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	<title>música techno no cinema &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Sirât: O Filme Que “Despenteou” Cannes Já Estreou em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 16:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[16 mm fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema contemplativo]]></category>
		<category><![CDATA[estreia 31 de Julho 2025 Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[experiência sensorial]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes Prémio do Júri]]></category>
		<category><![CDATA[música techno no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Laxe realizador]]></category>
		<category><![CDATA[road movie deserto]]></category>
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					<description><![CDATA[Do choque na Croisette às salas portuguesas Corrigindo o que escrevemos antes:&#160;Sirât, do franco-espanhol&#160;Oliver Laxe,&#160;já estreou em Portugal a 31 de Julho de 2025. Depois de ter conquistado o&#160;Prémio do Júri (ex-aequo)&#160;em Cannes e de ter sido descrito como “experiência espectacular”, “vertigem” e até “dinguerie” pela crítica francesa, o filme chegou às salas portuguesas no [&#8230;]]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading"><strong>Do choque na Croisette às salas portuguesas </strong></h1>



<p>Corrigindo o que escrevemos antes:&nbsp;<em>Sirât</em>, do franco-espanhol&nbsp;<strong>Oliver Laxe</strong>,&nbsp;<strong>já estreou em Portugal a 31 de Julho de 2025</strong>. Depois de ter conquistado o&nbsp;<strong>Prémio do Júri (ex-aequo)</strong>&nbsp;em Cannes e de ter sido descrito como “experiência espectacular”, “vertigem” e até “dinguerie” pela crítica francesa, o filme chegou às salas portuguesas no pico do Verão — e não em Setembro. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma viagem alucinada pelo deserto</strong></h2>



<p>Rodado em&nbsp;<strong>16 mm</strong>, que acentua a textura da imagem e dá uma profundidade cromática rara,&nbsp;<em>Sirât</em>&nbsp;acompanha um&nbsp;<strong>pai</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>filho mais novo</strong>&nbsp;na busca da&nbsp;<strong>filha desaparecida</strong>&nbsp;pelas montanhas do sul de Marrocos. O caminho cruza-se com um grupo de&nbsp;<strong>ravers</strong>&nbsp;rumo a uma festa perdida no deserto, e a narrativa transforma-se num&nbsp;<strong>road movie alucinatório</strong>, onde a paisagem opera como miragem, ameaça e promessa. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f335.png" alt="🌵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/alien-planeta-terra-deixa-sigourney-weaver-fascinada-e-ja-conquista-tambem-os-portugueses/">Alien: Planeta Terra Deixa Sigourney Weaver Fascinada — E Já Conquista Também os Portugueses</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O cinema do gesto, da luz e do som</strong></h2>



<p>Laxe assume um&nbsp;<strong>minimalismo radical</strong>: os diálogos são escassos; o sentido constrói-se no&nbsp;<strong>gesto</strong>, na&nbsp;<strong>luz</strong>&nbsp;e na&nbsp;<strong>composição sonora</strong>. A&nbsp;<strong>banda sonora electrónica/techno</strong>&nbsp;funciona como pulso narrativo, convocando uma experiência&nbsp;<strong>sensório-imersiva</strong>&nbsp;que pede ao espectador atenção ao detalhe e entrega ao ritmo. Não é um filme “sobre” o que se explica; é um filme que&nbsp;<strong>se sente</strong>. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Temas: espiritualidade, pertença, fim do mundo (ou começo?)</strong></h2>



<p>Entre travessias, ritmos e ruídos,&nbsp;<em>Sirât</em>&nbsp;devolve questões&nbsp;<strong>espirituais e existenciais</strong>: o que é pertença? que fronteira separa êxtase de vazio? há redenção no fim de linha? A atmosfera por vezes&nbsp;<strong>quase apocalíptica</strong>&nbsp;sustém o filme na corda bamba entre o transe e a contemplação.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/amityville-esta-de-volta-amazon-mgm-prepara-nova-reimaginacao-da-mansao-assombrada/">Amityville Está de Volta: Amazon MGM Prepara Nova “Reimaginação” da Mansão Assombrada</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para quem é — e por que importa vê-lo em sala</strong></h2>



<p>É provável que parte do grande público o ache “radical” ou “contemplativo”. Precisamente por isso,&nbsp;<strong>ganha em ecrã grande</strong>: pela escala dos planos, pela granulação do 16 mm, pela fisicalidade do som. Para quem procura um cinema que desafia o hábito e reconfigura a percepção,&nbsp;<em>Sirât</em>&nbsp;é&nbsp;<strong>obrigatório</strong>.</p>
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