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	<title>John Candy I Like Me &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>TIFF 2025: Chris Evans, Sydney Sweeney, Angelina Jolie e Vince Vaughn lideram a lista quente de estreias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 10:45:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um mercado cauteloso mas esperançoso O&#160;50.º Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF)&#160;abre com um ambiente de “otimismo cauteloso”, como descrevem os vendedores no arranque de mais uma temporada de aquisições. As atenções dividem-se entre a secção artística e o mercado, que volta a reunir&#160;estúdios, plataformas de streaming e novos distribuidores&#160;em busca do próximo grande [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um mercado cauteloso mas esperançoso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>50.º Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF)</strong>&nbsp;abre com um ambiente de “otimismo cauteloso”, como descrevem os vendedores no arranque de mais uma temporada de aquisições. As atenções dividem-se entre a secção artística e o mercado, que volta a reunir&nbsp;<strong>estúdios, plataformas de streaming e novos distribuidores</strong>&nbsp;em busca do próximo grande título.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/john-candy-i-like-me-abre-o-festival-de-toronto-com-emocao-e-memoria-de-um-icone-canadiano/">John Candy: I Like Me  abre o Festival de Toronto com emoção e memória de um ícone canadiano</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os filmes mais aguardados estão projetos com&nbsp;<strong>Chris Evans, James McAvoy, Vince Vaughn, Amanda Seyfried, Angelina Jolie</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sydney Sweeney</strong>, numa edição repleta de estrelas a tentar seduzir compradores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Streamers, salas e novas regras do jogo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de anos marcados por negócios milionários fechados a alta velocidade, o cenário mudou. Hoje, tanto streamers como distribuidores analisam cuidadosamente o&nbsp;<strong>retorno sobre investimento</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Apple</strong> prefere desenvolver conteúdos in-house.</li>



<li><strong>Amazon</strong> foca-se em direitos internacionais.</li>



<li><strong>Netflix</strong> ainda investe pesado em aquisições globais — pagou 20 milhões de dólares por <em>Hit Man</em> de Richard Linklater e 11 milhões por <em>Woman of the Hour</em>, de Anna Kendrick, no TIFF 2023.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Já os distribuidores independentes enfrentam dificuldades acrescidas, sobretudo aqueles sem parcerias&nbsp;<em>pay-one</em>&nbsp;com plataformas. Ainda assim, players como&nbsp;<strong>Sony Pictures Classics (Netflix)</strong>,&nbsp;<strong>Searchlight (Hulu)</strong>,&nbsp;<strong>Focus Features (Peacock)</strong>,&nbsp;<strong>Neon (Hulu)</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>A24 (HBO Max)</strong>&nbsp;mantêm espaço para investir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Novos compradores em cena</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há também espaço para novidades:&nbsp;<strong>Black Bear Finance</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Row K</strong>, apoiados pela Media Capital Technologies e liderados por Megan Colligan (ex-Paramount), entram este ano no circuito com vontade de mexer no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o “novo Paramount” de&nbsp;<strong>David Ellison</strong>&nbsp;já assumiu o objetivo de lançar&nbsp;<strong>15 filmes em 2026 e 20 por ano no futuro</strong>&nbsp;— um sinal de vitalidade que pode mexer no panorama.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Casos de estudo recentes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom exemplo do impacto de uma compra certeira foi&nbsp;<em>The Brutalist</em>, estreado em Veneza e comprado pela A24 por 10 a 15 milhões. O filme rendeu 16,4 milhões de dólares no mercado doméstico e conquistou&nbsp;<strong>10 nomeações ao Óscar</strong>, incluindo Melhor Filme, arrecadando três estatuetas, entre elas Melhor Ator para&nbsp;<strong>Adrien Brody</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste,&nbsp;<em>Eden</em>&nbsp;(de Ron Howard, com Sydney Sweeney, Jude Law e Ana de Armas), após críticas mornas no TIFF, demorou quase um ano a chegar às salas via Vertical Entertainment.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que esperar em 2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O festival abre com o documentário&nbsp;<strong><em>John Candy: I Like Me</em></strong>&nbsp;(Amazon MGM), mas os olhares estão também sobre&nbsp;<strong><em>Motor City</em></strong>, de&nbsp;<strong>Potsy Ponciroli</strong>, com&nbsp;<strong>Ben Foster</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Shailene Woodley</strong>. O gangster thriller, notável por ter&nbsp;<strong>pouco diálogo</strong>, estreou em Veneza e chega agora a Toronto para testar o seu poder no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/alan-ritchson-vai-interpretar-heroi-navy-seal-mike-thornton-em-novo-filme-da-amazon-mgm/">Alan Ritchson vai interpretar herói Navy SEAL Mike Thornton em novo filme da Amazon MGM</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros títulos vão tentar atrair distribuidores com olho no Óscar ou no box office, sabendo que, no pós-pandemia, o sucesso já não se mede apenas pelo número pago no calor do festival, mas pela estratégia de lançamento a longo prazo.</p>
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		<title>John Candy: I Like Me  abre o Festival de Toronto com emoção e memória de um ícone canadiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 10:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma homenagem justa a “Johnny Toronto” O&#160;Festival Internacional de Cinema de Toronto&#160;abriu este ano com um tributo profundamente canadiano: a estreia de&#160;John Candy: I Like Me, documentário realizado por&#160;Colin Hanks&#160;e produzido por&#160;Ryan Reynolds, que celebra a vida e a carreira do ator e comediante&#160;John Candy. ver também O Monte dos Vendavais : Margot Robbie e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma homenagem justa a “Johnny Toronto”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Festival Internacional de Cinema de Toronto</strong>&nbsp;abriu este ano com um tributo profundamente canadiano: a estreia de&nbsp;<strong><em>John Candy: I Like Me</em></strong>, documentário realizado por&nbsp;<strong>Colin Hanks</strong>&nbsp;e produzido por&nbsp;<strong>Ryan Reynolds</strong>, que celebra a vida e a carreira do ator e comediante&nbsp;<strong>John Candy</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-monte-dos-vendavais-margot-robbie-e-jacob-elordi-inflamam-o-primeiro-trailer-do-classico-de-emily-bronte-por-emerald-fennell/">O Monte dos Vendavais : Margot Robbie e Jacob Elordi inflamam o primeiro trailer do clássico de Emily Brontë por Emerald Fennell</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido por papéis inesquecíveis em <em>Planes, Trains and Automobiles</em>, <em>Uncle Buck</em> e <em>The Great Outdoors</em>, Candy foi muito mais do que uma estrela de comédia. Era, como disse Mel Brooks no filme, “um ator total porque era uma pessoa total”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/90-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-19184" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/90-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/90-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/90-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/90.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ryan Reynolds e Colin Hanks numa réplica do carro de Antes Só, que Mal Acompanhado no original Planes, Trains and Automobiles</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O filme e o legado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário, que estreia no&nbsp;<strong>Prime Video a 10 de outubro</strong>, é o&nbsp;<strong>primeiro grande retrato cinematográfico</strong>&nbsp;de Candy desde a sua morte precoce, em 1994, aos 43 anos, vítima de falha cardíaca. O título —&nbsp;<em>I Like Me</em>&nbsp;— recupera uma das frases mais marcantes de&nbsp;<em>Planes, Trains and Automobiles</em>, transformada aqui em mote para a vida e obra de um homem que, no ecrã e fora dele, transmitia autenticidade, humor e calor humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reynolds sublinha esse legado com emoção:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ele morreu do coração e, ironicamente, o que deixou foi o coração. É isso que permanece.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre família e cinema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O filme conta com testemunhos íntimos dos filhos de Candy,&nbsp;<strong>Jennifer e Chris</strong>, que recordam como as cassetes de&nbsp;<em>Radio Kandy</em>&nbsp;e a coleção de DVDs dos filmes do pai os ajudaram a lidar com a perda. “Era uma forma de voltar a ouvir a sua voz”, confessa Jennifer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Chris, rever os filmes foi um reencontro tardio mas revelador: “Fiquei espantado com o talento dele.” Ambos descrevem o documentário como uma cápsula do tempo que perpetua a presença do pai.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A visão de Colin Hanks</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hanks, que já tinha assinado o documentário&nbsp;<em>All Things Must Pass</em>&nbsp;sobre a Tower Records, procura aqui ir além da simples homenagem. Para ele, a questão central era descobrir o que fazia de Candy um verdadeiro “everyman”, alguém que parecia ser o&nbsp;<strong>tio de todos</strong>. O realizador recorda mesmo a sua própria infância, quando o conheceu nos bastidores de&nbsp;<em>Splash</em>, filme em que Candy contracenava com o seu pai, Tom Hanks.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ele fazia qualquer pessoa sentir-se importante, até uma criança como eu”, recorda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O peso da influência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Reynolds, que cresceu a ver Candy em&nbsp;<em>SCTV</em>, admite que o comediante canadiano marcou a sua carreira. Nos filmes de&nbsp;<em>Deadpool</em>, espalhou&nbsp;<strong>“ovos de Páscoa”</strong>&nbsp;em homenagem a Candy: desde canecas com a frase “I like me” a carros idênticos aos usados em&nbsp;<em>Planes, Trains</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gosto de o ter por perto”, afirma Reynolds. “Sinto-me mais seguro, mais honesto.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um arranque à altura</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do documentário para abrir o festival foi vista como natural: Candy, apelidado de&nbsp;<strong>“Johnny Toronto”</strong>, é ainda hoje um dos rostos mais queridos da cultura canadiana. O público da noite de estreia aplaudiu de pé a celebração de um homem que, como resume Bill Murray logo no início do filme,&nbsp;<strong>simplesmente não tinha defeitos à altura das suas virtudes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/sophie-turner-e-a-nova-lara-croft-no-reboot-de-tomb-raider-da-amazon/">Sophie Turner é a nova Lara Croft no reboot de Tomb Raider da Amazon</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não temos uma versão legendada do trailer, mas o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PrcQRsrBcCk" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/watch?v=PrcQRsrBcCk" target="_blank" rel="noopener">trailer original está aqui</a></p>
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