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	<title>filme terror 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>filme terror 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Primeiras Imagens de Frankenstein de Guillermo del Toro Revelam Jacob Elordi Como a Criatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:58:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aguardado filme da Netflix estreia em Novembro e promete ser a obra mais pessoal de sempre do realizador mexicano Guillermo del Toro não esconde o entusiasmo — e nós também não conseguimos. A quatro meses da estreia de&#160;Frankenstein, o realizador partilhou as primeiras imagens do seu novo filme com a&#160;Vanity Fair, revelando finalmente o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O aguardado filme da Netflix estreia em Novembro e promete ser a obra mais pessoal de sempre do realizador mexicano</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Guillermo del Toro não esconde o entusiasmo — e nós também não conseguimos. A quatro meses da estreia de&nbsp;<em>Frankenstein</em>, o realizador partilhou as primeiras imagens do seu novo filme com a&nbsp;<em>Vanity Fair</em>, revelando finalmente o visual de&nbsp;<strong>Jacob Elordi</strong>&nbsp;como a icónica Criatura. E, como era de esperar, não é apenas um filme de terror: é uma confissão artística. Quase uma missa profana.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não estamos a fazer Karloff, nem Bernie [Wrightson], nem Mary [Shelley],” disse del Toro. “Mas eles são tão importantes para mim como os meus pais. Deram-me vida.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um projecto de 25 anos (e uma obsessão pessoal)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Frankenstein</em>&nbsp;estreia em Novembro de 2025 na Netflix e marca o culminar de um percurso que del Toro descreve como&nbsp;<strong>“uma viagem que consumiu a maior parte da minha vida”</strong>. O cineasta leu Mary Shelley em criança, viu Karloff com reverência quase religiosa e, desde então, tem explorado a relação entre monstros e humanidade em filmes como&nbsp;<em>Cronos</em>,&nbsp;<em>Blade II</em>,&nbsp;<em>Hellboy</em>&nbsp;e, mais recentemente,&nbsp;<em>Pinóquio</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Queria fazer este filme antes mesmo de ter uma câmara,” revelou no evento Tudum da Netflix. “E agora tornou-se numa espécie de autobiografia.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O elenco é monstruosamente bom</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="582" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/Screenshot-2025-07-28-090245.png-1024x582.webp" alt="" class="wp-image-18048" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/Screenshot-2025-07-28-090245.png-1024x582.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/Screenshot-2025-07-28-090245.png-300x171.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/Screenshot-2025-07-28-090245.png-768x437.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/Screenshot-2025-07-28-090245.png.webp 1419w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A nova adaptação de&nbsp;<em>Frankenstein</em>&nbsp;conta com um elenco de luxo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Oscar Isaac</strong> interpreta Victor Frankenstein, o cientista genial e obcecado.</li>



<li><strong>Jacob Elordi</strong>, num papel radicalmente diferente de <em>Saltburn</em> ou <em>Euphoria</em>, é a Criatura — trágica, ameaçadora, e profundamente humana.</li>



<li><strong>Mia Goth</strong> será Elizabeth Lavenza, num regresso ao terror que parece escrito à sua medida.</li>



<li><strong>Christoph Waltz</strong> interpreta o misterioso Dr. Pretorius.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco secundário inclui ainda nomes de peso como&nbsp;<strong>Felix Kammerer</strong>&nbsp;(<em>All Quiet on the Western Front</em>),&nbsp;<strong>Lars Mikkelsen</strong>,&nbsp;<strong>David Bradley</strong>,&nbsp;<strong>Christian Convery</strong>,&nbsp;<strong>Ralph Ineson</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Charles Dance</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="565" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_-1024x565.jpg" alt="" class="wp-image-18049" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_-1024x565.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_-300x166.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_-768x424.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_-1536x848.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/07/FRANKENSTEIN_JACOB-ELORDI_EXCITED_AUDIENCE-REACTION_TO_HIS-CREATURE_NETFLIX_GUILLERMO-DEL-TORO_.jpg 1628w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme recebeu a classificação de&nbsp;<strong>Rated R</strong>, por conter “violência sangrenta e imagens macabras”. Sim, é mesmo del Toro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Frankenstein: entre criador e criatura</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A história permanece fiel à essência do romance de Mary Shelley: um cientista ultrapassa os limites da ciência ao criar vida — e sofre as consequências dessa arrogância. Mas, nas mãos de del Toro, a narrativa ganha uma dimensão mais íntima, quase espiritual.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Há traços de&nbsp;<em>Frankenstein</em>&nbsp;em quase todos os meus filmes. A relação entre criador e criação, pai e filho, é um tema que me consome repetidamente,” confessou o realizador.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">E com Jacob Elordi agora na pele (e nas cicatrizes) da Criatura, é seguro dizer que esta versão promete marcar uma nova geração — tal como Karloff fez há quase um século.</p>
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		<title>“Weapons”: Josh Brolin Quer Respostas no Novo Pesadelo de Zach Cregger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 08:53:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo terror de Zach Cregger promete ser um dos mais perturbadores do ano. Crianças desaparecidas, silêncios ensurdecedores e uma comunidade que prefere não saber. Estreia em Agosto e já estamos a perder o sono. “I wanna know what happened in that classroom!” – o grito de Josh Brolin ecoa num trailer que parece arrancado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O novo terror de Zach Cregger promete ser um dos mais perturbadores do ano. Crianças desaparecidas, silêncios ensurdecedores e uma comunidade que prefere não saber. Estreia em Agosto e já estamos a perder o sono.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>I wanna know what happened in that classroom!</em>” – o grito de Josh Brolin ecoa num trailer que parece arrancado diretamente dos pesadelos mais profundos da América suburbana. Em&nbsp;<em>Weapons</em>, o novo filme do realizador Zach Cregger (<em>Barbarian</em>), o terror nasce de onde mais dói: o desaparecimento inexplicável de 17 crianças de uma sala de aula — e a assustadora apatia de quem devia protegê-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/michael-b-jordan-em-dose-dupla-pecadores-chega-a-max-e-e-o-primeiro-grande-candidato-aos-oscares/">Michael B. Jordan em Dose Dupla: “Pecadores” Chega à Max e É o Primeiro Grande Candidato aos Óscares</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O horror que mora ao lado</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esqueçam os monstros de dentes afiados ou os fantasmas em casas vitorianas. Em&nbsp;<em>Weapons</em>, o medo é mais próximo, mais real, mais arrepiante: o medo de que algo terrível se passa mesmo debaixo dos nossos olhos, e que ninguém quer admitir. O segundo trailer, recentemente divulgado pela Warner Bros., aprofunda este clima de inquietação, mostrando Brolin num confronto tenso com a directora da escola (Julia Garner), num misto de raiva e desespero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta que ecoa é tão simples quanto terrível: porque desapareceram apenas as crianças daquela sala? E porque é que ninguém parece querer falar disso?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco de luxo para um pesadelo partilhado</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Brolin e Garner, o filme conta com Alden Ehrenreich (<em>Solo: A Star Wars Story</em>), Benedict Wong (<em>Doctor Strange</em>), Toby Huss e June Diane Raphael. A narrativa é guiada pela voz de uma jovem rapariga que, numa narração inquietante, nos avisa: “<em>Isto é uma história verdadeira que aconteceu na minha cidade. Muita gente morreu… de formas muito estranhas.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se&nbsp;<em>Barbarian</em>&nbsp;já tinha provado que Cregger sabe explorar o desconforto como poucos,&nbsp;<em>Weapons</em>&nbsp;parece pronto para levar a fasquia ainda mais alto — ou, talvez mais correctamente, mais fundo no abismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mudança de planos (para melhor)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Originalmente previsto para estrear em Janeiro de 2026 (fim-de-semana de Martin Luther King), o filme teve uma recepção tão positiva nas sessões de teste que a Warner decidiu antecipar a estreia para&nbsp;<strong>8 de Agosto de 2025</strong>. Uma decisão ousada que revela a confiança no potencial do filme. E não é difícil perceber porquê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Warner está em alta no terror:&nbsp;<em>Sinners</em>, de Ryan Coogler, já arrecadou 363 milhões de dólares, e&nbsp;<em>Final Destination: Bloodlines</em>&nbsp;tornou-se no maior sucesso de sempre da saga, com 280 milhões. Neste contexto,&nbsp;<em>Weapons</em>&nbsp;surge como o próximo tiro certeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um novo “Barbarian” ou algo ainda mais negro?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com um orçamento ainda por revelar, mas seguramente contido à imagem do anterior sucesso de Cregger (<em>Barbarian</em>custou apenas 4 milhões e rendeu mais de 45 milhões),&nbsp;<em>Weapons</em>&nbsp;promete repetir a fórmula: mistério bem construído, sustos bem medidos e um subtexto que incomoda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/hotel-amor-a-comedia-portuguesa-que-esta-a-conquistar-o-publico/">Hotel Amor: A Comédia Portuguesa Que Está a Conquistar o Público</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao que tudo indica,&nbsp;<em>Weapons</em>&nbsp;será menos um “filme de terror” e mais uma experiência emocional — uma viagem a um lugar de dor, culpa e silêncio cúmplice. E nós estaremos lá na primeira fila.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Weapons</em>&nbsp;estreia nos cinemas portugueses a 8 de Agosto de 2025. Tragam os nervos de aço.</p>
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		<title>☠️ Final Destination: Bloodlines Rebenta com a Bilheteira — A Morte Está Mais Popular do que Nunca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 09:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[bilheteira Final Destination]]></category>
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		<category><![CDATA[Zach Lipovsky]]></category>
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					<description><![CDATA[O sexto filme da saga estreia com recordes, mortes criativas e o regresso de um velho conhecido. E sim… o público está a adorar sofrer. Quem pensava que a fórmula estava gasta, enganou-se redondamente.&#160;Final Destination: Bloodlines, o novo capítulo da longeva e macabra saga de terror, estreou com um estrondo nas bilheteiras — e tornou-se&#160;a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O sexto filme da saga estreia com recordes, mortes criativas e o regresso de um velho conhecido. E sim… o público está a adorar sofrer.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem pensava que a fórmula estava gasta, enganou-se redondamente.&nbsp;<em>Final Destination: Bloodlines</em>, o novo capítulo da longeva e macabra saga de terror, estreou com um estrondo nas bilheteiras — e tornou-se&nbsp;<strong>a maior estreia da história da franquia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-die-my-love-jennifer-lawrence-brilha-em-cannes-com-drama-psicologico-produzido-por-scorsese/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Die, My Love: Jennifer Lawrence Brilha em Cannes com Drama Psicológico Produzido por Scorsese</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Só nos Estados Unidos, o filme arrecadou&nbsp;<strong>21 milhões de dólares no primeiro dia</strong>, incluindo&nbsp;<strong>5,5 milhões em sessões de pré-estreia</strong>, e prevê-se que o total do fim de semana atinja&nbsp;<strong>48 milhões</strong>, ultrapassando largamente os&nbsp;<strong>27,4 milhões</strong>&nbsp;de&nbsp;<em>The Final Destination</em>&nbsp;(2009), que detinha o recorde anterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A morte dá sempre jeito à bilheteira</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado internacionalmente a 16 de maio,&nbsp;<em>Bloodlines</em>&nbsp;já soma mais de&nbsp;<strong>26 milhões de dólares fora dos EUA</strong>, com um total global a rondar os&nbsp;<strong>47,4 milhões</strong>&nbsp;— números impressionantes para uma saga que estava ausente dos cinemas há mais de uma década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com realização de&nbsp;<strong>Zach Lipovsky</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Adam B. Stein</strong>, o novo capítulo aposta no que a saga sempre soube fazer melhor: mortes rebuscadas, tensão milimétrica e aquele momento em que o público se contorce na cadeira… antes de soltar uma gargalhada nervosa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um regresso às origens — literalmente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O título não é inocente:&nbsp;<em>Bloodlines</em>&nbsp;funciona como&nbsp;<strong>uma prequela</strong>, explorando as raízes do conceito de “morte inevitável” e aprofundando o passado do enigmático agente funerário&nbsp;<strong>William Bludworth</strong>, novamente interpretado por&nbsp;<strong>Tony Todd</strong>, presença icónica desde o primeiro filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento aposta num novo grupo de jovens condenados, que escapam a um acidente grotesco (neste caso, uma implosão em cadeia num parque temático abandonado) — e claro, descobrem que a morte não gosta de ser contrariada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O fascínio do desastre (bem encenado)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fim de seis filmes, a saga&nbsp;<em>Final Destination</em>&nbsp;continua a atrair multidões. Parte do segredo está na forma como reinventa o mesmo conceito com variações criativas: o jogo visual de “causas e consequências”, o efeito dominó, o suspense do “vai ou não vai” antes de cada tragédia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/profecia-satanica-ou-pura-coincidencia-filme-de-mexicano-acerta-no-papa-leao-xiv-%f0%9f%98%b1%f0%9f%8e%ac/">Profecia Satânica ou Pura Coincidência? Filme de Mexicano “Acerta” no Papa Leão XIV <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f631.png" alt="😱" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">E, no fundo, há um certo prazer perverso em ver o destino transformar o quotidiano num campo minado de morte estilizada. Um prazer que, ao que parece,&nbsp;<strong>continua a render milhões</strong>.</p>
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