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	<title>Larry Ellison &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>40,4 mil milhões em jogo: Larry Ellison entra em cena para reforçar a ofensiva da Paramount sobre a Warner Bros.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:22:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um novo capítulo na guerra dos gigantes do entretenimento A batalha pelo controlo da&#160;Warner Bros. Discovery&#160;está a transformar-se num verdadeiro drama corporativo em vários actos — e o mais recente inclui um dos homens mais ricos do planeta.&#160;Larry Ellison&#160;concordou em fornecer uma&#160;garantia pessoal irrevogável de 40,4 mil milhões de dólares, reforçando decisivamente a proposta da&#160;Paramount&#160;para [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo capítulo na guerra dos gigantes do entretenimento</strong></h2>



<p>A batalha pelo controlo da&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>Warner Bros. Discovery</strong></a>&nbsp;está a transformar-se num verdadeiro drama corporativo em vários actos — e o mais recente inclui um dos homens mais ricos do planeta.&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><strong>Larry Ellison</strong></a>&nbsp;concordou em fornecer uma&nbsp;<strong>garantia pessoal irrevogável de 40,4 mil milhões de dólares</strong>, reforçando decisivamente a proposta da&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><strong>Paramount</strong></a>&nbsp;para adquirir a totalidade da Warner Bros. Discovery.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/ja-chegou-o-primeiro-trailer-de-odisseia-o-novo-epico-de-christopher-nolan/">Já chegou o primeiro trailer de Odisseia, o novo épico de Christopher Nolan</a></p>



<p>Este movimento surge num momento particularmente sensível. No início do mês, a Warner Bros. Discovery tinha chegado a acordo para vender o seu estúdio e os activos de streaming à&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>Netflix</strong></a>, numa operação avaliada em cerca de&nbsp;<strong>83 mil milhões de dólares</strong>&nbsp;em termos empresariais. Um acordo que, desde então, tem sido alvo de críticas e resistência dentro e fora da indústria.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Paramount não sobe a oferta, mas reforça a segurança</strong></h2>



<p>A Paramount, através da sua estrutura&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=4"><strong>Paramount Skydance</strong></a>, mantém uma posição firme: não aumentou o valor global da sua proposta, que avalia a Warner Bros. Discovery em&nbsp;<strong>108,4 mil milhões de dólares</strong>, mas decidiu&nbsp;<strong>igualar a taxa de rescisão reversa</strong>&nbsp;apresentada pela Netflix. O objectivo é claro: demonstrar confiança absoluta na viabilidade da operação e reduzir qualquer margem de hesitação por parte do conselho da Warner.</p>



<p>A Warner Bros. Discovery confirmou ter recebido a proposta revista e declarou que irá analisá-la “cuidadosamente”, tendo em conta os termos já acordados com a Netflix.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A família Ellison entra definitivamente no jogo</strong></h2>



<p>Segundo explicou&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=5"><strong>Gerry Cardinale</strong></a>, fundador e sócio-gerente da&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=6"><strong>RedBird Capital Partners</strong></a>, no programa&nbsp;<em>Squawk Box</em>da CNBC, a revisão da proposta teve como principal objectivo “eliminar a confusão” em torno do financiamento.</p>



<p>Nesse contexto, Larry Ellison comprometeu-se a apoiar a oferta através de um fundo irrevogável garantido por&nbsp;<strong>1,2 mil milhões de acções da&nbsp;</strong><a href="chatgpt://generic-entity?number=7"><strong>Oracle</strong></a>. Importa recordar que&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=8"><strong>David Ellison</strong></a>, director-executivo da Skydance Media e figura central da Paramount Skydance, é filho do fundador da Oracle.</p>



<p>Com um património estimado em&nbsp;<strong>345 mil milhões de dólares</strong>, Larry Ellison chegou, inclusivamente, a ser por breves dias a pessoa mais rica do mundo no início de Outubro, ultrapassando Elon Musk.</p>



<p>De acordo com a Paramount, Ellison comprometeu-se ainda a&nbsp;<strong>não revogar o fundo fiduciário da família nem a transferir activos de forma adversa</strong>&nbsp;durante o processo de transacção pendente — uma camada adicional de segurança que se soma aos fundos já garantidos pela RedBird Capital e por fundos soberanos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O acordo com a Netflix acaba com a concorrência”</strong></h2>



<p>A tensão em torno do negócio tem vindo a aumentar. Na semana passada,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=9"><strong>Samuel Di Piazza</strong></a>, presidente da Warner Bros. Discovery, expressou reservas quanto à solidez do apoio financeiro de Ellison.</p>



<p>Em resposta, Cardinale dirigiu-se directamente aos accionistas da Warner, lembrando que “os verdadeiros donos da empresa são os accionistas, não o conselho nem a administração”. Na sua leitura, a alternativa Netflix representa um risco estrutural para o sector.</p>



<p>A fusão entre Netflix e HBO Max criaria um gigante com&nbsp;<strong>cerca de 420 milhões de assinantes</strong>&nbsp;globais. Um cenário que, segundo Cardinale, “assusta artistas, criadores e exibidores”, devido ao poder de fixação de preços e à concentração de influência que resultaria dessa união.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quando-roger-moore-mudou-de-ideias-e-tirou-james-brolin-do-caminho-de-james-bond/">Quando Roger Moore Mudou de Ideias — e Tirou James Brolin do Caminho de James Bond</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um desfecho ainda em aberto</strong></h2>



<p>Com garantias pessoais bilionárias, jogos de bastidores e visões opostas sobre o futuro do streaming, este negócio promete continuar a dominar as manchetes. A decisão final poderá redefinir o equilíbrio de poder em Hollywood durante a próxima década — e, desta vez, Larry Ellison não está apenas a observar a partir da plateia <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Paramount em Revolução: O Plano Ambicioso (e Perigoso) de David Ellison para Dominar Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Do cortejo a Tom Cruise às ligações à Casa Branca, passando por demissões em massa e ambições de IA: o novo patrão da Paramount quer um império que misture dados, franquias e músculo político. Hollywood treme — e a próxima presa pode chamar-se Warner Bros. Discovery. Aos 42 anos, David Ellison assumiu a Paramount e acelerou como se [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Do cortejo a Tom Cruise às ligações à Casa Branca, passando por demissões em massa e ambições de IA: o novo patrão da Paramount quer um império que misture dados, franquias e músculo político. Hollywood treme — e a próxima presa pode chamar-se Warner Bros. Discovery.</strong></p>



<p>Aos <strong>42 anos</strong>, <strong>David Ellison</strong> assumiu a Paramount e acelerou como se estivesse a produzir uma sequela de <em>Top Gun</em>. Em pouco mais de três meses, a nova direcção abriu a carteira, sacudiu organigramas, comprou media, convocou talentos… e, segundo várias fontes citadas no sector, <strong>posicionou-se para tentar comprar a Warner Bros. Discovery</strong>. O plano é claro: deixar de ser “um estúdio tradicional” e transformar a companhia num <strong>híbrido media-tecnologia</strong>, com <strong>dados</strong> no centro e <strong>franquias</strong> na linha da frente.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/the-mummy-regressa-com-brendan-fraser-e-rachel-weisz-a-dupla-original-esta-de-volta-a-aventura/">The Mummy Regressa com Brendan Fraser e Rachel Weisz — A Dupla Original Está de Volta à Aventura</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O golpe de teatro na relva da Casa Branca</strong></h3>



<p>Enquanto reorganiza a casa, Ellison cultiva relações no poder político.&nbsp;<strong>Fontes internas</strong>&nbsp;descrevem planos aprovados pelo Presidente&nbsp;<strong>Donald Trump</strong>&nbsp;para&nbsp;<strong>um evento da UFC nos jardins da Casa Branca</strong>, sob o guarda-chuva do acordo de 7,7 mil milhões com a liga de MMA — transmissão encabeçada por Trump e&nbsp;<strong>Dana White</strong>&nbsp;e com data falada para&nbsp;<strong>14 de Junho de 2026</strong>&nbsp;(80.º aniversário de Trump). A Casa Branca vende-o como celebração dos&nbsp;<strong>250 anos</strong>&nbsp;dos EUA. Entre a plateia, “dignitários” e câmaras. Entre as linhas, a mensagem: a Paramount quer estar onde está a atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Mais, não menos”: 8 filmes por ano hoje, 18 até 2028</strong></h3>



<p>No lado industrial, a ordem é&nbsp;<strong>acelerar a produção</strong>: de cerca de&nbsp;<strong>8 estreias</strong>&nbsp;anuais para&nbsp;<strong>15 em 2026</strong>,&nbsp;<strong>17 em 2027</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>18 em 2028</strong>. A lógica é recuperar&nbsp;<strong>bilheteira</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>assinantes</strong>&nbsp;com&nbsp;<strong>grandes marcas</strong>. O estúdio corteja&nbsp;<strong>Tom Cruise</strong>&nbsp;para&nbsp;<strong>novos Top Gun e Days of Thunder</strong>, procura um&nbsp;<strong>novo fôlego para Star Trek</strong>&nbsp;(sem o elenco do reboot de J.J. Abrams) e injeta gasolina em projectos “América-cêntricos”, pensados para o público do meio do país. Ao mesmo tempo,&nbsp;<strong>Cindy Holland</strong>(ex-Netflix) recebe mandato para robustecer o Paramount+.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O evangelho do “quem tem mais dados, vence”</strong></h3>



<p>Ellison define a nova Paramount como&nbsp;<strong>“media &amp; tecnologia”</strong>&nbsp;e promete que a experiência e o “arsenal” da&nbsp;<strong>Oracle</strong>&nbsp;(do pai,&nbsp;<strong>Larry Ellison</strong>) transformarão o Paramount+ numa plataforma competitiva. Fala-se em&nbsp;<strong>modelos preditivos</strong>,&nbsp;<strong>grandes volumes de dados</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>IA</strong>&nbsp;aplicada a desenvolvimento e marketing. Céticos no mercado lembram, porém, que&nbsp;<strong>Netflix, Amazon e Apple</strong>&nbsp;têm anos de vantagem algorítmica e de infraestrutura. A resposta Ellison?&nbsp;<strong>Escala e velocidade.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aquisições, demissões e a viragem cultural</strong></h3>



<p>O sprint veio acompanhado de&nbsp;<strong>cortes duros</strong>&nbsp;(um primeiro pacote de ~<strong>1000 despedimentos</strong>&nbsp;a 29 de Outubro, com&nbsp;<strong>mulheres</strong>&nbsp;entre as mais atingidas em cargos de topo de TV e alguns cortes na redacção de&nbsp;<strong>CBS News</strong>), e de operações de compra pouco ortodoxas para um estúdio:&nbsp;<strong>The Free Press</strong>, de&nbsp;<strong>Bari Weiss</strong>, por cerca de&nbsp;<strong>150 milhões de dólares</strong>. A segurança da jornalista e co-fundadora&nbsp;<strong>Nellie Bowles</strong>&nbsp;terá sido reforçada com uma equipa diária de guarda-costas, e as&nbsp;<strong>posições pró-Israel</strong>&nbsp;da cúpula ficaram mais visíveis — num contexto em que a empresa&nbsp;<strong>diz manter listas</strong>&nbsp;de talentos a evitar por comportamento considerado&nbsp;<strong>antissemita, xenófobo ou homofóbico</strong>. Internamente, há relatos de&nbsp;<strong>debate aberto</strong>(e quente) sobre estratégia e cultura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nem tudo são vitórias: a fuga de Taylor Sheridan</strong></h3>



<p>O criador de&nbsp;<em>Yellowstone</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Tulsa King</em>,&nbsp;<strong>Taylor Sheridan</strong>,&nbsp;<strong>saltou para a NBCUniversal</strong>&nbsp;com novo acordo — duro golpe para uma plataforma onde o “universo Sheridan” pesava fortemente na audiência. Ainda assim, antes de sair, Sheridan&nbsp;<strong>escreverá o argumento</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong><em>Call of Duty</em></strong>, longa de acção patriótica a realizar por&nbsp;<strong>Peter Berg</strong>&nbsp;— alinhada com a estética que Ellison quer imprimir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tom Cruise ao telefone, Mangold na box, Chalamet de viseira</strong></h3>



<p>Ellison terá cortejado&nbsp;<strong>James Mangold</strong>&nbsp;(que desenvolve&nbsp;<strong><em>A Complete Unknown</em></strong>, com&nbsp;<strong>Timothée Chalamet</strong>) e autorizado até&nbsp;<strong>$100 milhões</strong>&nbsp;para o&nbsp;<em>high-concept</em>&nbsp;motorizado&nbsp;<strong>High Side</strong>&nbsp;(o estúdio diz que será menos). Em paralelo, projectos como&nbsp;<strong>Winter Games</strong>&nbsp;(Miles Teller) foram para&nbsp;<em>turnaround</em>. A palavra de ordem:&nbsp;<strong>foco em títulos que metem gente nas salas</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O elefante na sala: Warner Bros. Discovery</strong></h3>



<p>“No topo três, não no fundo três.” O mantra de Ellison sustenta&nbsp;<strong>duas propostas</strong>&nbsp;para a WBD já feitas (segundo fontes do mercado), com&nbsp;<strong>Netflix</strong>&nbsp;a rondar a jogada (talvez para&nbsp;<strong>inflacionar o preço</strong>). Se resultar, o grupo&nbsp;<strong>herdará HBO, DC, partes de Harry Potter e uma biblioteca de outro planeta</strong>. A&nbsp;<strong>WGA</strong>&nbsp;já avisou: seria “um desastre para os escritores, consumidores e a concorrência” e promete lutar junto dos reguladores. Analistas mais frios deixam a cautela clássica:&nbsp;<strong>“quase todos os megamergers de media acabam mal”</strong>&nbsp;— integração lenta, sinergias que não aparecem, três anos de digestão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O risco regulatório… e o trunfo político</strong></h3>



<p>Críticos sublinham que a aprovação do&nbsp;<strong>negócio Paramount-Skydance</strong>&nbsp;pelo actual governo, bem como o conforto com a compra parcial de&nbsp;<strong>TikTok</strong>&nbsp;por um consórcio onde está&nbsp;<strong>Larry Ellison</strong>, mostram uma&nbsp;<strong>janela política</strong>&nbsp;favorável. O próprio Presidente terá dito, em voo de imprensa, que os Ellison “farão a coisa certa”. Mas história e antitrust não costumam ser indulgentes com&nbsp;<strong>consolidações gigantes</strong>&nbsp;— sobretudo quando&nbsp;<strong>noticiários e entretenimento</strong>&nbsp;se cruzam.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que isto significa para o Cinema (e para nós, espectadores)</strong></h3>



<p>No curto prazo,&nbsp;<strong>mais filmes</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>mais marcas reconhecíveis</strong>:&nbsp;<em>Top Gun</em>,&nbsp;<em>Days of Thunder</em>,&nbsp;<em>Star Trek</em>,&nbsp;<em>Call of Duty</em>&nbsp;e afins. No médio prazo, uma&nbsp;<strong>aposta total em dados</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>IA</strong>&nbsp;para calibrar conteúdos e campanhas. No longo prazo, se a WBD cair,&nbsp;<strong>duas bibliotecas colossais</strong>&nbsp;sob a mesma égide — com&nbsp;<strong>vantagens claras de escala</strong>… e&nbsp;<strong>riscos sérios de concentração</strong>, homogeneização criativa e impacto laboral (já visível nos cortes).</p>



<p>ler também . <a href="https://clubedecinema.pt/o-predador-primeira-presa-quando-a-cacadora-se-torna-a-cacada/">O Predador: Primeira Presa — Quando a Caçadora se Torna a Caçada</a></p>



<p>No meio de tudo,&nbsp;<strong>Tom Cruise</strong>&nbsp;aparece como termómetro do&nbsp;<em>box office</em>&nbsp;(e Ellison sabe isso). Se o actor embarcar em novas missões com a Paramount, a mensagem é inequívoca:&nbsp;<strong>as salas ainda mandam</strong>&nbsp;— e a Paramount quer voltar a ser a casa dos&nbsp;<strong>eventos cinematográficos</strong>.</p>



<p></p>
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