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	<title>José Barahona &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>José Barahona &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Sobreviventes” Representa Portugal nos Prémios Ariel: Um Filme Que Aborda o Passado Esquecido do Colonialismo 🎥🇵🇹</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 08:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;Academia Portuguesa de Cinema&#160;escolheu&#160;Sobreviventes, de&#160;José Barahona, como o representante de Portugal na categoria de&#160;Melhor Filme Ibero-americano&#160;nos&#160;Prémios Ariel, organizados pela&#160;Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do México. ver também : Vozes Palestinianas em Destaque no Festival de Sundance 🎬🌍 A nomeação é um reconhecimento significativo para um filme que&#160;aborda de forma crua e pouco convencional o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Academia Portuguesa de Cinema</strong>&nbsp;escolheu&nbsp;<em>Sobreviventes</em>, de&nbsp;<strong>José Barahona</strong>, como o representante de Portugal na categoria de&nbsp;<strong>Melhor Filme Ibero-americano</strong>&nbsp;nos&nbsp;<strong>Prémios Ariel</strong>, organizados pela&nbsp;<strong>Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do México</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/vozes-palestinianas-em-destaque-no-festival-de-sundance-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%8c%8d/">Vozes Palestinianas em Destaque no Festival de Sundance <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nomeação é um reconhecimento significativo para um filme que&nbsp;<strong>aborda de forma crua e pouco convencional o passado colonial português e o tráfico negreiro</strong>, trazendo à tona um tema frequentemente ignorado no cinema nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma História de Naufrágio e Memória Esquecida <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2693.png" alt="⚓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sobreviventes</em>&nbsp;inspira-se no livro&nbsp;<em>Nação Crioula</em>, de&nbsp;<strong>José Eduardo Agualusa</strong>, e na personagem fictícia&nbsp;<strong>Fradique Mendes</strong>, criando um enredo que se desenrola a partir do naufrágio de um&nbsp;<strong>navio negreiro em meados do século XIX</strong>, numa altura em que o tráfico de escravos estava em declínio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme&nbsp;<strong>não suaviza a visão dos portugueses como agentes do colonialismo e da escravatura</strong>, oferecendo um retrato cru de um período da história que continua a ser debatido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Vermos os portugueses tendo atitudes muito racistas e esclavagistas não é tão habitual no cinema português quanto isso”</strong>, disse José Barahona numa das suas últimas entrevistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodado na&nbsp;<strong>costa portuguesa em 2022</strong>, o filme conta com um elenco de talento nacional e internacional, incluindo&nbsp;<strong>Anabela Moreira, Zia Soares, Ângelo Torres e Miguel Damião</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma Homenagem Póstuma a José Barahona <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nomeação de&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;tem um peso emocional especial, pois o realizador&nbsp;<strong>José Barahona faleceu em novembro de 2023, aos 55 anos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sua obra destaca-se pela abordagem de temas históricos sensíveis e pela preocupação em&nbsp;<strong>desafiar narrativas convencionais sobre o passado colonial</strong>. Esta candidatura surge, assim, como um tributo ao seu legado e ao impacto que o seu trabalho pode ter na redefinição da forma como Portugal lida com a sua história no cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Portugal nos Ariel: Uma Presença Crescente <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30e.png" alt="🌎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os&nbsp;<strong>Prémios Ariel</strong>&nbsp;são considerados os&nbsp;<strong>Óscares do cinema mexicano</strong>&nbsp;e têm ganho relevância no panorama ibero-americano. A presença portuguesa na competição reforça a internacionalização do cinema nacional e abre portas para que&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;alcance um público mais vasto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção é assinada pela&nbsp;<strong>brasileira Refinaria Filmes</strong>&nbsp;e pela&nbsp;<strong>portuguesa David &amp; Golias</strong>, consolidando mais uma ponte cinematográfica entre os dois países.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: Um Filme Necessário e Impactante <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um olhar duro sobre a escravatura e o colonialismo,&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;desafia a forma como a história de Portugal tem sido representada no cinema. A nomeação para os&nbsp;<strong>Prémios Ariel</strong>&nbsp;não só honra o trabalho de&nbsp;<strong>José Barahona</strong>, mas também coloca a produção nacional no mapa do cinema ibero-americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/christopher-nolan-vai-levar-odisseia-para-os-locais-historicos-da-jornada-de-odisseu-%f0%9f%8e%a5%e2%9c%a8/">Christopher Nolan Vai Levar “Odisseia” para os Locais Históricos da Jornada de Odisseu <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que Portugal conseguirá trazer a estatueta para casa? Independentemente do resultado, o impacto de&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;na forma como olhamos para o passado já é uma vitória.</p>
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		<title>José Barahona: O Legado do Realizador que Transformou Histórias em Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 12:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[colonialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estive em Lisboa e Lembrei de Você]]></category>
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					<description><![CDATA[O cinema português perdeu uma das suas vozes mais únicas com a morte do realizador José Barahona, aos 55 anos, em Lisboa. Com uma carreira marcada por obras que exploram temas como o colonialismo, a escravatura e as tensões políticas, Barahona deixa um legado que transcende fronteiras, ligando Portugal, Brasil e outras partes do mundo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O cinema português perdeu uma das suas vozes mais únicas com a morte do realizador José Barahona, aos 55 anos, em Lisboa. Com uma carreira marcada por obras que exploram temas como o colonialismo, a escravatura e as tensões políticas, Barahona deixa um legado que transcende fronteiras, ligando Portugal, Brasil e outras partes do mundo através da sétima arte.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Carreira Dedicada à História e à Reflexão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Lisboa em 1969, José Barahona formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema e complementou os estudos nos Estados Unidos e em Cuba. Estreou-se no cinema com curtas-metragens documentais, incluindo&nbsp;<em>Vianna da Mota</em>, uma homenagem ao compositor de quem era bisneto. O documentário foi uma porta de entrada para projetos que exploraram o impacto da história recente de Portugal, como&nbsp;<em>Anos de Guerra – Guiné 1963-1974</em>&nbsp;(2000), que revisitou o período da guerra colonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-complete-unknown-o-biopic-de-bob-dylan-que-promete-surpreender-com-timothee-chalamet-no-papel-principal/">“A Complete Unknown”: O Biopic de Bob Dylan que Promete Surpreender com Timothée Chalamet no Papel Principal</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os seus trabalhos mais conhecidos estão&nbsp;<em>Estive em Lisboa e Lembrei de Você</em>&nbsp;(2014), uma coprodução luso-brasileira baseada na obra de Luiz Ruffato, e&nbsp;<em>Nheengatu – A Língua da Amazónia</em>&nbsp;(2020), que examina o impacto linguístico e cultural do colonialismo na Amazónia. Barahona também trabalhou com figuras icónicas do cinema português, como Margarida Cardoso e Rita Azevedo Gomes, contribuindo para fortalecer o diálogo entre diferentes vozes artísticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Legado que Perdura</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A sua obra recente,&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;(2023), abordou as questões do colonialismo e da escravatura, coescrevendo o argumento com o escritor José Eduardo Agualusa. Com uma carreira dedicada à reflexão sobre a história e à conexão entre culturas, Barahona deixa um vazio significativo no cinema nacional. O seu trabalho será lembrado como uma ponte entre o passado e o presente, explorando as complexidades das identidades culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/thomas-vinterberg-explora-empatia-e-solidariedade-numa-distopia-climatica-em-families-like-ours/">Thomas Vinterberg Explora Empatia e Solidariedade numa Distopia Climática em “Families Like Ours”</a></p>



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