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	<title>Keeper &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Keeper — O Novo Pesadelo de Osgood Perkins Chega Envolto em Mistério… e Com um Score Que Já Está a Dividir Críticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:43:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Osgood Perkins tem construído, quase em silêncio e sem pressas de agradar, uma das filmografias de terror mais sugestivas dos últimos anos. Depois do fenómeno inquietante que foi Longlegs e da recepção calorosa a The Monkey, o realizador regressa com Keeper — um filme envolto em secretismo, promovido pela Neon com a mesma estratégia de sombras e silêncio que transformou [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Osgood Perkins tem construído, quase em silêncio e sem pressas de agradar, uma das filmografias de terror mais sugestivas dos últimos anos. Depois do fenómeno inquietante que foi <em>Longlegs</em> e da recepção calorosa a <em>The Monkey</em>, o realizador regressa com <em>Keeper</em> — um filme envolto em secretismo, promovido pela Neon com a mesma estratégia de sombras e silêncio que transformou o seu nome numa espécie de promessa para fãs de terror psicológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/the-running-man-edgar-wright-stephen-king-e-a-reinvencao-de-um-classico-que-nunca-chegou-verdadeiramente-ao-ecra/">The Running Man — Edgar Wright, Stephen King e a Reinvenção de um Clássico que Nunca Chegou Verdadeiramente ao Ecrã</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">E agora que as primeiras críticas chegaram, a pergunta impõe-se:&nbsp;<strong>está à altura do hype?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Rotten Tomatoes,&nbsp;<em>Keeper</em>&nbsp;estreia-se com&nbsp;<strong>65% de aprovação</strong>, baseado nas primeiras dezenas de críticas. É uma recepção intermédia, mas longe de ser um desaire — e, mais importante ainda, confirma algo que já se suspeitava:&nbsp;<strong>Perkins continua a ser um realizador fascinante, mesmo quando a crítica se divide</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-21355" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper-1024x576.jpeg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper-300x169.jpeg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper-768x432.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper-1536x864.jpeg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/tatiana-maslany-rossif-sutherland-keeper.jpeg 1650w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O score não é o mais alto da carreira do cineasta, que recentemente atingiu os 86% com&nbsp;<em>Longlegs</em>, nem supera os 77% de&nbsp;<em>The Monkey</em>. Porém, supera outros trabalhos anteriores, como&nbsp;<em>I Am the Pretty Thing That Lives in the House</em>, que permanece nos 59%. Há uma oscilação clara, mas também uma evolução: Perkins é um cineasta que arrisca, que experimenta, que não segue tendências. E isso, no terror contemporâneo, vale ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As primeiras críticas sugerem um padrão comum. A narrativa de&nbsp;<em>Keeper</em>&nbsp;pode ser “delgada”, como descreveu o&nbsp;<em>Hollywood Reporter</em>, mas aquilo que parece manter a tensão e a eficácia é o trabalho dos actores — especialmente&nbsp;<strong>Tatiana Maslany</strong>, cuja performance muitos descrevem como o verdadeiro coração da obra. É interessante notar que Perkins já a tinha dirigido num papel mais pequeno em&nbsp;<em>The Monkey</em>; aqui, ele dá-lhe espaço para respirar, sofrer, comandar a câmara. É visível, nas palavras dos críticos, uma espécie de “confiança absoluta” na actriz, que retribui com um desempenho feroz, íntimo e inquietante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também quem note que a experiência de ver&nbsp;<em>Keeper</em>&nbsp;depende muito do espectador. Britt Hayes, da MovieWeb, escreveu que o filme funciona “se acreditarmos que Perkins usa estes tropos com um propósito claro, se considerarmos que os fins justificam os meios”. É uma observação certeira: o cinema de Perkins nunca foi sobre simplicidade ou gratificação imediata. É sobre atmosfera, silêncio, texturas emocionais — e sobre o desconforto que nasce do que não é explicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente de divisões críticas, há algo que ninguém contesta:&nbsp;<strong>Perkins está num ritmo criativo impressionante</strong>. Enquanto&nbsp;<em>Keeper</em>&nbsp;chega agora às salas, o realizador já está a meio da produção de&nbsp;<em>The Young People</em>, filme que tem gerado expectativas — não só pela premissa, mas pelo elenco, que inclui Lola Tung, Nico Parker e uma adição sonante:&nbsp;<strong>Nicole Kidman</strong>. É o tipo de velocidade criativa que poucos cineastas conseguem manter no género, especialmente num mercado onde o terror original luta para sobreviver entre sequelas, remakes e universos partilhados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/mobland-pierce-brosnan-e-tom-hardy-estao-de-volta-e-a-guerra-dos-harrigan-vai-recomecar/">MobLand — Pierce Brosnan e Tom Hardy Estão de Volta. E a Guerra dos Harrigan Vai Recomeçar.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com apenas&nbsp;<strong>1h39 de duração</strong>,&nbsp;<em>Keeper</em>&nbsp;promete ser mais uma obra contida, afiada e profundamente estilística — muito à imagem daquilo que fez de Perkins um nome incontornável do terror moderno. E mesmo que não atinja a mesma aclamação que&nbsp;<em>Longlegs</em>, o consenso é claro: este filme tem personalidade suficiente, risco suficiente e densidade emocional suficiente para justificar uma ida ao cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal,&nbsp;<strong>o terror precisa de vozes singulares</strong>. Mesmo quando essas vozes nos deixam inquietos, divididos ou fora do nosso lugar de conforto. Talvez especialmente por isso.</p>
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