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	<title>filmes sobre guerra &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>filmes sobre guerra &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“2.000 Metros para Andriivka”: O Documentário Que Mostra a Guerra da Ucrânia Como Nunca a Viu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 10:17:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[20 Dias em Mariupol]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do Óscar por 20 Dias em Mariupol, Mstyslav Chernov regressa com uma obra visceral, íntima e arrebatadora sobre o que significa resistir 🎥 O nome Mstyslav Chernov tornou-se sinónimo de coragem documental. Depois do aclamado&#160;20 Dias em Mariupol, vencedor do Óscar, o jornalista e cineasta ucraniano regressa com&#160;2.000 Metros para Andriivka, uma obra que transcende [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois do Óscar por 20 Dias em Mariupol, Mstyslav Chernov regressa com uma obra visceral, íntima e arrebatadora sobre o que significa resistir</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O nome Mstyslav Chernov tornou-se sinónimo de coragem documental. Depois do aclamado&nbsp;<em>20 Dias em Mariupol</em>, vencedor do Óscar, o jornalista e cineasta ucraniano regressa com&nbsp;<em>2.000 Metros para Andriivka</em>, uma obra que transcende o relato jornalístico e mergulha num cinema de guerra onde a proximidade emocional e física ao conflito é absoluta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/dracula-uma-historia-de-amor-luc-besson-reinventa-o-vampiro-mais-famoso-do-mundo/">“Drácula: Uma História de Amor” — Luc Besson Reinventa o Vampiro Mais Famoso do Mundo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estreado nos cinemas dos Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda (e já com passagem pelo Festival de Sundance), o novo documentário é uma coprodução entre a Associated Press e a&nbsp;<strong>Frontline</strong>&nbsp;(da PBS), e propõe uma abordagem inédita à guerra na Ucrânia:&nbsp;<strong>ver a guerra como ela é sentida por quem a vive, metro a metro, disparo a disparo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Podem destruir uma aldeia, mas não conseguem destruir um símbolo”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O centro desta história não é Kiev, nem Kharkiv, nem Mariupol. É&nbsp;<strong>Andriivka</strong>, uma pequena aldeia no oblast de Donetsk, com apenas um acesso:&nbsp;<strong>uma floresta de dois quilómetros transformada em campo minado e palco de uma das batalhas mais sangrentas da contraofensiva ucraniana de 2023</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chernov integrou a 3.ª Brigada de Assalto ucraniana para filmar de dentro a reconquista da aldeia — e encontrou ali algo maior do que uma simples posição estratégica: um símbolo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“São apenas dois quilómetros. Mas nessa floresta está contida toda a guerra”, disse o realizador em entrevista à agência Lusa.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Podem destruir uma aldeia, mas não conseguem destruir um símbolo.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O documentário como arma e testemunho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com imagens captadas por drones, câmaras de capacete, dispositivos portáteis e microfones colados à pele dos soldados,&nbsp;<em>2.000 Metros para Andriivka</em>&nbsp;adopta uma linguagem estética próxima da ficção científica, mas com brutalidade real.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Há momentos em que parece um filme de ficção científica… e depois vemos um soldado arrastar-se para uma trincheira com o braço rebentado e percebemos que estamos a ver a guerra em estado puro.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Chernov e o colega Alex Babenko captaram&nbsp;<strong>o medo primitivo</strong>, o ruído dos drones, os torniquetes improvisados, os olhos de quem avança sem saber se volta. E ao mesmo tempo, registaram o poder da esperança: o desejo simples e devastador de voltar a içar a bandeira da Ucrânia num solo libertado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os soldados sabem que a guerra moderna também se trava nos media. Hastear uma bandeira sem que ninguém veja… qual é o impacto? Eles queriam que fosse um símbolo de esperança.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a guerra chega a casa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A aldeia fica a menos de duas horas de Kharkiv, cidade natal de Chernov. O conflito não é uma ideia abstracta para o cineasta — é pessoal. As árvores onde filmou foram as mesmas onde brincou em criança com amigos. As explosões ecoam por ruas que conhece de memória.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É como se estes homens estivessem a lutar pela minha infância, pelas minhas memórias e vida”, confessou.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Cada metro conquistado naquela floresta significava algo maior do que território.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um cinema de combate — no campo e no ecrã</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2.000 Metros para Andriivka</em>&nbsp;não é um documentário tradicional. É&nbsp;<strong>um corpo de combate em forma de filme</strong>. É uma ode à resistência, à humanidade no meio do horror, e à importância de continuar a olhar, mesmo quando o mundo parece já ter virado a cara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/estou-do-teu-lado-amigo-tarantino-lembra-michael-madsen-em-homenagem-privada/">“Estou do teu lado, amigo” – Tarantino Lembra Michael Madsen em Homenagem Privada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição internacional está a cargo da&nbsp;<strong>Dogwoof</strong>, e o filme deverá chegar a mais salas europeias nas próximas semanas. Para quem acredita que o cinema pode ser mais do que entretenimento — pode ser memória, denúncia, arte e acto de guerra — esta é uma obra incontornável.</p>
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