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	<title>James Bond &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>James Bond &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Callum Turner como James Bond? Quatro pistas sobre como o novo 007 pode mudar tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:54:11 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há confirmação oficial, mas os rumores sobre o próximo James Bond ganharam força no arranque de 2026. Tudo indica que Callum Turner poderá ser o escolhido para vestir o fato de 007, numa altura em que a saga procura redefinir-se após a compra da MGM pela Amazon e várias mudanças ao nível da produção. Desta vez, não se trata apenas de especulação: há sinais claros de que o projecto está finalmente a avançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também :<a href="https://clubedecinema.pt/sigourney-weaver-os-beatles-e-uma-carta-embaracosa-para-john-lennon-espero-que-a-tenham-deitado-fora/">Sigourney Weaver, os Beatles e uma carta embaraçosa para John Lennon: “Espero que a tenham deitado fora”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das novidades mais entusiasmantes é a escolha de Denis Villeneuve como realizador. Conhecido pelo seu trabalho em filmes como Dune, Arrival e Blade Runner 2049, Villeneuve traz um cinema elegante, contido e profundamente humano. Um estilo que poderá encaixar bem com a presença clássica e algo introspectiva de Callum Turner, apontando para um Bond mais cerebral e menos dependente do espectáculo puro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="1000" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/callum.jpg" alt="" class="wp-image-22789" style="width:816px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/callum.jpg 750w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/callum-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A comparação com Bonds anteriores é inevitável. Será Turner mais próximo do charme de Sean Connery ou da fisicalidade austera de Daniel Craig? A resposta poderá estar algures entre os dois. O actor britânico já demonstrou versatilidade em vários projectos, revelando uma sobriedade clássica aliada a uma vulnerabilidade moderna. Um Bond menos invencível, mais humano, capaz de pensar e sentir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">James Bond sempre funcionou como um reflexo do seu tempo. Nos anos 90, Pierce Brosnan representava sofisticação e gadgets. Com Daniel Craig, o início do século XXI pediu realismo, trauma e cinismo. Em 2026, o contexto é outro. Entre debates sobre masculinidade e um certo regresso a valores conservadores, a indústria parece apostar num equilíbrio mais neutro. Turner, com 35 anos, encaixa nessa visão: tem presença física, carisma clássico e uma imagem suficientemente contemporânea para agradar a várias gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, há a sugestão inevitável e assumidamente divertida. Callum Turner é noivo de Dua Lipa, uma das maiores estrelas pop da actualidade. E se fosse ela a cantar o próximo tema de Bond? A sua voz grave, o glamour moderno e um historial de êxitos tornam a ideia surpreendentemente plausível. Não seria a primeira vez que a saga 007 aposta numa artista contemporânea para marcar uma nova era.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-quarto-remake-de-intocaveis-bate-recordes-e-prova-que-a-historia-continua-a-conquistar-o-publico/">O quarto remake de&nbsp;Intocáveis&nbsp;bate recordes e prova que a história continua a conquistar o público</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja Callum Turner o próximo Bond ou não, uma coisa é certa: o futuro de James Bond começa finalmente a ganhar forma. E, desta vez, há motivos reais para ficar curioso.</p>
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		<title>Quando Roger Moore Mudou de Ideias — e Tirou James Brolin do Caminho de James Bond</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[A história de&#160;James Bond&#160;está cheia de curiosidades, decisões de última hora e jogos de bastidores dignos do próprio MI6. Mas poucas são tão cruéis — e tão pouco conhecidas — como aquela que envolveu&#160;James Brolin&#160;e que acabou por mantê-lo fora de&#160;Octopussy. Um caso raro em que um actor chegou a ser escolhido, começou a preparar-se… [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A história de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>James Bond</strong></a>&nbsp;está cheia de curiosidades, decisões de última hora e jogos de bastidores dignos do próprio MI6. Mas poucas são tão cruéis — e tão pouco conhecidas — como aquela que envolveu&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><strong>James Brolin</strong></a>&nbsp;e que acabou por mantê-lo fora de&nbsp;<em>Octopussy</em>. Um caso raro em que um actor chegou a ser escolhido, começou a preparar-se… e foi afastado simplesmente porque o titular decidiu regressar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início da década de 1980, a continuidade de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><strong>Roger Moore</strong></a>&nbsp;como 007 estava longe de ser garantida. Após&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>&nbsp;(1981), tudo indicava que Moore iria finalmente despedir-se do papel que já interpretava desde&nbsp;<em>Live and Let Die</em>. Os produtores&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>Albert R. Broccoli</strong></a>&nbsp;e&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=4"><strong>Michael G. Wilson</strong></a>&nbsp;começaram, discretamente, a procurar um sucessor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E foi aí que James Brolin entrou em cena.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um Bond improvável… mas quase oficial</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22462" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-768x1151.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-1025x1536.jpg 1025w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-1366x2048.jpg 1366w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-scaled.jpg 1708w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">À primeira vista, a escolha parecia improvável. Brolin era americano — algo que sempre causou resistência dentro da saga — mas vinha embalado pelo enorme sucesso de&nbsp;<em>The Amityville Horror</em>&nbsp;(1979). Tinha presença física, carisma e um perfil mais duro que agradava à equipa criativa, que pretendia manter um tom mais sério após o registo mais leve de Moore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o próprio Brolin, em entrevista à&nbsp;<em>People</em>&nbsp;em 2025, o processo avançou de forma surpreendentemente concreta. Voou para Londres, reuniu-se com os produtores, foi integrado em treinos com duplos, recebeu alojamento… e foi, nas suas palavras,&nbsp;<strong>escolhido informalmente</strong>&nbsp;para o papel. Faltava apenas assinar o contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegou mesmo a realizar um teste de câmara com&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=5"><strong>Maud Adams</strong></a>, que viria a protagonizar&nbsp;<em>Octopussy</em>. O realizador&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=6"><strong>John Glen</strong></a>&nbsp;descreveu o ensaio como “excelente”, sublinhando que Brolin levava o papel muito a sério e tinha entendido o tom pretendido para o novo Bond.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O telefonema que mudou tudo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Convencido de que iria passar um ano em Inglaterra, Brolin regressou a Los Angeles para organizar a sua vida. Foi então que recebeu o telefonema fatídico:&nbsp;<strong>Roger Moore tinha mudado de ideias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após negociações de bastidores — financeiras, criativas e estratégicas — Moore aceitou regressar para mais um filme. A decisão foi imediata e definitiva. Brolin estava fora. Sem contrato assinado, sem margem para contestação, sem direito a segunda oportunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o próprio recorda, tudo terminou tão depressa como começou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que Moore regressou?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Moore já tinha ultrapassado o número de filmes inicialmente previstos no seu contrato. Depois de&nbsp;<em>The Spy Who Loved Me</em>, passou a negociar filme a filme.&nbsp;<em>Moonraker</em>&nbsp;e&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>&nbsp;foram feitos nessas condições, e&nbsp;<em>Octopussy</em>&nbsp;surgiu num momento particularmente sensível para a franquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1983, a saga enfrentava concorrência directa de&nbsp;<em>Never Say Never Again</em>, que marcava o regresso de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=7"><strong>Sean Connery</strong></a>&nbsp;ao papel, fora da continuidade oficial. Para a MGM, manter Moore era uma forma de assegurar estabilidade e reconhecimento imediato junto do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, como John Glen admitiu mais tarde,&nbsp;<strong>Cubby Broccoli nunca esteve totalmente confortável com a ideia de um Bond americano</strong>. Mesmo que Brolin tivesse convencido em câmara, a tradição acabou por pesar mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um sucesso… e uma oportunidade perdida</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Octopussy</em>&nbsp;não é hoje lembrado como um dos grandes clássicos da saga, mas foi um enorme sucesso comercial e superou o rival protagonizado por Connery. Para Roger Moore, foi mais uma vitória. Para James Brolin, ficou a sensação agridoce de ter estado a centímetros da imortalidade cinematográfica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um daqueles casos em que o destino de Hollywood se decide num simples “vou fazer mais um”. Um gesto aparentemente banal que alterou carreiras, histórias e até a memória colectiva de uma das maiores franquias do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E deixa uma pergunta inevitável:&nbsp;<strong>como teria sido James Bond se James Brolin tivesse realmente vestido o smoking?</strong></p>
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		<title>Pierce Brosnan, 72 anos, e um novo papel improvável: interpretar Pierce Brosnan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 18:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lá fora, o antigo 007 é celebrado por brincar com a própria imagem, abrir a porta a um possível regresso ao universo Bond e abraçar, sem filtros, a idade e a carreira. Durante anos, Hollywood tratou Pierce Brosnan como uma espécie de conceito: o charme em forma humana. Remington Steele, Thomas Crown, James Bond — [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong> Lá fora, o antigo 007 é celebrado por brincar com a própria imagem, abrir a porta a um possível regresso ao universo Bond e abraçar, sem filtros, a idade e a carreira.</strong><br /><br />Durante anos, Hollywood tratou Pierce Brosnan como uma espécie de conceito: o charme em forma humana. Remington Steele, Thomas Crown, James Bond — tudo variações do mesmo arquétipo: o homem impecavelmente vestido, perigosamente sedutor, com um sorriso que resolvia metade dos problemas antes sequer de sacar da arma. Agora, aos 72 anos, o actor irlandês está a viver uma espécie de segunda juventude profissional. E, se acreditarmos no que se escreve lá fora, fá-lo justamente ao desfazer esse mito que ele próprio ajudou a construir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler Também : <a href="https://clubedecinema.pt/wicked-for-good-divide-criticos-la-fora-ariana-grande-entre-o-alvo-das-criticas-e-o-centro-dos-elogios/">“Wicked: For Good” Divide Críticos Lá Fora — Ariana Grande Entre o Alvo das Críticas e o Centro dos Elogios</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa longa entrevista recente, Brosnan passa metade do tempo a tentar despachar o jornalista da sua casa em Malibu, com um humor meio rabugento, meio encantador. Garante que não tem grande coisa para dizer, que já contou a sua história vezes demais. Mas, entre um café servido em chávena de porcelana, uma bicicleta à beira da praia e telefonemas para a mulher, acaba por revelar um actor num momento muito particular: consciente da sua própria “marca”, disposto a brincar com ela e, ao mesmo tempo, decidido a continuar a trabalhar até onde o corpo e a cabeça aguentarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lá fora sublinham precisamente isso: Brosnan sabe que, para várias gerações, continua a ser “o” 007 — mesmo mais de vinte anos depois de&nbsp;<em>Die Another Day</em>. Mas em vez de fugir dessa sombra, aprendeu a usá-la. Em thrillers recentes como&nbsp;<em>Black Bag</em>, assume figuras de autoridade ligadas aos serviços secretos, quase como se estivesse a fazer um meta-cameo prolongado. O público entra descansado, confiante no ex-agente ao serviço de Sua Majestade — e o filme diverte-se a virar a mesa, revelando um personagem bem mais sombrio do que o antigo Bond.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, Brosnan tem procurado papéis que subvertam a imagem do “homem perfeito de fato italiano”. Em&nbsp;<em>The Thursday Murder Club</em>, adaptação do fenómeno literário de Richard Osman, interpreta Ron, um reformado rabugento, vaidoso e ligeiramente ridículo. Lá fora contam uma cena deliciosa: a entrada de Ron numa esquadra de polícia, envergando um fato azul aos quadrados dois números abaixo. O momento só funciona porque o espectador sabe que Pierce Brosnan nunca fica mal de fato — e, de repente, fica. É comédia construída em cima de décadas de glamour.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa consciência da própria iconografia acompanha-o mesmo quando não está a representar. Brosnan passa grande parte do tempo a pintar e está a preparar um documentário sobre si próprio, realizado por Thom Zimny, com o filho Dylan a servir de arquivista. Não se trata de um exercício de vaidade fácil, garantem os perfis estrangeiros, mas de uma tentativa de organizar memórias, de perceber como é que aquele jovem irlandês que chegou a Los Angeles nos anos 80 a vibrar com a ideia de conhecer John Huston se transformou neste veterano que prefere “saltar do autocarro” em vez de “saltar de aviões”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="640" height="562" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Pierce-Bond.jpeg" alt="" class="wp-image-21488" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Pierce-Bond.jpeg 640w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Pierce-Bond-300x263.jpeg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E Bond? A pergunta, claro, nunca morre. Nas entrevistas internacionais mais recentes, Brosnan volta a ser confrontado com o eterno “voltaria?”. A resposta é diplomática, mas reveladora. Voltar como 007, não. “Esse é o trabalho de outro homem”, diz. Contudo, admite que poderia “entretê-lo” a ideia de regressar ao universo, talvez como agente reformado chamado de novo ao serviço, numa era em que a Amazon parece interessada em expandir a marca Bond para lá da fórmula tradicional. Não é uma campanha pública, é quase um encolher de ombros: se acontecer, aconteceu; se não, segue a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a vida segue mesmo. Além de&nbsp;<em>The Thursday Murder Club</em>, Brosnan está envolvido em&nbsp;<em>MobLand</em>&nbsp;e em&nbsp;<em>Giant</em>, onde interpreta o treinador de boxe Brendan Ingle, um homem vaidoso, teatral, carente de reconhecimento. Um tipo de personagem que lhe permite explorar fragilidade, ressentimento e ego ferido — muito para lá do charme automático que o perseguiu durante décadas. Lá fora fala-se desta fase como uma espécie de “renascença tardia”, um actor a descobrir novas cores depois de anos a ser pintado sempre com a mesma paleta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/blade-runner-a-distopia-que-quase-se-afundou-no-caos-e-acabou-por-redefinir-o-cinema/">“Blade Runner”: A Distopia que Quase Se Afundou no Caos — e Acabou por Redefinir o Cinema</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, quanto mais foge do molde do galã, mais Hollywood parece gostar dele. Em vez de correr atrás de sagas de super-heróis ou de cirurgias milagrosas, prefere envelhecer em cena. Diz que quer continuar a trabalhar até aos 80, mas sem tentar convencer ninguém de que ainda tem 40. “Sou da idade que sou, e abraço isso”, resume. A prioridade já não é salvar o mundo com um Aston Martin, mas encontrar personagens que lhe permitam “brincar com o símbolo” que construiu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg-768x1024.webp" alt="" class="wp-image-21489" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg-768x1024.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg-225x300.webp 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg-1152x1536.webp 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg-1536x2048.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/GQ_DECJAN_ONLINE_PIERCE-BROSNAN_5.jpg.webp 1600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os textos estrangeiros captam bem essa dualidade: Pierce Brosnan continua a ser, inevitavelmente, uma estrela de cinema — o tipo de pessoa que, ao passar de bicicleta, transforma o dia de qualquer desconhecido que o reconheça. Mas é também um actor que, finalmente, parece divertir-se a ser desmontado, ridicularizado, contradito em cena. Um homem que sabe que foi Bond, mas que não quer ser apenas isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o futuro reserva ou não um regresso ao universo 007, ninguém sabe. O que se percebe, lendo o que se escreve lá fora, é que Pierce Brosnan entrou naquela fase rara em que a idade, a experiência e a auto-ironia se juntam. E, para um actor, isso pode ser a licença mais perigosa — e mais interessante — de todas.</p>
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		<title>James Bond Entra em Terreno Minado: Novo Filme Enfrenta “Dores de Cabeça Criativas” Após a Morte de 007</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 11:43:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A reinvenção do agente secreto mais famoso do cinema está longe de ser simples O futuro de&#160;James Bond&#160;está oficialmente em turbulência. Segundo novos rumores vindos dos bastidores da Amazon MGM Studios, a equipa criativa responsável pelo próximo capítulo da franquia está a enfrentar aquilo que fontes descrevem como uma&#160;“enorme dor de cabeça criativa”&#160;— tudo graças [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>A reinvenção do agente secreto mais famoso do cinema está longe de ser simples</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro de&nbsp;<strong>James Bond</strong>&nbsp;está oficialmente em turbulência. Segundo novos rumores vindos dos bastidores da Amazon MGM Studios, a equipa criativa responsável pelo próximo capítulo da franquia está a enfrentar aquilo que fontes descrevem como uma&nbsp;<strong>“enorme dor de cabeça criativa”</strong>&nbsp;— tudo graças ao final explosivo de&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), onde o 007 interpretado por&nbsp;<strong>Daniel Craig</strong>&nbsp;morreu de forma inequívoca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/disney-prepara-apresentacao-de-resultados-e-o-futuro-do-streaming-pode-mudar-ja-esta-semana/">Disney Prepara Apresentação de Resultados — E o Futuro do Streaming Pode Mudar Já Esta Semana</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano inicial parecia sólido: com a saída de Craig, a Amazon MGM Studios assumiu maior controlo criativo da saga, recrutou&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(da trilogia&nbsp;<em>Dune</em>) para realizar o novo filme e contratou&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>&nbsp;(<em>Peaky Blinders</em>) para escrever o argumento. Mas antes de avançar com casting ou narrativa, a equipa esbarrou num dilema que está a dar volta à cabeça dos escritores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Ele não caiu de um penhasco. Ele explodiu.”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o&nbsp;<em>Radar Online</em>, o impacto emocional e comercial do final de&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;está agora a transformar-se num problema logístico:&nbsp;<strong>como ressuscitar um personagem que foi literalmente pulverizado em cena?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma fonte próxima da produção descreve a situação de forma crua:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Bond não caiu de um penhasco nem fingiu a morte — ele foi reduzido a pedaços. Todos concordam que foi um enorme erro, porque Bond devia ser eterno. Agora estão presos a tentar encontrar uma forma credível de o trazer de volta, e está a revelar-se quase impossível.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sejam apenas rumores, a tensão faz sentido. Bond, ao contrário de outras personagens icónicas, sempre viveu numa espécie de continuidade flexível — novos actores entravam, o universo prosseguia e ninguém perguntava demasiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas desta vez, a saga decidiu cortar o fio da tradição:&nbsp;<strong>Bond morreu mesmo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, como alerta o escritor&nbsp;<strong>Anthony Horowitz</strong>, autor de três romances oficiais de 007:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Como é que se ultrapassa o facto de ele estar morto com D maiúsculo? Bond é uma lenda, pertence a todos. Torná-lo mortal foi um erro.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Horowitz acrescentou ainda que seria incapaz de escrever a continuação:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não dá para fazê-lo acordar no duche e dizer que foi tudo um sonho.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reinventar? Ignorar? Recomeçar do zero?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as hipóteses que circulam nos bastidores, há três cenários possíveis:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Ignorar completamente o final de No Time to Die</strong> e seguir a tradição da franquia: novo actor, novo Bond, sem explicações.</li>



<li><strong>Criar uma justificação narrativa</strong> — seja tecnológica, simbólica ou quase mística — para a “ressurreição” de Bond. (Uma solução que, para muitos fans, arrisca cair no ridículo.)</li>



<li><strong>Reboot total</strong>, com outro tom, outra era e outra continuidade — algo que poderia entusiasmar Denis Villeneuve, mas que mexeria no ADN da saga.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que, apesar da polémica, os fãs continuam a esperar um Bond renovado, mas fiel aos pilares clássicos: carisma, mistério, acção elegante e aquele toque de arrogância irresistível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O maior desafio em décadas para 007</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com Villeneuve ainda ocupado com&nbsp;<em>Dune: Part Three</em>&nbsp;e sem ator anunciado, há tempo para decisões ponderadas. Mas uma coisa é clara:&nbsp;<strong>o próximo filme de Bond não pode falhar</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/palhaco-diabolico-o-slasher-que-vai-estragar-a-festa-e-o-sono/">Palhaço Diabólico — O Slasher Que Vai Estragar a Festa (e o Sono)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre reconquistar o público, honrar uma personagem intocável por seis décadas e corrigir o que muitos consideram ter sido um tiro no pé criativo, a Amazon MGM Studios tem pela frente uma missão digna do próprio 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E desta vez, não há gadgets de Q que possam salvar a situação.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sydney Sweeney sobre rumores de ser a nova “Bond Girl”: “Depende do argumento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 10:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[007]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon MGM Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Anyone But You]]></category>
		<category><![CDATA[Bond Girl]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[Euphoria]]></category>
		<category><![CDATA[James Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Sydney Sweeney]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrela de Euphoria não fecha a porta ao universo 007 — e até admite que preferia ser o próprio Bond Poderá Sydney Sweeney ser a próxima “Bond Girl”? A atriz de Euphoria e Anyone But You não confirma… mas também não nega. Em entrevista à&#160;Variety&#160;durante o&#160;Festival de Toronto (TIFF), Sweeney reagiu aos rumores que a colocam como forte candidata para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>A estrela de Euphoria não fecha a porta ao universo 007 — e até admite que preferia ser o próprio Bond</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Poderá Sydney Sweeney ser a próxima “Bond Girl”? A atriz de <em>Euphoria</em> e <em>Anyone But You</em> não confirma… mas também não nega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à&nbsp;<em>Variety</em>&nbsp;durante o&nbsp;<strong>Festival de Toronto (TIFF)</strong>, Sweeney reagiu aos rumores que a colocam como forte candidata para o elenco do próximo filme da saga&nbsp;<strong>James Bond</strong>, deixando tudo em aberto:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/stallone-garante-este-velho-filme-de-ficcao-cientifica-tinha-razao-o-tempo-todo/">Stallone Garante: Este Velho Filme de Ficção Científica Tinha Razão o Tempo Todo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Não posso dizer… não sei</strong>”, respondeu, entre risos. “Para ser sincera, não conheço todos esses rumores. Mas depende do argumento.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma fã confessa de 007</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A atriz de 27 anos revelou ser uma&nbsp;<strong>grande fã da franquia</strong>, nascida em 1953 com o romance&nbsp;<em>Casino Royale</em>&nbsp;de&nbsp;<strong>Ian Fleming</strong>, e eternizada no cinema por nomes como&nbsp;<strong>Sean Connery</strong>,&nbsp;<strong>Roger Moore</strong>&nbsp;e, mais recentemente,&nbsp;<strong>Daniel Craig</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o final da era Craig, com&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), a&nbsp;<strong>Amazon MGM Studios</strong>&nbsp;tem trabalhado na&nbsp;<strong>reinvenção do agente 007</strong>, procurando um novo protagonista e, ao que tudo indica, um elenco mais contemporâneo e diversificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sweeney diz estar “<strong>entusiasmada e curiosa</strong>&nbsp;para ver o que vão fazer com a saga”, e admite que o papel a fascina — embora, curiosamente, com uma pequena reviravolta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Acho que me divertiria mais a interpretar o próprio James Bond</strong>”, confessou, mostrando o seu humor característico e um toque de irreverência que os fãs adoram.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Rumores e possíveis candidatos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As especulações sobre o futuro da franquia têm sido intensas. Nas redes sociais, fãs sugeriram nomes como&nbsp;<strong>Idris Elba</strong>,&nbsp;<strong>Aaron Taylor-Johnson</strong>&nbsp;e até&nbsp;<strong>Dwayne “The Rock” Johnson</strong>&nbsp;para assumir o papel principal — mas a produtora&nbsp;<strong>Barbara Broccoli</strong>&nbsp;mantém silêncio absoluto sobre o assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o nome de&nbsp;<strong>Sydney Sweeney</strong>&nbsp;surgiu em julho como uma das possíveis escolhas para o elenco feminino do próximo capítulo da saga, reforçando a ideia de que o universo Bond poderá estar prestes a receber&nbsp;<strong>uma nova geração de estrelas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-confessa-que-era-irritante-em-entrevistas-antigas-e-entende-por-que-o-publico-se-cansou-dela/">Jennifer Lawrence Confessa Que Era “Irritante” em Entrevistas Antigas e Entende Por Que o Público se Cansou Dela</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por agora, a atriz prefere concentrar-se em projetos como&nbsp;<em>Christy</em>, exibido em Toronto, mas não fecha portas. Afinal, quem melhor do que ela para provar que o charme letal de 007 também pode ser… feminino?</p>
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		<title>Fãs Revoltados com a Amazon: Prime Video Remove Arma de James Bond das Imagens Promocionais 🔫➡️🙅‍♂️</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:27:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
		<category><![CDATA[007]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. No]]></category>
		<category><![CDATA[filmes James Bond]]></category>
		<category><![CDATA[James Bond]]></category>
		<category><![CDATA[James Bond Day]]></category>
		<category><![CDATA[MGM]]></category>
		<category><![CDATA[polémica Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[saga 007]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Connery]]></category>
		<category><![CDATA[Walther PPK]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão de apagar o icónico Walther PPK dos cartazes da saga 007 gera polémica às vésperas do James Bond Day Parece que nem o espião mais famoso do mundo está imune à era da “correção digital”. Os fãs de James Bond ficaram furiosos esta semana ao descobrir que a Prime Video — detida pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão de apagar o icónico Walther PPK dos cartazes da saga 007 gera polémica às vésperas do James Bond Day</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece que nem o espião mais famoso do mundo está imune à era da “correção digital”. Os fãs de <strong>James Bond</strong> ficaram furiosos esta semana ao descobrir que a <strong>Prime Video</strong> — detida pela Amazon — <strong>removeu a clássica pistola Walther PPK</strong> de todas as imagens promocionais da franquia disponíveis na plataforma de streaming.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/os-excluidos-paul-giamatti-brilha-no-regresso-de-alexander-payne-a-comedia-dramatica-%f0%9f%8e%84%f0%9f%8e%ac/">Os Excluídos: Paul Giamatti Brilha no Regresso de Alexander Payne à Comédia Dramática <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f384.png" alt="🎄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança foi notada por fãs atentos a partir de <strong>2 de outubro</strong>, poucos dias antes do <strong>James Bond Day</strong> (5 de outubro), que celebra a estreia mundial de <em>Dr. No</em> (1962), o primeiro filme da saga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f575-fe0f-200d-2642-fe0f.png" alt="🕵️‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Bond sem arma? Fãs chamam-lhe “nonsense woke”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, a reação foi imediata — e inflamável. Muitos consideraram a decisão <strong>“patética”</strong> e <strong>“um insulto à história do cinema britânico”</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Bond sem a arma é como o Batman sem capa — retiraram-lhe o símbolo do que ele é”, escreveu um utilizador no X (antigo Twitter), comentando uma montagem onde o agente 007 surge com a mão vazia num gesto estranhamente rígido.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Noutros casos, a arma foi simplesmente cortada das imagens; noutros, <strong>apagada digitalmente</strong>, o que resulta em poses involuntariamente cómicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro fã sintetizou o descontentamento geral:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Isto é censura do passado. Estão a apagar a história em nome de uma moral inventada.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4bc.png" alt="💼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A nova era de Bond sob o comando da Amazon</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Amazon assumiu <strong>controlo criativo sobre a marca James Bond em fevereiro de 2025</strong>, depois de adquirir a MGM — o estúdio histórico que produziu todos os 25 filmes da saga através da <strong>Eon Productions</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, a empresa tem procurado “modernizar” a imagem da franquia, tanto na promoção digital como na futura expansão da marca para séries e spin-offs. Contudo, este episódio reacende o debate sobre <strong>até onde deve ir a reinterpretação de ícones culturais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto as <strong>armas continuam presentes nos filmes</strong>, as novas capas e thumbnails da Prime Video mostram Bond (nas suas várias encarnações — de <strong>Sean Connery</strong> a <strong>Daniel Craig</strong>) sem qualquer vestígio de armamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um legado em risco de ser “limpo”?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos fãs, a pistola Walther PPK é mais do que um adereço — é <strong>parte integrante da identidade do personagem</strong>, tanto quanto o fato preto, o martíni e o famoso “Bond. James Bond.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticos culturais apontam que a decisão parece <strong>contradizer o próprio ADN da personagem</strong>, construída como um símbolo de elegância letal e pragmatismo. Mesmo em tempos modernos, filmes como <em>Skyfall</em> e <em>No Time to Die</em> trataram a violência de Bond com nuance, sem nunca tentar apagá-la da imagem pública.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Rever um ícone é válido. Reescrevê-lo digitalmente, não”, comentou um colunista britânico do <em>Independent</em>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E em Portugal?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No catálogo português da <strong>Prime Video</strong>, as alterações já são visíveis. Os cartazes clássicos de <em>Goldfinger</em>, <em>Casino Royale</em> e <em>Spectre</em> exibem Bond em poses semelhantes — mas <strong>sem a arma na mão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da indignação global, a Amazon <strong>ainda não comentou oficialmente</strong> a decisão, e a polémica chega justamente numa altura em que se espera o anúncio do próximo ator a interpretar 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f378.png" alt="🍸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Shaken, not stirred” — mas talvez um pouco censurado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com <strong>25 filmes disponíveis na Prime Video</strong>, o legado de Bond continua vivo. Mas esta controvérsia levanta uma questão pertinente:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que o futuro do espião britânico passará por <strong>reescrever o passado</strong> para o adaptar aos tempos modernos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/10-autores-que-detestaram-as-mas-adaptacoes-dos-proprios-livros-e-disseram-no-sem-rodeios-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%93%9a/">10 Autores que Detestaram as (Más) Adaptações dos Próprios Livros — e Disseram-No Sem Rodeios <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4da.png" alt="📚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é certa — para muitos fãs, <strong>Bond sem a sua Walther PPK não é Bond.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trump Quer Impor Tarifas de 100% a Filmes Estrangeiros: Hollywood em Alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 17:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Avengers]]></category>
		<category><![CDATA[cinema estrangeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
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		<category><![CDATA[tarifas 100%]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade Furiosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma medida inédita e polémica Donald Trump voltou a lançar faíscas na indústria do entretenimento. O presidente norte-americano anunciou, na sua rede Truth Social, a intenção de impor uma&#160;tarifa de 100% sobre todos os filmes produzidos fora dos EUA. Caso se confirme, será a primeira vez que uma taxa deste género será aplicada ao setor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma medida inédita e polémica</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump voltou a lançar faíscas na indústria do entretenimento. O presidente norte-americano anunciou, na sua rede Truth Social, a intenção de impor uma&nbsp;<strong>tarifa de 100% sobre todos os filmes produzidos fora dos EUA</strong>. Caso se confirme, será a primeira vez que uma taxa deste género será aplicada ao setor audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/los-domingos-vence-a-concha-de-ouro-em-san-sebastian-numa-edicao-marcada-por-politica-e-emocao/">Los Domingos vence a Concha de Ouro em San Sebastián numa edição marcada por política e emoção</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem indicar prazos ou mecanismos concretos, Trump justificou a medida acusando outros países de “roubarem” a indústria cinematográfica americana:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Foi como roubar doces a um bebé. A nossa indústria de cinema foi saqueada por outros países. Vou resolver este problema com uma tarifa de 100% sobre todo e qualquer filme feito fora dos EUA.”</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ofensiva contra a concorrência internacional</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta não surge do nada. Já em maio, Trump tinha avisado que pretendia combater os incentivos fiscais oferecidos por outros países para atrair produções de Hollywood. Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Hungria, Canadá — e até Portugal, em menor escala — têm-se tornado destinos populares para grandes produções, desde&nbsp;<em>Missão Impossível</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Velocidade Furiosa</em>, passando por&nbsp;<em>Avatar</em>&nbsp;e&nbsp;<em>James Bond</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Marvel</strong>, por exemplo, rodou grande parte dos seus filmes em Atlanta, mas transferiu o próximo&nbsp;<em>Avengers</em>&nbsp;para os estúdios Pinewood, em Londres, além de filmagens no Bahrain.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma indústria fragilizada</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio surge num momento delicado. Hollywood ainda tenta recuperar de cinco anos turbulentos: pandemia, mudanças no consumo devido ao streaming e greves de atores e argumentistas em 2023 que paralisaram a produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, menos de&nbsp;<strong>um em cada cinco filmes ou séries exibidos nos EUA é produzido na Califórnia</strong>, segundo dados da FilmLA.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reações de Hollywood e pedidos de alternativa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira vez que Trump lançou a ideia, em maio, gerou reuniões de emergência e uma carta conjunta da&nbsp;<strong>Motion Picture Association</strong>&nbsp;(que representa os cinco maiores estúdios), sindicatos e até atores como&nbsp;<strong>Jon Voight</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sylvester Stallone</strong>&nbsp;— dois aliados do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apelo foi claro: em vez de tarifas, pediam um&nbsp;<strong>plano federal de benefícios fiscais</strong>&nbsp;para manter a produção no país. O governador da Califórnia,&nbsp;<strong>Gavin Newsom</strong>, chegou a admitir colaboração com Trump para um pacote de&nbsp;<strong>7,5 mil milhões de dólares em créditos fiscais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-corvo-e-a-coroa-o-epico-historico-que-chega-ao-tvcine-edition/">O Corvo e a Coroa: O Épico Histórico Que Chega ao TVCine Edition</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que está em jogo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A medida, se avançar, poderá provocar uma rutura no mercado global, encarecendo o acesso a produções estrangeiras e levantando dúvidas sobre a exibição de filmes não americanos nos EUA. Para Trump, é uma questão de “segurança nacional”. Para Hollywood, o receio é que a indústria fique ainda mais isolada e menos competitiva a nível mundial.</p>
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		<title>Glen Powell como James Bond? O Ator Já Respondeu — e a Resposta Não Deixa Dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 14:16:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Mais uma semana, mais uma vaga de especulações sobre quem vestirá o icónico smoking de James Bond após a saída de Daniel Craig. O mais recente nome lançado para a fogueira foi o de <strong>Glen Powell</strong>, ator norte-americano de 36 anos, conhecido por <em>Top Gun: Maverick</em>, <em>Todos Menos Tu</em> e <em>Tornados</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sugestão partiu da&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em>, que descreveu a ideia como “inconvencional (e algo absurda)” — a de Powell ser o&nbsp;<strong>primeiro ator americano a interpretar 007</strong>. A resposta, no entanto, não deixou espaço para imaginações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/fbi-most-wanted-chega-ao-fim-o-adeus-a-uma-das-series-policiais-mais-intensas-da-decada/">FBI: Most Wanted Chega ao Fim – O Adeus a Uma das Séries Policiais Mais Intensas da Década</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou texano. Um texano não deveria interpretar James Bond”, disse Powell, acrescentando com ironia: “A minha família e eu brincamos: posso interpretar Jimmy Bond, mas não deveria interpretar James Bond. Contratem um autêntico britânico para esse trabalho. É ele quem merece usar esse smoking.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da saga 007</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recusa de Powell vem numa altura em que a especulação em torno do próximo Bond está ao rubro. Desde fevereiro que a&nbsp;<strong>Amazon MGM</strong>&nbsp;tem controlo criativo sobre a saga, após mais de 60 anos nas mãos da família Broccoli, e a máquina já está a acelerar para a produção do&nbsp;<strong>26.º filme</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último título,&nbsp;<em>007 – Sem Tempo para Morrer</em>&nbsp;(2021), marcou a despedida de Daniel Craig. Agora, cabe ao realizador&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(<em>Dune</em>) e ao argumentista&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>&nbsp;(<em>Peaky Blinders</em>) dar nova vida ao mais famoso espião britânico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os favoritos?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a&nbsp;<em>Variety</em>, a Amazon procura um ator&nbsp;<strong>britânico com menos de 30 anos</strong>&nbsp;— um critério que elimina nomes frequentemente mencionados ao longo dos últimos anos, como&nbsp;<strong>Aaron Taylor-Johnson</strong>&nbsp;(35),&nbsp;<strong>Henry Cavill</strong>&nbsp;(42) ou&nbsp;<strong>Idris Elba</strong>&nbsp;(52).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No topo da lista de preferências surgem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jacob Elordi</strong> (28), australiano de <em>Saltburn</em> — sendo que a nacionalidade não seria um problema, já que George Lazenby também era australiano quando vestiu o smoking em <em>Ao Serviço de Sua Majestade</em> (1969).</li>



<li><strong>Tom Holland</strong>, britânico e rosto da saga <em>Homem-Aranha</em>, com ligações profissionais diretas à produtora Amy Pascal.</li>



<li><strong>Harris Dickinson</strong> (29), menos conhecido do grande público mas já escalado para interpretar John Lennon numa das futuras biografias sobre os Beatles.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O suspense continua</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da expectativa,&nbsp;<strong>ainda não há datas confirmadas para a produção nem estreia</strong>&nbsp;do novo filme. O mistério em torno da escolha do próximo James Bond continua a ser parte do fascínio da saga, alimentando debates entre fãs e imprensa especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/cinema-em-portugues-o-futuro-do-nosso-cinema-ganha-palco-no-tvcine-edition/">Cinema em Português: O Futuro do Nosso Cinema Ganha Palco no TVCine Edition</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por agora, uma coisa é certa: Glen Powell pode estar na moda em Hollywood, mas não será ele a herdar a licença para matar.</p>
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		<title>James Bond em Tribunal: a batalha pelos direitos de 007 envolve alfaiates reais, chapéus históricos e fatos de ski “espião-pronto”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 12:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[007]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon MGM]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida de James Bond nunca foi fácil no grande ecrã, mas agora o famoso espião enfrenta uma missão digna de um thriller jurídico: salvar o seu próprio nome. A Danjaq — a empresa norte-americana que, em conjunto com a britânica Eon Productions, controla os direitos de merchandising da marca 007 — está a travar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A vida de James Bond nunca foi fácil no grande ecrã, mas agora o famoso espião enfrenta uma missão digna de um thriller jurídico: salvar o seu próprio nome. A Danjaq — a empresa norte-americana que, em conjunto com a britânica Eon Productions, controla os direitos de merchandising da marca 007 — está a travar uma disputa legal para manter o domínio da identidade do agente secreto mais famoso do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/pierce-brosnan-e-helen-mirren-concordam-james-bond-tem-de-ser-um-homem/">Pierce Brosnan e Helen Mirren concordam: James Bond “tem de ser um homem”</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O inimigo: um magnata austríaco no Dubai</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ameaça vem de Josef Kleindienst, um promotor imobiliário austríaco que está a erguer o luxuoso resort&nbsp;<em>Heart of Europe</em>em ilhas artificiais no Dubai. Kleindienst argumenta que várias marcas registadas associadas a Bond — incluindo o nome, o código “007” e a frase icónica “Bond, James Bond” — têm sido subaproveitadas comercialmente e, por isso, deveriam ser consideradas caducas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se conseguir provar a “não utilização” durante cinco anos, poderá reclamar a posse destas marcas na União Europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A defesa de 007: alfaiates reais, chapéus lendários e ski de ação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder, os advogados da Danjaq reuniram um dossier de 227 páginas, que parece saído de um guião de espionagem. Entre as provas estão algumas das mais prestigiadas casas de moda e acessórios britânicas e internacionais que continuam a explorar o universo Bond:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Turnbull &amp; Asser</strong>, alfaiate de Jermyn Street, fornecedor oficial de camisas para Sean Connery em&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;(1962) e, mais tarde, para Pierce Brosnan e Daniel Craig. Também é o camiseiro pessoal do rei Carlos III, que usou uma das suas peças na coroação em 2023.</li>



<li><strong>Lock &amp; Co. Hatters</strong>, a chapelaria mais antiga do mundo, fundada em 1676. Foi responsável pelo chapéu que surge na cena de abertura de&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;e pelo inseparável chapéu mortal de Odd Job em&nbsp;<em>Goldfinger</em>&nbsp;(1964). Hoje vende edições especiais como o trilby&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;(£537) ou o&nbsp;<em>Vesper</em>&nbsp;(£662).</li>



<li><strong>Bogner</strong>, marca desportiva de luxo, que filmou as primeiras cenas de ski de ação em&nbsp;<em>On Her Majesty’s Secret Service</em>&nbsp;(1969) e criou momentos épicos em&nbsp;<em>The Spy Who Loved Me</em>&nbsp;e&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>. Em 2023 lançou a coleção “Bogner X 007”, com preços entre 290 e 2.300 dólares.</li>



<li><strong>N.Peal</strong>, referência em caxemira desde 1936, que desenhou peças icónicas usadas em&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), como as calças de combate vendidas a £245.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este arsenal de marcas pretende provar que Bond continua a ser um nome vivo e altamente explorado no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amazon ao leme da franquia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A batalha legal surge numa fase de transição delicada para a saga. Desde 2021, a Amazon detém a MGM e, recentemente, adquiriu também o controlo criativo da franquia, antes nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo filme terá realização de&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(<em>Dune</em>) e argumento de&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>, criador de&nbsp;<em>Peaky Blinders</em>. A produção está a cargo de&nbsp;<strong>Amy Pascal</strong>&nbsp;(<em>Skyfall</em>,&nbsp;<em>Spider-Man</em>) e&nbsp;<strong>David Heyman</strong>&nbsp;(<em>Harry Potter</em>,&nbsp;<em>Barbie</em>). A escolha do novo James Bond, no entanto, ainda não foi anunciada — prolongando a maior pausa entre filmes desde a fundação da saga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O veredicto em suspense</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Kleindienst insiste que a sua luta pretende “garantir que Bond não morre” e continua relevante, a Danjaq fala num “ataque sem precedentes” à identidade multibilionária da franquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/">Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é certa: entre tribunais, alfaiates reais e chapéus mortais, James Bond continua a ser tão cobiçado fora do ecrã quanto dentro dele.</p>
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		<title>Pierce Brosnan e Helen Mirren concordam: James Bond “tem de ser um homem”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 12:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O debate sobre quem deverá assumir o icónico papel de James Bond ganhou novo fôlego depois de duas figuras incontornáveis do cinema britânico — Pierce Brosnan e Helen Mirren — terem defendido que o espião criado por Ian Fleming deve continuar a ser interpretado por um homem. Pierce Brosnan, que vestiu o fato de 007 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O debate sobre quem deverá assumir o icónico papel de James Bond ganhou novo fôlego depois de duas figuras incontornáveis do cinema britânico — Pierce Brosnan e Helen Mirren — terem defendido que o espião criado por Ian Fleming deve continuar a ser interpretado por um homem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pierce Brosnan, que vestiu o fato de 007 em quatro filmes entre 1995 e 2002 (<em>GoldenEye</em>,&nbsp;<em>Tomorrow Never Dies</em>,&nbsp;<em>The World Is Not Enough</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Die Another Day</em>), surpreendeu ao recuar em declarações que fizera em 2019, quando afirmara que seria “excitante” ver uma mulher no papel. Agora, aos 72 anos, o ator irlandês sublinha outra perspetiva:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/">Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-18646" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1024x682.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-768x511.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1536x1022.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-2048x1363.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Oh, acho que tem de ser um homem. Estou tão entusiasmado por ver o próximo homem a subir ao palco e a trazer nova vida a esta personagem”, disse em entrevista à revista&nbsp;<em>Saga</em>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Brosnan, que chegou a acusar a saga de sexismo no passado, acrescentou que, apesar de se considerar feminista, Bond tem de manter-se fiel à sua essência: “Não se pode ter uma mulher. Simplesmente não resulta. James Bond tem de ser James Bond, caso contrário transforma-se noutra coisa.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O apoio de Helen Mirren</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seu lado nesta opinião esteve Dame Helen Mirren, que contracena com Brosnan na adaptação cinematográfica de&nbsp;<em>The Thursday Murder Club</em>. A atriz de 80 anos, também entrevistada pela mesma publicação, reforçou o ponto de vista:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Sou uma grande feminista, mas James Bond tem de ser um homem. Não funciona de outra forma. O conceito nasceu de um mundo profundamente sexista, sim, mas é precisamente isso que define a personagem. É divertido assim.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Mirren reconheceu, no entanto, que muitas mulheres desempenharam papéis importantes no universo do espionagem real e ficcional, mas que Bond é, por natureza, uma figura masculina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da saga nas mãos da Amazon</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A franquia, que esteve mais de 60 anos sob o controlo da família Broccoli, passou recentemente para a alçada da Amazon-MGM Studios, num negócio avaliado em cerca de mil milhões de dólares. A nova etapa promete uma abordagem “fresca”, mas sem abdicar do “legado” de 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo filme, o 26.º da saga oficial, terá argumento de Steven Knight, criador de&nbsp;<em>Peaky Blinders</em>, e realização de Denis Villeneuve (<em>Dune</em>), numa aposta clara em revitalizar o agente secreto para as novas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/box-office-a-hora-do-desaparecimento-continua-imparavel-nobody-2-estreia-em-terceiro-e-americana-com-sydney-sweeney-e-um-desastre-total/">Box Office: A Hora do Desaparecimento  continua imparável, Nobody 2 estreia em terceiro e Americana com Sydney Sweeney é um desastre total</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a especulação sobre o sucessor de Daniel Craig continua intensa. Os nomes de Aaron Taylor-Johnson (<em>Bullet Train</em>) e Callum Turner (<em>Masters of the Air</em>) surgem como favoritos, embora James Norton também seja apontado como forte candidato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de seis décadas depois da estreia de <em>Dr. No</em>, a questão mantém-se: quem será o próximo James Bond? Uma coisa parece certa para Pierce Brosnan e Helen Mirren — 007 tem de continuar a ser um homem. O público, por sua vez, aguarda impaciente pelo anúncio oficial que definirá o futuro de uma das sagas mais lendárias da história do cinema</p>
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