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	<title>movie star &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Afinal a Última Estrela de Cinema Não é Tom Cruise — E Um Actor de 30 Anos Acabou de o Provar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:49:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A morte anunciada das estrelas… afinal foi exagerada Durante anos, a ideia de que o conceito de movie star morreu tornou-se quase um dogma nos círculos cinéfilos. Entre franquias, universos partilhados e marcas mais fortes do que nomes próprios, muitos decretaram que já não existem actores capazes de levar pessoas ao cinema apenas pela sua presença no [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A morte anunciada das estrelas… afinal foi exagerada</strong></h2>



<p>Durante anos, a ideia de que o conceito de <em>movie star</em> morreu tornou-se quase um dogma nos círculos cinéfilos. Entre franquias, universos partilhados e marcas mais fortes do que nomes próprios, muitos decretaram que já não existem actores capazes de levar pessoas ao cinema apenas pela sua presença no cartaz. Para muitos, <strong>Tom Cruise</strong> seria o último resistente dessa era dourada — o único cujo nome ainda garante bilhete comprado, independentemente do filme.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quatro-herois-verdes-uma-nova-energia-tartarugas-ninja-caos-mutante-chega-ao-tvcine-top/">Quatro Heróis Verdes, Uma Nova Energia: Tartarugas Ninja – Caos Mutante Chega ao TVCine Top</a></p>



<p>Mas 2025 veio baralhar essa narrativa. E o responsável atende pelo nome de <strong>Timothée Chalamet</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um filme improvável que se tornou fenómeno</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="880" height="495" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Marty-Supreme-1.jpg" alt="" class="wp-image-22830" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Marty-Supreme-1.jpg 880w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Marty-Supreme-1-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Marty-Supreme-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /></figure>



<p>À partida, <strong>Marty Supreme</strong> não parecia destinado a grandes feitos comerciais. Um drama centrado num jogador de ténis de mesa — Marty Mauser — inspirado livremente na figura real de Marty Reisman, passado numa Nova Iorque crua e nervosa, durante uma semana particularmente caótica da sua vida. Não há super-heróis, não há explosões, não há IP reconhecível à escala global.</p>



<p>O realizador <strong>Josh Safdie</strong>, apesar do prestígio conquistado com <em>Uncut Gems</em>, nunca foi sinónimo de salas cheias. O ténis de mesa está longe de ser um desporto popular nos Estados Unidos. E, ainda assim, <em>Marty Supreme</em> não só superou expectativas como quebrou recordes: tornou-se a estreia mais lucrativa da história da <strong>A24</strong>, com projecções que apontam para mais de 100 milhões de dólares só no mercado doméstico.</p>



<p>O factor diferenciador? Um nome no topo do cartaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o marketing aposta tudo num actor</strong></h2>



<p>Toda a campanha promocional de&nbsp;<em>Marty Supreme</em>&nbsp;girou em torno de Timothée Chalamet. Não do conceito, não do realizador, não da história “baseada em factos reais”. O filme foi vendido, assumidamente, como “o novo filme de Timothée Chalamet”. Uma estratégia que parecia quase anacrónica — e que acabou por resultar.</p>



<p>Tal como acontece com&nbsp;<em>Mission: Impossible</em>&nbsp;e Tom Cruise, ou como acontecia com Julia Roberts nas comédias românticas dos anos 90, o público foi atraído menos pelo&nbsp;<em>o quê</em>&nbsp;e mais pelo&nbsp;<em>quem</em>. Um fenómeno cada vez mais raro, mas claramente ainda possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma persona de estrela em construção</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="607" height="304" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Timothee-Chalamet.jpeg" alt="" class="wp-image-22831" style="width:835px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Timothee-Chalamet.jpeg 607w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Timothee-Chalamet-300x150.jpeg 300w" sizes="(max-width: 607px) 100vw, 607px" /></figure>



<p>A digressão promocional de&nbsp;<em>Marty Supreme</em>&nbsp;também revelou algo essencial: Chalamet já não se comporta como um jovem talento promissor. Assume-se como estrela. Confiante, frontal, por vezes excessivo aos olhos da cultura digital contemporânea, mas sempre focado num objectivo muito claro — levar pessoas às salas de cinema.</p>



<p>Essa atitude valeu-lhe críticas, memes e comentários irónicos, mas os números falam mais alto. A estratégia funcionou. O filme encheu salas, gerou conversa e reforçou as hipóteses de Chalamet na corrida aos Óscares, apoiado tanto pelo sucesso comercial como pelo aplauso crítico à sua interpretação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O movie star afinal ainda respira</strong></h2>



<p>Num momento em que o cinema luta para manter relevância fora do streaming,&nbsp;<em>Marty Supreme</em>&nbsp;surge como prova de que o&nbsp;<em>movie star</em>&nbsp;não desapareceu — apenas mudou de geração. Timothée Chalamet demonstrou que ainda existem actores capazes de transformar um projecto improvável num acontecimento cultural.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/presas-no-fundo-do-mar-o-thriller-subaquatico-que-vai-tirar-o-folego-chega-a-cinemundo/">Presas no Fundo do Mar: O Thriller Subaquático Que Vai Tirar o Fôlego Chega à Cinemundo</a></p>



<p>Tom Cruise pode não estar sozinho afinal. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>E a estreia de Marty Supreme está marcada para 22 de Janeiro,</p>
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