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	<title>Mati Diop &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🏆 Dahomey: O Urso de Ouro da Berlinale Chega à TVCine com uma Reflexão Poderosa sobre Descolonização e Memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 12:44:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É já no próximo sábado, dia 26 de abril, às 22h, que o aclamado documentário Dahomey, da realizadora Mati Diop, chega em estreia exclusiva à televisão portuguesa, através do TVCine Edition e TVCine+. Vencedor do Urso de Ourona 74.ª Berlinale, este é um filme que não se limita a reconstituir a História — desafia-nos a escutá-la de novo, com todos os sentidos abertos. [&#8230;]]]></description>
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<p>É já no próximo sábado, dia <strong>26 de abril</strong>, às <strong>22h</strong>, que o aclamado documentário <em>Dahomey</em>, da realizadora <strong>Mati Diop</strong>, chega em estreia exclusiva à televisão portuguesa, através do <strong>TVCine Edition</strong> e <strong>TVCine+</strong>. Vencedor do <strong>Urso de Ouro</strong>na 74.ª Berlinale, este é um filme que não se limita a reconstituir a História — desafia-nos a escutá-la de novo, com todos os sentidos abertos.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-put-your-soul-on-your-hand-and-walk-cannes-homenageia-fotojornalista-palestina-fatma-hassouna/"> Put Your Soul on Your Hand and Walk: Cannes Homenageia Fotojornalista Palestina Fatma Hassouna</a></p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Entre o documental e o simbólico: o regresso de tesouros saqueados</strong></h3>



<p>O ponto de partida de&nbsp;<em>Dahomey</em>&nbsp;é factual: em&nbsp;<strong>novembro de 2021</strong>, o Estado francês devolveu&nbsp;<strong>26 artefactos culturais</strong>&nbsp;ao Benim, peças originalmente pertencentes ao antigo Reino do Daomé, saqueadas pelas tropas coloniais em 1892. Mas o que poderia ser um simples registo administrativo torna-se, nas mãos de Diop, um exercício poético e político de rara intensidade.</p>



<p>A realizadora franco-senegalesa — conhecida pelo hipnotizante&nbsp;<em>Atlantique</em>&nbsp;— junta o&nbsp;<strong>registo documental</strong>&nbsp;à&nbsp;<strong>fantasia especulativa</strong>, incorporando vozes espirituais e memórias ancestrais que pairam entre os objectos. A alma destes artefactos é libertada no momento do seu regresso, enquanto estudantes da&nbsp;<strong>Universidade de Abomey-Calavi</strong>&nbsp;discutem, com emoção e lucidez, o que significa verdadeiramente a&nbsp;<strong>reparação cultural</strong>.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5e3.png" alt="🗣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um filme que convoca os vivos e os mortos</strong></h3>



<p>A crítica internacional não poupou elogios. A&nbsp;<em>IndieWire</em>&nbsp;chamou-lhe “uma lição de história arrojada e memorável”. A&nbsp;<em>Variety</em>&nbsp;destacou a força do filme como “exemplo impressionante e comovente da poesia que pode resultar quando os mortos e os despossuídos falam com e através dos vivos”. Já o&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em>&nbsp;sublinhou que Diop “une o poético ao político, sem nunca se tornar didática”.</p>



<p>É essa subtileza que torna&nbsp;<em>Dahomey</em>&nbsp;tão especial — o gesto de devolver não é apenas físico, é também simbólico, espiritual e intergeracional. A devolução dos objetos desencadeia questões maiores:&nbsp;<strong>O que ficou ausente? O que mudou na sua ausência? E que papel devem agora desempenhar, de volta ao lar?</strong></p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Onde ver</strong></h3>



<p><em>Dahomey</em>&nbsp;estreia em&nbsp;<strong>exclusivo na televisão portuguesa no canal TVCine Edition</strong>, no dia&nbsp;<strong>26 de abril, às 22h</strong>, com exibição simultânea na plataforma&nbsp;<strong>TVCine+</strong>. Esta é uma oportunidade imperdível para ver um dos documentários mais relevantes da década, num momento em que o debate sobre descolonização cultural continua urgente e necessário.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma proposta cinematográfica que obriga a escutar — e a pensar</strong></h2>



<p>Com apenas&nbsp;<strong>67 minutos</strong>,&nbsp;<em>Dahomey</em>&nbsp;é um filme conciso, mas imenso. Recorrendo a um dispositivo simples mas eficaz — ouvir as vozes dos estudantes e dos espíritos que habitam os objetos — Mati Diop mostra que a descolonização não é apenas um processo político, mas também uma prática&nbsp;<strong>afetiva, ética e cinematográfica</strong>.</p>



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<p></p>



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