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	<title>John Wick todos os filmes ordem &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>John Wick todos os filmes ordem &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Os 10 Melhores Filmes de Acção de Keanu Reeves — de Vancouver para o multiverso, passando por um autocarro sem travões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:45:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Keanu Reeves é um caso único em Hollywood. Não tem o histórico de prémios de um Daniel Day-Lewis nem a versatilidade técnica de um Meryl Streep — e não precisa. O que tem é uma presença física e uma qualidade de quietude que funciona de formas que a maioria dos actores mais &#8220;sérios&#8221; nunca conseguiu [&#8230;]]]></description>
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<p>Keanu Reeves é um caso único em Hollywood. Não tem o histórico de prémios de um Daniel Day-Lewis nem a versatilidade técnica de um Meryl Streep — e não precisa. O que tem é uma presença física e uma qualidade de quietude que funciona de formas que a maioria dos actores mais &#8220;sérios&#8221; nunca conseguiu replicar no cinema de acção. É também o actor de acção mais amado da internet — um estatuto que conquistou tanto pelos seus papéis como pela forma como se comporta fora deles. Com&nbsp;<em>John Wick: Capítulo 5</em>&nbsp;em pré-produção, é o momento certo para revisitar como chegámos aqui.</p>



<p><strong>10. 47 Ronin (2013)</strong>&nbsp;Carl Rinsch dirigiu esta reinterpretação da lenda japonesa dos 47 ronin com Reeves como Kai, um guerreiro de origem mista que se junta aos samurais na sua missão de vingança. É um filme injustamente maltratado pela crítica na época — visualmente rico, com uma mitologia construída com cuidado e Reeves completamente à vontade num registo épico que poucos actores ocidentais conseguem habitar com credibilidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="646" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013-646x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25818" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013-646x1024.jpg 646w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013-189x300.jpg 189w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013-768x1217.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013-970x1536.jpg 970w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/47-Ronin-2013.jpg 1000w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></figure>



<p><strong>9. John Wick: Capítulo 4 (2023)</strong>&nbsp;Chad Stahelski pegou no universo que construiu ao longo de uma década e entregou o filme mais ambicioso da saga — uma perseguição pelo mundo inteiro que culmina numa sequência em Paris filmada de cima para baixo num plano de drone que é pura coreografia de acção. É longo, é excessivo e é exactamente o que devia ser.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-25820" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-683x1024.jpeg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-200x300.jpeg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-768x1152.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-1024x1536.jpeg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-1365x2048.jpeg 1365w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-4_64901996d402a-scaled.jpeg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p><strong>8. Matrix Revoluções (2003)</strong>&nbsp;O fecho da trilogia original é o mais dividido dos três — e também o que tem a batalha mais épica, com a defesa de Zion contra as máquinas numa sequência de guerra que os efeitos visuais de 2003 tornaram possível pela primeira vez. Reeves como Neo em modo de sacrifício final é uma imagem que encerrou uma trilogia com o peso que ela merecia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="640" height="945" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/the-matrix-revolutions-turns-20-the-150-million-threequel-v0-OLt9rzpWia22ixNyHKvGR80mgOaaFu_Bi-ZNAE-KTuw.jpg.webp" alt="" class="wp-image-25821" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/the-matrix-revolutions-turns-20-the-150-million-threequel-v0-OLt9rzpWia22ixNyHKvGR80mgOaaFu_Bi-ZNAE-KTuw.jpg.webp 640w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/the-matrix-revolutions-turns-20-the-150-million-threequel-v0-OLt9rzpWia22ixNyHKvGR80mgOaaFu_Bi-ZNAE-KTuw.jpg-203x300.webp 203w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p><strong>7. Ponto de Ruptura (1991)</strong>&nbsp;Kathryn Bigelow — que mais tarde ganharia o Óscar por&nbsp;<em>The Hurt Locker</em>&nbsp;— dirigiu Reeves como um agente do FBI que se infiltra numa gang de surfistas suspeitos de assaltos a bancos. É um filme de acção dos anos 90 no seu estado mais puro: adrenalina, sol, Patrick Swayze e uma premissa que só funciona se não se pensar demasiado. É também o filme onde Reeves percebeu que o cinema de acção era o seu território.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="723" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-723x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25822" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-723x1024.jpg 723w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-212x300.jpg 212w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-768x1087.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-1085x1536.jpg 1085w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break-1447x2048.jpg 1447w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Point-Break.jpg 1535w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></figure>



<p><strong>6. John Wick: Capítulo 3 — Parabellum (2019)</strong>&nbsp;A terceira entrada da saga é a mais inventiva em termos de cenários e adversários — de um museu de armas a um deserto marroquino, passando por um hotel cheio de assassinos em fato de gala. Halle Berry e os seus cães treinados roubam metade do filme. A outra metade pertence a Reeves, que aos 54 anos fazia ainda sequências físicas que actores vinte anos mais novos recusariam.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="692" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/john_wick_chapter_three_ver26_xlg-692x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25823" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/john_wick_chapter_three_ver26_xlg-692x1024.jpg 692w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/john_wick_chapter_three_ver26_xlg-203x300.jpg 203w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/john_wick_chapter_three_ver26_xlg-768x1137.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/john_wick_chapter_three_ver26_xlg.jpg 1013w" sizes="(max-width: 692px) 100vw, 692px" /></figure>



<p><strong>5. Velocidade Máxima (1994)</strong>&nbsp;Jan de Bont colocou um autocarro com uma bomba que não pode abrandar abaixo dos 80km/h e dois actores — Reeves e Sandra Bullock — que tinham exactamente a química necessária para tornar a premissa absurda em cinema genuinamente tenso. É puro entretenimento de alta octanagem, filmado com uma competência técnica que muitos blockbusters actuais com dez vezes o orçamento não conseguem igualar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="705" height="1000" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/speed.jpg" alt="" class="wp-image-25824" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/speed.jpg 705w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/speed-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 705px) 100vw, 705px" /></figure>



<p><strong>4. Matrix Recarregado (2003)</strong>&nbsp;O segundo filme da trilogia é o mais ambicioso e o mais dividido — e também o que tem a melhor cena de acção dos três: a perseguição na auto-estrada, filmada numa pista construída de raiz em Oakland, continua a ser uma das sequências mais impressionantes tecnicamente do cinema de ficção científica. Reeves como Neo em modo de domínio total é uma imagem que define uma geração de cinema.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Matrix-Reloaded-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25825" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Matrix-Reloaded-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Matrix-Reloaded-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Matrix-Reloaded-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/Matrix-Reloaded.jpg 1000w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p><strong>3. John Wick: Capítulo 2 (2017)</strong>&nbsp;Se o primeiro&nbsp;<em>John Wick</em>&nbsp;apresentou o personagem, o segundo expandiu o seu universo com uma ambição e uma coerência visual raramente vistas no cinema de acção. Stahelski construiu um filme que usa Roma como palco para alguns dos confrontos mais coreografados e mais esteticamente coerentes do género — com um duelo final num labirinto de espelhos que é pura elegância cinematográfica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-664x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-25827" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-664x1024.jpeg 664w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-195x300.jpeg 195w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-768x1184.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-996x1536.jpeg 996w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-1329x2048.jpeg 1329w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John_Wick_2-1-scaled.jpeg 1661w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></figure>



<p><strong>2. John Wick (2014)</strong>&nbsp;Chad Stahelski e David Leitch pegaram numa premissa simples — um assassino reformado que regressa ao negócio depois de matarem o seu cão — e construíram um dos filmes de acção mais influentes da última década. O estilo visual limpo, a coreografia de combate baseada em artes marciais reais e a construção de um submundo criminal com as suas próprias regras redefiniu o que o cinema de acção podia ser. Tudo o que veio depois deve algo a&nbsp;<em>John Wick</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25828" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick-1024x1536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/John-Wick.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p><strong>1. Matrix (1999)</strong>&nbsp;As irmãs Wachowski mudaram o cinema de ficção científica, a estética visual do blockbuster e a forma como toda uma geração pensa sobre realidade e ilusão. Reeves como Neo — o programador que descobre que o mundo que conhece é uma simulação — é uma das performances mais icónicas dos últimos trinta anos. &#8220;There is no spoon.&#8221; Trinta anos depois, toda a gente sabe o que isso significa — e toda a gente sabe como Keanu Reeves dobrou aquela colher.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover-768x1024.webp" alt="" class="wp-image-25829" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover-768x1024.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover-225x300.webp 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover-1152x1536.webp 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover-1536x2048.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/The_Matrix_digital_release_cover.webp 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



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