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	<title>Jenna Ortega &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Jenna Ortega &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Marrakech Abre as Portas ao Cinema Mundial: Bong Joon Ho, Jenna Ortega e Anya Taylor-Joy Dão o Arranque Oficial à 22.ª Edição do Festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 17:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O realizador de Parasitas comanda um júri de luxo numa edição que celebra novos talentos, grandes homenagens e a consolidação de Marrakech como ponte entre continentes e palco estratégico na corrida aos Óscares. O Festival Internacional de Cinema de Marrakech regressou em força para a sua 22.ª edição, inaugurado com uma noite que reuniu nomes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O realizador de Parasitas comanda um júri de luxo numa edição que celebra novos talentos, grandes homenagens e a consolidação de Marrakech como ponte entre continentes e palco estratégico na corrida aos Óscares.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival Internacional de Cinema de Marrakech regressou em força para a sua 22.ª edição, inaugurado com uma noite que reuniu nomes maiores do cinema mundial e reafirmou o estatuto do certame como um ponto de encontro entre continentes, culturas e gerações de cineastas. Bong Joon Ho, que preside ao júri deste ano, foi recebido com uma ovação calorosa, acompanhado por Jenna Ortega, Anya Taylor-Joy e muitas outras figuras destacadas da indústria. A sessão de abertura incluiu a exibição de&nbsp;<em>Dead Man’s Wire</em>, o novo filme de Gus Van Sant, apresentado no palco pelo produtor Cassian Elwes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/a-sombra-de-midas-man-produtor-kevin-proctor-condenado-por-perseguicao-e-actriz-nicola-holt-vive-agora-em-paranoia-constante/">A Sombra de “Midas Man”: Produtor Kevin Proctor Condenado por Perseguição e Actriz Nicola Holt Vive Agora em “Paranoia Constante”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O vencedor do Óscar por&nbsp;<em>Parasitas</em>&nbsp;abriu oficialmente o festival evocando a sua própria juventude: “Aos 22 anos, devorava filmes com fome de estudante de cinema”, recordou. Ao olhar para Marrakech a celebrar igualmente os seus 22 anos de existência, Bong disse reconhecer “a mesma energia vibrante, cheia de paixão pelo cinema”. A comparação não poderia ser mais feliz: o festival, tal como ele próprio naquela idade, está num momento de maturidade efervescente, movido por impulso criativo e pelo desejo de descoberta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Dead Man’s Wire</em>, inspirado no caso real do criminoso Tony Kiritsis, chega ao festival depois da estreia em Veneza e colecciona elogios da crítica internacional, com destaque para a interpretação de Bill Skarsgård. O filme prepara-se para entrar em circuito comercial em Janeiro, mas em Marrakech foi sobretudo o elenco do júri que roubou atenções. Para além de Bong, a organização reuniu Jenna Ortega — actualmente um dos rostos mais reconhecidos da nova geração — Anya Taylor-Joy, Celine Song, Julia Ducournau, Karim Aïnouz, Hakim Belabbes e Payman Maadi. Uma equipa ecléctica e prestigiada, capaz de valorizar como poucos a selecção de 14 filmes de realizadores emergentes que competem este ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passadeira vermelha, Melita Toscan du Plantier, presidente do festival e figura central na sua arquitectura programática, sublinhou o impacto do painel de jurados para os novos talentos. Para muitos dos realizadores estreantes, saber que o seu primeiro ou segundo filme será visto por Bong Joon Ho, por vencedores de prémios internacionais ou por estrelas globais, é quase tão importante quanto a própria competição. E houve ainda espaço para confirmar a chegada de Jodie Foster, homenageada nesta edição e que visita Marrocos pela primeira vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Celine Song, realizadora de&nbsp;<em>Past Lives</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Materialists</em>, confessou estar particularmente entusiasmada com esta vertente do festival — a capacidade de descobrir cinema sem o peso das expectativas. Para ela, Marrakech tem a mesma frescura de Sundance: um lugar onde se entra “sem contexto” e onde a surpresa é parte essencial da experiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remi Bonhomme, director artístico, reforçou esse posicionamento híbrido: Marrakech vive entre a Europa e África, e isso permite-lhe ter uma programação simultaneamente cosmopolita e regional. Para além disso, o lugar estratégico no calendário — no final do ano — coloca o festival directamente no corredor da temporada de prémios. E não é coincidência que tantos países tenham inscrito os seus candidatos aos Óscares na secção dedicada ao cinema internacional, como&nbsp;<em>Homebound</em>,&nbsp;<em>Palestine 36</em>,&nbsp;<em>Calle Malaga</em>,&nbsp;<em>The President’s Cake</em>,&nbsp;<em>A Poet</em>&nbsp;e&nbsp;<em>No Other Choice</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bill Kramer, director executivo da Academia de Hollywood, esteve presente e deixou claro que a instituição pretende reforçar a sua presença no Norte de África e no Médio Oriente. Marrakech, disse, está a tornar-se “uma paragem incontornável no circuito dos Óscares”. É um elogio raro, mas merecido, para um festival que tem investido na expansão internacional sem perder o cuidado artesanal da curadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/netflix-esse-grande-sonso-uma-cronica-sobre-como-inventou-o-paraiso-e-agora-nos-cobra-bilhete-a-entrada/">Netflix, Esse Grande Sonso: Uma Crónica Sobre Como Inventou o Paraíso… e Agora Nos Cobra Bilhete à Entrada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimónia de abertura terminou com uma homenagem emotiva ao actor egípcio Hussein Fahmi, de 85 anos, que recebeu aplausos de pé enquanto revia cenas de alguns dos seus papéis mais marcantes. Depois, cumprimentou um a um os membros do júri, num momento de reverência entre gerações e geografias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O festival decorre até 6 de Dezembro e promete encontros memoráveis com nomes como Jodie Foster, Guillermo del Toro, Laurence Fishburne, Kleber Mendonça Filho, Andrew Dominik e Jafar Panahi — uma edição que reafirma a vocação universalista de Marrakech e a sua crescente influência no mapa dos grandes festivais de cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Lady Gaga Entra em “Wednesday” e Lança Novo Single: The Dead Dance 🦇🎶</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 09:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma estrela pop em Nevermore A espera acabou: Lady Gaga juntou-se oficialmente ao universo sombrio e peculiar de&#160;“Wednesday”, a série fenómeno da Netflix inspirada na família Addams. A cantora e atriz dá vida a&#160;Rosaline Rotwood, uma antiga professora de Nevermore que chega para abalar a rotina da protagonista interpretada por Jenna Ortega. Ver Também : [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma estrela pop em Nevermore</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A espera acabou: Lady Gaga juntou-se oficialmente ao universo sombrio e peculiar de&nbsp;<strong>“Wednesday”</strong>, a série fenómeno da Netflix inspirada na família Addams. A cantora e atriz dá vida a&nbsp;<strong>Rosaline Rotwood</strong>, uma antiga professora de Nevermore que chega para abalar a rotina da protagonista interpretada por Jenna Ortega.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Ver Também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/criador-de-father-ted-detido-em-londres-debate-sobre-liberdade-de-expressao-reacende-se-no-reino-unido-%f0%9f%8e%ad%f0%9f%87%ac%f0%9f%87%a7/">Criador de “Father Ted” Detido em Londres: Debate Sobre Liberdade de Expressão Reacende-se no Reino Unido <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ec-1f1e7.png" alt="🇬🇧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A novidade surge com a estreia da segunda parte da segunda temporada, que ficou disponível esta quarta-feira na plataforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O regresso à música</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para assinalar a sua entrada na série, Gaga lançou também um novo single,&nbsp;<strong>“The Dead Dance”</strong>, tema que serve de acompanhamento à sua personagem. A canção foi escrita pela própria artista em parceria com Andrew Watt e Henry Walter, e coproduzida por Gaga com Watt e Cirkut.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se do primeiro tema divulgado pela cantora desde março, altura em que editou o álbum&nbsp;<strong>“Mayhem”</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O toque de Tim Burton</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a presença de Gaga já não fosse suficiente para entusiasmar os fãs, o videoclip de&nbsp;<em>The Dead Dance</em>&nbsp;promete elevar ainda mais a fasquia. Alegadamente realizado por&nbsp;<strong>Tim Burton</strong>, produtor executivo e um dos realizadores de “Wednesday”, o vídeo estreia ainda esta tarde, acrescentando ao lançamento um toque de assinatura visual inconfundível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um encontro entre música e televisão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esta colaboração é mais um exemplo de como Gaga continua a reinventar-se, cruzando a sua faceta de estrela pop com o seu lado de atriz. Depois do sucesso no cinema com&nbsp;<em>A Star Is Born</em>&nbsp;e&nbsp;<em>House of Gucci</em>, a artista encontra em “Wednesday” o palco ideal para explorar a sua teatralidade natural e reforçar a sua ligação ao universo gótico e excêntrico que tanto lhe agrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-vai-longe-demais-satanas-surge-gravido-de-donald-trump-no-novo-episodio-%f0%9f%91%b9%f0%9f%a4%b0%f0%9f%87%ba%f0%9f%87%b8/">South Park Vai Longe Demais? Satanás Surge ‘Grávido’ de Donald Trump no Novo Episódio <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f479.png" alt="👹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f930.png" alt="🤰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os fãs da série, a aparição de Gaga não é apenas um cameo: é também uma celebração do espírito irreverente de “Wednesday” e um convite para dançar… ao som da escuridão.</p>



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		<title>🎬 Hurry Up Tomorrow: The Weeknd Perde-se no Labirinto do Seu Próprio Ego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 09:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Barry Keoghan]]></category>
		<category><![CDATA[cinema experimental]]></category>
		<category><![CDATA[crítica negativa]]></category>
		<category><![CDATA[estreia cinema 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Hurry Up Tomorrow crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jenna Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[The Weeknd filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Um thriller psicológico que promete introspeção artística, mas entrega um espetáculo visual vazio e desconexo Hurry Up Tomorrow, a estreia cinematográfica de&#160;The Weeknd&#160;(Abel Tesfaye) como protagonista e co-argumentista, surge como uma extensão visual do seu álbum homónimo. Dirigido por&#160;Trey Edward Shults&#160;(Ondas,&#160;Ele Vem à Noite), o filme apresenta-se como uma odisseia surrealista sobre fama, identidade e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um thriller psicológico que promete introspeção artística, mas entrega um espetáculo visual vazio e desconexo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Hurry Up Tomorrow</em>, a estreia cinematográfica de&nbsp;<strong>The Weeknd</strong>&nbsp;(Abel Tesfaye) como protagonista e co-argumentista, surge como uma extensão visual do seu álbum homónimo. Dirigido por&nbsp;<strong>Trey Edward Shults</strong>&nbsp;(<em>Ondas</em>,&nbsp;<em>Ele Vem à Noite</em>), o filme apresenta-se como uma odisseia surrealista sobre fama, identidade e crise emocional, mas rapidamente se afunda em pretensões artísticas e narrativa desorientada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-o-agente-secreto-wagner-moura-e-kleber-mendonca-filho-conquistam-cannes-com-thriller-politico/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “O Agente Secreto”: Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho Conquistam Cannes com Thriller Político</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma Trama Autobiográfica que Falha na Execução</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, Tesfaye interpreta uma versão ficcional de si mesmo: um músico atormentado por insónias e crises emocionais, que embarca numa jornada noturna ao lado de uma fã misteriosa,&nbsp;<strong>Anima</strong>&nbsp;(Jenna Ortega). Apesar da premissa intrigante, a narrativa perde-se em simbolismos excessivos e falta de coesão, resultando numa experiência cinematográfica que carece de impacto emocional e temático.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-15974" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow-1536x1024.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/hurry-uo-tomorrow.webp 1540w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estilo Visual Impressionante, mas Repetitivo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cinematografia de&nbsp;<strong>Chayse Irvin</strong>&nbsp;(<em>Blonde</em>) oferece momentos visualmente marcantes, com uso ousado de cores, desfoques e composições instigantes. No entanto, a repetição constante desses elementos estilísticos torna-se cansativa e desconcertante, diluindo o efeito hipnótico inicialmente pretendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b5.png" alt="🎵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma Banda Sonora que Se Destaca</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"> banda sonora, composta por Tesfaye e <strong>Daniel Lopatin</strong> (<em>Oneohtrix Point Never</em>), é um dos poucos pontos altos do filme. Combinando elementos atmosféricos e psytrance, a música complementa eficazmente as sequências visuais, oferecendo uma experiência auditiva envolvente que contrasta com a narrativa fraca. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4dd.png" alt="📝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Críticas Severas e Receção Desfavorável</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica especializada não poupou&nbsp;<em>Hurry Up Tomorrow</em>. A&nbsp;<em>Entertainment Weekly</em>&nbsp;descreveu o filme como “um projeto de vaidade autoindulgente e sem energia”, enquanto o&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;o considerou “uma oportunidade perdida, visualmente eficaz mas narrativamente errante” . No&nbsp;<em>Rotten Tomatoes</em>, o filme estreou com uma classificação de 0%, refletindo a receção negativa generalizada .&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-cannes-em-modo-wes-anderson-estreia-de-the-phoenician-scheme-deslumbra-e-ganha-folego-para-a-palma-de-ouro/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes em Modo Wes Anderson: Estreia de “The Phoenician Scheme” Deslumbra e Ganha Fôlego para a Palma de Ouro</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão: Um Exercício de Estilo sem Substância</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Hurry Up Tomorrow</em>&nbsp;ambiciona ser uma exploração profunda da psique de um artista em crise, mas acaba por ser um exercício de estilo vazio, que falha em oferecer uma narrativa coesa ou personagens envolventes. Mesmo para os fãs mais dedicados de The Weeknd, o filme pode ser uma experiência frustrante e decepcionante.</p>



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		<title>🎬 Jenna Ortega Parte o Silêncio: Porque Abandonou Realmente o Universo Scream</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 10:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Death of a Unicorn]]></category>
		<category><![CDATA[franquia Scream]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de meses de especulação,&#160;Jenna Ortega&#160;quebrou finalmente o silêncio sobre a sua saída da popular saga&#160;Scream, e a resposta está longe das habituais “incompatibilidades de agenda”. A verdade é outra — mais pessoal, mais política… e mais humana. ver também : 🐺 Lobo-terrível de “A Guerra dos Tronos” renasce 13 mil anos depois… e chama-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Depois de meses de especulação,&nbsp;<strong>Jenna Ortega</strong>&nbsp;quebrou finalmente o silêncio sobre a sua saída da popular saga&nbsp;<em>Scream</em>, e a resposta está longe das habituais “incompatibilidades de agenda”. A verdade é outra — mais pessoal, mais política… e mais humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%90%ba-lobo-terrivel-de-a-guerra-dos-tronos-renasce-13-mil-anos-depois-e-chama-se-khaleesi/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f43a.png" alt="🐺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lobo-terrível de “A Guerra dos Tronos” renasce 13 mil anos depois… e chama-se Khaleesi</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista recente à revista&nbsp;<em>The Cut</em>, a atriz de 22 anos revelou que o verdadeiro motivo que a levou a abandonar o papel de Tara Carpenter não foi o dinheiro, nem os compromissos com&nbsp;<em>Wednesday</em>. Foi o&nbsp;<strong>despedimento polémico de Melissa Barrera</strong>, sua parceira de ecrã e irmã na ficção, que precipitou a sua decisão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A situação com a Melissa estava a acontecer e tudo estava a desmoronar-se”, confessou Ortega. “Se&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;não fosse com aquela equipa de realizadores e aquelas pessoas de quem me apaixonei, então não me parecia a escolha certa para mim, naquele momento da minha carreira.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> De irmãs no ecrã a aliadas fora dele</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A saída de Melissa Barrera, motivada por publicações nas redes sociais em que demonstrava apoio à Palestina durante a guerra em Gaza, gerou grande polémica. A atriz foi acusada pela produtora Spyglass de “incitamento ao ódio” e “distorção do Holocausto” — acusações pesadas que levaram à sua demissão imediata em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jenna Ortega, solidária com a colega, abandonou o projeto no&nbsp;<strong>dia seguinte</strong>. E mais tarde fez questão de lhe prestar apoio pessoalmente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Falámos durante algum tempo”, disse Barrera numa entrevista. “Adoro-a imenso. Foi muito solidária comigo, e somos irmãs para a vida.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Num gesto que ecoa o espírito do slasher original — onde a lealdade pode salvar (ou perder) uma vida — Ortega demonstrou que, para lá dos papéis, há valores que não abdica. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fim de um ciclo, início de outro</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ortega admite também que está a tentar afastar-se dos franchises e procurar&nbsp;<strong>histórias originais</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>realizadores emergentes</strong>. Depois de integrar sagas como&nbsp;<em>Scream</em>,&nbsp;<em>Wednesday</em>,&nbsp;<em>Beetlejuice Beetlejuice</em>&nbsp;e&nbsp;<em>X</em>, a atriz sente que é tempo de “apostar em narrativas novas”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Já fiz parte de muitas franquias, o que é incrível por fazer parte de um legado”, explicou. “Mas estou a tentar dar prioridade a novos realizadores e histórias originais.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, o seu mais recente projeto,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>, é precisamente um desses casos: um guião improvável com… unicórnios. Sim, unicórnios. “Nunca pensei fazer um filme com unicórnios, mas um guião original é entusiasmante”, disse com um sorriso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f52a.png" alt="🔪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O estado atual do massacre</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a debandada de Ortega, Barrera, e até do novo realizador Christopher Landon (que abandonou o projeto dizendo que era “um sonho tornado pesadelo”),&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;foi completamente reconfigurado. Mas a produção não baixou os braços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para salvar o barco (ou a casa infestada por Ghostface), o estúdio trouxe de volta&nbsp;<strong>os três rostos clássicos da saga</strong>:&nbsp;<strong>Neve Campbell, Courteney Cox</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>David Arquette</strong>, que vão retomar os papéis de Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley. E não é tudo — dois assassinos Ghostface do passado,&nbsp;<strong>Matthew Lillard</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Scott Foley</strong>, também estão confirmados para o sétimo filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estreia está marcada para&nbsp;<strong>2026</strong>, mas a pergunta continua no ar: conseguirá&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;manter a relevância sem o sangue novo (e os gritos potentes) de Jenna Ortega e Melissa Barrera?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;chega aos cinemas em 2026, com promessas de nostalgia, sangue e mais reviravoltas do que um filme do Shyamalan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/robert-de-niro-vai-ser-homenageado-com-a-palma-de-ouro-honoraria-em-cannes-uma-lenda-reconhecida/">Robert De Niro vai ser homenageado com a Palma de Ouro Honorária em Cannes: Uma Lenda Reconhecida</a></p>
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		<title>🦄 “Death of a Unicorn”: Paul Rudd e Jenna Ortega brilham numa sátira negra absolutamente insana (e surpreendentemente emocional)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 09:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Scharfman]]></category>
		<category><![CDATA[comédia negra]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Death of a Unicorn]]></category>
		<category><![CDATA[estreia A24 2025]]></category>
		<category><![CDATA[filme A24]]></category>
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		<category><![CDATA[Paul Rudd]]></category>
		<category><![CDATA[sátira social]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece quando se atropela um unicórnio? E se esse momento surreal for o catalisador para uma comédia negra sobre ganância, sátira social e unicórnios vingativos?&#160;Death of a Unicorn, novo filme da A24 realizado por Alex Scharfman, responde a esta pergunta improvável com humor ácido, crítica social e uma criatura mítica que desafia convenções. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O que acontece quando se atropela um unicórnio? E se esse momento surreal for o catalisador para uma comédia negra sobre ganância, sátira social e unicórnios vingativos?&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>, novo filme da A24 realizado por Alex Scharfman, responde a esta pergunta improvável com humor ácido, crítica social e uma criatura mítica que desafia convenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estreando esta sexta-feira nos EUA e no Reino Unido, o filme junta Paul Rudd e Jenna Ortega — num inesperado par pai-e-filha — numa jornada bizarra, cómica e, ao mesmo tempo, estranhamente comovente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-sting-o-golpe-perfeito-que-quase-ficava-na-gaveta/">“The Sting”: O Golpe Perfeito que Quase Ficava na Gaveta</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O início de um pesadelo (mitológico)</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-14179" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-1024x682.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-768x511.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1.webp 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com um acidente de carro. Ridley (Jenna Ortega) e o seu pai Elliot (Paul Rudd) atropelam uma criatura improvável: um unicórnio bebé. O que poderia ser uma ocorrência mágica rapidamente se transforma num dilema ético e num campo minado de interesses corporativos, quando a descoberta do animal fantástico pode representar uma oportunidade de ouro para agradar ao patrão bilionário de Elliot.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A premissa já é, por si só, digna de uma curta absurda ou de um conto à Kurt Vonnegut — e não por acaso, o próprio Scharfman é fã confesso do autor. Mas&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;vai muito além do seu ponto de partida surreal, construindo um universo satírico sobre classes sociais, ganância e a obsessão contemporânea em controlar tudo, até a natureza mais pura e mitológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sátira sem subtilezas, mas com propósito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Escrito por Scharfman em 2019, antes da pandemia, o argumento já mergulhava numa visão crítica da elite económica e das suas dinâmicas de poder. Mas, como o realizador reconhece, o mundo ficou ainda mais insano desde então — e, como tal, seria quase ingénuo escrever sátira subtil em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vivemos tempos descarados, em que o homem mais rico do mundo tem um escritório na Casa Branca. A realidade já é caricata o suficiente. Por isso, este filme tem de ser direto, e talvez até catártico”, explica Scharfman.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é isso que faz de&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;tão refrescante: a sua recusa em filtrar ou suavizar as suas ideias. É, como diz o próprio realizador, uma comédia negra com “justiça restaurativa violenta” — onde os unicórnios, criaturas tipicamente associadas à inocência e à pureza, surgem como forças brutais da natureza contra um sistema que tenta aprisioná-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jenna Ortega e Paul Rudd: química improvável, mas eficaz</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-14180" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-1024x682.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-768x511.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1.webp 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No centro do caos, Jenna Ortega destaca-se como Ridley, a única personagem com um fio de consciência ética no meio da loucura. Ela é a âncora emocional do filme — e a voz do público — confrontada com um grupo de milionários excêntricos, vaidosos e, por vezes, absolutamente patéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paul Rudd, por sua vez, oferece uma das performances mais dúbias e divertidas da sua carreira recente: um pai que sabe que tudo à sua volta está errado, mas que continua a sorrir educadamente e a tentar agradar. Will Poulter é um destaque à parte, com uma interpretação hilariante de um “tech bro” mimado e narcisista, símbolo máximo da geração que acha que a fortuna equivale a sabedoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um unicórnio à vista de todos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Scharfman faz questão de não esconder o seu monstro — e ainda bem. Ao contrário de tantos filmes de terror modernos que preferem manter a criatura nas sombras,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;vai a fundo na construção do seu animal místico, combinando efeitos práticos com CGI e recorrendo até a marionetas realistas no set. O resultado é uma criatura crível, física e memorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As pessoas querem ver. Querem uma criatura que possam estudar, admirar e até temer. Por isso, ao longo do filme vamos mostrando cada vez mais até o unicórnio estar, literalmente, a descer as escadas da mansão em plena luz do dia”, revela o realizador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ecos de John Carpenter e Buñuel</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinefilamente falando,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;bebe de muitas fontes: dos&nbsp;<em>creature features</em>&nbsp;dos anos 70 e 80, como&nbsp;<em>The Thing</em>de John Carpenter, à sátira social de Buñuel (<em>O Anjo Exterminador</em>) e Altman (<em>Gosford Park</em>). Mas o que verdadeiramente distingue este filme é a sua ousadia em misturar todos esses tons — horror, comédia, drama e absurdo — sem perder o equilíbrio narrativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-verdade-por-tras-de-die-hard-quando-mctiernan-quase-disse-nao-ao-maior-filme-de-acao-de-sempre/">A Verdade Por Trás de Die Hard: Quando McTiernan Quase Disse “Não” ao Maior Filme de Ação de Sempre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com diálogos inteligentes, personagens marcantes e uma crítica mordaz ao capitalismo moderno e à exploração da natureza, o filme da A24 tem tudo para se tornar um dos títulos mais falados do ano — e, talvez, um futuro clássico de culto.</p>



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		<title>“Beetlejuice Beetlejuice” estreia na Max a 6 de dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 10:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Max]]></category>
		<category><![CDATA[Beetlejuice Beetlejuice]]></category>
		<category><![CDATA[comédia negra]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>
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					<description><![CDATA[O icónico fantasma&#160;Beetlejuice&#160;está de regresso na sequela&#160;“Beetlejuice Beetlejuice”, com estreia marcada na&#160;Max&#160;no próximo dia&#160;6 de dezembro. Sob a direção de&#160;Tim Burton, o filme revisita o universo gótico e hilariante apresentado em&#160;“Os Fantasmas Divertem-se”&#160;(1988), trazendo novas aventuras e uma dose de nostalgia para os fãs. ver também : Dwayne Johnson confirma uso de fato especial para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O icónico fantasma&nbsp;<strong>Beetlejuice</strong>&nbsp;está de regresso na sequela&nbsp;<strong>“Beetlejuice Beetlejuice”</strong>, com estreia marcada na&nbsp;<strong>Max</strong>&nbsp;no próximo dia&nbsp;<strong>6 de dezembro</strong>. Sob a direção de&nbsp;<strong>Tim Burton</strong>, o filme revisita o universo gótico e hilariante apresentado em&nbsp;<strong>“Os Fantasmas Divertem-se”</strong>&nbsp;(1988), trazendo novas aventuras e uma dose de nostalgia para os fãs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/dwayne-johnson-confirma-uso-de-fato-especial-para-interpretar-maui-em-live-action-de-moana/">Dwayne Johnson confirma uso de fato especial para interpretar Maui em live-action de “Moana”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma tragédia familiar e um portal para o caos</strong><br />A história começa com um regresso à casa assombrada dos Deetz, onde Lydia (<strong>Winona Ryder</strong>) e a sua filha adolescente, Astrid (<strong>Jenna Ortega</strong>), enfrentam as consequências de uma tragédia familiar. Quando Astrid descobre um modelo da cidade no sótão, ativa acidentalmente um portal para o mundo dos mortos, trazendo Beetlejuice (<strong>Michael Keaton</strong>) de volta à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco inclui ainda nomes como&nbsp;<strong>Catherine O’Hara</strong>,&nbsp;<strong>Justin Theroux</strong>,&nbsp;<strong>Monica Bellucci</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Willem Dafoe</strong>, que se juntam à nova geração para oferecer uma narrativa divertida, mas com a clássica atmosfera excêntrica de Tim Burton.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/eddie-murphy-revela-arrependimento-por-recusar-papel-em-quem-tramou-roger-rabbit/">Eddie Murphy revela arrependimento por recusar papel em “Quem Tramou Roger Rabbit”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tim Burton no seu melhor</strong><br />A sequela é uma celebração do estilo inconfundível de Burton, misturando humor negro, cenários sombrios e personagens excêntricas. Além disso, o filme inclui momentos de pura criatividade visual, reforçando a marca do realizador como um dos mestres do cinema fantástico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os fãs mais nostálgicos, a Max disponibiliza também o filme original, permitindo uma revisitação do clássico antes de mergulharem nesta nova aventura.</p>
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		<title>Samuel L. Jackson Junta-se a J.J. Abrams em Filme Misterioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 14:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Mackey]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Samuel L. Jackson, uma lenda de Hollywood, está em negociações para se juntar ao próximo projecto de J.J. Abrams, um filme que promete misturar ficção científica e aventura com viagens no tempo. O projecto, que já conta com Glen Powell, Emma Mackey e Jenna Ortega no elenco, tem gerado grande interesse, embora os detalhes sobre a trama permaneçam envoltos em mistério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/john-wick-3-implacavel-encabeca-o-especial-estrelas-em-part-time-no-star-movies/" data-type="post" data-id="10205">“John Wick 3 – Implacável” Encabeça o Especial Estrelas em Part-Time no STAR Movies</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Elenco Estelar e Promessas Ambiciosas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Abrams, conhecido por revitalizar franquias como&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Star Trek</em>, assume a realização e também a escrita do argumento. A inclusão de Jackson no elenco reforça o peso do projecto, dado o vasto currículo do ator em sucessos de bilheteira e a sua capacidade de trazer carisma a qualquer personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não se saiba ainda qual será o papel de Jackson, rumores apontam para uma história que explora paradoxos temporais e dilemas morais, elementos frequentemente presentes nos trabalhos de Abrams. Glen Powell, Emma Mackey e Jenna Ortega, rostos em ascensão, prometem atrair tanto públicos jovens como mais experientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aguardando Novos Detalhes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a produção ainda em fase inicial, pouco foi revelado sobre o enredo ou a data de estreia. No entanto, o envolvimento de Abrams e Jackson é suficiente para gerar entusiasmo entre os fãs de ficção científica e aventuras épicas. À medida que mais informações surgirem, este projecto poderá consolidar-se como um dos filmes mais antecipados dos próximos anos.</p>



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		<title>Lady Gaga Confirmada na Segunda Temporada de &#8220;Wednesday&#8221;: A Música e o Cinema Cruzam-se na Série da Netflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 11:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrela internacional Lady Gaga junta-se ao elenco da segunda temporada de &#8220;Wednesday&#8221;, série de sucesso da Netflix protagonizada por Jenna Ortega. Conhecida pela sua versatilidade artística, Gaga aceitou um convite da produção para participar num papel especial, embora inicialmente tenha sido considerada para uma participação mais extensa. A série, que cativou o público com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A estrela internacional Lady Gaga junta-se ao elenco da segunda temporada de &#8220;Wednesday&#8221;, série de sucesso da Netflix protagonizada por Jenna Ortega. Conhecida pela sua versatilidade artística, Gaga aceitou um convite da produção para participar num papel especial, embora inicialmente tenha sido considerada para uma participação mais extensa. A série, que cativou o público com a sua visão sombria e irreverente sobre a família Addams, volta a filmar na Irlanda, onde Gaga se juntará a outras estrelas, incluindo Steve Buscemi e Billie Piper.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lady Gaga já tinha uma ligação indireta com a série, uma vez que a sua música &#8220;Bloody Mary&#8221; se tornou viral nas redes sociais devido a uma cena icónica da primeira temporada, onde Wednesday, interpretada por Ortega, realiza uma dança que se tornou um fenómeno de popularidade. Este cruzamento entre a música e o cinema promete adicionar um novo nível de interesse à temporada, especialmente para os fãs da cantora, que poderão ver Gaga num papel enigmático e alinhado com a estética excêntrica e sombria da série.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda temporada de &#8220;Wednesday&#8221; não contará apenas com Lady Gaga e Jenna Ortega; o elenco foi reforçado com nomes de peso como Christopher Lloyd, que assume um papel intrigante, e outras celebridades como Joanna Lumley e Thandiwe Newton. A série, uma criação de Tim Burton e Alfred Gough, explora a vida da filha peculiar da família Addams enquanto ela navega os desafios e mistérios do seu quotidiano numa escola para seres sobrenaturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada de Gaga, &#8220;Wednesday&#8221; reforça o seu apelo junto de uma audiência que aprecia uma narrativa ousada e visualmente cativante, e prepara o terreno para uma temporada que se prevê tão envolvente quanto a primeira. A série, que combina mistério, humor negro e referências culturais, continua a ser uma das apostas mais fortes da Netflix, cimentando o seu estatuto como um dos fenómenos de streaming dos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma Curiosidade, uma dança da Wednesday apareceu no TikTok por altura da estreia da primeira temporada, em vez da música original que passou na série aparecia com uma versão acelerada do tema Bloody Mary da cantora. Por essa alura Lady Gaga apresentou mesmo a sua versão da coreografia. Aqui ficamos com o tema de Lady Gaga.</p>



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		<title>Novo &#8220;Beetlejuice&#8221; de Tim Burton: Sucesso na América, Acolhimento Morno no Resto do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 10:04:08 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">O regresso de Tim Burton com&nbsp;<em>Beetlejuice Beetlejuice</em>, a sequela do icónico&nbsp;<em>Os Fantasmas Divertem-se</em>&nbsp;de 1988, está a fazer sucesso nos Estados Unidos, mas o desempenho fora da América do Norte tem sido modesto. Nos primeiros dez dias de exibição, o filme arrecadou 188 milhões de dólares nos EUA, mantendo-se no topo das bilheteiras, mas os números internacionais não estão a acompanhar esse ritmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/james-mcavoy-fala-sobre-o-abandono-de-joaquin-phoenix-em-fragmentado/" data-type="post" data-id="8524">James McAvoy Fala sobre o Abandono de Joaquin Phoenix em “Fragmentado”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nostalgia pela obra original, que lançou Michael Keaton e Winona Ryder como protagonistas, parece ter tido um impacto mais significativo nos Estados Unidos, onde o filme é considerado um clássico. Contudo, em mercados como Portugal, o desempenho está a ser mais discreto, com apenas 62.714 espetadores nas primeiras semanas. Analistas acreditam que a falta de familiaridade com o filme original em vários países, onde a obra não teve uma estreia em cinema, pode explicar esta disparidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova versão, que conta também com a participação de Jenna Ortega e Monica Bellucci, não deixa de ser uma das mais aguardadas do ano. Tim Burton manteve o seu estilo visual excêntrico, que mistura comédia com terror, mas parece que o entusiasmo fora da América do Norte não foi tão grande quanto o esperado. Apesar disso, a produção ainda pode atingir os 300 milhões de dólares necessários para cobrir os custos e garantir o seu sucesso comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/james-cameron-quer-adaptar-fantasmas-de-hiroshima-ao-cinema/" data-type="post" data-id="8521">James Cameron Quer Adaptar “Fantasmas de Hiroshima” ao Cinema</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a indústria cinematográfica a recuperar dos tempos difíceis durante a pandemia,&nbsp;<em>Beetlejuice Beetlejuice</em>&nbsp;é um dos primeiros grandes lançamentos a devolver confiança aos cinemas norte-americanos. Contudo, os estúdios continuarão atentos à reação internacional, que poderá determinar a continuação de outros projetos semelhantes.</p>



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		<title>Jenna Ortega Defende a Criação de Novas Franquias de Cinema Lideradas por Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 10:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento feminino no cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Hollywood diversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[representação de género em Hollywood]]></category>
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					<description><![CDATA[Jenna Ortega, uma das jovens estrelas em ascensão de Hollywood, tem usado a sua voz para defender mais representatividade feminina em papéis principais no cinema. Em vez de simplesmente assumir personagens masculinos numa versão de género invertido, Ortega argumenta que é essencial criar novas franquias pensadas e projetadas especificamente para mulheres. Durante uma entrevista à [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Jenna Ortega, uma das jovens estrelas em ascensão de Hollywood, tem usado a sua voz para defender mais representatividade feminina em papéis principais no cinema. Em vez de simplesmente assumir personagens masculinos numa versão de género invertido, Ortega argumenta que é essencial criar novas franquias pensadas e projetadas especificamente para mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma entrevista à MTV, enquanto promovia o filme <em>Beetlejuice Beetlejuice</em>, no qual contracena com Catherine O&#8217;Hara, Ortega discutiu o aumento de protagonistas femininas em Hollywood. Ela expressou entusiasmo pela mudança, mas também apontou a necessidade de desenvolver personagens femininas originais, ao invés de transformar personagens masculinos existentes. &#8220;Eu amo que há muito mais protagonistas femininas hoje em dia, acho isso tão especial. Mas devemos ter o nosso. Eu não gosto quando é como um spinoff – eu não quero ver como &#8216;Jamie Bond&#8217;. Você sabe? Eu quero ver outro fodão&#8221;, disse Ortega.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um Novo Caminho para as Mulheres em Hollywood</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão de Ortega surge num momento em que Hollywood está a reavaliar o papel das mulheres tanto na frente quanto atrás das câmaras. Filmes como <em>Mulher-Maravilha</em> e <em>Capitã Marvel</em> mostraram que filmes liderados por mulheres podem ser grandes sucessos de bilheteira, desafiando o antigo paradigma de que os homens devem estar no centro das histórias de ação e aventura. Além disso, o recente sucesso de <em>Barbie</em>, um filme com uma protagonista feminina que não só foi um sucesso comercial mas também um fenômeno cultural, reforça o argumento de Ortega de que o público está pronto e ansioso por mais histórias lideradas por mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ortega, que já provou a sua capacidade de liderar uma produção através do seu papel em <em>Wednesday</em>, série de sucesso da Netflix, exemplifica uma nova geração de atrizes que não só querem protagonizar grandes histórias, mas também desejam influenciar o tipo de histórias que Hollywood conta. Ela é frequentemente vista como uma das jovens atrizes mais promissoras de Hollywood, conhecida por trazer intensidade e profundidade aos seus papéis, e por escolher projetos que ressoam com temas de empoderamento feminino.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Futuro das Franquias Femininas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O comentário de Ortega sobre querer &#8220;outra fodona&#8221; ao invés de um &#8220;Jamie Bond&#8221; destaca um desejo por originalidade e autenticidade em personagens femininas fortes. Este desejo reflete uma mudança mais ampla na indústria cinematográfica, que está a começar a reconhecer a importância de criar papéis significativos e variados para mulheres, além de evitar o simples reposicionamento de papéis originalmente escritos para homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão também remete para debates anteriores sobre a criação de personagens femininas icónicas sem a necessidade de estarem ligadas a contrapartes masculinas. A produtora da série James Bond, Barbara Broccoli, já afirmou que não acredita que uma mulher deva interpretar James Bond, preferindo que personagens novas e interessantes sejam criadas para mulheres. Esta visão alinha-se com a de Ortega, que clama por histórias novas e ousadas que tragam algo único e específico para a experiência feminina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a crescente demanda por diversidade e inclusão no cinema, as palavras de Ortega têm o potencial de inspirar uma nova onda de histórias originais lideradas por mulheres. Estes personagens não só desafiarão os estereótipos de género, mas também enriquecerão o panorama cinematográfico com narrativas mais variadas e profundas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Hollywood continua a evoluir e a adaptar-se às mudanças sociais, o apelo de Jenna Ortega por franquias mais diversificadas e originais lideradas por mulheres é um lembrete poderoso da necessidade de inovação na indústria. Com a audiência global a mostrar um claro interesse por narrativas inclusivas e diversificadas, há uma oportunidade significativa para criadores de cinema desenvolverem novas histórias que não só entretenham, mas que também inspirem as próximas gerações.</p>
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