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	<title>Kevin Flynn &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Jeff Bridges defende Tron: Ares e critica a obsessão com o box office: “Os filmes podem crescer em nós”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 11:03:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O veterano de Hollywood compara a receção fria de Tron: Ares à de clássicos como Heaven’s Gate, hoje vistos como obras-primas incompreendidas Jeff Bridges regressou ao universo digital de&#160;Tron&#160;para interpretar novamente&#160;Kevin Flynn&#160;em&#160;Tron: Ares, e, apesar das expectativas comerciais não terem sido alcançadas, o ator mantém uma visão serena — e profundamente cinéfila — sobre o tema. O novo [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O veterano de Hollywood compara a receção fria de Tron: Ares à de clássicos como Heaven’s Gate, hoje vistos como obras-primas incompreendidas</strong></h3>



<p>Jeff Bridges regressou ao universo digital de&nbsp;<strong>Tron</strong>&nbsp;para interpretar novamente&nbsp;<strong>Kevin Flynn</strong>&nbsp;em&nbsp;<em>Tron: Ares</em>, e, apesar das expectativas comerciais não terem sido alcançadas, o ator mantém uma visão serena — e profundamente cinéfila — sobre o tema.</p>



<p>O novo capítulo da saga estreou nos cinemas a&nbsp;<strong>10 de outubro</strong>, arrecadando&nbsp;<strong>33,5 milhões de dólares nos EUA</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>60,5 milhões a nível global</strong>&nbsp;no primeiro fim de semana. Os analistas esperavam uma abertura entre&nbsp;<strong>40 e 45 milhões</strong>&nbsp;no mercado norte-americano e&nbsp;<strong>80 a 90 milhões</strong>&nbsp;no total mundial. Com um orçamento estimado em&nbsp;<strong>220 milhões</strong>, o filme poderá registar um&nbsp;<strong>prejuízo de mais de 130 milhões</strong>, caso a bilheteira global não ultrapasse os&nbsp;<strong>160 milhões</strong>.</p>



<p>ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/glen-powell-enfrenta-o-jogo-mortal-em-the-running-man-e-pediu-a-bencao-de-stephen-king-antes-de-entrar-na-arena/">Glen Powell enfrenta o jogo mortal em The Running Man — e pediu a bênção de Stephen King antes de entrar na arena</a></p>



<p>Mas Bridges, que interpreta Flynn desde o clássico de 1982,&nbsp;<strong>não se deixa impressionar pelos números</strong>. Em entrevista à&nbsp;<em>Entertainment Weekly</em>, o ator comentou:</p>



<p>“É curioso a forma como os filmes são recebidos no fim de semana de estreia. Lembro-me de&nbsp;<em>Heaven’s Gate</em>&nbsp;— foi considerado um fracasso total na altura, mas hoje muita gente o vê como uma espécie de obra-prima. É interessante como certas coisas ganham novo valor com o tempo.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“As opiniões mudam — e ainda bem”</strong></h3>



<p>Bridges, sempre filosófico, comparou a relação com o cinema à experiência pessoal de rever um filme que inicialmente não apreciou:</p>



<p>“Às vezes, eu próprio não gosto de um filme à primeira. Passado um tempo, revejo-o e penso: ‘Mas o que é que eu estava a pensar?’ Como diria o&nbsp;<em>Dude</em>: ‘That’s just, like, your opinion, man.’”</p>



<p>O ator recorda que&nbsp;<em>Heaven’s Gate</em>, de Michael Cimino, onde também participou,&nbsp;<strong>foi retirado dos cinemas após críticas negativas</strong>&nbsp;e fracasso nas bilheteiras, mas com o passar dos anos&nbsp;<strong>ganhou estatuto de filme de culto</strong>&nbsp;— um lembrete de que a história nem sempre é escrita pelos números do fim de semana de estreia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O legado de Tron e o futuro da saga</strong></h3>



<p><em>Tron: Ares</em>, o&nbsp;<strong>terceiro capítulo da saga</strong>, marca o regresso do universo que revolucionou os efeitos visuais nos anos 80, com&nbsp;<strong>Jared Leto</strong>&nbsp;como protagonista, ao lado de&nbsp;<strong>Greta Lee</strong>,&nbsp;<strong>Evan Peters</strong>,&nbsp;<strong>Jodie Turner-Smith</strong>,&nbsp;<strong>Hasan Minhaj</strong>,&nbsp;<strong>Arturo Castro</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Gillian Anderson</strong>.</p>



<p>Apesar da receção inicial aquém das expectativas, a saga&nbsp;<em>Tron</em>&nbsp;sempre viveu na fronteira entre o experimental e o mainstream — um território onde, historicamente, as ideias visionárias demoram a ser compreendidas.</p>



<p>ver também . <a href="https://clubedecinema.pt/sydney-sweeney-sobre-rumores-de-ser-a-nova-bond-girl-depende-do-argumento/">Sydney Sweeney sobre rumores de ser a nova “Bond Girl”: “Depende do argumento”</a></p>



<p>Bridges parece perfeitamente ciente disso: para ele, a verdadeira medida de um filme&nbsp;<strong>não é a bilheteira</strong>, mas o tempo. E se há alguém que sabe esperar para ver o futuro, é Kevin Flynn — o homem que já viveu dentro do sistema.</p>
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