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	<title>melhores séries 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Emmys 2025: Favoritos, Surpresas e a Luta Pelo Regresso da Glória Televisiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:48:51 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">À medida que se aproxima a cerimónia dos Emmys de 2025, a indústria televisiva entra em modo de campanha total, com estratégias de bastidores, projeções, estatísticas e uma avalanche de expectativas. Este ano, os três grandes contendores são <em>Severance</em> (Apple TV+), <em>The Studio</em> (Apple TV+) e <em>The Penguin</em> (HBO Max), com nomeações impressionantes. No entanto, há surpresas a emergir — como <em>Adolescence</em>, uma produção britânica da Netflix que entrou directamente na corrida ao topo com 13 nomeações e excelentes probabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/spider-man-4-promete-corrigir-o-maior-erro-do-mcu-palavra-de-tom-holland/" data-type="post" data-id="17680">Spider-Man 4 promete corrigir o maior erro do MCU — palavra de Tom Holland</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>The Studio</em> e Seth Rogen lideram a comédia</h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="352" height="264" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa.jpg" alt="" class="wp-image-15521" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa.jpg 352w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/p29433043_b_h9_aa-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 352px) 100vw, 352px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A sátira <em>The Studio</em> não só quebrou o recorde de nomeações numa estreia (23 nomeações!), como se tornou a nova menina-dos-olhos da crítica e da Academia. Seth Rogen, que escreve, realiza, produz e protagoniza, pode juntar-se ao restrito clube de artistas que venceram quatro Emmys numa só noite. Entre os rivais, <em>The Bear</em> ainda tem presença forte, mas o seu impacto crítico parece ter abrandado na terceira temporada. <em>Hacks</em> continua firme, apesar da ausência de Paul W. Downs na categoria de actor secundário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Catherine O’Hara, nomeada tanto por <em>The Studio</em> como por <em>The Last of Us</em>, poderá ser uma das surpresas da noite. E numa época de viragem, é possível que Hannah Einbinder (<em>Hacks</em>) ou Janelle James (<em>Abbott Elementary</em>) consigam finalmente o prémio merecido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Severance</em> vs. <em>The Pitt</em> no drama</h3>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="536" data-id="17693" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-1024x536.jpg" alt="" class="wp-image-17693" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-1024x536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-300x157.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie-768x402.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/severance-apple-tv-serie.jpg 1268w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com 27 nomeações, <em>Severance</em> continua a ser o colosso da categoria de drama, mas terá de enfrentar a revelação do ano: <em>The Pitt</em> (HBO Max), que soma 13 nomeações e entusiasmo crescente. Adam Scott e Noah Wyle estão frente a frente na corrida para Melhor Actor Principal em Drama, enquanto Britt Lower poderá fazer história como Melhor Actriz Principal — se conseguir vencer a lendária Kathy Bates, a única nomeada por <em>Matlock</em>, o que pode jogar contra si.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="678" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-1024x678.jpg" alt="" class="wp-image-17694" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-1024x678.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-300x199.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1-768x508.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/thepitt-1200x794-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tramell Tillman poderá marcar um momento histórico, ao tornar-se o primeiro actor negro a vencer o prémio de Melhor Actor Secundário em Drama, graças ao seu enigmático Milchik em <em>Severance</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A categoria limitada: <em>Adolescence</em> rouba o protagonismo</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-1024x538.webp" alt="" class="wp-image-14192" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-1024x538.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-300x158.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham-768x403.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/stephangraham.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Embora <em>The Penguin</em> tenha confirmado o favoritismo com 24 nomeações, o verdadeiro choque veio de <em>Adolescence</em>. Esta série britânica, protagonizada por Stephen Graham, é apontada como favorita em seis categorias, incluindo Direcção, Argumento e Actores Secundários. Owen Cooper e Erin Doherty são apostas fortes, enquanto Michelle Williams (<em>Dying for Sex</em>) e Cristin Milioti (<em>The Penguin</em>) travam uma batalha renhida pelo troféu de Melhor Actriz Principal em Série Limitada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A diversidade em destaque (e em dívida)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os Emmys deste ano poderão quebrar algumas barreiras. Além de Tramell Tillman, Liza Colón-Zayas pode repetir a vitória como Melhor Actriz Secundária em Comédia, sendo a primeira latina a ganhar nesta categoria no ano passado. Catherine O’Hara, Harrison Ford (pela primeira nomeação da carreira!), e Bryan Cranston (nomeado por <em>The Studio</em>) adicionam prestígio e emoção ao conjunto dos candidatos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E as previsões?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tendência se mantiver, <em>The Studio</em> poderá dominar a comédia com um misto de inovação e nostalgia. <em>Severance</em>, com a sua realização meticulosa por Ben Stiller e Jessica Lee Gagné, tentará consolidar-se como a série de drama mais relevante do pós-<em>Succession</em>. E <em>Adolescence</em>, com o seu realismo cru e emoção contida, pode ser a surpresa da noite, roubando troféus à produção mais “pesada” de Colin Farrell, <em>The Penguin</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-vida-entre-nos-stephane-brize-regressa-com-um-retrato-terno-e-melancolico-do-amor-que-persiste-no-tempo/" data-type="post" data-id="17684">“A Vida Entre Nós”: Stéphane Brizé regressa com um retrato terno e melancólico do amor que persiste no tempo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A contagem decrescente para os Emmys termina a 14 de Setembro, e até lá, espera-se muita campanha, controvérsia e especulação.</p>
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		<title>MobLand: Quando o estilo encontra a substância (e leva um estalo da Helen Mirren) 🎩🔫</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 11:49:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma série mafiosa cheia de charme, com Tom Hardy em modo diamante bruto e Helen Mirren a mandar em tudo — com classe e uma pistola na carteira Em 2025, poucas séries conseguiram agarrar-nos logo nos primeiros minutos como MobLand. E não foi só pela música, mas que ajuda, ajuda — que arranca com os Fontaines [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma série mafiosa cheia de charme, com Tom Hardy em modo diamante bruto e Helen Mirren a mandar em tudo — com classe e uma pistola na carteira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, poucas séries conseguiram agarrar-nos logo nos primeiros minutos como <em>MobLand</em>. E não foi só pela música, mas que ajuda, ajuda — que arranca com os Fontaines D.C. a gritar “Starburster” aos nossos ouvidos — mas pelo ambiente, pelas personagens e, acima de tudo, pela elegância com que mistura o velho e o novo no mundo do crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guy Ritchie — o mesmo de&nbsp;<em>Snatch</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Gentlemen</em>&nbsp;— traz aqui a sua marca registada: diálogos rápidos, estética afiada como uma navalha de barbear e violência com estilo. Mas em&nbsp;<em>MobLand</em>, há mais do que isso. Há personagens com alma. Há actores em estado de graça. E há um ritmo narrativo que, mesmo com alguns tropeções, nos obriga a querer sempre ver mais um episódio.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tom Hardy: o homem, o mito, o fixer</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O centro de gravidade da série é Harry Da Souza, o enigmático “fixer” interpretado por&nbsp;<strong>Tom Hardy</strong>. Num papel que em mãos erradas poderia ter sido só mais um cliché ambulante, Hardy entrega uma performance subtil, densa e magnética. O olhar, os silêncios, a contenção — tudo nele grita poder e trauma ao mesmo tempo. Há algo de trágico em Harry, e Hardy esculpe-o como quem transforma carvão em diamante. E, neste caso, consegue mesmo o milagre.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Helen Mirren: rainha do crime</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se Hardy é o coração sombrio da série,&nbsp;<strong>Helen Mirren</strong>&nbsp;é, sem dúvida, a sua alma imperial. Como Maeve Harrigan, a matriarca da família criminosa irlandesa, Mirren não apenas rouba cenas — ela dá-lhes um upgrade. Com uma presença majestosa e uma ameaça sempre implícita, a actriz domina o ecrã com a mesma facilidade com que domina os seus subordinados. Não há um único momento em que a sua personagem pareça secundária, mesmo quando o guião não lhe dá muito para fazer. Ela FAZ acontecer.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pierce Brosnan: sim, está mesmo bem</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário de algumas críticas que torceram o nariz ao sotaque de&nbsp;<strong>Pierce Brosnan</strong>, aqui no Clube de Cinema dizemos: deixem o homem brilhar! O seu Kevin Harrigan é um patriarca contido, estratega e perigosamente ambíguo. Brosnan não precisa de gritar para impôr respeito — basta-lhe um olhar, um gesto, uma pausa bem colocada. É uma performance sólida, elegante e, sim, credível. E sejamos honestos: é bom vê-lo fora do smoking de 007 e a fazer algo com mais textura.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Realização, música e o prazer de ver televisão com estilo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se há algo que distingue&nbsp;<em>MobLand</em>&nbsp;da maioria das séries do género, é a sua&nbsp;<strong>realização estilizada</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>trilha sonora imaculada</strong>. A câmara dança pelos corredores, salta entre tempos narrativos, e constrói tensão como um maestro em ensaio geral. A música, com escolhas certeiras (sim,&nbsp;<em>The Prodigy</em>&nbsp;também aparece), amplifica a experiência — dando-lhe um pulso vibrante e moderno, sem nunca trair o espírito clássico do drama mafioso.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O ponto menos forte: a história já vista</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, é verdade. A&nbsp;<strong>originalidade do argumento</strong>&nbsp;não é o ponto mais forte da série. Vemos muitos dos arquétipos clássicos do crime familiar: o filho rebelde, a matriarca implacável, o aliado ambíguo, o traidor inevitável. Mas aqui, o que importa não é tanto&nbsp;<em>o quê</em>, mas&nbsp;<em>como</em>. E&nbsp;<em>MobLand</em>&nbsp;sabe contar bem, com estilo, ritmo e actores que elevam o material.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>MobLand</em>&nbsp;é uma das grandes séries de 2025. Não porque revolucione o género, mas porque pega no que já conhecemos — e gostamos — e apresenta-o com sofisticação, energia e um elenco de luxo. É um banquete para quem gosta de histórias de crime com personagens complexas, boa música e uma realização que não subestima a inteligência do espectador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tom Hardy transforma o carvão em diamante. Helen Mirren reina como só ela sabe. E Guy Ritchie? Mostra que, mesmo depois de tantos anos a filmar bandidos com sotaque, ainda tem cartas novas para jogar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">MobLand chega ao SkyShowtime no próximo dia 9 de Junho e é definitivamente uma série a não perder!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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