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	<title>Johnny Vegas &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>The Twits: A Nova Aposta da Netflix Que Divide Críticos e Fãs de Roald Dahl 🎩🐒</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Netflix voltou a mergulhar no universo de Roald Dahl — e, desta vez, o mergulho veio com lama. The Twits, a nova adaptação animada do clássico infantil, chegou à plataforma envolta em curiosidade e polémica. O filme, realizado por Phil Johnston (Zootopia, Wreck-It Ralph), promete reintroduzir às novas gerações um dos livros mais bizarros e grotescos do autor [&#8230;]]]></description>
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<p>A Netflix voltou a mergulhar no universo de Roald Dahl — e, desta vez, o mergulho veio com lama. <em>The Twits</em>, a nova adaptação animada do clássico infantil, chegou à plataforma envolta em curiosidade e polémica. O filme, realizado por <strong>Phil Johnston</strong> (<em>Zootopia</em>, <em>Wreck-It Ralph</em>), promete reintroduzir às novas gerações um dos livros mais bizarros e grotescos do autor britânico. Mas o resultado tem deixado o público dividido entre o espanto e a perplexidade.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/alec-baldwin-choca-contra-arvore-nos-hamptons-mas-sai-ileso-%f0%9f%9a%97%f0%9f%8c%b3/">Alec Baldwin Choca Contra Árvore nos Hamptons — Mas Sai Ileso <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f697.png" alt="🚗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>O livro original de 1980 contava a história de um casal repulsivo, o Sr. e a Sra. Twit — dois seres desagradáveis, malcheirosos e desprovidos de empatia — que se divertiam a torturar animais e a fazer partidas um ao outro. Dahl criou-os como um exercício de repulsa, quase um manifesto contra a fealdade moral e física. No entanto, a nova versão da Netflix opta por atualizar o contexto: os Twits continuam asquerosos, mas agora vivem numa cidade moderna e planeiam abrir um parque de diversões insalubre, repleto de colchões sujos e infrações sanitárias.</p>



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<p>O que poderia ser uma comédia de mau gosto tornou-se, curiosamente, uma alegoria política. Vários críticos têm sublinhado que o filme acaba por refletir sobre o populismo contemporâneo, com os Twits a convencerem os cidadãos de uma cidade decadente a apoiar o seu projeto “para devolver a glória perdida”. A metáfora é difícil de ignorar — e muitos observadores aplaudem a ousadia de introduzir, num filme infantil, uma reflexão tão clara sobre manipulação e poder.</p>



<p>Ainda assim, há quem veja aqui o ponto fraco da adaptação. Para alguns críticos, a tentativa de transformar um conto grotesco numa fábula moral sobre o estado do mundo acaba por diluir o humor negro e a crueldade absurda que sempre caracterizaram o espírito de Dahl. O&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;descreveu o resultado como “americanizado e grotesco nos momentos errados”, enquanto o&nbsp;<em>The Times</em>&nbsp;acusou a Netflix de “domesticar” a irreverência do autor britânico.</p>



<p>Nem tudo, porém, são espinhos. O elenco vocal tem recebido elogios generalizados — com&nbsp;<strong>Margo Martindale</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Johnny Vegas</strong>&nbsp;a darem vida (e uma boa dose de viscosidade cómica) ao casal Twit.&nbsp;<strong>Natalie Portman</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Timothy Simons</strong>emprestam vozes aos carismáticos macacos Muggle-Wumps, as verdadeiras vítimas da história, e há ainda um cameo divertido do próprio realizador. Mesmo as canções originais, compostas por&nbsp;<strong>David Byrne</strong>, embora pouco memoráveis segundo a crítica, conferem ao filme um tom excêntrico e algo experimental.</p>



<p>Visualmente, a animação tem dividido opiniões. Alguns apreciam o aspeto deliberadamente “sujo” e pouco polido, que mantém o espírito anárquico do texto, enquanto outros consideram o resultado abaixo dos padrões técnicos de estúdios como a Disney ou a DreamWorks. Ainda assim, há quem veja nessa imperfeição uma escolha estética consciente — um reflexo do mundo grotesco dos Twits.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mark-wahlberg-esta-de-volta-em-the-family-plan-2-a-nova-comedia-de-acao-da-apple-tv-chega-com-sabor-europeu-%f0%9f%87%aa%f0%9f%87%ba%f0%9f%8e%ac/">Mark Wahlberg Está de Volta em The Family Plan 2: A Nova Comédia de Ação da Apple TV Chega com Sabor Europeu <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ea-1f1fa.png" alt="🇪🇺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>No final,&nbsp;<em>The Twits</em>&nbsp;é um filme que não passa despercebido. Há quem o acuse de perder o encanto do original e quem o celebre como a adaptação mais ousada de Dahl até hoje. Talvez o seu maior mérito seja esse: conseguir provocar reações tão intensas — entre o riso, o desconforto e a reflexão política — num público que esperava apenas uma comédia animada.</p>



<p>Afinal, num mundo em que tantas histórias são polidas até à exaustão, talvez seja refrescante ver uma que ainda se atreve a ser… desagradável.</p>
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