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	<title>Mel Brooks &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Mel Brooks &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Judd Apatow, Mel Brooks e a Comédia em Perigo: Uma Conversa Sobre Legado, Risco e o Futuro de Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[O documentário sobre Mel Brooks, a crise das comédias de estúdio e um apelo pouco habitual: desligar a televisão e sair à rua Quando Judd Apatow aceitou o convite da HBO para realizar um documentário sobre Mel Brooks, achava que conhecia tudo sobre o homem que ajudou a definir a comédia moderna. Estava enganado. O resultado desse reencontro [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O documentário sobre Mel Brooks, a crise das comédias de estúdio e um apelo pouco habitual: desligar a televisão e sair à rua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando <strong>Judd Apatow</strong> aceitou o convite da HBO para realizar um documentário sobre <strong>Mel Brooks</strong>, achava que conhecia tudo sobre o homem que ajudou a definir a comédia moderna. Estava enganado. O resultado desse reencontro — <em>Mel Brooks: The 99 Year Old Man!</em> — é um mergulho raro e profundamente humano na vida de um criador que, aos 99 anos, continua a ser uma referência absoluta… e um espelho incómodo para o presente de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/bastidores-em-chamas-executivos-da-sony-apontam-o-dedo-a-blake-lively-na-crise-de-it-ends-with-us/">Bastidores em Chamas: Executivos da Sony Apontam o Dedo a Blake Lively na Crise de “It Ends With Us”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dividido em duas partes, o documentário não se limita a alinhar anedotas ou sucessos. Apatow quis ir mais fundo: falar da II Guerra Mundial, das perdas, dos casamentos, das inseguranças e do que fica depois de uma vida inteira dedicada a fazer rir. Mel Brooks aceitou — e isso faz toda a diferença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando Mel Brooks era “a Beyoncé” da comédia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apatow recorda o impacto de Brooks nos anos 70 com uma comparação improvável, mas certeira: Mel Brooks era, na altura, “a Beyoncé da comédia”. <em>Blazing Saddles</em> e <em>Young Frankenstein</em> estrearam no mesmo ano, algo impensável hoje, e dominaram completamente a cultura popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era um tempo em que o país inteiro parecia concordar sobre o que importava. Se alguém surgia na capa da&nbsp;<em>Time</em>, isso significava alguma coisa. Brooks fazia filmes escandalosos, politicamente incorrectos, cheios de sátira racial e sexual — e mesmo assim chegava ao centro do sistema. Ou talvez precisamente por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, <em>The Producers</em>, hoje considerado um clássico absoluto, foi inicialmente um fracasso comercial. O reconhecimento veio mais tarde, incluindo um Óscar de Argumento Original que Mel Brooks ganhou… batendo <strong>Stanley Kubrick</strong> e <em>2001: Odisseia no Espaço</em>. Um daqueles momentos que hoje parecem impossíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lado íntimo por detrás do humor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das grandes forças do documentário está na forma como Apatow consegue afastar Brooks do registo de “contador de histórias profissionais”. O realizador admite que muitas das anedotas já tinham sido contadas dezenas de vezes. O desafio foi outro: perceber o que existe por baixo da persona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brooks perdeu o pai aos dois anos de idade, cresceu em dificuldades económicas profundas e construiu o humor como uma forma de sobrevivência. Apatow insiste nessas feridas antigas, não por voyeurismo, mas porque elas explicam a urgência, a agressividade e a coragem do seu cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rob Reiner, Carl Reiner e uma amizade irrepetível</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais emocionantes do documentário envolve <strong>Rob Reiner</strong>, que surge numa das suas últimas entrevistas antes de morrer tragicamente, juntamente com a mulher. A sua presença é essencial não só pelo seu próprio percurso, mas porque funciona como ponte para o pai, <strong>Carl Reiner</strong>, um dos amigos mais próximos e colaboradores de Mel Brooks durante mais de 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre Brooks e Carl Reiner é descrita como algo quase impossível de repetir: uma amizade criativa baseada em admiração mútua, generosidade e respeito. Brooks, figura explosiva e dominadora, via em Carl uma espécie de figura paterna — alta, calma, protectora. Uma revelação que muda completamente a leitura pública do comediante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A comédia de estúdio está em vias de extinção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista de Apatow aborda também um tema que lhe é particularmente caro: o colapso da comédia nos grandes estúdios. Segundo o realizador, o fim do mercado de DVDs destruiu o modelo económico que sustentava este tipo de filmes. Metade das receitas vinha das salas, metade do mercado doméstico. O streaming nunca compensou essa perda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado foi uma indústria cada vez mais avessa ao risco. Filmes de terror baratos tornaram-se apostas “seguras”, enquanto a comédia passou a ser vista como pouco exportável. O problema? Sem comédias, não surgem novos talentos. Não há novos Adam Sandler, Kristen Wiig ou Jim Carrey. O público continua a consumir humor — mas fora das salas, no TikTok ou no YouTube.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O paradoxo Apatow: cinema, activismo e desconforto</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o momento mais inesperado da conversa surja quando Apatow, em plena promoção do documentário, faz um apelo frontal: desliguem a televisão e protestem contra o ICE. Para ele, a normalização do caos político e social nos Estados Unidos é tão perigosa quanto a estagnação criativa de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma posição desconfortável, até contraditória — pedir que não vejam o seu próprio trabalho — mas profundamente coerente com o espírito de Mel Brooks: usar a visibilidade para dizer algo que incomoda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um legado que desafia o presente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mel Brooks: The 99 Year Old Man!</em>&nbsp;não é apenas um retrato de um génio da comédia. É um lembrete de que Hollywood já foi um espaço onde o risco, a provocação e o mau gosto inteligente tinham lugar no centro do sistema. E que talvez seja isso que mais falta hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/wonder-man-surpreende-tudo-e-todos-a-serie-da-marvel-que-ja-esta-no-topo-da-critica/">“Wonder Man” Surpreende Tudo e Todos: A Série da Marvel Que Já Está no Topo da Crítica</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 99 anos, Mel Brooks continua a rir-se da morte, do poder e do medo. E Judd Apatow, ao escutá-lo com atenção rara, deixa uma pergunta no ar: será que ainda há espaço para este tipo de coragem no cinema contemporâneo? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>A Lista de Comédias Que Vai Mexer com os Cinéfilos — e a Variety Assume a Responsabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Chaplin]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de comédia]]></category>
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		<category><![CDATA[Some Like It Hot]]></category>
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		<category><![CDATA[Variety]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o riso se torna matéria séria e 110 anos de gargalhadas são postos à prova A Variety decidiu fazer aquilo que todos nós, secretamente, pensamos que faríamos melhor: escolher as 100 melhores comédias de sempre. E fê-lo com a solenidade quase religiosa de quem segura a História pelas ancas e a abana para ver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"><strong style="font-size: 1.75rem;">Quando o riso se torna matéria séria e 110 anos de gargalhadas são postos à prova</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A Variety decidiu fazer aquilo que todos nós, secretamente, pensamos que faríamos melhor: escolher as 100 melhores comédias de sempre. E fê-lo com a solenidade quase religiosa de quem segura a História pelas ancas e a abana para ver o que cai. No ensaio que abre este extenso top, a publicação recorda que rir sempre importou — mas que hoje importa mais. A humanidade, diz a Variety, nunca riu tanto como nos últimos 110 anos, e o “culpado” é o cinema. Afinal, foi Charlie Chaplin, o primeiro verdadeiro ícone global, quem ensinou o planeta a pesquisar nos bolsos pela alma do humor. E, assim que Hollywood descobriu que nos podia pôr a rir, nós descobrimos que não queríamos outra coisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-filme-que-esta-a-dividir-criticos-a-estranha-odisseia-de-hamnet/">O Filme Que Está a Dividir Críticos: A Estranha Odisseia de Hamnet</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista organiza-se como uma espécie de viagem arqueológica ao centro exacto do cómico cinematográfico: a anarquia sublime dos irmãos Marx, o caos estudado do&nbsp;<em>SNL</em>, o surrealismo feroz de Mel Brooks, o humor doentiamente cirúrgico de&nbsp;<em>Dr. Strangelove</em>, a loucura improvisada de Jim Carrey. E, em certos momentos, a Variety deixa claro que compilá-la implicou um exercício quase místico: “pensámos longamente no que faz um clássico — mas, acima de tudo, ouvimos os nossos ossos do riso”. Esta frase, retirada do texto original, define o espírito da selecção: uma lista que não pretende agradar a todos, mas que pretende representar tudo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="450" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280.jpg-2.webp" alt="" class="wp-image-21704" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280.jpg-2.webp 800w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280.jpg-2-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280.jpg-2-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A contagem decrescente começa com&nbsp;<em>Bridget Jones’s Diary</em>, essa pérola que não se atreveriam a filmar hoje, diz a Variety — não por não poderem, mas por não quererem. E isso seria uma pena, porque parte do encanto desta comédia romântica é precisamente o facto de Bridget ser uma catástrofe ambulante e o filme não pedir desculpa por isso. De seguida,&nbsp;<em>Wayne’s World</em>&nbsp;aparece como a excepção que confirma a regra dos fracos spinoffs do&nbsp;<em>Saturday Night Live</em>, oferecendo duas personagens tão patetas quanto icónicas. Seguem-se&nbsp;<em>Pretty Woman</em>,&nbsp;<em>Born Yesterday</em>,&nbsp;<em>I’m Gonna Git You Sucka</em>&nbsp;e, no lugar 95, uma obra querida dos cinéfilos portugueses:&nbsp;<em>Brazil</em>, a distopia de Terry Gilliam que continua a ser, simultaneamente, profética e delirante.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2490.jpg-1024x768.webp" alt="" class="wp-image-21703" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2490.jpg-1024x768.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2490.jpg-300x225.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2490.jpg-768x576.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2490.jpg.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A lista avança como um desfile de memórias e estilos, saltando do caos indie de&nbsp;<em>Clerks</em>&nbsp;para a dança subversiva de&nbsp;<em>Hairspray</em>, do absurdo total de&nbsp;<em>The Jerk</em>&nbsp;ao espartilho moralmente ousado de&nbsp;<em>She Done Him Wrong</em>. A Variety resgata pérolas esquecidas (<em>Hellzapoppin’</em>,&nbsp;<em>Born Yesterday</em>,&nbsp;<em>The Tall Blond Man With One Black Shoe</em>), reafirma clássicos inquestionáveis (<em>Dr. Strangelove</em>,&nbsp;<em>Some Like It Hot</em>,&nbsp;<em>Young Frankenstein</em>), e dá o devido lugar a obras que só com o tempo encontraram o público que mereciam — como&nbsp;<em>The Big Lebowski</em>, que começou por ser desvalorizado e acabou canonizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-21702" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280-1024x576.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image-w1280.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No top 10, a revista convida-nos a atravessar a História com a reverência de quem entra numa catedral, mas sem tirar os sapatos: Buster Keaton e&nbsp;<em>Sherlock Jr.</em>; o ciclo infinito de Bill Murray em&nbsp;<em>Groundhog Day</em>; o génio louco de Mel Brooks em&nbsp;<em>Young Frankenstein</em>; a falsa verdade de&nbsp;<em>Fargo</em>; a insaciável ousadia dos Monty Python; a sátira política que só Chaplin poderia assinar em&nbsp;<em>The Great Dictator</em>. E, claro, os dois gigantes que fecham a lista:&nbsp;<em>Some Like It Hot</em>, de Billy Wilder, verdadeiro épico do disfarce e do desejo; e&nbsp;<em>The Naked Gun</em>, que a Variety proclama como a comédia perfeita — um hino irreverente ao absurdo, conduzido pelo génio deadpan de Leslie Nielsen.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MCDNAGU_EC034.jpg-1024x577.webp" alt="" class="wp-image-21701" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MCDNAGU_EC034.jpg-1024x577.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MCDNAGU_EC034.jpg-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MCDNAGU_EC034.jpg-768x433.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MCDNAGU_EC034.jpg.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O grande triunfo desta lista não está apenas nos títulos escolhidos, mas na defesa apaixonada do riso enquanto elemento fundamental do cinema. O humor, neste enquadramento, é tratado como uma força cultural transformadora, capaz de reinventar épocas, desafiar normas, provocar e, acima de tudo, aproximar espectadores de todas as gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://clubedecinema.pt/glen-powell-esta-de-volta-e-agora-quer-chocar-hollywood-com-a-comedia-teen-mais-descarada-do-ano/">Glen Powell Está de Volta — e Agora Quer Chocar Hollywood com a Comédia Teen Mais Descarada do Ano</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao confiar na Variety a tarefa de definir (ou incendiar) este cânone, ficamos com um mapa do riso que é tanto um documento histórico como uma declaração de amor ao cinema. É impossível concordar com tudo — mas é igualmente impossível não sorrir ao percorrê-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vocês quais seriam as vossas escolhas? </p>
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		<title>Judd Apatow Vai Realizar Documentário Sobre Norm Macdonald e Pede Ajuda da Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 10:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando Norm Macdonald faleceu em 2021, o mundo perdeu um dos grandes nomes da comédia. Com um humor afiado, o comediante conseguia transformar qualquer situação banal, desde conversas em talk shows até a simples observações do quotidiano, em momentos hilariantes. Agora, a sua história está prestes a ser contada num documentário realizado por Judd Apatow [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando <strong>Norm Macdonald</strong> faleceu em 2021, o mundo perdeu um dos grandes nomes da comédia. Com um humor afiado, o comediante conseguia transformar qualquer situação banal, desde conversas em talk shows até a simples observações do quotidiano, em momentos hilariantes. Agora, a sua história está prestes a ser contada num documentário realizado por <strong>Judd Apatow</strong> para a <strong>Netflix</strong> — e o realizador quer a ajuda do público para o concretizar.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/amazon-boss-jeff-bezos-pergunta-quem-deve-ser-o-proximo-james-bond-e-a-resposta-e-clara/">Amazon Boss Jeff Bezos Pergunta Quem Deve Ser o Próximo James Bond — E a Resposta é Clara</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um Convite ao Público</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apatow partilhou no <strong>Instagram</strong> um pedido de colaboração, solicitando a todos aqueles que tenham fotos, vídeos ou histórias sobre Norm Macdonald que as enviem para a sua equipa. Para além de registos pessoais, o realizador também está à procura de entrevistas e clipes raros que possam contribuir para a documentação da vida do humorista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto insere-se na linha de outros documentários de Apatow, que já homenageou lendas da comédia como <strong>Garry Shandling</strong>, <strong>George Carlin</strong> e a amizade entre <strong>Bob Newhart</strong> e <strong>Don Rickles</strong>. Com um trabalho já extenso na exploração do legado humorístico, o realizador procura agora imortalizar Norm Macdonald da mesma forma.<br /></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="594" height="411" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/02/Judd-Apatow.webp" alt="" class="wp-image-13114" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/02/Judd-Apatow.webp 594w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/02/Judd-Apatow-300x208.webp 300w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma Nova Aposta no Documentário</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, Judd Apatow tem-se dedicado cada vez mais ao formato documental. A sua última longa-metragem de ficção foi <em>The Bubble</em> (2022), precedida por <em>The King of Staten Island</em> (2020), protagonizada por <strong>Pete Davidson</strong>. Entretanto, seguiu-se uma incursão pelo documentário, e em 2024 foi anunciado que estava a trabalhar numa série documental de duas partes sobre a vida de <strong>Mel Brooks</strong>, para a <strong>HBO</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tantos nomes lendários ainda por explorar, parece que Apatow vai continuar ocupado no mundo dos documentários por bastante tempo. O tributo a <strong>Norm Macdonald</strong> promete ser uma viagem emocionante e divertida pela carreira de um dos comediantes mais geniais da sua geração.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/trailer-de-freaky-tales-revela-violencia-sangrenta-e-musica-em-uma-antologia-dos-anos-80/">Trailer de Freaky Tales Revela Violência Sangrenta e Música em uma Antologia dos Anos 80</a></p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DGOtJTevVMY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DGOtJTevVMY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver esta publicação no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; 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margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DGOtJTevVMY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Judd Apatow (@juddapatow)</a></p></div></blockquote>
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