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	<title>La Grazia Paolo Sorrentino &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>La Grazia Paolo Sorrentino &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 Estreias da Semana: Há terror, autores consagrados e regressos inesperados — mas há um filme que vai dominar as conversas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Múmia Lee Cronin]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português documentário]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma semana surpreendentemente diversa nas salas portuguesas A semana de 16 de abril de 2026 chega às salas de cinema em Portugal com uma mistura invulgarmente rica: desde o terror de grande estúdio a cinema de autor europeu, passando por animação familiar e até reposições de clássicos japoneses que merecem redescoberta. É daquelas semanas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma semana surpreendentemente diversa nas salas portuguesas</strong></h2>



<p>A semana de 16 de abril de 2026 chega às salas de cinema em Portugal com uma mistura invulgarmente rica: desde o terror de grande estúdio a cinema de autor europeu, passando por animação familiar e até reposições de clássicos japoneses que merecem redescoberta. É daquelas semanas em que tanto o espectador casual como o cinéfilo mais exigente encontram motivos para sair de casa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estreias da Semana 16 de Abril" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OiQfbfTFqNg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Mas, no meio desta diversidade, há claros destaques — e um deles promete mesmo ser o filme mais falado dos próximos dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f441.png" alt="👁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O grande destaque: o terror regressa em força com&nbsp;</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Múmia</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="445" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1.webp" alt="" class="wp-image-25181" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1.webp 800w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1-300x167.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1-768x427.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Entre todas as estreias, <strong>“A Múmia”</strong>, realizado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Lee+Cronin" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Lee+Cronin">Lee Cronin</a>, surge como a aposta mais comercial e mediática da semana. Depois do sucesso no género com <em>Evil Dead Rise</em>, Cronin mergulha agora num clássico do terror, trazendo uma nova abordagem à icónica figura da múmia.</p>



<p>Com um elenco liderado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jack+Reynor" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jack+Reynor">Jack Reynor</a>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Laia+Costa" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Laia+Costa">Laia Costa</a> e May Calamawy, o filme aposta numa narrativa mais sombria e misteriosa, afastando-se do tom aventureiro que marcou versões anteriores da história.</p>



<p>A duração de 136 minutos sugere uma ambição épica — algo que poderá dividir audiências, mas que reforça a ideia de que este não é apenas mais um filme de sustos rápidos.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cinema de autor europeu em destaque</strong></h2>



<p>Se o terror domina o lado mais comercial, o cinema europeu traz algumas das propostas mais interessantes da semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> La grazia, de Paolo Sorrentino</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="960" height="640" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo.jpg" alt="" class="wp-image-25182" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo.jpg 960w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<p>O novo filme de <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Paolo+Sorrentino" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Paolo+Sorrentino">Paolo Sorrentino</a> chega com expectativas elevadas. Conhecido pelo seu estilo visual sofisticado e narrativas introspectivas, Sorrentino volta a explorar temas humanos com um toque de humor e melancolia.</p>



<p>No elenco encontramos Toni Servillo, colaborador habitual do realizador, acompanhado por Anna Ferzetti. Com 133 minutos, “La grazia” promete ser uma experiência densa, provavelmente mais contemplativa do que narrativa.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fuori, de Mario Martone</strong></h3>



<p>Outro destaque italiano é “Fuori”, realizado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Mario+Martone" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Mario+Martone">Mario Martone</a>. Com <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Valeria+Golino" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Valeria+Golino">Valeria Golino</a> e Matilda De Angelis, o filme posiciona-se entre o drama e o retrato histórico.</p>



<p>Martone é conhecido por trabalhar temas sociais e políticos com rigor, o que faz deste um título particularmente interessante para quem procura cinema mais exigente.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1eb-1f1f7.png" alt="🇫🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mektoub, Meu Amor: Canto Segundo</strong></h3>



<p>O regresso de Abdellatif Kechiche à sua saga continua a dividir espectadores. Com quase 2h20 de duração, este segundo capítulo mantém o foco nas relações humanas, no desejo e na passagem do tempo.</p>



<p>Com Shaïn Boumedine e Salim Kéchiouche, é um filme que exige paciência — mas que recompensa quem entra no seu ritmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f602.png" alt="😂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Comédia e entretenimento: alternativas mais leves</strong></h2>



<p>Nem só de introspecção vive esta semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1eb-1f1f7.png" alt="🇫🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Queridos Pais</strong></h3>



<p>Com André Dussollier e Miou-Miou, esta comédia francesa promete momentos leves e acessíveis, centrados nas dinâmicas familiares. Realizado por Emmanuel Patron, é uma opção segura para quem procura uma sessão descontraída.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ec-1f1e7.png" alt="🇬🇧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fackham Hall</strong></h3>



<p>Misturando comédia com contexto histórico, o filme de <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jim+O'Hanlon" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jim+O'Hanlon">Jim O’Hanlon</a> junta Thomasin McKenzie e Emma Laird num registo potencialmente satírico. Um título curioso, ainda que menos mediático.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ação e animação para todos os públicos</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Perseguição em Taipei</strong></h3>



<p>Para quem prefere ação, “Perseguição em Taipei”, de George Huang, junta Luke Evans e Sung Kang num thriller com cenário asiático. Um filme direto, pensado para entretenimento puro.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f412.png" alt="🐒" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Jungle Beat 2: Viagem ao Passado</strong></h3>



<p>A única grande aposta familiar da semana é esta sequela animada realizada por Sam Wilson. Colorido, leve e acessível, é claramente direcionado para o público mais jovem.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Reposições e cinema clássico: uma oportunidade rara</strong></h2>



<p>Uma das surpresas desta semana é a presença de várias reposições de filmes de Hiroshi Shimizu, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“A Dançarina”</li>



<li>“Crianças à Procura de Mãe”</li>



<li>“O Idiota Sentimental”</li>
</ul>



<p>Estas sessões são uma oportunidade rara para ver cinema japonês clássico em sala — algo cada vez menos comum, mas essencial para quem quer conhecer as raízes do cinema moderno.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Documentário nacional: um olhar íntimo</strong></h2>



<p>“¿De qué casa eres?”, realizado por Ana Pérez-Quiroga, representa a presença portuguesa na semana. Com 73 minutos, posiciona-se como uma proposta documental que deverá explorar identidade e pertença — temas recorrentes no trabalho da autora.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ca.png" alt="📊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão: uma semana para todos os gostos — mas com um claro protagonista</strong></h2>



<p>A diversidade é, sem dúvida, a palavra-chave desta semana. No entanto, tudo aponta para que&nbsp;<strong>“A Múmia”</strong>&nbsp;seja o filme que vai dominar as atenções do grande público.</p>



<p>Ainda assim, ignorar propostas como “La grazia” ou “Fuori” seria um erro para qualquer amante de cinema. E as reposições de Shimizu são um verdadeiro presente para os mais atentos.</p>



<p>Ou a minha recomendação pessoal o <strong>Fackham Hall</strong></p>



<p>No fundo, esta é uma semana que prova algo simples: o cinema continua vivo — e recomenda-se.</p>



<p></p>
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		<title>Fernanda Torres no Júri de Veneza: Um Regresso Triunfal ao Festival que a Consagrou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 08:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬 Um ano depois de ter brilhado com Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres regressa a Veneza — desta vez do outro lado da cortina. A actriz e argumentista brasileira foi escolhida para integrar o júri principal da 82.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que decorre entre 27 de Agosto e 6 de Setembro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um ano depois de ter brilhado com <em>Ainda Estou Aqui</em>, Fernanda Torres regressa a Veneza — desta vez do outro lado da cortina. A actriz e argumentista brasileira foi escolhida para integrar o júri principal da 82.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que decorre entre 27 de Agosto e 6 de Setembro.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/krypto-esta-a-salvar-o-dia-e-a-levar-centenas-de-caes-para-casa-nos-eua-%f0%9f%90%be%f0%9f%a6%b8%e2%99%82%ef%b8%8f/" data-type="post" data-id="17750">Krypto Está a Salvar o Dia… e a Levar Centenas de Cães para Casa nos EUA <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f43e.png" alt="🐾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2642-fe0f.png" alt="🦸‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>É um regresso com sabor a consagração: em 2024, <em>Ainda Estou Aqui</em> arrecadou o prémio de Melhor Argumento no Lido e acabaria por conquistar o Óscar de Melhor Filme Internacional. Agora, cabe a Fernanda ajudar a decidir quem sucede aos vencedores, ao lado de nomes de peso do cinema mundial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um júri com estrelas e autores</h3>



<p>O júri que decidirá o Leão de Ouro — o prémio máximo do festival — será presidido pelo realizador norte-americano <strong>Alexander Payne</strong>, conhecido por filmes como <em>Nebraska</em> ou <em>The Descendants</em>. Juntam-se a ele:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A actriz chinesa <strong>Zhao Tao</strong>, presença marcante no cinema de Jia Zhangke e vencedora do Leão de Ouro com <em>Natureza Morta</em> (2006).</li>



<li>O francês <strong>Stéphane Brizé</strong>, realizador de <em>O Valor de um Homem</em>.</li>



<li>A italiana <strong>Maura Delpero</strong>, autora de <em>Maternal</em>.</li>



<li>O romeno <strong>Cristian Mungiu</strong>, Palma de Ouro em Cannes por <em>4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias</em>.</li>



<li>O iraniano <strong>Mohammad Rasoulof</strong>, cineasta dissidente que ganhou o Urso de Ouro com <em>There Is No Evil</em>.</li>
</ul>



<p>É um painel que equilibra vozes femininas, olhares autorais e uma diversidade cultural notável — com Fernanda Torres a representar o cinema em língua portuguesa ao mais alto nível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horizontes e primeiras obras: Júris alternativos também revelados</h3>



<p>Na secção <strong>Horizontes</strong>, dedicada às novas linguagens do cinema, o destaque vai para a presidente do júri, <strong>Julia Ducournau</strong>, que venceu a Palma de Ouro em Cannes com <em>Titane</em>. Com ela estarão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O artista visual italiano <strong>Yuri Ancarani</strong>;</li>



<li>O crítico argentino <strong>Fernando Enrique Juan Lima</strong>;</li>



<li>A realizadora australiana <strong>Shannon Murphy</strong>;</li>



<li>E o cineasta e fotógrafo norte-americano <strong>RaMell Ross</strong>.</li>
</ul>



<p>Já o júri do <strong>Prémio Luigi De Laurentiis</strong>, que distingue a melhor primeira obra, será liderado pela britânica <strong>Charlotte Wells</strong> (<em>Aftersun</em>), com <strong>Erige Sehiri</strong> (França/Tunísia) e <strong>Silvio Soldini</strong> (Itália).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma edição cheia de simbolismo… e cinema de qualidade</h3>



<p>A 82.ª edição do festival abrirá com <strong>“La Grazia”</strong>, o novo filme do italiano <strong>Paolo Sorrentino</strong>, e prestará uma homenagem especial à lendária <strong>Kim Novak</strong>, com a atribuição do Leão de Ouro de Carreira.</p>



<p>E para os amantes do cinema português, há uma pérola imperdível: <strong>“Aniki Bóbó”</strong>, o primeiro filme de Manoel de Oliveira, será exibido numa secção dedicada a obras-primas restauradas — uma curadoria pessoal do director artístico <strong>Alberto Barbera</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um símbolo do reconhecimento internacional da lusofonia</h3>



<p>O convite a Fernanda Torres não é apenas um reconhecimento do seu talento individual — é também um marco para o cinema falado em português num dos palcos mais importantes do mundo. Depois do impacto de <em>Ainda Estou Aqui</em>, este regresso sela um ciclo de afirmação internacional para a actriz e para o cinema brasileiro, num festival que nunca deixou de valorizar o olhar autoral.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/rabo-de-peixe-regressa-em-grande-2a-temporada-chega-a-netflix-a-17-de-outubro/" data-type="post" data-id="17721">“Rabo de Peixe” Regressa em Grande: 2ª Temporada Chega à Netflix a 17 de Outubro</a></p>



<p>Com Alexander Payne ao leme, e Fernanda como parte integrante do júri, a edição de 2025 do Festival de Veneza promete um equilíbrio entre tradição e novidade, emoção e reflexão — como só o grande cinema sabe fazer.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p></p>
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		<item>
		<title>Paolo Sorrentino Regressa a Veneza com “La Grazia”, Filme de Abertura do Festival de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 10:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
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		<category><![CDATA[Toni Servillo novo filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Com Toni Servillo no papel principal, a nova obra do realizador de “A Grande Beleza” promete marcar o arranque da 82.ª edição do prestigiado festival italiano ver também:Morreu Michael Madsen: A Alma Rebelde dos Filmes de Tarantino Tinha 67 Anos De volta ao ponto de partida — com mais maturidade e ambição O cinema italiano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com Toni Servillo no papel principal, a nova obra do realizador de “A Grande Beleza” promete marcar o arranque da 82.ª edição do prestigiado festival italiano</em></p>



<p>ver também:<a href="https://www.clubedecinema.pt/morreu-michael-madsen-a-alma-rebelde-dos-filmes-de-tarantino-tinha-67-anos/">Morreu Michael Madsen: A Alma Rebelde dos Filmes de Tarantino Tinha 67 Anos</a></p>



<p><strong>De volta ao ponto de partida — com mais maturidade e ambição</strong></p>



<p>O cinema italiano estará em destaque na abertura do 82.º Festival Internacional de Cinema de Veneza com&nbsp;<em>La Grazia</em>, o novo filme de&nbsp;<strong>Paolo Sorrentino</strong>. O realizador napolitano regressa assim ao certame que viu nascer a sua carreira em longas-metragens, há mais de duas décadas, com&nbsp;<em>L’uomo in più</em>&nbsp;(2001).</p>



<p>O anúncio foi feito oficialmente esta segunda-feira pela organização do festival, que decorre de 27 de agosto a 6 de setembro. E, nas palavras do diretor do evento, Alberto Barbera, não podia haver melhor forma de dar início à edição de 2025:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O regresso de Paolo Sorrentino à competição chega com um filme destinado a deixar a sua marca pela grande originalidade e poderosa relevância para o tempo presente.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma nova história de amor à italiana</strong></h3>



<p><em>La Grazia</em>, escrito e realizado por Sorrentino, é descrito como “uma história de amor passada em Itália” — o que, conhecendo o autor, pode significar tudo menos uma abordagem convencional ao género. Com&nbsp;<strong>Toni Servillo</strong>&nbsp;no papel principal, o ator-fétiche do cineasta volta a estar no centro de uma narrativa que, à partida, conjuga o existencial com o poético, o grotesco com o sublime — tal como em&nbsp;<em>A Grande Beleza</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Foi a Mão de Deus</em>.</p>



<p>Ainda não há muitos detalhes sobre o enredo, mas sabe-se que o filme foi adquirido para distribuição global pela&nbsp;<strong>plataforma Mubi</strong>, que se tem destacado nos últimos anos como casa para o cinema de autor mais aclamado.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sorrentino, o esteta da decadência e da redenção</strong></h3>



<p>Nascido em Nápoles em 1970, Paolo Sorrentino é um dos nomes maiores do cinema europeu contemporâneo. Venceu o Óscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2014 com&nbsp;<em>A Grande Beleza</em>, uma espécie de atualização moderna de&nbsp;<em>La Dolce Vita</em>&nbsp;de Fellini, e tem marcado presença regular nos grandes festivais, incluindo Cannes, onde estreou títulos como&nbsp;<em>Youth</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Hand of God</em>.</p>



<p>O seu estilo visual inconfundível, a escrita melancólica e irónica, e a constante interrogação sobre o papel do indivíduo numa sociedade saturada fazem dele um autor reverenciado — e&nbsp;<em>La Grazia</em>&nbsp;promete continuar essa tradição.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/rumor-em-alta-lucasfilm-pode-estar-a-preparar-um-reboot-de-indiana-jones/">Rumor em Alta: Lucasfilm Pode Estar a Preparar um Reboot de Indiana Jones</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Veneza 2025 começa com alma italiana</strong></h3>



<p>Com&nbsp;<em>La Grazia</em>, o Festival de Veneza começa com uma declaração de intenções clara: cinema com assinatura, identidade nacional forte, mas com alcance universal. A escolha de Sorrentino para abrir a edição deste ano não é apenas simbólica — é uma aposta segura de que o festival quer começar em grande.</p>
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