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	<title>Millennium &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Quem Será a Nova Lisbeth Salander? As Actrizes Que Podem Marcar a Série de “Millennium”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 15:54:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sky prepara nova adaptação televisiva e a escolha da protagonista é tudo menos um detalhe A Sky confirmou esta semana aquilo que muitos fãs da saga Millennium esperavam — e outros temiam: The Girl With the Dragon Tattoo vai ganhar uma nova adaptação, desta vez sob a forma de uma série televisiva de oito episódios. A obra seminal de Stieg [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sky prepara nova adaptação televisiva e a escolha da protagonista é tudo menos um detalhe</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sky confirmou esta semana aquilo que muitos fãs da saga <em>Millennium</em> esperavam — e outros temiam: <strong>The Girl With the Dragon Tattoo</strong> vai ganhar uma nova adaptação, desta vez sob a forma de uma série televisiva de oito episódios. A obra seminal de <strong>Stieg Larsson</strong>, publicada em 2005, regressa agora num formato que promete aprofundar ainda mais o seu universo sombrio, contemporâneo e profundamente político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabe-se, para já, que a série será passada nos dias de hoje e terá argumento de <strong>Steve Lightfoot</strong> e Angela LaManna. As filmagens arrancam na Primavera, o que indica que a decisão mais sensível de todas — a escolha da nova Lisbeth Salander — estará já tomada. Ainda assim, isso não impede o exercício favorito de qualquer cinéfilo: especular.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma personagem que cria estrelas (e expectativas altíssimas)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lisbeth Salander não é apenas a protagonista de <em>Millennium</em> — é um teste de fogo para qualquer actriz. Em 2009, <strong>Noomi Rapace</strong> tornou-se uma revelação internacional na adaptação sueca, garantindo uma nomeação para os BAFTA. Dois anos depois, <strong>Rooney Mara</strong> recebeu uma nomeação para os Óscares sob a direcção de <strong>David Fincher</strong>. Já em 2018, <strong>Claire Foy</strong>assumiu a personagem em <em>The Girl in the Spider’s Web</em>, com uma abordagem diferente, mas igualmente intensa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-23062" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace-1024x576.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace-1536x864.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/rpace.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: quem quer que venha a ser a nova Salander será imediatamente comparada a interpretações que entraram para a história do cinema recente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Emma Corrin: intensidade fora do comum</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os nomes mais consensuais surge <strong>Emma Corrin</strong>. A sua interpretação de Diana em <strong>The Crown</strong> revelou uma actriz com magnetismo estranho, imprevisível e profundamente emocional — características que encaixam de forma quase inquietante em Lisbeth Salander. Acresce ainda o facto de a série ser produzida pela Left Bank Pictures, a mesma produtora de <em>The Crown</em>, o que torna esta hipótese particularmente sedutora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jodie Comer: versatilidade ao serviço do caos</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="731" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jodie-comer-731x1024.jpg" alt="" class="wp-image-23063" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jodie-comer-731x1024.jpg 731w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jodie-comer-214x300.jpg 214w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jodie-comer-768x1075.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jodie-comer.jpg 880w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outra candidata de peso é <strong>Jodie Comer</strong>. O seu trabalho em <strong>Killing Eve</strong> demonstrou uma capacidade rara para oscilar entre vulnerabilidade, violência e humor negro. Comer sabe desaparecer dentro das personagens e lidar com complexidade psicológica extrema — algo essencial para uma Lisbeth credível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Anya Taylor-Joy: tempo e terror psicológico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de mais associada ao cinema nos últimos anos, <strong>Anya Taylor-Joy</strong> continua a ser lembrada pelo impacto de <strong>The Queen’s Gambit</strong>. Lisbeth Salander beneficiaria claramente de uma actriz capaz de explorar o silêncio, o desconforto e a intensidade ao longo de vários episódios — e Taylor-Joy fá-lo como poucas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-23064" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-1024x1536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-1365x2048.jpg 1365w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/ana-taylor-joy-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alba August… ou o regresso inesperado?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda quem defenda uma escolha mais fiel à origem escandinava da saga, como <strong>Alba August</strong>, vista em <strong>The Rain</strong>. E, numa hipótese mais ousada, porque não trazer de volta Noomi Rapace, agora numa versão mais velha e endurecida da personagem? Seria um risco criativo — mas também um gesto narrativo fascinante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente de quem tenha sido escolhida, uma coisa é certa: Lisbeth Salander continua a ser uma das personagens femininas mais desafiantes e icónicas da ficção contemporânea. E a nova série da Sky terá muito a provar.</p>
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