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	<title>IA e celebridades &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Alright, Alright, Alright”… Com Direitos Reservados: Matthew McConaughey Avança Contra o Uso Indevido de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 19:26:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um precedente histórico na defesa da imagem e da voz das estrelas de Hollywood Matthew McConaughey deu um passo inédito na indústria do entretenimento ao registar oficialmente a sua imagem, voz e uma das frases mais icónicas da história do cinema — o célebre “alright, alright, alright” — com o objectivo claro de travar o uso [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um precedente histórico na defesa da imagem e da voz das estrelas de Hollywood</strong></p>



<p><strong>Matthew McConaughey</strong> deu um passo inédito na indústria do entretenimento ao registar oficialmente a sua imagem, voz e uma das frases mais icónicas da história do cinema — o célebre “alright, alright, alright” — com o objectivo claro de travar o uso abusivo de inteligência artificial. Segundo o <em>Wall Street Journal</em>, trata-se da primeira vez que um actor tenta recorrer à lei das marcas registadas como escudo legal contra a apropriação não autorizada da sua identidade por plataformas de IA.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/pamela-anderson-continua-a-espera-de-um-pedido-de-desculpas-de-seth-rogen-por-pam-tommy/">Pamela Anderson Continua à Espera de um Pedido de Desculpas de Seth Rogen por “Pam &amp; Tommy”</a></p>



<p>A frase eternizada em <strong>Dazed and Confused</strong> passou assim a constar da base de dados do United States Patent and Trademark Office, juntamente com vários excertos audiovisuais associados ao actor. A medida surge num contexto de crescente preocupação em Hollywood, onde deepfakes, vozes sintéticas e imagens geradas por IA têm vindo a proliferar sem controlo — muitas vezes sem consentimento e com claros impactos reputacionais e financeiros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/alright-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-23089" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/alright-1024x576.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/alright-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/alright-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/alright.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proteger hoje… e valorizar amanhã</strong></h2>



<p>Os advogados de McConaughey admitem que, até ao momento, não existem provas concretas de que a sua imagem ou voz tenham sido manipuladas por IA. Ainda assim, o objectivo é preventivo — e estratégico. Kevin Yorn, um dos representantes legais do actor, explicou que a iniciativa pretende também “capturar parte do valor económico que está a ser criado por esta nova tecnologia”.</p>



<p>O próprio McConaughey foi claro quanto às suas intenções: quer garantir que qualquer utilização futura da sua voz ou imagem seja feita com consentimento explícito. “Queremos criar um perímetro claro de propriedade, onde a autorização e a atribuição sejam a norma num mundo dominado pela IA”, afirmou.</p>



<p>Curiosamente, vários dos registos foram feitos através do braço comercial da <strong>Just Keep Livin Foundation</strong>, organização criada pelo actor e pela sua mulher, Camila Alves, o que reforça a dimensão ética e institucional da decisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um problema que não pára de crescer</strong></h2>



<p>Especialistas em direito digital consideram este movimento particularmente relevante. Alina Trapova, professora de direito de autor na University College London, sublinha que os famosos enfrentam hoje um dilema duplo: danos de reputação e perda de oportunidades de licenciamento. Num mercado onde a “comercialização não autorizada” de identidades digitais se torna cada vez mais fácil, as figuras públicas estão a experimentar novas formas de protecção jurídica.</p>



<p>O caso de McConaughey não surge isolado. <strong>Scarlett Johansson</strong> denunciou publicamente uma voz sintética “assustadoramente semelhante” à sua, lançada pela OpenAI em 2024. <strong>Taylor Swift</strong> foi alvo de vídeos sexualizados gerados por IA sem qualquer pedido prévio. E, em 2025, <strong>Disney</strong> e <strong>Universal Pictures</strong> avançaram com um processo contra a Midjourney, acusando a empresa de “plágio em escala industrial”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ironia do destino: McConaughey também investe em IA</strong></h2>



<p>Apesar da posição firme, McConaughey não é um opositor radical da tecnologia. O actor é investidor na <strong>ElevenLabs</strong>, especializada em modelação de voz por IA, e já autorizou a criação de uma versão sintética da sua própria voz. A diferença, sublinha, está no consentimento.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-diz-que-perdeu-papel-em-filme-de-tarantino-por-nao-ser-bonita-o-suficiente/">Jennifer Lawrence Diz que Perdeu Papel em Filme de Tarantino por “Não Ser Bonita o Suficiente”</a></p>



<p>Tudo indica que o gesto de McConaughey poderá abrir caminho a uma nova vaga de protecção legal no sector criativo. Num mundo onde a tecnologia corre mais depressa do que a lei, Hollywood começa, finalmente, a reagir.</p>
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