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	<title>filmes mais vistos &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Cinemas portugueses registam melhor janeiro desde 2016 com receitas a bater recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 08:23:00 +0000</pubDate>
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<p>O&nbsp;<strong>ano de 2025 começou em grande para os cinemas portugueses</strong>, que registaram em janeiro os melhores valores de bilheteira desde&nbsp;<strong>2016</strong>. De acordo com os dados do&nbsp;<strong>Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA)</strong>, o mês rendeu&nbsp;<strong>6,8 milhões de euros</strong>, impulsionado por grandes sucessos como&nbsp;<em>Mufasa: O Rei Leão</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>, que encheram as salas de norte a sul do país.</p>



<p><a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-a-cancao-que-quentin-tarantino-disse-ser-a-melhor-musica-de-abertura-para-um-filme-que-nunca-foi-feito-%f0%9f%8e%b6/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Canção que Quentin Tarantino Disse Ser a Melhor Música de Abertura para um Filme… Que Nunca Foi Feito <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b6.png" alt="🎶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p><strong>Um arranque de ano acima das expectativas</strong></p>



<p>Segundo as estatísticas divulgadas, os&nbsp;<strong>cinemas nacionais receberam 1.072.436 espectadores</strong>, gerando uma&nbsp;<strong>receita total de 6.874.834 euros</strong>. Este desempenho representa um&nbsp;<strong>crescimento de 29,8% nas receitas</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>21,9% no número de bilhetes vendidos</strong>&nbsp;face ao mesmo período de&nbsp;<strong>2024</strong>.</p>



<p>Para encontrar um mês de janeiro com números tão elevados, é preciso recuar a&nbsp;<strong>2016</strong>, ano em que as bilheteiras portuguesas registaram&nbsp;<strong>6,9 milhões de euros</strong>. Já em termos de espectadores, a última vez que a&nbsp;<strong>fasquia do milhão de entradas foi ultrapassada</strong>&nbsp;neste mês aconteceu em&nbsp;<strong>2020</strong>, pouco antes do impacto da pandemia de COVID-19.</p>



<p><strong>Os filmes que levaram os portugueses ao cinema</strong></p>



<p>Os dois grandes responsáveis pelo sucesso de bilheteira foram:</p>



<p>•&nbsp;<strong>Mufasa: O Rei Leão</strong>, de&nbsp;<strong>Barry Jenkins</strong>, estreado a&nbsp;<strong>19 de dezembro</strong>, que acumulou&nbsp;<strong>226.410 espectadores</strong>&nbsp;ao longo de janeiro;</p>



<p>•&nbsp;<strong>Ainda Estou Aqui</strong>, de&nbsp;<strong>Walter Salles</strong>, um fenómeno inesperado que, desde a sua estreia a&nbsp;<strong>16 de janeiro</strong>, somou&nbsp;<strong>137.874 espectadores</strong>&nbsp;no primeiro mês.</p>



<p>Desde a estreia até ao&nbsp;<strong>9 de fevereiro</strong>, o drama brasileiro já acumulou&nbsp;<strong>214.747 espectadores</strong>&nbsp;e gerou uma impressionante receita de&nbsp;<strong>1,402 milhões de euros</strong>.</p>



<p>Entre as produções nacionais, o destaque vai para&nbsp;<strong>Banzo</strong>, de&nbsp;<strong>Margarida Cardoso</strong>, lançado a&nbsp;<strong>23 de janeiro</strong>, que registou&nbsp;<strong>1.382 espectadores</strong>.</p>



<p><strong>A dominância da NOS Lusomundo Cinemas</strong></p>



<p>A&nbsp;<strong>NOS Lusomundo Cinemas</strong>, maior exibidora do país, continua a liderar com&nbsp;<strong>218 salas de cinema</strong>, arrecadando&nbsp;<strong>4,5 milhões de euros</strong>&nbsp;e atraindo&nbsp;<strong>680.578 espectadores</strong>.</p>



<p>Com uma&nbsp;<strong>quota de mercado de 66,2% em receitas brutas e 63,5% em espectadores</strong>, a NOS consolidou a sua posição como a força dominante no setor da exibição em Portugal.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8c%a7-blade-runner-o-discurso-imortal-que-rutger-hauer-escreveu-na-vespera-da-cena-%f0%9f%8e%a5%e2%9c%a8/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f327.png" alt="🌧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Blade Runner”: O Discurso Imortal que Rutger Hauer Escreveu na Véspera da Cena <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Se a tendência continuar,&nbsp;<strong>2025 poderá tornar-se um ano histórico para o cinema em Portugal</strong>, demonstrando que o público continua a apostar forte na experiência cinematográfica tradicional.</p>
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		<title>Ano de Retoma: Cinemas de Portugal e Brasil Batem Recordes e Enfrentam Desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 11:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Abraccine]]></category>
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		<category><![CDATA[Bilheteira 2024]]></category>
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<p>O ano de 2024 marcou um período de contrastes para o cinema em Portugal e no Brasil. Se por um lado o mercado brasileiro bateu recordes de salas de exibição e crescimento do público, por outro, em Portugal, o número de espectadores caiu ligeiramente, mas a receita de bilheteira manteve-se estável. O cinema continua a ser um reflexo da cultura e do comportamento do público em cada país, e os números comprovam essa dinâmica.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/alec-baldwin-processa-procuradores-do-novo-mexico-por-difamacao-no-caso-rust/">Alec Baldwin Processa Procuradores do Novo México por Difamação no Caso “Rust”</a></p>



<p><strong>Portugal: Menos Espectadores, Receita Estável</strong></p>



<p>Segundo dados revelados pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), em Portugal o número de espectadores nas salas de cinema caiu 3,8% em 2024 face ao ano anterior, totalizando 11,8 milhões de bilhetes vendidos. Ainda assim, a receita bruta de bilheteira manteve-se praticamente inalterada, crescendo ligeiros 0,4% e fixando-se nos 73,2 milhões de euros, justificado pelo aumento do preço médio dos bilhetes.</p>



<p>Embora o mês de dezembro tenha apresentado um crescimento impressionante de 27,1% no número de espectadores e um aumento de um terço na receita — tornando-se o melhor dezembro desde 2018 —, os resultados anuais não conseguiram recuperar as perdas do período pós-pandemia. Para comparação, em 2019, último ano antes da crise sanitária, os cinemas portugueses registaram 15,5 milhões de espectadores, um número significativamente superior ao de 2024.</p>



<p>A liderança do mercado de exibição em Portugal continua a pertencer à NOS, com uma quota de 68,2%, seguida pela UCI (10,7%) e pela Cineplace (6,7%). A NOS viu o número de espectadores cair 4% face a 2023, mas compensou com um aumento de 0,7% na receita.</p>



<p>Entre as 391 longas-metragens estreadas em Portugal, 112 eram de origem norte-americana, dominando o mercado com 72,8% do público, enquanto os filmes europeus, que totalizaram 202 lançamentos, atraíram apenas 12,9% dos espectadores.</p>



<p>O ‘top 10’ dos filmes mais vistos no país reflete essa tendência, sendo totalmente preenchido por produções de Hollywood. O grande vencedor foi&nbsp;<strong>“Divertida-Mente 2”</strong>, que conquistou 1,3 milhões de espectadores. Seguiram-se&nbsp;<strong>“Deadpool &amp; Wolverine”</strong>, com 611 mil entradas, e as animações&nbsp;<strong>“Gru – O Maldisposto 4”</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>“Vaiana 2”</strong>, que juntos somaram pouco mais de um milhão de bilhetes vendidos.</p>



<p><strong>O Cinema Português em 2024: “Balas &amp; Bolinhos” No Topo</strong></p>



<p>O cinema nacional teve um desempenho modesto, mas um título destacou-se:&nbsp;<strong>“Balas &amp; Bolinhos: Só Mais Uma Coisa”</strong>, de Luís Ismael, foi o filme português mais visto do ano, com 248 mil espectadores e 1,6 milhões de euros em receitas. A nova aventura do grupo de amigos alcançou o oitavo lugar entre os filmes portugueses mais vistos desde 2004, aproximando-se dos números do seu antecessor,&nbsp;<strong>“Balas &amp; Bolinhos: O Último Capítulo”</strong>&nbsp;(2012), que teve 256 mil espectadores.</p>



<p>Outros destaques incluem&nbsp;<strong>“Podia Ter Esperado por Agosto”</strong>, de César Mourão, com 102 mil espectadores, e&nbsp;<strong>“Vive e Deixa Andar”</strong>, de Miguel Cadilhe, que levou 31 mil pessoas às salas.</p>



<p><strong>Brasil: Recordes de Público e Salas de Cinema</strong></p>



<p>Se em Portugal o setor enfrentou um ligeiro decréscimo, no Brasil o cenário foi de recuperação e crescimento. Segundo dados da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), 2024 foi um ano de recordes. O país atingiu o maior número de salas de exibição da sua história, acompanhado por um aumento significativo do público.</p>



<p>Os números mostram que o cinema brasileiro continua a recuperar do impacto da pandemia e a consolidar-se como uma indústria em crescimento. O maior número de salas em funcionamento permitiu um acesso mais amplo ao público, resultando num aumento das bilheteiras e no fortalecimento da indústria nacional.</p>



<p>O cinema brasileiro viu algumas das suas produções alcançarem êxitos expressivos. Filmes nacionais ganharam destaque e demonstraram a diversidade do mercado, apostando em géneros variados e explorando novas narrativas para atrair audiências cada vez mais amplas.</p>



<p><strong>O Cinema Nacional em Destaque</strong></p>



<p>Entre os títulos nacionais mais bem-sucedidos em 2024, destacam-se produções que conquistaram não apenas o público, mas também a crítica. O cinema brasileiro demonstrou força tanto nos circuitos comerciais quanto nos festivais internacionais, solidificando a sua presença e mostrando a capacidade de competir com as grandes produções de Hollywood.</p>



<p><strong>O Que Explica as Diferenças?</strong></p>



<p>O contraste entre os mercados português e brasileiro pode ser explicado por vários fatores. No Brasil, a expansão do número de salas de cinema e o crescimento do público refletem um investimento contínuo na indústria cinematográfica. Em Portugal, apesar da estabilidade nas receitas, a diminuição do número de espectadores aponta para desafios como o aumento do preço dos bilhetes e a concorrência do streaming.</p>



<p>Ainda assim, ambos os países partilham um fator comum: o domínio das produções norte-americanas. Nos dois mercados, os filmes de Hollywood continuam a liderar as bilheteiras, o que reforça a necessidade de políticas e incentivos que promovam a produção nacional e estimulem o interesse do público por conteúdos locais.</p>



<p><strong>Perspetivas para 2025</strong></p>



<p>Olhando para o futuro, tanto em Portugal quanto no Brasil, a expectativa é que o cinema continue a recuperar e a adaptar-se às novas realidades do mercado. A aposta em conteúdos nacionais e estratégias inovadoras de distribuição pode ser a chave para um crescimento sustentado.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/mel-gibson-perde-casa-nos-incendios-de-los-angeles-e-preve-o-colapso-da-civilizacao/">Mel Gibson Perde Casa nos Incêndios de Los Angeles e Prevê o Colapso da Civilização</a></p>



<p>Enquanto Portugal procura recuperar os números pré-pandemia, o Brasil avança com recordes e uma crescente valorização do seu cinema. Resta saber se essa tendência se manterá nos próximos anos e como os dois países poderão aprender com as suas experiências para fortalecer a sétima arte.<br /></p>
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