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	<title>Jimmy Kimmel &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Jimmy Kimmel &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Stephen Colbert Enfrenta a CBS em Directo e Publica Entrevista Proibida no YouTube</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 12:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[A polémica que agitou o “The Late Show” e reacendeu o debate sobre liberdade editorial A televisão norte-americana voltou a entrar em território turbulento. Stephen Colbert revelou, em pleno monólogo do The Late Show with Stephen Colbert, que foi impedido pela CBS de entrevistar o deputado texano James Talarico. O momento aconteceu no arranque do programa. Depois de apresentar [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A polémica que agitou o “The Late Show” e reacendeu o debate sobre liberdade editorial</strong></h2>



<p>A televisão norte-americana voltou a entrar em território turbulento. <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Stephen+Colbert" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Stephen+Colbert">Stephen Colbert</a> revelou, em pleno monólogo do The Late Show with Stephen Colbert, que foi impedido pela CBS de entrevistar o deputado texano James Talarico.</p>



<p>O momento aconteceu no arranque do programa. Depois de apresentar a banda e anunciar a actriz <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jennifer+Garner%C2%A0" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jennifer+Garner%C2%A0">Jennifer Garner </a>como convidada da noite, Colbert perguntou ao público: “Sabem quem não é um dos meus convidados esta noite?” E respondeu de imediato: James Talarico.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/a-serie-que-vai-falar-de-sexo-como-nunca-vimos-na-televisao-portuguesa/">A Série Que Vai Falar de Sexo Como Nunca Vimos na Televisão Portuguesa</a></p>



<p>Segundo o apresentador, os advogados da cadeia televisiva contactaram directamente a produção para impedir a presença do político na emissão. Mais do que isso: terá sido também instruído a não mencionar publicamente que a entrevista tinha sido cancelada.</p>



<p>Naturalmente, fez exactamente o contrário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A regra do “tempo de antena igual” volta ao centro da discussão</strong></h2>



<p>Colbert explicou que a decisão da CBS surge na sequência de novas orientações da Comissão Federal de Comunicações (FCC) sobre a chamada regra do “equal time”. Esta norma determina que, caso um candidato político qualificado apareça numa emissão, as estações de televisão devem conceder tempo equivalente aos seus adversários, caso estes o solicitem.</p>



<p>Historicamente, programas de informação têm estado isentos dessa obrigação ao abrigo da chamada “bonafide news exemption”. E, durante décadas, talk shows diurnos e nocturnos — como The View ou Jimmy Kimmel Live! — assumiram que também beneficiavam dessa excepção, mesmo quando recebiam figuras políticas como Joe Biden ou Kamala Harris.</p>



<p>Contudo, o presidente da FCC, Brendan Carr, indicou recentemente que essa interpretação poderá deixar de ser automática. Segundo Carr, a qualificação de um programa como “noticiário legítimo” dependerá de vários factores, incluindo a eventual “motivação partidária” por trás da escolha de convidados. Numa declaração particularmente polémica, afirmou: “Se forem ‘fake news’, não se qualificam para a excepção.”</p>



<p>Colbert comentou com ironia: “Não é surpresa que duas das pessoas mais afectadas por esta ameaça sejamos eu e o meu amigo Jimmy Kimmel.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da televisão para o YouTube</strong></h2>



<p>Numa reviravolta previsível — e estrategicamente moderna — Colbert anunciou que iria seguir o “conselho” implícito de Carr: publicou a entrevista completa com James Talarico no YouTube.</p>



<p>Se a televisão aberta impõe limites, as plataformas digitais oferecem margem de manobra. O gesto não é apenas uma provocação; é também um sinal dos tempos. A linha entre entretenimento e comentário político está cada vez mais ténue, e os late night hosts tornaram-se figuras influentes no debate público norte-americano.</p>



<p>A CBS ainda não comentou oficialmente o caso, mas a situação levanta questões delicadas sobre liberdade editorial, responsabilidade regulatória e o papel do humor político num cenário mediático altamente polarizado.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-regresso-mais-emocionante-da-televisao-esta-quase-ai-e-chega-em-exclusivo-a-portugal/">O Regresso Mais Emocionante da Televisão Está Quase Aí — E Chega em Exclusivo a Portugal</a></p>



<p>No meio da tensão, Colbert fez aquilo que melhor sabe: transformou a controvérsia num espectáculo — e, ao mesmo tempo, numa declaração de princípios.</p>
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		<title>Jimmy Kimmel promete “invadir” os Óscares se documentário sobre Melania Trump for nomeado 🎭</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 14:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Óscares 2027]]></category>
		<category><![CDATA[sátira política]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma piada que virou ameaça… ou promessa solene Jimmy Kimmel voltou a apontar baterias à política americana — e aos seus satélites mediáticos — durante o monólogo de 2 de Fevereiro do Jimmy Kimmel Live. O alvo desta vez foi a reacção entusiasmada da Fox News ao documentário Melania, centrado na antiga Primeira-Dama dos Estados Unidos. Segundo uma comentadora do [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Uma piada que virou ameaça… ou promessa solene</strong></p>



<p>Jimmy Kimmel voltou a apontar baterias à política americana — e aos seus satélites mediáticos — durante o monólogo de 2 de Fevereiro do <em>Jimmy Kimmel Live</em>. O alvo desta vez foi a reacção entusiasmada da <a href="chatgpt://generic-entity?number=1">Fox News</a> ao documentário <em>Melania</em>, centrado na antiga Primeira-Dama dos Estados Unidos. Segundo uma comentadora do canal, o filme “deveria ser nomeado para os Óscares”. Kimmel não deixou passar.</p>



<p>“Se&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;for nomeado para um Óscar, eu vou apresentar essa cerimónia”, garantiu o humorista, entre aplausos do público. “Quer me convidem ou não. Eu vou insistir.” Uma frase que, no universo de Kimmel, soa menos a bravata e mais a aviso formal.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/tres-documentarios-tres-mundos-fevereiro-e-mes-de-olhar-portugal-no-tvcine-edition/">Três Documentários, Três Mundos: Fevereiro é Mês de Olhar Portugal no TVCine Edition</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rotten Tomatoes vs. Fox News: dois mundos, dois termómetros</strong></h2>



<p>O comediante sublinhou o contraste entre a recepção crítica e o entusiasmo televisivo: enquanto o documentário soma uns modestos 7% no Rotten Tomatoes, na Fox News atinge uns imaculados 100%. Para Kimmel, trata-se apenas de uma diferença de critérios… e de realidade.</p>



<p>Já antes da estreia, o apresentador tinha classificado o filme como “um suborno de 75 milhões de dólares pago pela Amazon”, acusando o projecto de ser um exercício de vaidade com produção corporativa musculada. Após a estreia, voltou à carga, descrevendo os sete milhões arrecadados no primeiro fim-de-semana como “o maior sucesso de sempre para um projecto de vaidade não musical com aroma a suborno empresarial”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma velha guerra com novos episódios</strong></h2>



<p>A relação de Kimmel com&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2">Donald Trump</a>&nbsp;está longe de ser pacífica e já teve momentos memoráveis na cerimónia dos&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3">Óscares</a>. Em 2024, enquanto apresentava a gala, Kimmel interrompeu o espectáculo para ler em voz alta um ataque pessoal publicado por Trump nas redes sociais.</p>



<p>A resposta foi instantânea, cruel e eficaz, com uma piada que terminou numa referência directa ao sistema prisional. Um daqueles momentos em que Hollywood pareceu esquecer o guião e lembrar-se de que, às vezes, a comédia é a arma mais afiada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Óscares, sátira e um documentário improvável</strong></h2>



<p>Em 2026, a cerimónia será novamente apresentada por Conan O’Brien, mas Kimmel já deixou claro que está disponível para regressar — especialmente se&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;entrar na corrida dourada. Quanto ao documentário, que acompanha a antiga Primeira-Dama nas semanas que antecederam uma nova tomada de posse presidencial, continua a dividir opiniões, gargalhadas e canais de televisão.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/sorriam-esta-tudo-sob-controlo-um-sinal-secreto-chega-ao-tvcine-top/">Sorriam, Está Tudo Sob Controlo: Um Sinal Secreto Chega ao TVCine Top</a></p>



<p>Se chegar aos Óscares, uma coisa é certa: Jimmy Kimmel não vai ficar calado.</p>
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		<title>Jimmy Kimmel satiriza Trump por “abraçar” Nobel Peace Prize como um biberão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 19:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ABC humour]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump Nobel Peace Prize]]></category>
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					<description><![CDATA[O apresentador Jimmy Kimmel dedicou parte do seu monólogo no programa Jimmy Kimmel Live! a fazer uma crítica mordaz ao Donald Trump após este ter aceite, de forma simbólica, a medalha do Nobel Peace Prize de 2025 das mãos da líder da oposição venezuelana María Corina Machado.   Machado tinha sido premiada pelo seu papel na resistência democrática no seu país, mas abraçou Trump com [&#8230;]]]></description>
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<p>O apresentador <strong>Jimmy Kimmel</strong> dedicou parte do seu monólogo no programa <em>Jimmy Kimmel Live!</em> a fazer uma crítica mordaz ao <strong>Donald Trump</strong> após este ter aceite, de forma simbólica, a medalha do <strong>Nobel Peace Prize</strong> de 2025 das mãos da líder da oposição venezuelana <strong>María Corina Machado</strong>.  </p>



<p>Machado tinha sido premiada pelo seu papel na resistência democrática no seu país, mas abraçou Trump com uma entrega de medalha durante uma visita à Casa Branca, gesto que rapidamente se tornou tema de debate público.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Kimmel não poupou na ironia. Durante o segmento de abertura transmitido a 16 de janeiro, comparou a forma como Trump segurou a medalha à imagem de um bebé a chupar um biberão, sugerindo que o ex-presidente parecia mais interessado no troféu do que no reconhecimento ou no significado político do gesto.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/TADHR36CQZCJVFJHGGMUPW4L5E.png-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-23125" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/TADHR36CQZCJVFJHGGMUPW4L5E.png-1024x576.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/TADHR36CQZCJVFJHGGMUPW4L5E.png-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/TADHR36CQZCJVFJHGGMUPW4L5E.png-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/TADHR36CQZCJVFJHGGMUPW4L5E.png.jpg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O apresentador também fez piada com a frustração alegada de Trump por não ter ganho o prémio oficialmente — um ponto que alimentou a sua sátira — e utilizou o momento para propor uma troca caricatural: ofereceu a Trump alguns dos seus próprios troféus, incluindo Emmys e outros prémios conquistados ao longo da carreira, em troca da retirada da agência federal&nbsp;<strong>ICE</strong>&nbsp;de Minneapolis, numa crítica bem-humorada mas cortante às políticas de imigração e à presença de agentes federais na cidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Kimmel explorou ainda essa “troca de prémios” com humor adicional, lembrando que, se Trump gosta tanto de troféus, oferecer-lhe algo que ele valorize poderia, ironicamente, incentivá-lo a agir politicamente de acordo com os desejos do apresentador.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A abordagem de Kimmel insere-se numa tradição de comédia política em que figuras da política são alvo de sátira no palco de programas <em>late night</em>, misturando crítica social com humor popular. </p>
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		<title>Jimmy Kimmel usa a televisão britânica para um ataque natalício feroz a Donald Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 13:46:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[política nos EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[“Do ponto de vista do fascismo, foi um grande ano”, ironizou o humorista no Channel 4 Jimmy Kimmel escolheu um palco improvável — e altamente simbólico — para lançar uma das críticas mais duras do ano a Donald Trump. O apresentador norte-americano foi o convidado da tradicional&#160;mensagem de Natal alternativa do Channel 4, no Reino [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>“Do ponto de vista do fascismo, foi um grande ano”, ironizou o humorista no Channel 4</strong></p>



<p>Jimmy Kimmel escolheu um palco improvável — e altamente simbólico — para lançar uma das críticas mais duras do ano a Donald Trump. O apresentador norte-americano foi o convidado da tradicional&nbsp;<strong>mensagem de Natal alternativa do Channel 4</strong>, no Reino Unido, onde deixou um discurso mordaz sobre autoritarismo, liberdade de expressão e o estado da democracia nos Estados Unidos durante o segundo mandato do presidente.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/gwyneth-paltrow-confundiu-maquilhagem-com-realidade-e-aconselhou-timothee-chalamet-sem-necessidade/">Gwyneth Paltrow confundiu maquilhagem com realidade e aconselhou Timothée Chalamet… sem necessidade</a></p>



<p>Transmitida no dia de Natal, a intervenção integrou-se numa tradição iniciada em 1993, pensada como contraponto à habitual mensagem natalícia do monarca britânico. Ao longo dos anos, este espaço deu voz a figuras controversas e politicamente incómodas — e Kimmel correspondeu plenamente a essa herança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Humor negro com alvo bem definido</strong></h2>



<p>Desde o início, o tom foi tudo menos conciliador. Kimmel acusou Trump de se comportar como um rei e alertou para o crescimento de tendências autoritárias, recorrendo a uma das frases mais citadas do discurso:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Do ponto de vista do fascismo, este foi um ano realmente excelente. A tirania está em alta por aqui.”</p>
</blockquote>



<p>A ironia serviu de porta de entrada para uma crítica mais ampla ao clima político nos Estados Unidos, com Kimmel a sublinhar que silenciar críticos não é uma prática exclusiva de regimes como a Rússia ou a Coreia do Norte — uma mensagem dirigida directamente ao público britânico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um discurso marcado por conflitos recentes</strong></h2>



<p>O contexto tornou a mensagem ainda mais carregada. Em Setembro, o programa&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>&nbsp;foi suspenso indefinidamente pela ABC após comentários polémicos do apresentador relacionados com o assassinato do activista conservador Charlie Kirk. Kimmel sugeriu que sectores ligados ao trumpismo estariam a tentar capitalizar politicamente a morte, o que desencadeou uma forte reacção.</p>



<p>Donald Trump celebrou publicamente a suspensão do programa, classificando-a como “grandes notícias para a América”, e chegou a defender o afastamento de outros apresentadores nocturnos. O episódio levantou preocupações generalizadas sobre liberdade de expressão e liberdade de imprensa, levando centenas de figuras de Hollywood e da indústria do entretenimento a apelar à defesa dos direitos constitucionais.</p>



<p>O programa regressaria ao ar menos de uma semana depois.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Um milagre de Natal em Setembro”</strong></h2>



<p>Foi esse episódio que Kimmel descreveu perante a audiência britânica como um verdadeiro “milagre de Natal antecipado”. Segundo o humorista, milhões de pessoas — incluindo muitas que não apreciam o seu trabalho — manifestaram-se em defesa da liberdade de expressão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nós ganhámos, o presidente perdeu, e agora estou de volta todas as noites a dar uma merecida reprimenda ao político mais poderoso do planeta”, afirmou, usando deliberadamente a expressão britânica&nbsp;<em>bollocking</em>&nbsp;para se aproximar do público do Reino Unido.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um pedido de desculpa… e um aviso</strong></h2>



<p>No momento mais inesperado do discurso, Kimmel deixou o sarcasmo de lado e adoptou um tom quase contrito. Reconhecendo a histórica relação entre os Estados Unidos e o Reino Unido, pediu aos britânicos que não desistissem da América, descrevendo o país como estando “a passar por um grande abanão”.</p>



<p>Foi então que surgiu uma das declarações mais sombrias da noite:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nos Estados Unidos estamos, figurativa e literalmente, a destruir as estruturas da nossa democracia — da imprensa livre à ciência, da medicina à independência judicial, até à própria Casa Branca.”</p>
</blockquote>



<p>A referência à demolição da Ala Este da Casa Branca funcionou como metáfora e realidade ao mesmo tempo. “Estamos numa grande confusão”, concluiu, antes de acrescentar um simples mas simbólico “desculpem”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma mensagem que ultrapassou o humor</strong></h2>



<p>Mais do que um monólogo cómico, a intervenção de Jimmy Kimmel no Channel 4 assumiu-se como um discurso político directo, desconfortável e deliberadamente internacional. Sem rodeios nem neutralidade fingida, o apresentador usou o humor como arma para expor medos reais sobre o futuro da democracia — não apenas nos Estados Unidos, mas no impacto global das suas escolhas políticas.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quentin-tarantino-fala-finalmente-de-rob-reiner-e-expoe-a-verdade-incomoda-sobre-poder-e-controlo-em-hollywood/">Quentin Tarantino fala finalmente de Rob Reiner — e expõe a verdade incómoda sobre poder e controlo em Hollywood</a></p>



<p>Num Natal tradicionalmente associado à conciliação, Kimmel optou pelo confronto. E foi precisamente isso que tornou a mensagem impossível de ignorar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f384.png" alt="🎄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Trump Volta a Atacar a ABC e Jimmy Kimmel — E a Tempestade Política Não Parece Abrandar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ABC News]]></category>
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					<description><![CDATA[Um presidente em confronto directo com a televisão norte-americana Nos Estados Unidos, a relação entre Donald Trump e os meios de comunicação voltou a aquecer — e, desta vez, o alvo principal é a ABC e o comediante Jimmy Kimmel. Na madrugada de quinta-feira, poucos minutos depois de terminar o mais recente episódio de&#160;Jimmy Kimmel [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um presidente em confronto directo com a televisão norte-americana</strong></p>



<p>Nos Estados Unidos, a relação entre Donald Trump e os meios de comunicação voltou a aquecer — e, desta vez, o alvo principal é a ABC e o comediante Jimmy Kimmel. Na madrugada de quinta-feira, poucos minutos depois de terminar o mais recente episódio de&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>, o presidente norte-americano recorreu ao Truth Social para exigir que a estação “tire o trapalhão do ar”. Foi mais um capítulo num conflito que já leva vários meses e que parece longe de terminar.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/as-fotografias-que-estao-a-agitar-a-internet-tom-hardy-surge-em-cuecas-no-set-de-mobland/">As Fotografias Que Estão a Agitar a Internet: Tom Hardy Surge em Cuecas no Set de “Mobland”</a></p>



<p>Esta nova investida surge na mesma semana em que Trump se mostrou irritado com a correspondente da ABC na Casa Branca, Mary Bruce, devido às suas perguntas durante uma reunião no Salão Oval. A resposta do gabinete de imprensa presidencial foi um memorando de 17 pontos onde enumera o que considera serem anos de parcialidade do canal.</p>



<p><strong>Kimmel reage com humor, mas Trump não acha graça nenhuma</strong></p>



<p>O ataque mais recente de Trump contra Kimmel aconteceu horas depois de o comediante ter aberto o seu programa com um monólogo contundente sobre o presidente. Nos primeiros dez minutos, Kimmel focou-se no escândalo Epstein e na decisão recente do Congresso de divulgar mais material da correspondência do milionário condenado por abuso sexual. Com o habitual humor mordaz, referiu que o país seguia atentamente a evolução do “Furacão Epstein” e deixou uma provocação histórica: “Estamos cada vez mais perto de responder à pergunta: o que sabia o presidente e quantos anos tinham as mulheres quando ele soube?”</p>



<p>O comentário ecoava a célebre pergunta do senador Howard Baker durante o caso Watergate, mas a referência não caiu bem na Casa Branca. Às 00h49, Trump publicou o ataque: “Porque é que a ABC Fake News continua a dar palco ao Jimmy Kimmel, um homem sem talento e com audiências miseráveis?”</p>



<p>É importante recordar que Kimmel já tinha enfrentado uma suspensão temporária em Setembro, após comentários polémicos sobre o activista republicano Charlie Kirk. A decisão gerou uma onda de indignação pública e a ABC acabou por voltar atrás — algo que Trump não esqueceu.</p>



<p><strong>A guerra com a ABC intensifica-se — e não se limita a Kimmel</strong></p>



<p>Kimmel não é o único humorista de late-night visado recentemente: no fim-de-semana anterior, Trump pediu que a NBC despedisse Seth Meyers. Mas o conflito central mantém-se com a ABC, que viu o presidente atacar não apenas o seu entretenimento, mas também o seu jornalismo.</p>



<p>Além da crítica feroz à correspondente Mary Bruce — a quem chamou “péssima repórter” — o gabinete de imprensa da Casa Branca divulgou uma carta em que acusa a ABC News de “não ser jornalismo”, classificando-a como “uma operação de propaganda democrata mascarada de rede de televisão”.</p>



<p>Entre as queixas listadas surgem episódios que remontam ao primeiro mandato de Trump, como a afirmação incorrecta de George Stephanopoulos sobre o caso E. Jean Carroll — que levou a Disney, empresa-mãe da ABC, a pagar 15 milhões de dólares para encerrar um processo por difamação — e críticas de correspondentes da estação a membros da Administração Trump.</p>



<p>Até ao momento, a ABC não comentou as declarações do presidente. No entanto, a estação sublinhou que Jimmy Kimmel é parte da divisão de entretenimento, não da redacção noticiosa — uma distinção que Trump continua a ignorar.</p>



<p><strong>Um ataque político ou estratégia eleitoral?</strong></p>



<p>Numa altura em que o clima político norte-americano está cada vez mais polarizado, estas trocas de acusações revelam mais do que simples irritação presidencial. Mostram um padrão de confronto com a comunicação social que Trump tem vindo a reforçar — e que, como os episódios com Kimmel e a ABC demonstram, continua a ser um dos seus instrumentos preferidos para unir a sua base de apoio.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/richard-dreyfuss-afastado-de-tres-filhos-ha-quase-uma-decada-filho-mais-velho-revela-a-razao/">Richard Dreyfuss Afastado de Três Filhos Há Quase Uma Década — Filho Mais Velho Revela a Razão</a></p>



<p>Se a ABC vai “tirar o trapalhão do ar”, como Trump pede, é altamente improvável. Mas uma coisa parece certa: a guerra declarada entre a Casa Branca e os media está longe de terminar — e cada novo monólogo de late-night tem potencial para reacender a chama.</p>
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		<title>Mistério em Hollywood: Jimmy Kimmel Live! Cancelado Subitamente e ABC Mantém Silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 10:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ABC]]></category>
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		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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		<category><![CDATA[Late Night]]></category>
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					<description><![CDATA[O episódio da passada quinta-feira foi retirado da grelha horas antes da emissão. A ausência do apresentador reacende rumores sobre conflitos políticos e questões pessoais. O mundo do entretenimento norte-americano ficou em alvoroço com o&#160;cancelamento repentino do episódio de quinta-feira de Jimmy Kimmel Live!, um dos programas de&#160;late night&#160;mais populares dos Estados Unidos. A decisão, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O episódio da passada quinta-feira foi retirado da grelha horas antes da emissão. A ausência do apresentador reacende rumores sobre conflitos políticos e questões pessoais.</strong></p>



<p>O mundo do entretenimento norte-americano ficou em alvoroço com o&nbsp;<strong>cancelamento repentino do episódio de quinta-feira de Jimmy Kimmel Live!</strong>, um dos programas de&nbsp;<em>late night</em>&nbsp;mais populares dos Estados Unidos. A decisão, tomada apenas&nbsp;<strong>algumas horas antes da emissão</strong>, apanhou de surpresa o público, os convidados e até a própria equipa de produção.</p>



<p>Segundo o&nbsp;<em>Daily Mail</em>&nbsp;e o&nbsp;<em>Rolling Stone</em>, a&nbsp;<strong>ABC justificou internamente o cancelamento com um “assunto pessoal”</strong>, embora não tenha fornecido qualquer detalhe adicional. A falta de explicações levou a uma onda de especulações entre fãs e meios de comunicação norte-americanos.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/guillermo-del-toro-reinventa-frankenstein-para-a-era-da-inteligencia-artificial/">Guillermo del Toro Reinventa Frankenstein para a Era da Inteligência Artificial</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um episódio fantasma</strong></h3>



<p>A emissão de quinta-feira estava prevista para receber&nbsp;<strong>David Duchovny</strong>,&nbsp;<strong>Joe Keery</strong>&nbsp;(<em>Stranger Things</em>) e&nbsp;<strong>Madison Beer</strong>, mas foi abruptamente substituída por uma&nbsp;<strong>repetição do programa de 28 de outubro</strong>.</p>



<p>A própria Madison Beer confirmou o sucedido nas redes sociais:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Devido a circunstâncias imprevistas, o&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>&nbsp;precisou reagendar a minha atuação desta noite para uma data futura”, escreveu a cantora no X (antigo Twitter).</p>
</blockquote>



<p>Os espectadores que tinham bilhetes para a gravação também receberam&nbsp;<strong>um e-mail de cancelamento de última hora</strong>, pedindo desculpas e prometendo reagendar a participação em futuras gravações.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um historial recente de polémicas</strong></h3>



<p>O desaparecimento repentino do ar acontece num contexto conturbado para o apresentador. Em setembro, o programa&nbsp;<strong>foi temporariamente suspenso pela Disney</strong>, empresa-mãe da ABC, após&nbsp;<strong>comentários controversos</strong>&nbsp;de Kimmel sobre o assassinato do ativista de direita&nbsp;<strong>Charlie Kirk</strong>.</p>



<p>Na altura, o apresentador criticou “a ala MAGA” (movimento de apoio a Donald Trump) por tentar afastar o suspeito do crime de qualquer ligação ideológica, o que levou a queixas formais à&nbsp;<strong>Comissão Federal das Comunicações (FCC)</strong>. O chefe da FCC,&nbsp;<strong>Brendan Carr</strong>, chegou a censurar publicamente Kimmel, o que resultou numa suspensão temporária do programa.</p>



<p>O apresentador regressou ao ar a&nbsp;<strong>23 de setembro</strong>, mas o episódio abalou a sua relação com a ABC e reacendeu tensões políticas.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ac.png" alt="💬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tentativas falhadas de reconciliação</strong></h3>



<p>Em outubro,&nbsp;<strong>Erika Kirk</strong>, viúva do ativista Charlie Kirk, revelou à&nbsp;<em>Fox News</em>&nbsp;que rejeitou um convite do programa para uma entrevista após Kimmel tentar pedir desculpas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não quero desculpas forçadas. Se não é sentido, não o faças”, afirmou Erika, acrescentando que considerou o gesto “pouco sincero”.</p>
</blockquote>



<p>Ao mesmo tempo, Kimmel voltou a surpreender ao declarar publicamente que&nbsp;<strong>gostaria de entrevistar Donald Trump</strong>no programa, apesar das trocas de insultos que ambos têm mantido há anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Adoraria tê-lo no programa. Acho que ele sabe disso. Sim, vou convidá-lo”, disse o apresentador, provocando risos e aplausos no público.</p>
</blockquote>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/seth-rogen-reve-o-escandalo-de-the-interview-11-anos-depois-provavelmente-foi-a-coreia-do-norte-mas-talvez-com-ajuda-de-americanos/">Seth Rogen Revê o Escândalo de The Interview, 11 Anos Depois: “Provavelmente Foi a Coreia do Norte… Mas Talvez Com Ajuda de Americanos”</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f575-fe0f-200d-2642-fe0f.png" alt="🕵️‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mistério por resolver</strong></h3>



<p>Até ao momento,&nbsp;<strong>nem Jimmy Kimmel nem a ABC</strong>&nbsp;emitiram qualquer comunicado sobre o cancelamento de quinta-feira, deixando no ar várias hipóteses — desde problemas familiares a novas pressões políticas dentro da Disney.</p>



<p>O certo é que, por agora, o&nbsp;<strong>silêncio é o maior mistério de Hollywood</strong>.</p>
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		<title>Elizabeth Olsen Recorda Cena Íntima com Josh Brolin em Oldboy: “Sim, Já Vi o Corpo Dele — Tivemos Uma Cena de Sexo no Filme”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Avengers Endgame]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Olsen]]></category>
		<category><![CDATA[Feiticeira Escarlate]]></category>
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					<description><![CDATA[A atriz, hoje conhecida como Feiticeira Escarlate da Marvel, relembrou com humor a sua colaboração com o intérprete de Thanos antes do Universo Cinematográfico da Marvel os reunir como inimigos. Elizabeth Olsen voltou a mostrar o seu habitual sentido de humor durante uma passagem pelo programa&#160;Jimmy Kimmel Live!. A atriz, que deu vida à Feiticeira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A atriz, hoje conhecida como Feiticeira Escarlate da Marvel, relembrou com humor a sua colaboração com o intérprete de Thanos antes do Universo Cinematográfico da Marvel os reunir como inimigos.</h4>



<p>Elizabeth Olsen voltou a mostrar o seu habitual sentido de humor durante uma passagem pelo programa&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>. A atriz, que deu vida à Feiticeira Escarlate nos filmes da Marvel, foi questionada sobre a sua relação com Josh Brolin, o ator que interpretou Thanos — o temido vilão que acabou por eliminar o par romântico da sua personagem, Vision.</p>



<p>ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/road-house-2-reune-estrelas-do-ufc-incluindo-dois-rivais-de-conor-mcgregor-e-guy-richie/">Road House 2 Reúne Estrelas do UFC — Incluindo Dois Rivais de Conor McGregor e Guy Richie</a></p>



<p>Kimmel perguntou-lhe se já tinha pedido desculpa a Brolin por o “matar” em&nbsp;<em>Avengers: Endgame</em>, ao que Olsen respondeu, entre risos:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Aposto que ele está muito chateado por ter deixado o universo Marvel.”</p>
</blockquote>



<p>Mas a conversa rapidamente tomou um rumo mais divertido quando o apresentador lembrou que os dois já tinham trabalhado juntos antes, no&nbsp;<em>remake</em>&nbsp;de&nbsp;<em>Oldboy</em>&nbsp;(2013), realizado por Spike Lee. Kimmel elogiou Brolin, dizendo que era “um homem em boa forma”, e perguntou se Olsen já tinha visto o corpo do colega.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/21045850_20131002100624185-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-21126" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/21045850_20131002100624185-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/21045850_20131002100624185-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/21045850_20131002100624185-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/21045850_20131002100624185.webp 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A resposta da atriz foi direta e hilariante:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na verdade, sim… porque tivemos uma cena de sexo no filme do Spike Lee.”</p>
</blockquote>



<p>O comentário gerou gargalhadas no estúdio, com a própria Olsen a rir-se do momento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um reencontro inesperado no Universo Marvel</strong></h3>



<p><em>Oldboy</em>&nbsp;foi um dos primeiros papéis mais ousados da carreira de Elizabeth Olsen. No filme, Josh Brolin interpreta Joe Doucett, um homem que é sequestrado e mantido em cativeiro durante 20 anos, antes de partir em busca de vingança. Olsen dá vida a Marie Sebastian, uma mulher que o ajuda — e com quem acaba por ter uma relação íntima.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/john-carpenter-surpreende-fas-ao-sugerir-que-the-thing-2-pode-estar-em-desenvolvimento/">John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento</a></p>



<p>No entanto, o enredo reserva uma reviravolta chocante: Marie é, afinal, a filha perdida de Joe, o que transforma a relação entre as personagens numa tragédia de proporções perturbadoras.</p>



<p>Anos mais tarde, Olsen e Brolin voltariam a cruzar-se no grande ecrã, desta vez em lados opostos do campo de batalha em&nbsp;<em>Avengers: Endgame</em>, num cenário bem menos íntimo, mas igualmente intenso.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Kimmel desafia Trump para um “teste de QI” com AOC e Jasmine Crockett — televisão a piscar o olho ao game show</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/kimmel-desafia-trump-para-um-teste-de-qi-com-aoc-e-jasmine-crockett-televisao-a-piscar-o-olho-ao-game-show/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 10:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandria Ocasio-Cortez]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[sátira política]]></category>
		<category><![CDATA[talk show]]></category>
		<category><![CDATA[teste de QI]]></category>
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					<description><![CDATA[No mais recente monólogo do&#160;Jimmy Kimmel Live!, Jimmy Kimmel propõe — em tom satírico — um “teste de QI” televisivo com Donald Trump frente-a-frente com as congressistas democratas Alexandria Ocasio-Cortez e Jasmine Crockett. O clipe foi publicado nas páginas oficiais do programa nas redes sociais.&#160;&#160; As punchlines que incendiaram a plateia Kimmel monta a ideia como espectáculo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>No mais recente monólogo do&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>, Jimmy Kimmel propõe — em tom satírico — um “teste de QI” televisivo com Donald Trump frente-a-frente com as congressistas democratas Alexandria Ocasio-Cortez e Jasmine Crockett. O clipe foi publicado nas páginas oficiais do programa nas redes sociais.&nbsp;&nbsp;</p>



<iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1118095463418941%2F&#038;show_text=false&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="476" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As punchlines que incendiaram a plateia</strong></h2>



<p>Kimmel monta a ideia como espectáculo e salpica-a com <em>one-liners</em> que o vídeo regista de forma inequívoca: chama a Trump <strong>“fat Albert Einstein”</strong>, precisamente por ele se apresentar, recorrentemente, como “um dos maiores génios de todos os tempos”. Em modo vendedor de <em>prime time</em>, promete ainda que seria <strong>“the greatest television show of all time”</strong>. E, a picar o calcanhar preferido do ex-presidente, atira: <strong>“What’s the thing you love most, above else… above family… that’s right, ratings… they’ll be huge — they will be bigger than the night after you tried to cancel me.”</strong>  </p>
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		<title>Ben Stiller Critica o “Clima Difícil” Para a Comédia Durante a Era Trump 2.0 🎭🇺🇸</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 08:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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		<category><![CDATA[Anne Meara]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Stiller]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Radio Times]]></category>
		<category><![CDATA[Stiller & Meara: Nothing Is Lost]]></category>
		<category><![CDATA[Zoolander]]></category>
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					<description><![CDATA[O actor e realizador defende que os humoristas devem continuar a “falar verdade ao poder”, apesar do medo e da censura Ben Stiller, conhecido tanto pelas suas comédias icónicas como por trabalhos mais sérios, lamentou o que considera ser&#160;um período de grande hostilidade à liberdade de expressão humorística&#160;durante o segundo mandato de&#160;Donald Trump. ver também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O actor e realizador defende que os humoristas devem continuar a “falar verdade ao poder”, apesar do medo e da censura</strong></p>



<p>Ben Stiller, conhecido tanto pelas suas comédias icónicas como por trabalhos mais sérios, lamentou o que considera ser&nbsp;<strong>um período de grande hostilidade à liberdade de expressão humorística</strong>&nbsp;durante o segundo mandato de&nbsp;<strong>Donald Trump</strong>.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/ella-mccay-emma-mackey-entra-na-politica-na-nova-comedia-de-james-l-brooks-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%87%ba%f0%9f%87%b8/">“Ella McCay”: Emma Mackey Entra na Política na Nova Comédia de James L. Brooks <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Em entrevista à revista&nbsp;<em>Radio Times</em>, o actor de&nbsp;<em>Zoolander</em>&nbsp;e realizador da série&nbsp;<em>Severance</em>&nbsp;descreveu o momento atual como “<strong>um tempo desafiante para a comédia</strong>”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vivemos num mundo em que arriscar na comédia é cada vez mais difícil. E vemos isso claramente no nosso país”, afirmou.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas acredito que é fundamental que os comediantes continuem a fazer o que fazem — a falar verdade ao poder e a dizer o que querem. Isso é o mais importante.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da polémica com Jimmy Kimmel ao caso “Zoolander”</strong></h3>



<p>Os comentários de Stiller surgem pouco depois da&nbsp;<strong>suspensão temporária de Jimmy Kimmel pela ABC</strong>, na sequência de piadas sobre a morte do ativista conservador&nbsp;<strong>Charlie Kirk</strong>. A decisão da Disney provocou um intenso debate sobre&nbsp;<strong>liberdade de expressão e censura política</strong>, com várias figuras de Hollywood — incluindo Stiller — a criticarem a medida.</p>



<p>O actor publicou na rede X/Twitter:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isto não está certo.”</p>
</blockquote>



<p>Stiller recordou ainda que também já foi alvo de&nbsp;<strong>pressões políticas e culturais</strong>&nbsp;para “apagar” o passado. Em&nbsp;<em>Zoolander</em>(2001), o então magnata Donald Trump surge brevemente num cameo, dizendo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Sem Derek Zoolander, a moda masculina não seria o que é hoje.”</p>
</blockquote>



<p>Desde então, várias pessoas pediram que Stiller&nbsp;<strong>retirasse o cameo de Trump</strong>&nbsp;em reedições do filme, mas o actor recusou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Já me pediram para editar o Donald Trump fora de&nbsp;<em>Zoolander</em>, mas no fim do dia, aquilo foi um momento que existiu e aconteceu. Não vou reescrever a história.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre o legado familiar e a liberdade artística</strong></h3>



<p>Stiller deu a entrevista enquanto promovia o documentário da Apple TV,&nbsp;<em>Stiller &amp; Meara: Nothing Is Lost</em>, um retrato íntimo dos seus pais, os comediantes&nbsp;<strong>Jerry Stiller</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Anne Meara</strong>. O projecto, profundamente pessoal, é também um tributo à tradição da&nbsp;<strong>comédia como forma de resistência e reflexão social</strong>.</p>



<p>ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/filhas-de-bruce-willis-ja-estao-a-fazer-o-luto-do-pai-revela-emma-heming-%f0%9f%98%a2%f0%9f%92%94/">Filhas de Bruce Willis Já Estão a “Fazer o Luto do Pai”, Revela Emma Heming <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f622.png" alt="😢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>O actor sublinha que, mesmo em tempos de polarização,&nbsp;<strong>a comédia continua a ser uma arma poderosa</strong>&nbsp;para expor verdades desconfortáveis — e que abdicar desse papel seria um erro histórico:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A comédia sempre existiu para provocar, questionar e fazer pensar. Se deixarmos de o fazer por medo, deixamos de ser livres.”</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Disney+ e Hulu Sofrem Aumento de Cancelamentos Após Polémica com Jimmy Kimmel e Subidas de Preço 📉📺</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 10:51:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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		<category><![CDATA[audiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados revelam um pico de cancelamentos nas plataformas de streaming da Disney — mas o escândalo acabou por impulsionar a audiência de Kimmel As últimas semanas têm sido agitadas no império Disney. Após a&#160;suspensão temporária de Jimmy Kimmel&#160;pelo canal&#160;ABC, as plataformas&#160;Disney+&#160;e&#160;Hulu&#160;registaram&#160;um aumento significativo no número de cancelamentos de subscrições, segundo dados divulgados pela empresa de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Dados revelam um pico de cancelamentos nas plataformas de streaming da Disney — mas o escândalo acabou por impulsionar a audiência de Kimmel</strong></p>



<p>As últimas semanas têm sido agitadas no império Disney. Após a&nbsp;<strong>suspensão temporária de Jimmy Kimmel</strong>&nbsp;pelo canal&nbsp;<strong>ABC</strong>, as plataformas&nbsp;<strong>Disney+</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Hulu</strong>&nbsp;registaram&nbsp;<strong>um aumento significativo no número de cancelamentos de subscrições</strong>, segundo dados divulgados pela empresa de análise&nbsp;<em>Antenna</em>.</p>



<p>Em setembro, a taxa de cancelamento do&nbsp;<strong>Disney+</strong>&nbsp;duplicou de&nbsp;<strong>4% para 8%</strong>, enquanto a do&nbsp;<strong>Hulu</strong>&nbsp;subiu de&nbsp;<strong>5% para 10%</strong>, valores acima da média de 7% registada no setor. A polémica coincidiu com o momento em que ambas as plataformas anunciaram&nbsp;<strong>novos aumentos de preço</strong>, o que tornou difícil perceber qual dos fatores teve maior peso na decisão dos utilizadores.</p>



<p>Apesar da queda, o relatório também aponta&nbsp;<strong>um aumento de novos subscritores</strong>: 2,18 milhões para o Disney+ e 2,11 milhões para o Hulu, mostrando que, mesmo com a controvérsia, o ecossistema de streaming da Disney continua a atrair público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O caso Jimmy Kimmel</strong></h3>



<p>O incidente teve origem nas&nbsp;<strong>declarações polémicas de Jimmy Kimmel</strong>&nbsp;sobre a morte do ativista conservador&nbsp;<strong>Charlie Kirk</strong>, que levaram várias estações afiliadas da ABC a suspender temporariamente o&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>. A decisão provocou uma&nbsp;<strong>onda de boicotes online</strong>&nbsp;por parte de fãs e figuras públicas, entre elas o radialista&nbsp;<strong>Howard Stern</strong>, que anunciou em direto a sua decisão de cancelar a subscrição do Disney+.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Pode parecer estúpido, mas cancelei o meu Disney+. É a minha forma de mostrar que não apoio o que fizeram ao Jimmy”, declarou Stern no seu programa na SiriusXM.</p>
</blockquote>



<p>A suspensão, porém, durou pouco: Kimmel regressou ao ar no dia&nbsp;<strong>23 de setembro</strong>, e o episódio marcou um&nbsp;<strong>recorde de audiência</strong>, com mais de&nbsp;<strong>6 milhões de telespectadores</strong>, tornando-se um dos mais vistos da história recente do&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do boicote ao sucesso digital</strong></h3>



<p>Se o escândalo abalou a imagem da Disney, também acabou por&nbsp;<strong>impulsionar a popularidade de Kimmel</strong>. De acordo com&nbsp;<strong>Luca Forlin</strong>, responsável pela área de Estratégia e Operações do YouTube para a região EMEA, o aumento da audiência televisiva “empalidece” quando comparado com os números no YouTube: o&nbsp;<strong>monólogo de regresso do apresentador ultrapassou os 22 milhões de visualizações</strong>&nbsp;até 20 de outubro.</p>



<p>O episódio serviu para ilustrar um fenómeno curioso da era digital:&nbsp;<strong>o boicote televisivo transformou-se em fenómeno viral online</strong>. O que começou como uma tentativa de silenciamento acabou por ampliar a audiência do comediante — e, ironicamente, reforçar a relevância da marca&nbsp;<em>Jimmy Kimmel Live!</em>&nbsp;dentro e fora da televisão.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Jimmy Kimmel Live!</em> — de segunda a sexta-feira, às 23h35 (hora local), na <strong>AB</strong>C</p>
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