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	<title>Jim Jarmusch &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Um tríptico sobre família, silêncio e distância: Pai Mãe Irmã Irmão  estreia nos cinemas portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 17:31:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jim Jarmusch regressa ao grande ecrã com um olhar sereno sobre encontros e desencontros familiares O novo filme de&#160;Jim Jarmusch,&#160;Pai Mãe Irmã Irmão, chega às salas de cinema portuguesas no próximo&#160;8 de Janeiro, trazendo consigo um dos mais sólidos selos de prestígio do cinema de autor contemporâneo. A longa-metragem, distinguida com o&#160;Leão de Ouro no [&#8230;]]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading"><strong>Jim Jarmusch regressa ao grande ecrã com um olhar sereno sobre encontros e desencontros familiares</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O novo filme de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>Jim Jarmusch</strong></a>,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><em>Pai Mãe Irmã Irmão</em></a>, chega às salas de cinema portuguesas no próximo&nbsp;<strong>8 de Janeiro</strong>, trazendo consigo um dos mais sólidos selos de prestígio do cinema de autor contemporâneo. A longa-metragem, distinguida com o&nbsp;<strong>Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza</strong>, propõe uma reflexão intimista sobre as relações familiares, a distância emocional e a dificuldade de comunicar entre gerações.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/ja-chegou-o-primeiro-trailer-de-odisseia-o-novo-epico-de-christopher-nolan/">Já chegou o primeiro trailer de Odisseia, o novo épico de Christopher Nolan</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estruturado como um&nbsp;<strong>tríptico</strong>, o filme é composto por três histórias independentes, ligadas por temas comuns e por uma abordagem narrativa coerente. Cada segmento acompanha filhos adultos e a forma como se relacionam entre si e com figuras parentais emocionalmente distantes, em contextos geográficos e culturais distintos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Três histórias, três países, o mesmo desconforto emocional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As narrativas decorrem no presente e repartem-se por três locais: o episódio&nbsp;<strong>“Pai”</strong>, situado no nordeste dos Estados Unidos;&nbsp;<strong>“Mãe”</strong>, passado em Dublin, na Irlanda; e&nbsp;<strong>“Irmã Irmão”</strong>, que decorre em Paris, França. Esta fragmentação espacial reforça a ideia central do filme: apesar das diferenças culturais, as dinâmicas familiares marcadas pelo silêncio, pela ausência e pela incomunicabilidade são universais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que contar uma história tradicional, Jarmusch opta por uma sucessão de&nbsp;<strong>estudos de personagem</strong>, observados com distanciamento, sem julgamentos morais nem explicações fáceis. O resultado é um cinema de gestos mínimos, pausas significativas e diálogos contidos, onde o não dito assume tanta importância como as palavras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco de luxo ao serviço de um cinema contido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco reúne&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><strong>Adam Driver</strong></a>&nbsp;e&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>Cate Blanchett</strong></a>, vencedora de dois Óscares, acompanhados por nomes como&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=4"><strong>Tom Waits</strong></a>,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=5"><strong>Charlotte Rampling</strong></a>,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=6"><strong>Vicky Krieps</strong></a>&nbsp;e&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=7"><strong>Indya Moore</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As interpretações seguem a linha habitual do cinema de Jarmusch: discretas, precisas e despidas de exibicionismo. Cada actor parece existir dentro do espaço emocional da personagem, respeitando o tom observador e melancólico que atravessa todo o filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Humor subtil e melancolia como marca autoral</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do peso emocional dos temas abordados,&nbsp;<em>Pai Mãe Irmã Irmão</em>&nbsp;não abdica de um&nbsp;<strong>humor subtil</strong>, quase invisível, que surge em pequenos detalhes, situações absurdas ou silêncios prolongados. Esta combinação de leveza e melancolia é uma das marcas mais reconhecíveis do realizador, aqui aplicada com particular maturidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme foi também o&nbsp;<strong>filme de abertura do LEFFEST</strong>, em Novembro passado, reforçando o seu percurso de destaque no circuito de festivais antes da estreia comercial. A distribuição em Portugal está a cargo da&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=8"><strong>NOS Audiovisuais</strong></a>, que traz assim às salas nacionais uma das obras mais elogiadas do ano.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quando-roger-moore-mudou-de-ideias-e-tirou-james-brolin-do-caminho-de-james-bond/">Quando Roger Moore Mudou de Ideias — e Tirou James Brolin do Caminho de James Bond</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Pai Mãe Irmã Irmão</em>&nbsp;não procura respostas fáceis nem reconciliações forçadas. É um filme sobre o que fica por dizer, sobre a distância que se instala mesmo entre quem partilha laços de sangue — e sobre a humanidade que persiste, apesar disso tudo. Um regresso notável de Jim Jarmusch ao centro do cinema de autor contemporâneo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>🎭 Cate Blanchett Anuncia que Vai Abandonar a Representação: “Sou Profundamente Aborrecida”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 13:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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		<category><![CDATA[última atuação Cate Blanchett]]></category>
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					<description><![CDATA[É o tipo de frase que se espera de alguém em plena crise existencial ou de um artista a ensaiar um monólogo existencial num palco em Viena. Mas foi&#160;Cate Blanchett&#160;— a atriz de&#160;Tár,&#160;Blue Jasmine&#160;e&#160;O Aviador, duas vezes vencedora do Óscar — quem a disse, e sem ironia: ver também : 🚀 Memes em Órbita: Olivia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">É o tipo de frase que se espera de alguém em plena crise existencial ou de um artista a ensaiar um monólogo existencial num palco em Viena. Mas foi&nbsp;<strong>Cate Blanchett</strong>&nbsp;— a atriz de&nbsp;<em>Tár</em>,&nbsp;<em>Blue Jasmine</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Aviador</em>, duas vezes vencedora do Óscar — quem a disse, e sem ironia:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%9a%80-memes-em-orbita-olivia-wilde-katy-perry-e-a-viagem-espacial-que-gerou-mais-reaccoes-na-terra-do-que-no-espaco/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f680.png" alt="🚀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Memes em Órbita: Olivia Wilde, Katy Perry e a Viagem Espacial Que Gerou Mais Reacções na Terra do que no Espaço</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Estou a desistir. Quero fazer outras coisas com a minha vida.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação foi feita em entrevista à&nbsp;<em>Radio Times</em>, no contexto da estreia da sua primeira grande peça radiofónica na BBC Radio 4, uma adaptação de&nbsp;<em>The Fever</em>, de Wallace Shawn. A atriz interpreta uma mulher que atravessa um despertar político e espiritual. Não podia haver melhor metáfora.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma decisão (aparentemente) séria</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de continuar envolvida em vários projetos — no cinema, no teatro, na rádio — Blanchett afirma que a sua decisão é para levar a sério. “A minha família revira os olhos sempre que digo isto, mas falo a sério”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É verdade que Blanchett já tinha deixado escapar esta ideia em outras ocasiões, mas desta vez o contexto e o tom mudaram. Não se trata de uma pausa. Trata-se de&nbsp;<strong>uma vontade real de deixar de representar</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a espera do outro lado? A atriz não foi clara, mas referiu que há “muitas outras coisas” que quer fazer com a sua vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>No auge, mas com desconforto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, Blanchett continua no auge da sua carreira artística. Recentemente terminou uma temporada de cinco semanas no Barbican Theatre em Londres, onde interpretou Arkadina em&nbsp;<em>A Gaivota</em>, de Tchékhov. Em março, estreou-se no cinema ao lado de&nbsp;<strong>Michael Fassbender</strong>&nbsp;no thriller&nbsp;<em>Black Bag</em>, realizado por&nbsp;<strong>Steven Soderbergh</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está também envolvida em&nbsp;<em>Father, Mother, Sister, Brother</em>, de&nbsp;<strong>Jim Jarmusch</strong>, com estreia marcada para 2025, embora o filme tenha ficado de fora da seleção oficial do Festival de Cannes — um detalhe que causou alguma surpresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, está atualmente a filmar&nbsp;<em>Alpha Gang</em>, uma comédia de ficção científica dos irmãos&nbsp;<strong>David e Nathan Zellner</strong>, onde atua e produz. E prepara ainda&nbsp;<em>The Champions</em>, realizado por&nbsp;<strong>Ben Stiller</strong>, igualmente como atriz e produtora, através da sua empresa&nbsp;<strong>Dirty Films</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma estrela que não gosta do brilho</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cate Blanchett, que já conquistou todos os prémios possíveis — de dois Óscares a troféus em Veneza, Cannes e BAFTA — diz sentir-se deslocada na pele de estrela de cinema.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nunca me senti no centro de nada. Entro em cada ambiente com curiosidade, sem esperar ser aceite. Passei a vida a habituar-me a sentir-me desconfortável.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">E, talvez mais surpreendente ainda:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ninguém me aborrece mais do que eu própria. Acho-me profundamente aborrecida. Os outros são sempre mais interessantes.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">É uma afirmação desconcertante, vinda de alguém que interpretou personagens com camadas psicológicas tão densas e arrebatadoras. Mas talvez seja esse o segredo da sua arte: a capacidade de se apagar para dar lugar a algo maior. O problema é que, agora, ela quer mesmo apagar-se de vez do ecrã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%96%a5%ef%b8%8f-black-mirror-temporada-7-a-realidade-continua-a-ser-o-maior-pesadelo/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5a5.png" alt="🖥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Black Mirror Temporada 7: A Realidade Continua a Ser o Maior Pesadelo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Se esta for mesmo a despedida de Cate Blanchett do cinema, então é uma das saídas mais discretas e, paradoxalmente, mais profundas da história recente de Hollywood. E como qualquer grande artista, mesmo a sua saída é uma performance inesquecível.</p>
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