrien Brody]]></category>
		<category><![CDATA[Brady Corbet]]></category>
		<category><![CDATA[cinema independente]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia Pérez]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Maron]]></category>
		<category><![CDATA[Mona Fastvold]]></category>
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		<category><![CDATA[Óscares 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[The Brutalist]]></category>
		<category><![CDATA[Vox Lux]]></category>
		<category><![CDATA[Wicked]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de ser um dos filmes mais nomeados nesta temporada de prémios, The Brutalist, de Brady Corbet, não trouxe qualquer retorno financeiro para o realizador. No entanto, Portugal teve um papel inesperado na sua sobrevivência profissional. ver também: ‘Last Week Tonight’ Volta a Lançar Episódios no YouTube Sem Atraso Após Protestos de John Oliver Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar de ser um dos filmes mais nomeados nesta temporada de prémios, <em>The Brutalist</em>, de <strong>Brady Corbet</strong>, não trouxe qualquer retorno financeiro para o realizador. No entanto, Portugal teve um papel inesperado na sua sobrevivência profissional.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/last-week-tonight-volta-a-lancar-episodios-no-youtube-sem-atraso-apos-protestos-de-john-oliver/">‘Last Week Tonight’ Volta a Lançar Episódios no YouTube Sem Atraso Após Protestos de John Oliver</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Filme Premiado, Mas Sem Pagamento <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b8.png" alt="💸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p>Corbet, conhecido por <em>Vox Lux</em>, participou recentemente no podcast <em>WTF</em> de Marc Maron, onde discutiu o seu épico sobre a imigração nos EUA, nomeado para <strong>10 Óscares</strong>. Durante a entrevista, revelou que, após anos sem rendimento, só recentemente conseguiu ganhar dinheiro através de campanhas publicitárias <strong>em Portugal</strong>.</p>



<p><strong>“Fazer publicidade em Portugal foi a primeira vez em anos que consegui ganhar algum dinheiro,”</strong> admitiu o realizador, sublinhando a dificuldade em manter uma carreira independente no cinema.</p>



<p>Corbet, que escreveu <em>The Brutalist</em> em parceria com a sua esposa e colaboradora <strong>Mona Fastvold</strong>, confirmou que <strong>“não ganhámos um único dólar com os últimos dois filmes que fizemos”</strong>. Quando Maron demonstrou surpresa, Corbet reforçou: <strong>“Sim. Literalmente zero. Tivemos de sobreviver com um salário de há três anos.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Diretores Nomeados para Óscar em Dificuldades Financeiras <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3da.png" alt="🏚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p>Corbet destacou que muitos realizadores na mesma posição passam por dificuldades financeiras, mesmo tendo filmes em destaque na temporada de prémios:</p>



<p><strong>“Já falei com muitos cineastas nomeados este ano que não conseguem pagar a renda.”</strong></p>



<p>A razão? Os diretores passam meses em campanhas promocionais sem qualquer remuneração. Corbet sublinha que, desde a estreia do filme em setembro, tem viajado constantemente e não conseguiu aceitar nenhum outro trabalho, nem sequer um projeto de escrita.</p>



<p><strong>“É um interrogatório de seis meses. Estás em viagem constante, mas também trabalhas aos sábados e domingos. Não tenho um dia de descanso desde o Natal. Fiz umas 90 entrevistas só na semana passada.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">O Reconhecimento de Natalie Portman <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p>A atriz <strong>Natalie Portman</strong>, que trabalhou com Corbet em <em>Vox Lux</em> (2018), publicou um artigo no <em>Deadline</em> em que elogiou a sua abordagem cinematográfica:</p>



<p><strong>“Os épicos de pequena escala de Brady — com <em>The Brutalist</em> à cabeça — estão a transformar a forma como os filmes são feitos na nossa era de conteúdo algorítmico e fadiga de franquias.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>The Brutalist</em>: Um Filme de Peso na Temporada de Prémios <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3db.png" alt="🏛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p>Com nomeações para <strong>Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Realização e Melhor Argumento</strong>, <em>The Brutalist</em> igualou <em>Wicked</em> como o segundo filme mais nomeado, apenas atrás de <em>Emilia Pérez</em> da Netflix.</p>



<p>A longa-metragem de <strong>215 minutos</strong>, com um intervalo de 15 minutos, acompanha a história do arquiteto judeu húngaro <strong>László Tóth</strong> (Adrien Brody), que emigra para os EUA após sobreviver ao Holocausto. Instalado na Pensilvânia e à espera da chegada da sua esposa <strong>Erzsébet</strong> (Felicity Jones), Tóth é descoberto por um industrial rico (Guy Pearce). O filme percorre três décadas da América pós-guerra e aborda as relações entre <strong>criatividade, exploração e alienação</strong>.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/toby-stephens-explica-porque-nunca-contracenou-com-a-mae-maggie-smith/">Toby Stephens Explica Porque Nunca Contracenou com a Mãe, Maggie Smith</a></p>



<p>Com um impacto tão profundo no cinema contemporâneo, <em>The Brutalist</em> não só está a redefinir o género épico, como também está a expor a dura realidade da sobrevivência no mundo da realização independente. E, como prova, Portugal acabou por ser um aliado improvável na trajetória de Corbet, garantindo-lhe um pouco de estabilidade financeira enquanto promovia o seu filme.</p>



<p></p>
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