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	<title>Leonardo DiCaprio &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Leonardo DiCaprio &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Ser &#8220;estrela de cinema&#8221; é sinónimo de ser mau actor? Talvez estejamos a olhar para eles mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 17:26:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há uma ideia feita de que os grandes nomes de Hollywood brilham mais pelo carisma do que pelo talento. Mas será justa? O Clube de Cinema defende o contrário: a maioria das verdadeiras estrelas também são boas — e às vezes excelentes — atrizes e atores. É comum ouvir-se que os&#160;movie stars&#160;— aqueles nomes que, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Há uma ideia feita de que os grandes nomes de Hollywood brilham mais pelo carisma do que pelo talento. Mas será justa? O Clube de Cinema defende o contrário: a maioria das verdadeiras estrelas também são boas — e às vezes excelentes — atrizes e atores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum ouvir-se que os&nbsp;<em>movie stars</em>&nbsp;— aqueles nomes que, por si só, enchem salas e geram expetativa — são, muitas vezes, atores limitados. Que o seu sucesso assenta mais na aura, na imagem ou na sorte do que propriamente na qualidade interpretativa. Mas será esta a realidade ou apenas um preconceito?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de mais, importa definir o que se entende por &#8220;estrela de cinema&#8221;. Não falamos do ator da moda ou daquele que protagoniza um êxito ocasional. Falamos de figuras maiores do que a vida, supernovas que comandam a atenção, forças carismáticas da natureza cuja presença muitas vezes ofusca os próprios filmes em que participam. São famosas, acima de tudo, por serem quem são.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, neste lote restrito, a maioria são, na verdade, muito boas atrizes e atores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensemos em nomes como&nbsp;<strong>Harrison Ford, Robert Redford, Tom Cruise, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Nicole Kidman, Tom Hanks, Angelina Jolie, Denzel Washington, George Clooney, Julia Roberts, Charlize Theron, Will Smith, Matt Damon, Robert Downey Jr. ou Jennifer Lawrence</strong>. Todas elas pertencem a essa elite. E, sim, umas são melhores do que outras, mas todas são, no mínimo, &#8220;boas&#8221; no que fazem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que há exceções.&nbsp;<strong>Arnold Schwarzenegger</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sylvester Stallone</strong>&nbsp;foram dois dos maiores ícones do seu tempo, mas nunca foram particularmente dotados como intérpretes — ainda que Stallone tenha surpreendido pela positiva em&nbsp;<em>Creed</em>&nbsp;(2015), revelando novos registos.&nbsp;<strong>Dwayne Johnson</strong>&nbsp;herdou o manto dos dois e, embora não vá ganhar um Óscar tão cedo, é tão bom ator quanto o cinema de ação exige que ele seja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez estas estrelas e o seu talento sejam dados como garantidos. E poucos exemplos ilustram melhor esse descuido do que&nbsp;<strong>Tom Cruise</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ignorem-se os brilhantes, as controvérsias e os acrobacismos impossíveis. Tom Cruise é um ator extraordinário. Sempre foi. Ao longo de uma carreira de três décadas, Cruise provou ser tão bom quanto qualquer outro da sua geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta percorrer o seu currículo para encontrar atuações de altíssimo nível em praticamente todos os géneros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Drama</strong> — <em>Magnolia</em> (1999)</li>



<li><strong>Comédia</strong> — <em>Tropic Thunder</em> (2008)</li>



<li><strong>Ação</strong> — <em>Edge of Tomorrow</em> (2014)</li>



<li><strong>Ficção Científica</strong> — <em>Minority Report</em> (2002)</li>



<li><strong>Crime</strong> — <em>Collateral</em> (2004)</li>



<li><strong>Guerra</strong> — <em>Nascido a 4 de Julho</em> (1989)</li>



<li><strong>Épico/Época</strong> — <em>O Último Samurai</em> (2003)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E no topo de tudo,&nbsp;<em>Jerry Maguire</em>&nbsp;(1996), onde Cruise oferece uma das melhores interpretações de sempre num papel principal. Tom Cruise, o ator, não recebe o crédito que merece. E isso vale para muitas outras estrelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez por isso surja a pergunta: &#8220;Que estrelas de Hollywood são atrizes ou atores decentes ou mesmo bons?&#8221; A resposta, para quem olha com atenção, é simples: quase todas.</p>
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		<title>Ninguém Estava à Espera Disto: Robert Aramayo Choca os BAFTA e Deixa DiCaprio e Chalamet Para Trás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[BAFTA]]></category>
		<category><![CDATA[BAFTA Melhor Actor]]></category>
		<category><![CDATA[cinema britânico]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome de Tourette]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma vitória que ninguém viu chegar Foi um daqueles momentos que fazem a história dos prémios — e que deixam meia plateia de boca aberta. No passado domingo, nos BAFTA Film Awards, Robert Aramayo protagonizou uma das maiores surpresas de sempre ao conquistar o prémio de Melhor Actor, superando um alinhamento de peso que incluía [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma vitória que ninguém viu chegar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi um daqueles momentos que fazem a história dos prémios — e que deixam meia plateia de boca aberta. No passado domingo, nos <strong>BAFTA Film Awards</strong>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Robert+Aramayo" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Robert+Aramayo">Robert Aramayo</a> protagonizou uma das maiores surpresas de sempre ao conquistar o prémio de Melhor Actor, superando um alinhamento de peso que incluía <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Leonardo+DiCaprio" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Leonardo+DiCaprio">Leonardo DiCaprio</a>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Timothée+Chalamet" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Timothée+Chalamet">Timothée Chalamet</a>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Ethan+Hawke" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Ethan+Hawke">Ethan Hawke</a>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jesse+Plemons" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jesse+Plemons">Jesse Plemons</a> e <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Michael+B.+Jordan" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Michael+B.+Jordan">Michael B. Jordan</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://clubedecinema.pt/um-triunfo-arrasador-e-uma-surpresa-monumental-a-noite-em-que-os-bafta-renderam-se-a-paul-thomas-anderson/">Um Triunfo Arrasador e uma Surpresa Monumental: A Noite em que os BAFTA Renderam-se a Paul Thomas Anderson</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O actor britânico foi distinguido pela sua interpretação de John Davidson, activista real com síndrome de Tourette, no drama britânico <em>I Swear</em>, realizado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Kirk+Jones" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Kirk+Jones">Kirk Jones</a>. E, pelas suas próprias palavras, nem ele estava preparado para ouvir o seu nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não consigo acreditar”, repetiu, visivelmente emocionado, dirigindo-se aos colegas nomeados. “Estar na mesma categoria que vocês já era inacreditável. Estar aqui em cima… ainda mais.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um discurso emocionado e uma memória de Juilliard</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aramayo, conhecido do grande público pelo papel de Elrond na série The Lord of the Rings: The Rings of Power, aproveitou o momento para agradecer ao realizador, ao argumentista e, claro, ao próprio John Davidson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num dos momentos mais tocantes da noite, recordou uma visita de Ethan Hawke à escola Juilliard, onde o actor norte-americano falou sobre longevidade na carreira e a importância de proteger “o instrumento” que é o actor. “Teve um impacto enorme em todos nós”, confessou Aramayo. “Estar aqui ao teu lado esta noite é incrível.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em choque, terminou o discurso com um simples e honesto: “Vou parar de falar agora. Muito, muito obrigado.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“I Swear”: Um retrato poderoso e necessário</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ambientado na Escócia dos anos 80, <em>I Swear</em> acompanha John Davidson, um jovem com síndrome de Tourette severa, numa época em que a condição era pouco compreendida e frequentemente alvo de preconceito. Entre tiques, explosões verbais involuntárias e rejeição social, o filme segue o percurso de Davidson até se tornar um defensor nacional da causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção destacou-se por fugir ao sensacionalismo. Antes da cerimónia, Emma McNally, CEO da organização Tourettes Action, sublinhou que o filme evita reduzir a síndrome ao choque ou à caricatura, optando antes por um retrato humano, resiliente e compassivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a gala, o próprio Davidson marcou presença na primeira metade da cerimónia — que contou com a assistência do Príncipe e da Princesa de Gales — mas acabou por sair após alguns episódios involuntários. O anfitrião da noite, Alan Cumming, pediu desculpa a quem se pudesse ter sentido desconfortável e agradeceu a compreensão do público.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma noite em grande para Aramayo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vitória de Melhor Actor não foi o único destaque. Aramayo arrecadou também o EE Rising Star Award, enquanto a directora de casting Lauren Evans venceu na sua categoria. O filme esteve ainda nomeado para Melhor Filme Britânico, mas acabou por perder para Hamnet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este foi o primeiro BAFTA de Aramayo, mas o actor já vinha acumulando reconhecimento: venceu o British Independent Film Award para Melhor Interpretação Principal e foi distinguido como Breakthrough Performer of the Year pelo London Critics Circle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estreia no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) no passado Setembro e lançamento no Reino Unido em Outubro de 2025, <em>I Swear</em> prepara-se agora para disputar os Óscares do próximo ano, após uma recente estreia nos Estados Unidos.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://clubedecinema.pt/o-mago-do-kremlin-um-thriller-politico-que-nos-leva-ao-centro-do-poder-russo/">O Mago do Kremlin: Um Thriller Político Que Nos Leva ao Centro do Poder Russo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se havia dúvidas sobre o talento de Robert Aramayo, a noite dos BAFTA tratou de as dissipar. E, convenhamos, há algo de deliciosamente cinematográfico quando o “underdog” sobe ao palco e deixa as superestrelas para trás.</p>
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		<title>Surpresa, política e ausências sonantes: One Battle After Another lidera as nomeações para os BAFTA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 18:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Thriller de Leonardo DiCaprio destaca-se numa edição marcada por diferenças face aos Óscares As nomeações para os BAFTA Film Awards deste ano confirmam aquilo que já se vinha a desenhar nas últimas semanas: o cinema britânico e internacional segue caminhos próprios, nem sempre alinhados com Hollywood. O grande destaque vai para One Battle After Another, thriller político protagonizado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thriller de Leonardo DiCaprio destaca-se numa edição marcada por diferenças face aos Óscares</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As nomeações para os <strong>BAFTA Film Awards</strong> deste ano confirmam aquilo que já se vinha a desenhar nas últimas semanas: o cinema britânico e internacional segue caminhos próprios, nem sempre alinhados com Hollywood. O grande destaque vai para <em>One Battle After Another</em>, thriller político protagonizado por <strong>Leonardo DiCaprio</strong>, que lidera a corrida com <strong>14 nomeações</strong>, tornando-se o filme mais nomeado desta edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/quando-a-exaustao-ganha-forma-de-thriller-se-eu-tivesse-pernas-dava-te-um-pontape-chega-aos-cinemas/">Quando a Exaustão Ganha Forma de Thriller: Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te Um Pontapé Chega aos Cinemas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo atrás surge o vampírico <em>Sinners</em>, com 13 nomeações, enquanto <em>Hamnet</em> e a inesperada biografia desportiva <em>Marty Supreme</em> arrecadam 11 nomeações cada. Apesar do forte desempenho, nenhum destes títulos conseguiu igualar o recorde absoluto dos BAFTA, fixado nas 16 nomeações por <em>Gandhi</em> (1982).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>DiCaprio, Infiniti e Taylor em destaque</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além de DiCaprio, <em>One Battle After Another</em> valeu nomeações a <strong>Chase Infiniti</strong> e <strong>Teyana Taylor</strong>, consolidando o filme como um dos fenómenos críticos do ano. Curiosamente, Infiniti é um dos actores que ficaram de fora das nomeações aos Óscares, mas que aqui encontra reconhecimento — uma tendência que se repete noutras categorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os BAFTA, ao disporem de&nbsp;<strong>seis nomeados por categoria</strong>&nbsp;(em vez dos cinco habituais nos Óscares), permitem uma maior diversidade de escolhas e dão espaço a desempenhos que ficaram à margem da corrida norte-americana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Paul Mescal, Jessie Buckley e o peso britânico</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-23323" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet-1024x577.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet-1536x865.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/4898105_10_org_1023Premiere_20of_20Hamnet.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">13/12/2025 Dublin Ireland. Photo shows actor Paul Mescal and actress Jessie Buckley at the irish premiere of the film Hamnet at the Light House Cinema. Photo: Leah Farrell/© RollingNews.ie</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os actores, <strong>Paul Mescal</strong> e <strong>Jessie Buckley</strong> surgem nomeados por <em>Hamnet</em>, reforçando a forte presença de talento britânico e irlandês nesta edição. Buckley é, de resto, considerada uma das favoritas também na corrida aos Óscares, ao lado de <strong>Timothée Chalamet</strong>, que repete igualmente a sua nomeação nos BAFTA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista inclui ainda vários nomes britânicos em evidência, como <strong>Carey Mulligan</strong>, <strong>Emily Watson</strong>, <strong>Robert Aramayo</strong> e <strong>Peter Mullan</strong>, sublinhando a missão dos BAFTA em promover o cinema produzido no Reino Unido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As grandes ausências e as escolhas polémicas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo são boas notícias. Quatro actores nomeados aos Óscares ficaram de fora dos BAFTA: <strong>Amy Madigan</strong>, <strong>Delroy Lindo</strong>, <strong>Wagner Moura</strong> e <strong>Elle Fanning</strong> — sendo que Moura e Fanning nem sequer integraram as <em>longlists</em> da academia britânica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, <strong>Jesse Plemons</strong> e <strong>Odessa A’Zion</strong>, ignorados pelos Óscares, surgem aqui nomeados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro caso curioso é <em>Wicked: For Good</em>, que falhou completamente os Óscares mas conseguiu duas nomeações técnicas nos BAFTA, enquanto o thriller brasileiro <em>The Secret Agent</em> vê reduzido para metade o número de nomeações face à Academia de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência mais notada é, talvez,&nbsp;<em>KPop Demon Hunters</em>, o fenómeno viral da Netflix, que ficou de fora por não ter tido estreia em sala no Reino Unido — um lembrete de que, para os BAFTA, o cinema continua a começar no grande ecrã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/send-help-sam-raimi-volta-ao-terror-com-um-thriller-de-sobrevivencia-feroz-protagonizado-por-rachel-mcadams/">Send Help: Sam Raimi volta ao terror com um thriller de sobrevivência feroz protagonizado por Rachel McAdams</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cerimónia marcada para Fevereiro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>BAFTA Film Awards</strong> realizam-se no próximo <strong>22 de Fevereiro</strong>, no Royal Festival Hall, em Londres, com apresentação de <strong>Alan Cumming</strong>. Até lá, <em>One Battle After Another</em> parte na dianteira — mas, como sempre, a noite promete surpresas.</p>
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		<title>Leonardo DiCaprio Não Ganhou o Globo… Mas Ganhou a Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 20:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Globos de Ouro TikTok]]></category>
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		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
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		<category><![CDATA[One Battle After Another]]></category>
		<category><![CDATA[Timothée Chalamet Globo de Ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um momento fora do palco que roubou protagonismo à noite dos prémios Leonardo DiCaprio pode ter saído de mãos a abanar da cerimónia dos Golden Globe Awards no que toca a prémios de interpretação, mas acabou por conquistar algo que, em 2026, vale quase tanto como uma estatueta dourada: a atenção total da internet. Um momento espontâneo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um momento fora do palco que roubou protagonismo à noite dos prémios</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo DiCaprio pode ter saído de mãos a abanar da cerimónia dos <strong>Golden Globe Awards</strong> no que toca a prémios de interpretação, mas acabou por conquistar algo que, em 2026, vale quase tanto como uma estatueta dourada: a atenção total da internet. Um momento espontâneo, captado longe do palco e sem qualquer encenação, tornou-se viral nas redes sociais e voltou a provar que DiCaprio continua a ser uma das figuras mais magnéticas de Hollywood — mesmo quando não está a actuar oficialmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="681" height="383" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/leo.jpg" alt="" class="wp-image-22983" style="width:791px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/leo.jpg 681w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/leo-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O actor, actualmente em destaque com <strong>One Battle After Another</strong>, foi filmado no salão do Beverly Hilton num diálogo animado com outro convidado. O vídeo, partilhado pela conta oficial dos Globos de Ouro no TikTok com a simples legenda “Enjoy 30 seconds of Leonardo DiCaprio”, rapidamente se espalhou como fogo em palha seca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lip readers, teorias e uma imitação improvável</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No clip, DiCaprio aponta para outro convidado, faz o gesto clássico de “estava a observar-te” com dois dedos apontados aos olhos e termina com aquilo que parece ser uma imitação exagerada — quase teatral — de alguém conhecido. O que exactamente está a dizer não é claro, mas isso não impediu a internet de fazer o que faz melhor: especular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das teorias mais populares, avançada por leitores de lábios amadores, sugere que o actor estaria a brincar com o entusiasmo de alguém em relação ao fenómeno K-pop. A hipótese mais aceite é que DiCaprio estivesse a falar com o seu colega de elenco <strong>Chase Infiniti</strong>, conhecido fã assumido de K-pop, depois do filme da Netflix <strong>KPop Demon Hunters</strong> ter vencido dois prémios — Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original com “Golden”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Derrota nos prémios, vitória na boa disposição</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na cerimónia, DiCaprio acabou por perder o Globo de Ouro de Melhor Actor em Comédia ou Musical para <strong>Timothée Chalamet</strong>, premiado pela sua performance em <strong>Marty Supreme</strong>. Ainda assim, longe de qualquer azedume, os dois foram filmados a conversar animadamente e a trocar um abraço, num daqueles momentos que ajudam a manter viva a ilusão de camaradagem em Hollywood.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="fr" dir="ltr">This Leonardo DiCaprio and Timothée Chalamet moment? No notes. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/261d.png" alt="☝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://twitter.com/hashtag/GoldenGlobes?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#GoldenGlobes</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/AwardsSeason?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#AwardsSeason</a> <a href="https://t.co/h2xPH1UoFw">pic.twitter.com/h2xPH1UoFw</a></p>&mdash; E! News (@enews) <a href="https://twitter.com/enews/status/2010575589628067856?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">January 12, 2026</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nikki Glaser e a piada que também deu que falar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo na noite, DiCaprio já tinha sido alvo de uma das piadas mais comentadas da cerimónia, lançada pela apresentadora <strong>Nikki Glaser</strong>. Referindo-se à carreira do actor, Glaser atirou: “Trabalhaste com todos os grandes realizadores, ganhaste três Globos de Ouro, um Óscar… e a coisa mais impressionante é teres conseguido tudo isso antes de a tua namorada fazer 30 anos.” O comentário arrancou gargalhadas e confirmou que DiCaprio continua a ser um alvo preferencial do humor em noites de prémios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um lembrete de porque continua a ser uma estrela</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre derrotas elegantes, piadas afiadas e momentos genuínos captados por acaso, Leonardo DiCaprio voltou a mostrar porque continua a ser uma presença central na cultura popular. Nem sempre é preciso subir ao palco para roubar a cena — às vezes basta ser… Leonardo DiCaprio.</p>
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		<title>Timothée Chalamet bate DiCaprio e conquista o Globo de Ouro numa noite cheia de surpresas Marty Supreme dá a vitória ao actor, enquanto One Battle After Another domina a cerimónia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 17:41:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A 83.ª edição dos Globos de Ouro confirmou aquilo que Hollywood já vinha a sussurrar: Timothée Chalamet está cada vez mais perto de se afirmar como um dos grandes nomes da sua geração. O actor venceu o prémio de Melhor Actor em Filme de Musical ou Comédia pela sua prestação em Marty Supreme, batendo uma concorrência de luxo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A 83.ª edição dos Globos de Ouro confirmou aquilo que Hollywood já vinha a sussurrar: <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Timothée+Chalamet" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Timothée+Chalamet">Timothée Chalamet</a></strong> está cada vez mais perto de se afirmar como um dos grandes nomes da sua geração. O actor venceu o prémio de Melhor Actor em Filme de Musical ou Comédia pela sua prestação em <em><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Marty+Supreme" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Marty+Supreme">Marty Supreme</a></em>, batendo uma concorrência de luxo que incluía <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Leonardo+DiCaprio" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Leonardo+DiCaprio">Leonardo DiCaprio</a></strong> e <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=George+Clooney" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=George+Clooney">George Clooney</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/uma-noite-para-a-historia-o-brasil-brilha-nos-globos-de-ouro-e-hollywood-rende-sewagner-moura-e-o-agente-secreto-fazem-historia-numa-cerimonia-marcada-por-cinema-politica-e-emocao/">Uma Noite para a História: O Brasil Brilha nos Globos de Ouro e Hollywood Rende-seWagner Moura e O Agente Secreto fazem história numa cerimónia marcada por cinema, política e emoção</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vitória representa um momento simbólico na carreira de Chalamet: depois de cinco nomeações, foi a primeira vez que subiu ao palco para receber um Globo de Ouro. No discurso, sublinhou a importância da gratidão, recordando os ensinamentos do pai, e admitiu que as derrotas passadas tornaram este triunfo “ainda mais doce”. O actor aproveitou ainda para agradecer aos pais e à companheira, <strong>Kylie Jenner</strong>, presente na plateia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>DiCaprio perde o actor, mas vence o filme</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de Leonardo DiCaprio ter saído de mãos a abanar na categoria de interpretação, o seu filme <em>One Battle After Another</em> foi o grande vencedor da noite em termos absolutos. A produção arrecadou quatro estatuetas, incluindo Melhor Filme de Musical ou Comédia, Melhor Realização e Melhor Argumento para <strong>Paul Thomas Anderson</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Visivelmente emocionado, Anderson agradeceu o carinho demonstrado pela indústria, sublinhando o privilégio de continuar a fazer cinema com liberdade criativa. O filme confirmou-se, assim, como um dos pesos pesados da actual temporada de prémios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hamnet surpreende no drama</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores surpresas da noite foi a vitória de <em>Hamnet</em> na categoria de Melhor Filme Dramático, numa corrida onde <em>Sinners</em> era apontado como favorito. A protagonista <strong>Jessie Buckley</strong> venceu também o prémio de Melhor Actriz em Drama, agradecendo a oportunidade de participar numa produção internacional que cruzou culturas, equipas e sensibilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realizadora <strong>Chloé Zhao</strong> mostrou-se surpreendida ao receber o prémio, enquanto o produtor <strong>Steven Spielberg</strong> elogiou o romance de <strong>Maggie O’Farrell</strong> e afirmou que Zhao era “a única cineasta capaz de contar esta história”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Discursos marcantes e afirmação internacional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos momentos mais emocionantes da noite pertenceu a <strong>Teyana Taylor</strong>, distinguida como Melhor Actriz Secundária por <em>One Battle After Another</em>. Em lágrimas, deixou uma mensagem poderosa dirigida às “irmãs e raparigas racializadas”, lembrando que a sua luz não precisa de permissão para brilhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vertente internacional, o thriller político brasileiro <em>The Secret Agent</em> venceu o prémio de Melhor Filme Internacional, com <strong>Wagner Moura</strong> a conquistar o Globo de Melhor Actor em Drama. No discurso, falou de trauma geracional e da importância de manter valores em tempos difíceis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Televisão também em destaque</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como é tradição, os Globos de Ouro distinguiram igualmente a televisão. A série <em>Adolescence</em> continuou a somar prémios, com <strong>Owen Cooper</strong>, de apenas 16 anos, a vencer como Melhor Actor Secundário. Humilde, descreveu-se como “um aprendiz que ainda está a aprender todos os dias”.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A cerimónia confirmou, assim, que os Globos continuam a ser um termómetro essencial rumo aos Óscares — e que uma nova geração de talentos está pronta para assumir o protagonismo.</p>
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		<title>“Batalha Atrás de Batalha” domina os Critics Choice Awards e afirma-se como o filme do momento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 13:03:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio no centro da noite em Santa Mónica A temporada de prémios arrancou oficialmente esta madrugada, com a realização da 31.ª edição dos Critics Choice Awards, e houve um grande vencedor inequívoco. Batalha Atrás de Batalha, protagonizado por Leonardo DiCaprio, conquistou o prémio de Melhor Filme, afirmando-se desde já como um dos títulos mais [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio no centro da noite em Santa Mónica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A temporada de prémios arrancou oficialmente esta madrugada, com a realização da 31.ª edição dos <strong>Critics Choice Awards</strong>, e houve um grande vencedor inequívoco. <strong>Batalha Atrás de Batalha</strong>, protagonizado por <strong>Leonardo DiCaprio</strong>, conquistou o prémio de <strong>Melhor Filme</strong>, afirmando-se desde já como um dos títulos mais fortes da corrida aos Óscares.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A longa-metragem arrecadou ainda os prémios de <strong>Melhor Argumento Adaptado</strong> e <strong>Melhor Realização</strong>, distinção entregue a <strong>Paul Thomas Anderson</strong>, que subiu ao palco visivelmente emocionado. “Este foi o melhor tempo que já passei a fazer um filme e penso que isso se nota”, afirmou o realizador, sublinhando a importância da equipa e do elenco que o acompanhou, onde se destacam nomes como <strong>Benicio del Toro</strong> e <strong>Teyana Taylor</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chalamet surpreende DiCaprio na corrida a Melhor Actor</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="664" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-1024x664.webp" alt="" class="wp-image-22755" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-1024x664.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-300x194.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-768x498.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-1536x995.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025432007-2254688610.jpg-2048x1327.webp 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do domínio de <em>Batalha Atrás de Batalha</em>, a noite também ficou marcada por uma das surpresas da cerimónia. <strong>Timothée Chalamet</strong>, de apenas 30 anos, venceu o prémio de <strong>Melhor Actor</strong> pelo seu desempenho como Marty Mauser em <strong>Marty Supreme</strong>, superando Leonardo DiCaprio, Michael B. Jordan, Wagner Moura, Ethan Hawke e Joel Edgerton.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No discurso de agradecimento, Chalamet destacou o trabalho do realizador <strong>Josh Safdie</strong>, elogiando a forma como construiu “a história de um homem imperfeito com um sonho com o qual todos nos podemos identificar”. O actor aproveitou ainda para agradecer à namorada, <strong>Kylie Jenner</strong>, que o acompanhou na gala.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jessie Buckley emociona com discurso sobre criação e comunidade</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-22754" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-1024x576.jpeg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-300x169.jpeg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-768x432.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-1536x864.jpeg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/jessie-buckley-winner-of-the-best-actress-award-for-hamnet-news-photo-1767583006.pjpeg_-2048x1152.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais aplaudidos da noite aconteceu na categoria de <strong>Melhor Atriz</strong>, entregue a <strong>Jessie Buckley</strong> pelo papel de Agnes Shakespeare em <strong>Hamnet</strong>, realizado por <strong>Chloé Zhao</strong>. Buckley superou concorrentes de peso como Emma Stone, Amanda Seyfried e Rose Byrne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Criar é um privilégio absoluto”, afirmou a actriz, destacando o espírito de partilha entre todas as nomeadas e descrevendo o cinema como uma verdadeira “aldeia”. As palavras dedicadas a Chloé Zhao, sobre o poder das histórias e a sua ligação à condição humana, foram particularmente emocionantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terror, fantasia e surpresas técnicas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos papéis secundários, o terror e a fantasia dividiram honras. <strong>Amy Madigan</strong> venceu <strong>Melhor Atriz Secundária</strong> por <em>Weapons</em>, enquanto <strong>Jacob Elordi</strong> arrecadou o prémio de <strong>Melhor Ator Secundário</strong> por <strong>Frankenstein</strong>. Esta reinvenção do clássico de <strong>Guillermo del Toro</strong> destacou-se ainda nas categorias técnicas de guarda-roupa, caracterização e design de produção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-22756" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-1024x682.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-1536x1024.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/88025431007-2254684009.jpg-2048x1365.webp 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme mais nomeado da noite,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=17"><strong>Sinners</strong></a>, com 17 indicações, acabou por vencer&nbsp;<strong>Melhor Argumento Original</strong>,&nbsp;<strong>Melhor Banda Sonora</strong>,&nbsp;<strong>Melhor Jovem Ator</strong>&nbsp;(Miles Caton) e&nbsp;<strong>Melhor Elenco</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinema internacional, animação e televisão em destaque</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na categoria de <strong>Melhor Filme em Língua Estrangeira</strong>, venceu o brasileiro <strong>O Agente Secreto</strong>, de <strong>Kléber Mendonça Filho</strong>. Já <strong>KPop Demon Hunters</strong> confirmou o favoritismo ao conquistar <strong>Melhor Filme de Animação</strong> e <strong>Melhor Canção</strong>, com “Golden”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/james-woods-emociona-se-ao-defender-rob-reiner-discordar-nao-e-o-mesmo-que-odiar/">James Woods emociona-se ao defender Rob Reiner: “Discordar não é o mesmo que odiar”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na televisão, <strong>The Pitt</strong> foi a grande vencedora entre as séries dramáticas, enquanto <strong>Adolescência</strong> brilhou nas categorias de minissérie e interpretação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentada por <strong>Chelsea Handler</strong> e transmitida pelo canal <strong>E!</strong>, a cerimónia confirmou tendências, revelou surpresas e deixou claro que <em>Batalha Atrás de Batalha</em> parte na dianteira nesta temporada de prémios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vencedores dos Critics Choice Awards – Cinema</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Filme</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Batalha Atrás de Batalha</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Realização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Paul Thomas Anderson (<em>Batalha Atrás de Batalha</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Ator</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Timothée Chalamet (<em>Marty Supreme</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Atriz</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Jessie Buckley (<em>Hamnet</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Ator Secundário</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Jacob Elordi (<em>Frankenstein</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Atriz Secundária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Amy Madigan (<em>Weapons</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Jovem Ator / Atriz</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Miles Caton (<em>Sinners</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Filme de Comédia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>The Naked Gun: Aonde É Que Pára a Polícia</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Filme de Animação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>KPop Demon Hunters</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Filme em Língua Estrangeira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>&nbsp;(Brasil)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/270d.png" alt="✍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Argumento e Música</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Argumento Original</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Ryan Coogler (<em>Sinners</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Argumento Adaptado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Batalha Atrás de Batalha</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Banda Sonora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Ludwig Göransson (<em>Sinners</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Canção Original</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– “Golden” (<em>KPop Demon Hunters</em>)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Categorias Técnicas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Fotografia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Train Dreams</em>&nbsp;(Adolpho Veloso)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Montagem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>F1</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Som</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>F1</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhores Efeitos Visuais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Avatar: Fogo e Cinzas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Design de Produção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Frankenstein</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Caracterização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Frankenstein</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Guarda-Roupa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Frankenstein</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f465.png" alt="👥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Elenco</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Elenco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Sinners</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">(Casting: Francine Maisler)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Televisão (principais vencedores)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Série Dramática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>The Pitt</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Ator em Série Dramática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Noah Wyle (<em>The Pitt</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Atriz Secundária em Série Dramática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Katherine LaNasa (<em>The Pitt</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Minissérie</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>Adolescência</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Ator em Minissérie</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Stephen Graham (<em>Adolescência</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Ator Secundário em Minissérie</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Owen Cooper (<em>Adolescência</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Atriz Secundária em Minissérie</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">– Erin Doherty (<em>Adolescência</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhor Série de Comédia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">–&nbsp;<em>The Studio</em><br /><br /></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Nova Mega-Fábrica de Leonardo DiCaprio à Porta de Portugal: Um Investimento Que Promete Agitar a Península Ibérica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:05:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Diamond Foundry]]></category>
		<category><![CDATA[fábrica semicondutores Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[SETT Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia microelectrónica]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos quilómetros da fronteira portuguesa, a Extremadura prepara-se para receber um dos maiores projectos tecnológicos da Europa. Trujillo, na província de Cáceres, foi escolhida para acolher uma fábrica de semicondutores de última geração da Diamond Foundry — a empresa norte-americana que tem Leonardo DiCaprio entre os seus investidores mais mediáticos. A dimensão do investimento, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A poucos quilómetros da fronteira portuguesa, a Extremadura prepara-se para receber um dos maiores projectos tecnológicos da Europa. Trujillo, na província de Cáceres, foi escolhida para acolher uma fábrica de semicondutores de última geração da Diamond Foundry — a empresa norte-americana que tem Leonardo DiCaprio entre os seus investidores mais mediáticos. A dimensão do investimento, a inovação envolvida e o impacto económico esperado estão a transformar este anúncio num dos temas mais relevantes da indústria tecnológica ibérica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/coragem-em-primeiro-plano-tvcine-edition-dedica-o-dia-29-de-novembro-a-quatro-mulheres-que-mudaram-o-mundo-no-ecra-e-fora-dele/">Coragem em Primeiro Plano: TVCine Edition Dedica o Dia 29 de Novembro a Quatro Mulheres Que Mudaram o Mundo — No Ecrã e Fora Dele</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão surge após aprovação do Conselho de Ministros espanhol, que deu luz verde a um plano que prevê&nbsp;<strong>2.350 milhões de euros até 2029</strong>. Esta quantia avultada não serve apenas para erguer um complexo industrial de ponta: representa também uma estratégia nacional para posicionar Espanha — e em particular a Extremadura — como um novo pólo europeu na área da microelectrónica. Trata-se de um sector dominado por gigantes asiáticos e norte-americanos, e cuja relevância ficou evidente nos últimos anos, quando a escassez global de chips paralisou indústrias inteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto no emprego será igualmente significativo: cerca de&nbsp;<strong>500 postos directos altamente qualificados</strong>&nbsp;e outros&nbsp;<strong>1.600 indirectos</strong>, ligados à cadeia logística, à produção auxiliar e aos serviços que inevitavelmente crescerão à volta da fábrica. O envolvimento da SETT — Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica — reforça a aposta estratégica: o organismo público ficará com&nbsp;<strong>32% do capital</strong>, contribuindo com cerca de&nbsp;<strong>752 milhões de euros</strong>. As projecções económicas também impressionam: estima-se que, só nos primeiros dez anos de actividade, a fábrica injete&nbsp;<strong>2.150 milhões de euros no PIB espanhol</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que distingue verdadeiramente este projecto não é o volume de investimento — é a tecnologia. Trujillo será o primeiro local do mundo a produzir semicondutores com&nbsp;<strong>diamante monocristalino sintético</strong>&nbsp;como substrato. Este material, muito mais resistente que o silício tradicional, oferece vantagens decisivas em aplicações de alta exigência: temperaturas extremas, frequências elevadas, inteligência artificial, defesa, sistemas industriais avançados e automóveis eléctricos de nova geração. Para muitos especialistas, esta tecnologia poderá representar um salto evolutivo comparável ao que o silício significou há várias décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da Extremadura, uma região historicamente distante dos grandes centros industriais, não é um acaso. Espanha tem vindo a canalizar políticas públicas para desconcentrar a produção tecnológica, aproveitando regiões com espaço, capacidade de expansão e ligação directa a Portugal, cuja proximidade geográfica poderá favorecer projectos conjuntos no futuro. O objectivo é claro: reduzir a dependência externa e criar autonomia num sector onde a Europa tem falhado repetidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o facto de Leonardo DiCaprio estar envolvido neste investimento acrescenta-lhe uma curiosidade inevitável — o actor é conhecido pelo seu activismo ambiental, e a Diamond Foundry destaca justamente a sustentabilidade do processo de produção de diamante sintético. No entanto, o que está realmente em jogo é algo muito maior do que uma manchete com um nome famoso: é o aparecimento de um novo centro tecnológico à escala europeia, potencialmente decisivo num mercado cada vez mais competitivo e estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/james-cameron-atira-se-a-netflix-assim-nao-devia-concorrer-aos-oscares/">James Cameron Atira-se à Netflix: “Assim, Não Devia Concorrer aos Óscares”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Portugal, a notícia não é indiferente. A poucos quilómetros da fronteira, uma das indústrias mais críticas do futuro está prestes a instalar-se, com potencial para atrair empresas associadas, investigação universitária, mobilidade laboral e oportunidades económicas que poderão atravessar a linha que separa os dois países. A Península Ibérica, tantas vezes vista como periférica em termos tecnológicos, pode estar a ganhar um novo ponto de influência — e este nasce com um brilho muito particular: o de milhões de euros… e o dos diamantes.</p>
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		<title>🎬 Joe Pesci recusou participar no documentário sobre Martin Scorsese — e a realizadora explica porquêTítulo:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 08:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Casino]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<category><![CDATA[O Irlandês]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de uma das parcerias mais lendárias da história do cinema, o actor de Tudo Bons Rapazes foi o único a dizer “não” à série documental sobre o amigo e colaborador de décadas. Poucos pares são tão icónicos no cinema como&#160;Joe Pesci&#160;e&#160;Martin Scorsese. Juntos, deram-nos alguns dos maiores clássicos de sempre:&#160;Touro Enraivecido&#160;(Raging Bull, 1980),&#160;Tudo Bons Rapazes&#160;(Goodfellas, 1990),&#160;Casino&#160;(1995) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apesar de uma das parcerias mais lendárias da história do cinema, o actor de <em>Tudo Bons Rapazes</em> foi o único a dizer “não” à série documental sobre o amigo e colaborador de décadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos pares são tão icónicos no cinema como&nbsp;<strong>Joe Pesci</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Martin Scorsese</strong>. Juntos, deram-nos alguns dos maiores clássicos de sempre:&nbsp;<em>Touro Enraivecido</em>&nbsp;(<em>Raging Bull</em>, 1980),&nbsp;<em>Tudo Bons Rapazes</em>&nbsp;(<em>Goodfellas</em>, 1990),&nbsp;<em>Casino</em>&nbsp;(1995) e, mais recentemente,&nbsp;<em>O Irlandês</em>&nbsp;(<em>The Irishman</em>, 2019).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesci venceu o&nbsp;<strong>Óscar de Melhor Actor Secundário</strong>&nbsp;em 1991 pelo papel de Tommy DeVito em&nbsp;<em>Tudo Bons Rapazes</em>&nbsp;— e foi nomeado duas vezes mais, por&nbsp;<em>Touro Enraivecido</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Irlandês</em>. Uma relação profissional tão duradoura e celebrada que, à partida, ninguém imaginaria vê-lo ausente de um documentário sobre o realizador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas foi precisamente isso que aconteceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O único que disse “não”</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova série documental&nbsp;<strong><em>Mr. Scorsese</em></strong>&nbsp;— que explora a vida e carreira do lendário realizador — reúne depoimentos de algumas das figuras mais próximas de Martin Scorsese:&nbsp;<strong>Robert De Niro</strong>,&nbsp;<strong>Leonardo DiCaprio</strong>,&nbsp;<strong>Jodie Foster</strong>,&nbsp;<strong>Steven Spielberg</strong>,&nbsp;<strong>Spike Lee</strong>, entre muitos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto,&nbsp;<strong>Joe Pesci recusou o convite</strong>&nbsp;para participar. Segundo revelou a própria realizadora do documentário, a ausência não se deve a qualquer desentendimento entre ambos, mas sim à&nbsp;<strong>natureza reservada do actor</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O Joe sempre foi uma pessoa extremamente discreta”, explicou a cineasta. “Ele sente que o trabalho fala por si — e, sinceramente, não gosta de entrevistas. Não houve tensão, apenas uma escolha muito à maneira dele: silenciosa e firme.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma amizade que dispensa palavras <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão não surpreende quem conhece o temperamento de Pesci, conhecido pela aversão à fama e pela preferência por uma vida longe das câmaras. Desde&nbsp;<em>O Irlandês</em>, o actor tem mantido um perfil discreto, escolhendo com cuidado os projectos em que participa — e, aparentemente,&nbsp;<strong>não sentiu necessidade de revisitar o passado</strong>&nbsp;diante das câmaras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a sua ausência não passa despercebida, tendo em conta que foi precisamente com Scorsese que Pesci assinou&nbsp;<strong>alguns dos papéis mais memoráveis da sua carreira</strong>. Juntos, criaram personagens brutais, intensas e inesquecíveis — o tipo de performances que definem gerações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mr. Scorsese: um retrato de uma lenda viva</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário promete uma visão íntima sobre a vida e obra do realizador nova-iorquino, analisando mais de meio século de carreira e explorando o seu impacto em Hollywood e na cultura popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem a presença de Joe Pesci, o retrato de Martin Scorsese mantém-se completo — afinal, poucas parcerias precisam de palavras quando o cinema já disse tudo.</p>
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		<title>Quando Keanu Reeves Quase Se Chamou “Chuck Spadina” — O Dia em Que Hollywood Tentou Mudar o Seu Nome 😅</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 22:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Aziz Ansari]]></category>
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		<category><![CDATA[Good Fortune]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
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		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[New Heights podcast]]></category>
		<category><![CDATA[nomes de actores]]></category>
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					<description><![CDATA[O actor revelou que, no início da carreira, foi pressionado a abandonar o nome que hoje é sinónimo de culto e carisma — e as alternativas eram… curiosas. Antes de se tornar no ícone global que conhecemos — de&#160;Matrix&#160;a&#160;John Wick&#160;—,&#160;Keanu Reeves&#160;teve um daqueles encontros típicos com o sistema de Hollywood: o momento em que alguém [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O actor revelou que, no início da carreira, foi pressionado a abandonar o nome que hoje é sinónimo de culto e carisma — e as alternativas eram… curiosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de se tornar no ícone global que conhecemos — de&nbsp;<em>Matrix</em>&nbsp;a&nbsp;<em>John Wick</em>&nbsp;—,&nbsp;<strong>Keanu Reeves</strong>&nbsp;teve um daqueles encontros típicos com o sistema de Hollywood: o momento em que alguém decide que o teu nome “não é suficientemente comercial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-e-o-misterio-de-6-7-o-meme-que-nao-significa-nada-e-e-precisamente-esse-o-ponto/"></a><a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-e-o-misterio-de-6-7-o-meme-que-nao-significa-nada-e-e-precisamente-esse-o-ponto/">South Park e o Mistério de “6, 7”: O Meme Que Não Significa Nada (E É Precisamente Esse o Ponto)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa conversa recente no&nbsp;<strong>podcast New Heights</strong>, o actor recordou o episódio com humor e alguma incredulidade. “Tinha 20 anos, saí de Toronto e conduzi até Los Angeles. Assim que cheguei, o meu agente disse: ‘Queremos mudar o teu nome.’ E eu pensei: ‘O quê? O meu nome?’”, contou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Chuck Spadina”? Sim, quase.</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto caminhava pela praia a tentar encontrar uma alternativa, Keanu começou a brincar com hipóteses. “O meu nome do meio é Charles… talvez Chuck? E cresci numa rua chamada Spadina, por isso pensei:&nbsp;<em>Chuck Spadina</em>”, riu. “Depois experimentei algo como&nbsp;<em>Templeton</em>. No fim, fiquei como&nbsp;<em>K.C. Reeves</em>&nbsp;— até ser creditado assim num episódio de&nbsp;<em>The Magical World of Disney</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a experiência não durou muito. O actor admitiu que não se reconhecia no nome:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ia a audições e chamavam ‘K.C. Reeves’, e eu nem respondia. Seis meses depois, pensei: ‘Não consigo fazer isto. Não sou eu.’”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">E assim nasceu o verdadeiro Keanu Reeves — nome que, ironicamente, viria a tornar-se um dos mais marcantes da cultura pop.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O peso dos nomes em Hollywood <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f31f.png" alt="🌟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Reeves não foi o único a enfrentar essa pressão. Até&nbsp;<strong>Leonardo DiCaprio</strong>&nbsp;foi aconselhado, no início da carreira, a mudar de nome por ser “demasiado étnico”. Felizmente, ambos resistiram — e o resto é história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/gen-v-o-segredo-por-tras-de-cipher-esta-finalmente-a-vir-ao-de-cima-%f0%9f%91%80/">Gen V: O Segredo por Trás de Cipher Está Finalmente a Vir ao de Cima <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f440.png" alt="👀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Próxima paragem: Good Fortune<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f607.png" alt="😇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O actor regressa em breve aos cinemas com&nbsp;<em>Good Fortune</em>, uma comédia de&nbsp;<strong>Aziz Ansari</strong>, onde contracena com o próprio Ansari e&nbsp;<strong>Seth Rogen</strong>. Reeves interpreta&nbsp;<strong>Gabriel</strong>, um anjo distraído que, após um erro cósmico, é forçado a viver como humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o crítico&nbsp;<strong>Chris Bumbray</strong>, Reeves é o grande destaque do filme:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Perfeitamente escolhido para o papel, é hilariante como o anjo lunático e meio perdido que tenta adaptar-se à vida mortal.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/amadeus-will-sharpe-transforma-mozart-num-ser-repulsivo-no-novo-teaser-da-sky/">Amadeus: Will Sharpe Transforma Mozart num “Ser Repulsivo” no Novo Teaser da Sky</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">De&nbsp;<em>Chuck Spadina</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Neo</em>&nbsp;e&nbsp;<em>John Wick</em>, Keanu Reeves provou que o nome pode mudar… mas o carisma é eterno.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>“Mr. Scorsese” ia ser um filme de 2 horas — até Rebecca Miller perceber que isso era “impossível”</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/mr-scorsese-ia-ser-um-filme-de-2-horas-ate-rebecca-miller-perceber-que-isso-era-impossivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV+]]></category>
		<category><![CDATA[docuserie]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
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		<category><![CDATA[New York Film Festival]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxi Driver]]></category>
		<category><![CDATA[The Wolf of Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[O retrato definitivo de Martin Scorsese chega à Apple TV+ este mês — cinco episódios, memórias inéditas e uma história de amor ao cinema 🎬🍎 Quando Rebecca Miller se sentou com Martin Scorsese, pensou que estava a fazer um filme documental de duas horas. Minutos (e muitas conversas) depois, percebeu o óbvio: reduzir uma vida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O retrato definitivo de Martin Scorsese chega à Apple TV+ este mês — cinco episódios, memórias inéditas e uma história de amor ao cinema <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f34e.png" alt="🍎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Rebecca Miller se sentou com Martin Scorsese, pensou que estava a fazer um filme documental de duas horas. Minutos (e muitas conversas) depois, percebeu o óbvio: reduzir uma vida e uma filmografia destas a 120 minutos era… “impossível”. O resultado é&nbsp;<strong>“Mr. Scorsese”</strong>, uma docuserie de&nbsp;<strong>cinco horas</strong>&nbsp;que estreou no&nbsp;<strong>New York Film Festival</strong>&nbsp;e chega à&nbsp;<strong>Apple TV+ a 17 de Outubro de 2025</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-homenagem-comovente-de-keanu-reeves-a-diane-keaton-uma-pessoa-unica-e-extraordinaria/"> A Homenagem comovente de Keanu Reeves a Diane Keaton: “Uma pessoa única e extraordinária”</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De longa-metragem a série-evento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Miller contou ao&nbsp;<em>IndieWire</em>&nbsp;como o projecto evoluiu: começou com uma proposta simples, ganhou acesso ao arquivo pessoal do cineasta e, após&nbsp;<strong>cerca de 20 horas de entrevistas</strong>, tornou-se uma série que “tem de respirar” para acompanhar a vida e a obra de Scorsese. A montagem revelou-se o verdadeiro campo de batalha: manter a fluidez das ideias, cruzar filmes e biografia, e evitar o temido “lista de filmes”.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Mr.-Scorsese-Apple.jpeg-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-20453" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Mr.-Scorsese-Apple.jpeg-1024x576.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Mr.-Scorsese-Apple.jpeg-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Mr.-Scorsese-Apple.jpeg-768x432.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Mr.-Scorsese-Apple.jpeg.webp 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco horas, mil histórias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A série percorre dos dias de&nbsp;<strong>Little Italy</strong>&nbsp;até&nbsp;<em>Killers of the Flower Moon</em>, passando por&nbsp;<em>Mean Streets</em>,&nbsp;<em>Taxi Driver</em>,&nbsp;<em>Raging Bull</em>,&nbsp;<em>The Aviator</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Wolf of Wall Street</em>. Há a presença indispensável de&nbsp;<strong>Thelma Schoonmaker</strong>, parceira de edição que “quebrou regras” em&nbsp;<em>Raging Bull</em>; e depoimentos de&nbsp;<strong>Robert De Niro</strong>,&nbsp;<strong>Leonardo DiCaprio</strong>,&nbsp;<strong>Jay Cocks</strong>,&nbsp;<strong>Nicholas Pileggi</strong>,&nbsp;<strong>Paul Schrader</strong>&nbsp;e mais — com Scorsese a guiar, na primeira pessoa, um olhar íntimo sobre fé, violência, ética e arte.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg-1024x684.webp" alt="" class="wp-image-20452" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg-1024x684.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg-768x513.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg-1536x1026.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/Murphy-Mean-Streets.jpg.webp 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os “anjos” de Marty <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f607.png" alt="😇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos fios condutores é a ideia dos “anjos” que aparecem nos pontos de rutura:&nbsp;<strong>De Niro</strong>&nbsp;a empurrá-lo para&nbsp;<em>Raging Bull</em>quando a saúde fraquejou;&nbsp;<strong>Schoonmaker</strong>, recuperada do documentário para redefinir a gramática de montagem; e&nbsp;<strong>DiCaprio</strong>, cuja parceria tornou viáveis projectos ambiciosos como&nbsp;<em>Gangs of New York</em>,&nbsp;<em>The Aviator</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Wolf of Wall Street</em>. É um retrato de como talento, obsessão e colaboração salvaram (várias vezes) uma carreira que nunca abdicou de visão autoral.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fica de fora (e porquê)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do fôlego, Miller tomou decisões duras:&nbsp;<strong>“Hugo”</strong>&nbsp;e parte do trabalho televisivo/documental ficam de fora, para preservar o eixo temático que cose “vida e obra em tango”. A série evita o inventário e aposta na&nbsp;<strong>estrutura emocional</strong>&nbsp;— regresso aos amigos de infância, episódios de crise, reinvenções — para explicar como Scorsese se tornou um autor que “não desvia o olhar”, mesmo quando o mundo quer olhar para outro lado.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>NYFF, aplausos e o que aí vem</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>estreia no NYFF</strong>&nbsp;encheu a Alice Tully Hall e veio acompanhada de críticas muito positivas, destacando o ritmo e a proximidade que Miller alcança com o cineasta. Para quem não esteve em Nova Iorque, a boa notícia é simples:&nbsp;<strong>os cinco episódios</strong>&nbsp;(tempo total&nbsp;<strong>~285 minutos</strong>) chegam já&nbsp;<strong>a 17 de Outubro</strong>&nbsp;à Apple TV+. Popcorns prontos. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37f.png" alt="🍿" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mia-goth-confirma-que-continua-ligada-ao-filme-blade-da-marvel/">Mia Goth Confirma Que Continua Ligada ao Filme Blade da Marvel</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ficha essencial</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Título:</strong> <em>Mr. Scorsese</em></li>



<li><strong>Formato:</strong> Docuserie em <strong>5 partes</strong> (aprox. 285 min no total)</li>



<li><strong>Realização:</strong> <strong>Rebecca Miller</strong></li>



<li><strong>Estreia:</strong> <strong>17 de Outubro de 2025</strong> na <strong>Apple TV+</strong></li>



<li><strong>Estreia mundial:</strong> <strong>New York Film Festival, 4 de Outubro de 2025</strong>  </li>
</ul>
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