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	<title>movimento Shaker &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Amanda Seyfried Brilha em Veneza como Ann Lee: A Feminista Shaker Esquecida pela História ✨🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 09:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[Brady Corbet]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo no cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma figura quase apagada da memória O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&#160;Ann Lee, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&#160;The Testament of Ann Lee, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma figura quase apagada da memória</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&nbsp;<strong>Ann Lee</strong>, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried encarna esta figura que, segundo a cineasta, estava “à beira de ser apagada da memória”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tom-holland-assume-diagnostico-de-phda-e-explica-como-isso-afeta-a-sua-carreira-%f0%9f%8e%ad%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f/">Tom Holland Assume Diagnóstico de PHDA e Explica Como Isso Afeta a Sua Carreira <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida em 1736 em Manchester, Inglaterra, Ann Lee — conhecida entre os seguidores como&nbsp;<em>Mãe Ann</em>&nbsp;— liderou uma comunidade que defendia a igualdade entre sexos, a paz, a empatia e o trabalho manual como forma de oração. Uma proposta radical para o seu tempo, que ainda hoje ressoa com surpreendente atualidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp" alt="" class="wp-image-19226" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-300x158.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-768x403.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um biopic entre o transe e a espiritualidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Descrito pela IndieWire como um “biopic especulativo, febril e totalmente arrebatador”, o filme aproxima-se de um musical, dando especial destaque à música e à dança, elementos centrais do culto Shaker. Para os membros deste movimento, o canto e o movimento em transe eram uma forma de ligação espiritual, uma oração física e coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O compositor&nbsp;<strong>Daniel Blumberg</strong>, vencedor de um Óscar este ano pela banda sonora de&nbsp;<em>O Brutalista</em>, volta a colaborar com Fastvold, revisitando os hinos Shaker e dando-lhes uma nova vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da investigação histórica ao cinema de autor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mona Fastvold, que coescreveu o guião com Brady Corbet (seu parceiro e realizador de&nbsp;<em>O Brutalista</em>), descobriu Ann Lee durante uma pesquisa sobre movimentos religiosos nos Estados Unidos do final do século XVIII. Em 1774, Ann emigrou com alguns discípulos para Nova Iorque, fugindo à perseguição religiosa em Inglaterra, e fundou uma comunidade que, no seu auge, chegou a contar com seis mil seguidores espalhados por 19 comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje restam apenas três membros Shaker, mas o legado sobrevive, sobretudo através da arquitetura e do mobiliário, conhecido pela sua estética minimalista e funcionalidade — peças que ainda hoje fascinam designers e colecionadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar feminino sobre um ícone espiritual</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Fastvold, a inspiração foi clara:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Todos os grandes ícones masculinos receberam este tratamento, como Jesus Cristo ou Joana d’Arc. Porque não dar o mesmo a uma mulher desconhecida?”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A realizadora não quis criar propaganda, mas antes tratar Ann Lee com amor e respeito, reconhecendo a sua visão de comunidade, bondade e empatia. Seyfried, pela sua vez, entrega uma interpretação intensa, transformando Ann Lee num ícone cinematográfico tão humano quanto espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-vai-longe-demais-satanas-surge-gravido-de-donald-trump-no-novo-episodio-%f0%9f%91%b9%f0%9f%a4%b0%f0%9f%87%ba%f0%9f%87%b8/">South Park Vai Longe Demais? Satanás Surge ‘Grávido’ de Donald Trump no Novo Episódio <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f479.png" alt="👹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f930.png" alt="🤰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, Mona Fastvold reafirma-se como uma das vozes mais interessantes do cinema de autor contemporâneo, recuperando uma figura feminina que, até agora, permanecia quase esquecida pela História.</p>
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