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	<title>Krisztina Rady suicídio &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Bertrand Cantat volta a ser investigado após documentário da Netflix expor novos testemunhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 16:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Ex-vocalista dos Noir Désir, condenado pela morte de Marie Trintignant, está novamente sob escrutínio pelas circunstâncias da morte da ex-mulher Krisztina Rady.</em></p>



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<p class="wp-block-paragraph">O nome de&nbsp;<strong>Bertrand Cantat</strong>, outrora sinónimo de culto no rock francês, volta a ser manchete pelos piores motivos. O&nbsp;<strong>Ministério Público de Bordéus</strong>&nbsp;anunciou a reabertura de uma investigação criminal sobre alegados actos de violência cometidos pelo cantor contra a sua ex-mulher,&nbsp;<strong>Krisztina Rady</strong>, antes do seu suicídio em 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão surge na sequência do documentário&nbsp;<strong>“De Rockstar a Assassino”</strong>, lançado pela&nbsp;<strong>Netflix</strong>, que relança o debate em torno do comportamento de Cantat e traz à luz&nbsp;<strong>testemunhos inéditos</strong>&nbsp;que não constam dos quatro processos já arquivados relacionados com a morte de Rady.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do estrelato à prisão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Bertrand Cantat foi condenado em 2003 pela morte da actriz&nbsp;<strong>Marie Trintignant</strong>, filha de&nbsp;<strong>Jean-Louis Trintignant</strong>, após um episódio de violência em&nbsp;<strong>Vilnius</strong>, na Lituânia. O caso teve forte repercussão internacional e resultou numa pena de&nbsp;<strong>oito anos de prisão</strong>, da qual cumpriu apenas quatro, tendo sido libertado em 2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cantor tentou regressar à vida pública em 2010, ano em que lançou um novo álbum com a banda&nbsp;<strong>Détroit</strong>&nbsp;e regressou aos palcos. Mas o seu regresso nunca deixou de ser controverso: digressões canceladas, protestos feministas e uma relação tensa com os media foram constantes nos anos seguintes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um novo elemento: a voz de uma enfermeira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A nova investigação foca-se na morte de&nbsp;<strong>Krisztina Rady</strong>, ex-companheira de Cantat, encontrada enforcada na sua casa, em Bordéus, em janeiro de 2010. Na altura, a morte foi considerada suicídio, mas&nbsp;<strong>Yael Mellul</strong>, ex-advogada do companheiro de Rady e presidente da associação&nbsp;<strong>Femme et Libre</strong>, sempre defendeu que existiam indícios de&nbsp;<strong>violência doméstica</strong>&nbsp;que não foram devidamente considerados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documentário da Netflix, uma&nbsp;<strong>enfermeira</strong>&nbsp;anónima relata que Rady foi atendida nas urgências com&nbsp;<strong>lesões graves</strong>, incluindo descolamento do couro cabeludo, após uma “discussão violenta” com Cantat. Terá sido após o seu regresso da prisão na Lituânia, quando voltou a viver com a ex-mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também se recorda uma mensagem de voz deixada por Rady aos pais, citada no livro de investigação&nbsp;<em>“Bertrand Cantat, Marie Trintignant: L’Amour à Mort”</em>, onde descrevia a convivência com Cantat como “um pesadelo que ele chama de amor”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reacção e polémica permanente</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reabertura do processo é vista como uma&nbsp;<strong>mudança de postura</strong>&nbsp;das autoridades francesas, que anteriormente encerraram todos os inquéritos sem apresentar acusações. Mellul afirma ter ainda&nbsp;<strong>novas provas</strong>, que serão entregues em breve ao Ministério Público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cantat, por sua vez, tem mantido uma postura pública defensiva. Em concertos, chegou a atacar os jornalistas que o criticam. Em 2018, enfrentou gritos de “assassino” em várias cidades francesas, o que o levou a cancelar parte da digressão. Projectos posteriores com envolvimento artístico também geraram protestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o cantor continua activo: lançou um&nbsp;<strong>novo álbum com os Détroit</strong>&nbsp;em dezembro passado, mantendo um grupo fiel de seguidores, apesar da crescente contestação social e mediática.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre o génio e a tragédia</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A trajectória de Bertrand Cantat é hoje o exemplo extremo do que significa separar — ou não — o artista da sua vida pessoal. A sua contribuição para a música francesa é inegável, mas o seu passado violento e as consequências trágicas continuam a levantar perguntas que nem o tempo nem a arte parecem conseguir calar.</p>
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