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	<title>Lince de Ouro &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Lince de Ouro &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Lesson Learned” Vence o Lince de Ouro no FEST — E Há Muito Mais a Descobrir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Fronteira Azul]]></category>
		<category><![CDATA[animação experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Business as Usual Pedro Vinícius]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival de Espinho celebrou o novo cinema com prémios que reflectem os grandes temas do nosso tempo: educação, crise habitacional, identidade e criatividade sem fronteiras ver também: Hollywood Quer-se de Volta à Califórnia: Estado Aumenta Incentivos Fiscais para Travar a Fuga de Produções Terminou a 21.ª edição do FEST – Festival Novos Realizadores, Novo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Festival de Espinho celebrou o novo cinema com prémios que reflectem os grandes temas do nosso tempo: educação, crise habitacional, identidade e criatividade sem fronteiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/hollywood-quer-se-de-volta-a-california-estado-aumenta-incentivos-fiscais-para-travar-a-fuga-de-producoes/">Hollywood Quer-se de Volta à Califórnia: Estado Aumenta Incentivos Fiscais para Travar a Fuga de Produções</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Terminou a 21.ª edição do FEST – Festival Novos Realizadores, Novo Cinema, e com ela chegou um palmarés que reflecte bem a inquietação do mundo contemporâneo. O grande vencedor?&nbsp;<em>Lesson Learned</em>, do realizador húngaro Bálint Szimler, que levou para casa o Lince de Ouro na categoria de Ficção. O filme, que mergulha fundo nos desafios da educação, impressionou o júri pela forma como dá corpo a uma problemática que afeta toda uma geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a competição esteve longe de se esgotar aqui. Na mesma categoria, foi atribuída uma menção honrosa a&nbsp;<em>Mad Bills to Pay (or Destiny, dile que no soy malo)</em>, de Joel Alfonso Vargas — uma história de amadurecimento neo-realista, onde a liberdade e o desejo colidem com as escolhas difíceis da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Portugal em destaque com “Business as Usual”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Grande Prémio Nacional foi para&nbsp;<em>Business as Usual</em>, de Pedro Vinícius. O filme conquistou o júri com o seu retrato criativo e acutilante da crise habitacional, evocando a desumanização das cidades através do som e da imagem. Uma crítica urbana, certeira e bem construída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas menções honrosas vieram reforçar o talento nacional:&nbsp;<em>Agente Imobiliário sem Casa para Viver</em>, de Filipe Amorim, destacou-se pela sua sátira irreverente e energética, enquanto&nbsp;<em>A Fronteira Azul</em>, de Dinis Miguens Costa, convenceu pela visão artística e execução técnica irrepreensíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os Linces de Prata e a força do cinema de autor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na ficção, o Lince de Prata foi para&nbsp;<em>Family Sunday</em>, de Gerardo Del Raso, uma incursão honesta e tecnicamente brilhante por um bairro difícil, enquanto&nbsp;<em>Sammi, Who Can Detach His Body Parts</em>, de Rein Maychaelson, levou uma menção honrosa pelos seus temas de género e comentário social com toque surrealista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo documental, o Lince de Ouro foi para&nbsp;<em>Songs of Slow Burning Earth</em>, de Olha Zhurba, um olhar poderoso e humanista sobre uma sociedade em guerra. O Lince de Prata foi para&nbsp;<em>Berthe is Dead But It’s Ok</em>, de Sacha Trilles — que, curiosamente, venceu também o Prémio do Público na curta-metragem. Uma obra tocante que presta homenagem a uma personagem “maior que a vida”. Ainda no documentário, houve espaço para mais criatividade com&nbsp;<em>What If We Run Out of Stones?</em>, de Nora Štrbová, distinguido por lembrar que o cinema ainda tem muito para inventar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da animação ao experimental — sem esquecer o público</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na Animação, venceu&nbsp;<em>The Crooked Heads</em>, de Jakub Krzyszpin, com menção honrosa para&nbsp;<em>Larval</em>, de Alice Bloomfield. No cinema experimental,&nbsp;<em>Medical Field Guide or Rules of Engagement With Native E-girls</em>, de Andran Abramjan e Jan Hofman, destacou-se pela ousadia formal, sendo acompanhado por&nbsp;<em>The Land of Abandonment</em>, de Eliška Lubojatzká.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na secção NEXXT, dedicada a talentos emergentes, venceu&nbsp;<em>Punter</em>, também de Eliška Lubojatzká, e foram distinguidos&nbsp;<em>The Dam</em>, de Giovanni Pierangeli, e&nbsp;<em>Karaokiss</em>, de Mila Ryngaert.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Prémio do Público na longa-metragem foi para&nbsp;<em>Manas</em>, de Marianna Brennand, confirmando que, para além do júri, o público também reconhece e valoriza novas vozes no cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Espinho volta a ser capital do novo cinema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma semana, Espinho foi o palco vibrante de mais de 80 filmes em competição, 170 sessões no total e um programa formativo que trouxe 40 profissionais de topo da indústria para partilhar saber, visão e paixão pelo cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/surpresa-na-pole-position-f1-com-brad-pitt-acelera-para-o-topo-das-bilheteiras/">Surpresa na Pole Position: F1 com Brad Pitt Acelera para o Topo das Bilheteiras</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um festival de cinema, o FEST é uma celebração de ideias, talento e futuro — e esta edição provou que os novos realizadores estão mais do que prontos para dar cartas no cinema mundial.</p>
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