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	<title>fracasso bilheteira &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Um Fracasso de 220 Milhões Que Agora é Número 1: O Regresso Inesperado de uma Saga de Culto no Disney+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Disney+]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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					<description><![CDATA[De desastre nas salas a fenómeno global no streaming Há filmes que morrem nas bilheteiras. E depois há aqueles que ressuscitam no streaming. Tron: Ares encaixa perfeitamente na segunda categoria. Produzido com um orçamento estimado em 220 milhões de dólares, o novo capítulo da lendária saga de ficção científica revelou-se um duro golpe para a [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>De desastre nas salas a fenómeno global no streaming</strong></h2>



<p>Há filmes que morrem nas bilheteiras. E depois há aqueles que ressuscitam no streaming. <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Tron%3A+Ares">Tron: Ares</a> encaixa perfeitamente na segunda categoria.</p>



<p>Produzido com um orçamento estimado em 220 milhões de dólares, o novo capítulo da lendária saga de ficção científica revelou-se um duro golpe para a The Walt Disney Company quando passou pelos cinemas. As receitas ficaram muito aquém do esperado, acumulando pouco mais de 142 milhões de dólares a nível mundial e gerando prejuízos que terão ultrapassado os 130 milhões.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/um-fracasso-de-220-milhoes-que-agora-e-numero-1-o-regresso-inesperado-de-uma-saga-de-culto-no-disney/"></a><a href="https://clubedecinema.pt/saiu-de-cartaz-em-apenas-uma-semana-o-documentario-sobre-a-influencer-que-recebeu-40-mil-euros-do-estado/">Saiu de Cartaz em Apenas Uma Semana: O Documentário Sobre a Influencer Que Recebeu 40 Mil Euros do Estado</a></p>



<p>Mas eis que, poucos meses depois, o cenário muda radicalmente: o filme tornou-se o título de ficção científica mais visto no Disney+ em 56 países, alcançando o primeiro lugar em múltiplos mercados. Um fenómeno curioso que levanta uma questão inevitável — será que o público precisava apenas do ecrã certo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma aposta arriscada… desde o início</strong></h2>



<p>A verdade é que a saga <em>Tron</em> nunca foi um colosso de bilheteira. O original, Tron, tornou-se um clássico de culto sobretudo pelo seu pioneirismo visual, mas não foi um fenómeno comercial. A sequela, Tron: Legacy, chegou 28 anos depois e também não incendiou as receitas globais, apesar da ambição estética e da memorável banda sonora dos Daft Punk.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/Estreia-de-Tron-Ares-no-Disney-Plus-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-23895" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/Estreia-de-Tron-Ares-no-Disney-Plus-1024x576.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/Estreia-de-Tron-Ares-no-Disney-Plus-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/Estreia-de-Tron-Ares-no-Disney-Plus-768x432.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/Estreia-de-Tron-Ares-no-Disney-Plus.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Com <em>Tron: Ares</em>, a Disney voltou a arriscar forte, entregando o protagonismo a <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jared+Leto" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jared+Leto">Jared Leto</a> e investindo numa produção visualmente imponente. Ainda assim, os sinais de alerta estavam lá: uma franquia com histórico irregular e um orçamento digno de um blockbuster garantido.</p>



<p>O resultado foi um fracasso retumbante nas salas de cinema, agravado por críticas mornas. No Rotten Tomatoes, o filme apresenta uma taxa de aprovação de 53%, reflectindo uma recepção longe de entusiástica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O último capítulo da saga?</strong></h2>



<p>Com números tão frágeis nas bilheteiras, tudo indica que <em>Tron: Ares</em> poderá marcar o fim da saga no grande ecrã. É certo que o universo <em>Tron</em> já provou ser resiliente — houve 28 anos entre o primeiro filme e a sua sequela, e 15 até este novo capítulo — mas, do ponto de vista financeiro, torna-se difícil justificar um novo investimento desta dimensão.</p>



<p>Poderá a Disney optar por um remake no futuro? Ou transformar o conceito numa série para streaming, onde parece encontrar agora um público mais receptivo?</p>



<p>Para já, o sucesso no Disney+ prova que há interesse na estética neon, nos mundos digitais e nas batalhas entre humanos e inteligências artificiais. Talvez o problema nunca tenha sido a história, mas sim o palco onde foi apresentada.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/0-no-rotten-tomatoes-o-novo-thriller-de-terror-que-esta-a-ser-massacrado-pela-critica/">0% no Rotten Tomatoes: O Novo Thriller de Terror Que Está a Ser Massacrado Pela Crítica</a></p>



<p>Em Hollywood, um fracasso pode ser definitivo. No streaming, pode ser apenas o início de uma segunda vida.</p>
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		<title>Muito Barulho Mediático, Poucos Bilhetes Vendidos: Melania  Falha Estreia no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[O documentário sobre a primeira-dama americana passa quase despercebido nas salas britânicas Apesar de toda a polémica, curiosidade mediática e ruído político que antecederam a sua estreia,&#160;Melania&#160;revelou-se um verdadeiro fiasco comercial no Reino Unido. O documentário centrado na primeira-dama dos Estados Unidos arrecadou apenas&#160;cerca de 38.600 euros&#160;no seu primeiro fim-de-semana em cartaz, valor que o [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O documentário sobre a primeira-dama americana passa quase despercebido nas salas britânicas</strong></p>



<p>Apesar de toda a polémica, curiosidade mediática e ruído político que antecederam a sua estreia,&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;revelou-se um verdadeiro fiasco comercial no Reino Unido. O documentário centrado na primeira-dama dos Estados Unidos arrecadou apenas&nbsp;<strong>cerca de 38.600 euros</strong>&nbsp;no seu primeiro fim-de-semana em cartaz, valor que o colocou num discreto&nbsp;<strong>29.º lugar do box office britânico</strong>&nbsp;— muito longe de qualquer impacto relevante junto do público.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/jimmy-kimmel-promete-invadir-os-oscares-se-documentario-sobre-melania-trump-for-nomeado-%f0%9f%8e%ad/">Jimmy Kimmel promete “invadir” os Óscares se documentário sobre Melania Trump for nomeado </a></p>



<p>Exibido em&nbsp;<strong>155 salas</strong>, o filme registou uma média de apenas&nbsp;<strong>cerca de 249 euros por cinema</strong>, um número que ajuda a explicar o cenário descrito por vários jornalistas: sessões quase vazias e, nalguns casos, totalmente desertas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um investimento milionário… com retorno mínimo</strong></h2>



<p>O desempenho fraco torna-se ainda mais embaraçoso quando comparado com o investimento envolvido. A Amazon terá desembolsado aproximadamente <strong>33,9 milhões de euros</strong> apenas para adquirir os direitos de distribuição e assegurar a promoção do documentário. O custo total do projecto — produção incluída — é estimado em cerca de <strong>69 milhões de euros</strong>.</p>



<p>Um contraste brutal com a realidade das salas britânicas, onde&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;mal conseguiu justificar a sua presença em cartaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sessões vazias… e jornalistas em maioria</strong></h2>



<p>Antes da estreia, os sinais já eram preocupantes. Tim Richards, director executivo da cadeia de cinemas Vue, descreveu as vendas antecipadas como “fracas”. No dia de estreia, essa previsão confirmou-se: várias sessões decorreram com menos de meia dúzia de espectadores.</p>



<p>Em Londres, uma projecção no Vue Westfield Stratford contou com apenas cinco pessoas na sala — duas das quais jornalistas. Algumas exibições, como no Vue Islington, estiveram mais compostas, mas quase exclusivamente por membros da imprensa, depois de a Amazon ter decidido não realizar sessões de antevisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Enquanto&nbsp;</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Melania</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;cai, outros filmes sobem</strong></h2>



<p>O contraste com outros títulos em exibição é particularmente revelador. No topo do box office britânico da semana surge <em>Hamnet</em>, realizado por Chloé Zhao, que liderou com <strong>cerca de 1,64 milhões de euros</strong> no fim-de-semana, elevando o seu total acumulado para <strong>aproximadamente 17,3 milhões de euros</strong>.</p>



<p>Outro caso que sublinha o embaraço de <em>Melania</em> é <em>Iron Lung</em>, um filme de terror independente financiado pelo YouTuber Mark Fischbach (Markiplier). Produzido com um orçamento modesto de cerca de <strong>2,8 milhões de euros</strong>, o filme já arrecadou <strong>mais de 19 milhões de euros</strong> a nível global. No Reino Unido, alcançou o <strong>4.º lugar</strong>, com receitas na ordem dos <strong>1,11 milhões de euros</strong>, superando inclusivamente <em>Shelter</em>, protagonizado por Jason Statham.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crítica demolidora, apoio ideológico</strong></h2>



<p>A recepção crítica a <em>Melania</em> tem sido amplamente negativa, com avaliações a rondar os <strong>10% de aprovação da crítica</strong>em plataformas especializadas. Curiosamente, o público apresenta uma taxa de aprovação próxima dos <strong>99%</strong>, algo interpretado por muitos analistas como um gesto político de apoio a Donald Trump, mais do que uma apreciação cinematográfica genuína.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/cinema-independente-vs-gigante-de-hollywood-amazon-impede-exibicao-de-melania-num-cinema-de-portland/">Cinema Independente vs. Gigante de Hollywood: Amazon Impede Exibição de Melania num Cinema de Portland</a></p>



<p>Numa crítica particularmente dura, o jornalista Nick Hilton descreveu o filme como “algo entre reality show encenado e ficção deliberada”, afirmando que&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;“não é, na verdade, um documentário”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muito ruído, pouco cinema</strong></h2>



<p>No final de contas,&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;confirma um fenómeno cada vez mais comum: a polémica gera cliques, mas não garante espectadores. No Reino Unido, o filme fez muito barulho fora das salas — mas dentro delas, o silêncio foi quase total.</p>
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		<title>Gal Gadot recua nas declarações sobre o fracasso de Snow White: “Falei de um lugar emocional”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 10:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois da polémica em torno das suas declarações iniciais,&#160;Gal Gadot&#160;veio esclarecer a sua posição sobre o insucesso comercial de&#160;Snow White, uma das grandes apostas recentes da Disney que acabou por ter uma receção bem abaixo do esperado nas bilheteiras. ver também : A Rapariga que Desapareceu”: o thriller finlandês que vai prender Portugal ao ecrã [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois da polémica em torno das suas declarações iniciais,&nbsp;<strong>Gal Gadot</strong>&nbsp;veio esclarecer a sua posição sobre o insucesso comercial de&nbsp;<em>Snow White</em>, uma das grandes apostas recentes da Disney que acabou por ter uma receção bem abaixo do esperado nas bilheteiras.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-rapariga-que-desapareceu-o-thriller-finlandes-que-vai-prender-portugal-ao-ecra/">A Rapariga que Desapareceu”: o thriller finlandês que vai prender Portugal ao ecrã</a></p>



<p>Numa entrevista anterior, a atriz tinha atribuído parte da responsabilidade ao clima de pressão internacional sobre celebridades para se pronunciarem contra Israel, associando esse contexto ao desempenho do filme. As palavras não tardaram a gerar controvérsia, sobretudo pela leitura de que Gadot estaria a reduzir as razões do insucesso a um único fator político.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Falei de um lugar emocional”</strong></h2>



<p>No domingo, através da sua conta de Instagram, a estrela israelita de&nbsp;<em>Mulher-Maravilha</em>&nbsp;procurou contextualizar melhor o que queria dizer.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando o filme foi lançado, senti que os opositores de Israel estavam a julgar-me pessoalmente, quase de forma instintiva. Viram-me primeiro como israelita, não como atriz. Foi dessa perspetiva que falei na altura”, escreveu.</p>
</blockquote>



<p>Ainda assim, Gadot reconheceu que as suas declarações iniciais foram feitas de forma demasiado emocional e simplista. Sublinhou que o desempenho de um filme no box office resulta de múltiplos fatores, desde decisões criativas até estratégias de marketing, e que seria incorreto apontar apenas pressões externas como explicação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Snow White e os desafios da Disney</strong></h2>



<p><em>Snow White</em>, nova versão em imagem real do clássico de 1937, tinha tudo para ser um sucesso de bilheteira: grande orçamento, forte campanha de marketing e um elenco de peso, com Gal Gadot no papel da Rainha Má e Rachel Zegler como Branca de Neve. No entanto, acabou por se tornar num dos maiores tropeções recentes da Disney.</p>



<p>As críticas dividiram-se, com especial incidência no tom da adaptação, nas escolhas de casting e nas opções narrativas. Para muitos analistas, mais do que pressões externas, foi o próprio desgaste da fórmula de remakes da Disney que pesou contra o filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma atriz entre dois mundos</strong></h2>



<p>Gal Gadot tem sido, nos últimos anos, uma das figuras mais reconhecidas e também mais polarizadoras de Hollywood. O sucesso estrondoso com&nbsp;<em>Mulher-Maravilha</em>&nbsp;colocou-a no topo da indústria, mas a sua condição de figura pública israelita torna inevitável que a sua carreira seja, muitas vezes, atravessada por leituras políticas.</p>



<p>Com esta clarificação, a atriz parece querer recentrar a discussão no essencial:&nbsp;<em>Snow White</em>&nbsp;falhou por várias razões, mas a sua carreira continua. E, como já provou, Gadot não foge às controvérsias — encara-as de frente.</p>
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