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	<title>janela cinema 45 dias &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Netflix promete respeitar a janela de cinema da Warner — mas Hollywood continua desconfiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:54:44 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ted Sarandos garante 45 dias nas salas antes da chegada ao streaming</strong></h2>



<p>A possível aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix continua a agitar a indústria — e uma das grandes questões prende-se com o futuro da janela de exibição cinematográfica. Agora, a gigante do streaming veio a público esclarecer: os filmes da Warner continuarão a ter pelo menos 45 dias nas salas antes de chegarem às plataformas on demand.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/ai-no-grande-ecra-amc-recua-apos-polemica-em-torno-de-curta-metragem-criada-com-inteligencia-artificial/">AI no grande ecrã? AMC recua após polémica em torno de curta-metragem criada com Inteligência Artificial</a></p>



<p>A garantia foi dada por Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, durante um episódio do podcast&nbsp;<em>The Town</em>. Segundo o executivo, a empresa não pretende “matar” o modelo tradicional de exibição, mas sim integrá-lo no seu ecossistema de negócios.</p>



<p>“Estamos a comprar um modelo de negócios, não a destruí-lo”, afirmou Sarandos, sublinhando que os filmes continuarão a passar pelas salas de cinema — durante 45 dias — antes de seguirem para o streaming.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>45 dias… mas com nuances</strong></h2>



<p>A chamada “janela de 45 dias” tornou-se, nos últimos anos, um padrão da indústria após o abalo provocado pela pandemia. Antes de 2020, era comum que os filmes permanecessem cerca de 90 dias em exclusivo nas salas. O encurtamento desse prazo foi uma resposta às novas dinâmicas de consumo e à pressão das plataformas digitais.</p>



<p>Se a aquisição for aprovada, a Warner deverá manter a política actual. Contudo, Sarandos deixou escapar uma nuance importante: nem todos os filmes terão necessariamente exactamente 45 dias. Obras com desempenho comercial abaixo do esperado poderão ter uma janela mais curta — prática que, aliás, já é utilizada por vários estúdios.</p>



<p>O executivo citou como exemplo um grande sucesso recente,&nbsp;<em>Superman</em>, que terá trabalhado com prazos ligeiramente ajustados. A declaração, embora apresentada como pragmática, reacendeu algumas dúvidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um histórico que alimenta desconfiança</strong></h2>



<p>A preocupação das redes exibidoras não surge do nada. Em 2023, Sarandos classificou publicamente o modelo tradicional de cinema como “antiquado”, defendendo que o streaming representava o futuro do entretenimento. Mais recentemente, circularam relatos de que, sob a liderança da Netflix, a Warner poderia reduzir as janelas para apenas 17 dias — um cenário que teria impacto directo nas receitas das salas.</p>



<p>É precisamente essa memória recente que leva muitos exibidores e analistas a questionar se a promessa dos 45 dias é um compromisso duradouro ou apenas uma estratégia para tranquilizar reguladores e accionistas antes da votação decisiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O fantasma do modelo Netflix</strong></h2>



<p>A relação da Netflix com as salas de cinema tem sido, historicamente, tensa. A empresa já lançou vários filmes em exibição limitada para cumprir critérios de elegibilidade aos Óscares, mas sem apostar numa estratégia comercial tradicional e prolongada.</p>



<p>Um caso paradigmático é a saga&nbsp;<em>Entre Facas e Segredos</em>, realizada por Rian Johnson. O primeiro filme tornou-se um êxito de bilheteira, ultrapassando os 300 milhões de dólares. Já as sequelas produzidas pela Netflix tiveram passagens muito breves pelas salas comerciais, privilegiando a estreia rápida na plataforma.</p>



<p>Para muitos exibidores independentes, este modelo é motivo de apreensão. A Warner Bros. é responsável por alguns dos maiores blockbusters anuais e uma eventual mudança estrutural poderia afectar todo o ecossistema de distribuição.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Decisão iminente</strong></h2>



<p>Os próximos desenvolvimentos deverão ser conhecidos a 20 de Março, quando os accionistas da Warner Bros. Discovery se reunirem para votar a proposta de aquisição. Em cima da mesa estará também uma alternativa apresentada pela Paramount Skydance, que poderá disputar o negócio.</p>



<p>Até lá, a indústria observa com atenção cada declaração pública. A promessa dos 45 dias surge como um gesto conciliador, mas o verdadeiro teste será a prática. Num momento em que o equilíbrio entre salas e streaming continua a redefinir-se, qualquer alteração pode ter efeitos estruturais no futuro do cinema tradicional.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/desejo-poder-e-submissao-o-filme-britanico-que-esta-a-dividir-plateias-chega-a-portugal-em-marco/">Desejo, Poder e Submissão: O Filme Britânico Que Está a Dividir Plateias Chega a Portugal em Março</a></p>



<p>A grande questão mantém-se: a Netflix quer mesmo proteger o modelo cinematográfico… ou apenas ganhar tempo?</p>
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