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	<title>James Gunn Superman &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>James Gunn Superman &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Brendan Fraser Recorda Audição Para o Superman de J.J. Abrams: “Era Shakespeare no Espaço”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 09:56:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O actor relembra como esteve perto de vestir o fato do Homem de Aço — e porque não estava pronto para carregar o peso do símbolo Brendan Fraser continua a surpreender com histórias inesperadas da sua carreira — e a mais recente leva-nos até ao início dos anos 2000, quando esteve&#160;seriamente em consideração para interpretar [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O actor relembra como esteve perto de vestir o fato do Homem de Aço — e porque não estava pronto para carregar o peso do símbolo</strong></p>



<p>Brendan Fraser continua a surpreender com histórias inesperadas da sua carreira — e a mais recente leva-nos até ao início dos anos 2000, quando esteve&nbsp;<strong>seriamente em consideração para interpretar Superman</strong>&nbsp;numa versão desenvolvida por J.J. Abrams e produzida por Brett Ratner. O projecto nunca chegou a ver a luz do dia, mas deixou uma marca profunda na memória do actor.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/filha-de-robert-redford-condena-tributos-feitos-com-ia-representacoes-fabricadas-do-meu-pai-que-nao-pode-falar-por-si/">Filha de Robert Redford Condena Tributos Feitos com IA: “Representações Fabricadas do Meu Pai, Que Não Pode Falar Por Si”</a></p>



<p>Em conversa com Josh Horowitz no podcast&nbsp;<em>Happy Sad Confused</em>, Fraser revelou que chegou a fazer screen-tests para o icónico papel, numa fase em que estava no auge do sucesso com&nbsp;<em>The Mummy</em>. E, segundo ele, o guião era algo de extraordinário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Deixaram-me lê-lo numa sala vazia — era magnífico”</strong></h3>



<p>Fraser conta que teve acesso ao argumento apenas sob condições quase paranóicas de segurança:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Assinei um NDA, trancaram-me sozinho numa sala vazia num estúdio, e o guião estava impresso a preto sobre papel vermelho-escuro para não poder ser fotocopiado. Era&nbsp;<em>Shakespeare no espaço</em>. Um guião realmente muito bom.”</p>
</blockquote>



<p>Apesar de estar entusiasmado com o texto, Fraser admite que sentiu o peso da responsabilidade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Se eu conseguisse aquele trabalho, Superman ficaria cravado na minha lápide. Passaria a ser isso para o resto dos meus dias.”</p>
</blockquote>



<p>O actor sublinha que assumir o papel implica não apenas o compromisso físico e emocional, mas também a inevitabilidade de ser para sempre associado ao super-herói — algo para o qual não sabia se estava preparado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O medo de ficar “preso” ao símbolo</strong></h3>



<p>Fraser fala de uma ansiedade natural antes de qualquer grande projecto, mas no caso de Superman, o receio era muito maior:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Torna-se parte da tua marca, de quem és. E não sei se estava pronto na altura.”</p>
</blockquote>



<p>Ainda assim, reconhece que teria sido uma enorme oportunidade e que se sentia motivado pela possibilidade.</p>



<p>Mas a decisão acabou por ser tomada sem ele: a Warner Bros. optou por seguir outro caminho e avançou com&nbsp;<em>Superman Returns</em>&nbsp;(2006), realizado por Bryan Singer e protagonizado por Brandon Routh.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“O que não é para ti, passa por ti”</strong></h3>



<p>Fraser resume a experiência com uma frase que lhe foi dita anos mais tarde pelo cineasta Terry George, no set de&nbsp;<em>Whole Lotta Sole</em>&nbsp;(2012):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O que não é para ti, passa-te ao lado.”</p>
</blockquote>



<p>Foi uma forma elegante de aceitar que aquele capítulo não lhe pertencia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O projecto de Abrams… ainda não morreu</strong></h3>



<p>Curiosamente, apesar do enorme sucesso do novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;de James Gunn — com David Corenswet no papel de Kal-El — a versão de J.J. Abrams&nbsp;<strong>ainda está em desenvolvimento</strong>.</p>



<p>Em 2021, foi noticiado que Abrams produziria um reboot escrito por Ta-Nehisi Coates, com uma abordagem alternativa e situada noutra continuidade, não ligada ao universo de Gunn. Os detalhes continuam em segredo, mas o projecto permanece vivo nos bastidores da DC.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/durante-decadas-o-publico-foi-enganado-documentario-secreto-afirma-que-extraterrestres-existem-e-que-o-governo-dos-eua-sempre-soube/">“Durante décadas, o público foi enganado”: Documentário secreto afirma que extraterrestres existem — e que o governo dos EUA sempre soube</a></p>



<p>Fraser, por sua vez, segue em frente — agora mais venerado do que nunca após o seu regresso triunfal com&nbsp;<em>The Whale</em>. Mas imaginar um “Superman Fraser” continua a ser um exercício que intriga muitos fãs… e que ele próprio descreve como uma versão grandiosa, poética e espacial da lenda kryptoniana.</p>
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		<title>Krypto Está a Salvar o Dia… e a Levar Centenas de Cães para Casa nos EUA 🐾🦸‍♂️</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 15:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[adoção de cães EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[O supercão de &#8220;Superman&#8221; está a ter impacto fora do ecrã — e é maravilhoso Quem diria que o verdadeiro herói de Superman (2025) talvez nem seja o homem de capa vermelha, mas sim… o seu cão? 🐶💥 Krypto, o inseparável companheiro kryptoniano de Clark Kent, conquistou corações por todo o mundo com o seu [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O supercão de &#8220;Superman&#8221; está a ter impacto fora do ecrã — e é maravilhoso</strong></p>



<p>Quem diria que o verdadeiro herói de <em>Superman</em> (2025) talvez nem seja o homem de capa vermelha, mas sim… o seu cão? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f436.png" alt="🐶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Krypto, o inseparável companheiro kryptoniano de Clark Kent, conquistou corações por todo o mundo com o seu charme canino e poderes explosivos — e nos Estados Unidos está mesmo a mudar vidas.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/os-smurfs-estao-de-volta-aventura-azul-chega-hoje-aos-cinemas-%f0%9f%92%99/" data-type="post" data-id="17734">Os Smurfs Estão de Volta: Aventura Azul Chega Hoje aos Cinemas! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Segundo dados divulgados pelo The Wrap, o lançamento do filme provocou um aumento impressionante nas buscas por adoção de cães. O fenómeno chama-se &#8220;Efeito Krypto&#8221; — e nós, no <em>Clube de Cinema</em>, estamos oficialmente rendidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um supercão… com inspiração bem real</h2>



<p>Krypto não é só um sidekick peludo: é parte fundamental do novo tom esperançoso e leve que James Gunn trouxe à nova fase do Universo DC. E a sua criação tem raízes comoventes — o realizador revelou que a personagem foi inspirada no seu próprio cão, Ozu, adotado enquanto escrevia o argumento. As dificuldades em treiná-lo serviram de base para imaginar um cão&#8230; com superpoderes. Resultado? Uma personagem adorável, trapalhona e cheia de coração.</p>



<p>No filme, Krypto surge como uma versão Schnauzer animada digitalmente — mas suficientemente realista para gerar empatia e desejo de adoção. De tal forma que as buscas por &#8220;adotar um cão perto de mim&#8221; dispararam 513% após o fim de semana de estreia nos EUA. Até &#8220;adotar um Schnauzer&#8221; subiu uns surpreendentes 299%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De Hollywood para o canil — uma parceria com impacto</h2>



<p>A Warner Bros. não ficou indiferente ao fenómeno e, em parceria com a organização animal Best Friends, cobriu as taxas de adoção em vários abrigos entre 1 e 10 de julho. Resultado? Foram adotados 454 animais de estimação só nesse período.</p>



<p>A presidente da Woofz, um popular app de treino canino, aplaudiu o entusiasmo mas deixou o alerta: “A adoção é um compromisso a sério. O entusiasmo passa, mas o cão fica. Preparem-se para dar tempo, cuidado e treino.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">O trailer mais visto da história da DC</h2>



<p>Krypto também ajudou a catapultar <em>Superman</em> para a estratosfera digital: com mais de 250 milhões de visualizações, o trailer tornou-se o mais visto da história da DC e da Warner Bros., com mais de um milhão de interações nas redes sociais. Não é nada mau para um cão que, no fundo, só queria uns ossos e umas festas no focinho entre lutas com supervilões.</p>



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		<title>Superman, o Imigrante: Entre a Esperança de James Gunn e a Polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:57:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Está longe de ser apenas mais um filme de super-heróis. O novo Superman, realizado por James Gunn e protagonizado por David Corenswet, chega às salas esta quinta-feira, 11 de Julho, com uma missão que vai muito além de salvar Metrópolis: devolver ao público uma centelha de esperança num mundo cada vez mais cínico — e, inevitavelmente, [&#8230;]]]></description>
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<p>Está longe de ser apenas mais um filme de super-heróis. O novo <em>Superman</em>, realizado por James Gunn e protagonizado por David Corenswet, chega às salas esta quinta-feira, 11 de Julho, com uma missão que vai muito além de salvar Metrópolis: devolver ao público uma centelha de esperança num mundo cada vez mais cínico — e, inevitavelmente, reacender velhos debates sobre o que significa ser “o herói da América”.</p>



<p>ver também: &#8220;<a href="https://www.clubedecinema.pt/better-man-o-biopic-mais-surpreendente-do-ano-traz-robbie-williams-em-versao-chimpanze-literalmente/">Better Man”: O Biopic Mais Surpreendente do Ano Traz Robbie Williams em Versão Chimpanzé (Literalmente!)</a></p>



<p>O filme foi calorosamente recebido pela crítica, com a Rolling Stone a descrevê-lo como uma obra “viva, vibrante e fiel ao espírito dos comics”. Mas se por um lado a visão humanista e inclusiva de James Gunn foi elogiada por muitos, por outro não escapou a reacções intensamente críticas — nomeadamente por parte de Dean Cain, o antigo intérprete do Homem de Aço na série dos anos 90&nbsp;<em>Lois &amp; Clark: The New Adventures of Superman</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A visão de Gunn: um Superman vulnerável, empático e… imigrante</strong></h3>



<p>James Gunn não escondeu que, para ele, Superman é “a história da América”: a de um estrangeiro que chega a uma terra desconhecida e tenta fazer o bem, mesmo quando enfrenta desconfiança. “Superman é alguém que acredita na bondade humana, e essa bondade tornou-se uma coisa em vias de extinção”, explicou o realizador. O novo filme mostra um herói já com três anos de actividade, numa fase em que questiona o seu papel, as suas limitações e o verdadeiro significado de justiça num mundo fragmentado e politicamente polarizado.</p>



<p>Ao contrário das versões recentes mais sisudas, esta encarnação de Clark Kent é calorosa, vulnerável, profundamente ligada à sua humanidade — uma opção que obrigou Corenswet a trabalhar tanto os ombros como a empatia. A relação com Lois Lane (Rachel Brosnahan), os momentos no Daily Planet, a parceria com Krypto e a colaboração com uma nova “Justice Gang” (nome provisório), tudo contribui para retratar um Superman inserido num ecossistema de afectos, dúvidas e decisões morais.</p>



<p>Para o elenco, o filme é mais do que entretenimento: é uma resposta directa a tempos conturbados. A actriz Isabela Merced (Hawk Girl) confessou que o filme lhe deu alento depois de uma semana dominada por más notícias. Já Wendell Pierce (Perry White) sublinhou o poder do cinema como “acto colectivo de reflexão sobre os nossos valores”. Até Will Reeve, filho do inesquecível Christopher Reeve, surge numa participação especial, reforçando a ponte emocional com o legado do passado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dean Cain: “Estão a tornar o Superman demasiado woke”</strong></h3>



<p>Do outro lado do espetro, Dean Cain insurgiu-se contra o que considera ser uma politização indevida da personagem. Numa entrevista recente ao TMZ, o actor afirmou: “Como é que Hollywood vai tornar esta personagem ainda mais&nbsp;<em>woke</em>? Alteraram o lema de ‘Truth, Justice and the American Way’ para ‘a better tomorrow’… Estão a mudar personagens adoradas para se adaptarem aos tempos. Acho um erro.”</p>



<p>Cain foi particularmente crítico quanto à associação de Superman à questão da imigração. “O ‘American way’ é amigável para imigrantes, claro. Mas tem de haver regras. E quando se traz o Superman para esta conversa política, isso vai prejudicar as receitas do filme.” O actor chegou mesmo a acusar ONGs e políticos de instrumentalizarem a imigração, e alertou que os comentários de Gunn poderão afastar parte do público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>As respostas do elenco: “Superman é — e sempre foi — um imigrante”</strong></h3>



<p>Perante as declarações de Cain, os membros do elenco reagiram com serenidade e alguma ironia. Nathan Fillion (Guy Gardner/Green Lantern) limitou-se a responder: “Aw, alguém precisa de um abraço. É só um filme, pessoal.” Já Sean Gunn, irmão do realizador e intérprete do vilão Maxwell Lord, foi mais directo: “Sim, o Superman é um imigrante. E se não gostas disso, então não estás do lado do verdadeiro American Way.”</p>



<p>A resposta mais contundente talvez tenha sido a de James Gunn: “Este é um filme sobre bondade. E isso é algo que toda a gente pode compreender. Não estou aqui para julgar ninguém.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um filme político?</strong></h3>



<p>É inevitável perguntar:&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;é um filme político? Sim, mas não panfletário. Ao resgatar o espírito original da personagem — criada por dois filhos de imigrantes judeus, numa América de crise — Gunn reconecta o herói com as suas raízes mais profundas. A versão de 2025 é menos sobre invulnerabilidade e mais sobre compaixão. O conflito já não é apenas contra supervilões como Lex Luthor, mas contra a apatia, o medo e o individualismo.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-comedia-francesa-mais-explosiva-do-verao-christian-clavier-torna-se-o-sogro-dos-pesadelos-em-terapia-de-familia/">A Comédia Francesa Mais Explosiva do Verão: Christian Clavier Torna-se o Sogro dos Pesadelos em Terapia de Família</a></p>



<p>Num momento em que o mundo se divide entre trincheiras ideológicas, este novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;recorda-nos que os grandes heróis não são aqueles que nos mostram o quanto são fortes, mas sim os que nos lembram do que podemos ser.</p>
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		<title>“Superwoke”? James Gunn Responde à Polémica: Superman é uma História de Bondade — e de Imigração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 12:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Director enfrenta críticas de comentadores conservadores nos EUA por dizer que Superman “é um imigrante” — e não recua ver também: James Gunn Confirma: Argumento de The Batman Part II Está Pronto — e É “Óptimo” James Gunn voltou a dar nas vistas. Mas desta vez, o realizador de&#160;Superman&#160;não está a ser falado pelos efeitos especiais nem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Director enfrenta críticas de comentadores conservadores nos EUA por dizer que Superman “é um imigrante” — e não recua</strong></p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/james-gunn-confirma-argumento-de-the-batman-part-ii-esta-pronto-e-e-optimo/">James Gunn Confirma: Argumento de The Batman Part II Está Pronto — e É “Óptimo”</a></p>



<p>James Gunn voltou a dar nas vistas. Mas desta vez, o realizador de&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;não está a ser falado pelos efeitos especiais nem pelas escolhas de elenco. Está a ser alvo de críticas por… lembrar algo que qualquer fã dos&nbsp;<em>comics</em>&nbsp;sabe desde sempre: Superman é, literalmente, um imigrante de Krypton.</p>



<p>No entanto, após uma entrevista ao&nbsp;<em>The Times of London</em>, onde Gunn descreveu&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;como “a história de um imigrante que veio de outro lugar”, o realizador viu-se no meio de uma tempestade mediática vinda da ala conservadora dos Estados Unidos. Canais como a Fox News apressaram-se a acusar o filme de ser “Superwoke”, com comentários inflamados que compararam o herói a membros de gangues ou criticaram o suposto “tom moralista”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Gunn mantém-se firme: “Este é um filme sobre bondade”</strong></h3>



<p>Na passadeira vermelha da estreia mundial de&nbsp;<em>Superman</em>, em Los Angeles, James Gunn recusou alimentar a polémica. “Não tenho nada a dizer a quem espalha ódio”, afirmou. “Este é um filme sobre bondade, e acho que isso é algo com que toda a gente se pode identificar.”</p>



<p>Para Gunn, o filme reflecte não apenas os ideais do herói, mas também uma visão sobre a América enquanto país formado por imigrantes. “<em>Superman</em>&nbsp;é a história da América”, disse. “Para mim, é sobretudo uma história que diz que a bondade humana é um valor — e é algo que temos vindo a perder.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Elenco defende visão do realizador</strong></h3>



<p>A defesa do filme não veio só de James Gunn. Nathan Fillion, que interpreta o Lanterna Verde Guy Gardner, respondeu com sarcasmo à indignação nas redes sociais: “Alguém precisa de um abraço. É só um filme, pessoal.”</p>



<p>Já Sean Gunn, irmão do realizador e intérprete de Maxwell Lord, foi mais direto: “O filme é exactamente sobre isto. Amamos os nossos imigrantes. Se não gostas disso, então não és americano. Dizer não aos imigrantes é ir contra o ideal americano.”</p>



<p>A declaração provocou ainda mais reacções — o que, ironicamente, apenas reforça o ponto de vista do próprio filme: vivemos tempos em que a bondade, o acolhimento e a empatia se tornaram ideologias polémicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um super-herói para todos</strong></h3>



<p>Com estreia marcada para 11 de Julho,&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;é o primeiro grande capítulo do novo DCU de James Gunn e Peter Safran, na fase intitulada&nbsp;<em>Gods and Monsters</em>. O elenco inclui David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Nicholas Hoult como Lex Luthor, e nomes como María Gabriela de Faría, Skyler Gisondo, Sara Sampaio, Sean Gunn, Edi Gathegi, Isabel Merced e Nathan Fillion.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/james-gunn-promete-um-superman-mais-colorido-e-optimista-quero-trazer-de-volta-a-alegria/">James Gunn Promete um Superman Mais Colorido e Optimista: “Quero Trazer de Volta a Alegria”</a></p>



<p>A visão de Gunn pode não agradar a todos, mas uma coisa é certa: o seu&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;veio com uma missão clara — não apenas salvar o mundo, mas lembrar-nos que a bondade e o acolhimento são, também eles, superpoderes.</p>
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