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	<title>filme Elio Disney &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Elio”: Pixar envia-nos um novo herói intergaláctico — mas será que a fórmula ainda resulta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 09:29:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Pixar tem-nos habituado a histórias que desafiam a emoção tanto quanto a imaginação. Desde brinquedos com dilemas existenciais a ratos que cozinham e sentimentos com crises de identidade, o estúdio elevou a fasquia da animação moderna com narrativas que são, ao mesmo tempo, aventuras coloridas para os mais novos e sessões de terapia disfarçadas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Pixar tem-nos habituado a histórias que desafiam a emoção tanto quanto a imaginação. Desde brinquedos com dilemas existenciais a ratos que cozinham e sentimentos com crises de identidade, o estúdio elevou a fasquia da animação moderna com narrativas que são, ao mesmo tempo, aventuras coloridas para os mais novos e sessões de terapia disfarçadas para os crescidos.&nbsp;<em>Elio</em>, a mais recente estreia do estúdio, chega com esse mesmo ADN — mas carrega também o peso das expectativas e o cansaço de uma fórmula que começa a mostrar sinais de desgaste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/trolls-3-todos-juntos-estreia-nos-tvcine-a-20-e-21-de-junho/">TROLLS 3 – TODOS JUNTOS! Estreia nos TVCine a 20 e 21 de Junho</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-16908" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O protagonista é Elio Solis, um rapaz de 11 anos consumido por uma solidão que vai muito além do habitual isolamento adolescente. Perdeu recentemente os pais e vive agora numa base militar com a tia Olga, uma mulher que sacrificou os seus sonhos de astronauta para se tornar a cuidadora deste miúdo sensível, criativo e emocionalmente à deriva. Elio sente-se um fardo, incompreendido, deslocado. E a única ideia que lhe dá algum consolo é acreditar que, algures no universo, alguém o poderá entender. Com esse impulso quase poético, começa a deixar mensagens na areia, a implorar por contacto alienígena. E eis que, um dia, alguém responde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A premissa é irresistível e tem tudo para se transformar numa aventura ao estilo Pixar: existencialista, doce, com personagens memoráveis e um design de produção de cortar a respiração. Quando Elio é raptado por seres extraterrestres e levado para a&nbsp;<em>Communiverse</em>&nbsp;— uma federação galáctica onde diferentes espécies tentam coexistir — é confundido com o líder da Terra. O rapaz, entre o pânico e a invenção, decide entrar no jogo e fingir que, de facto, representa a humanidade. A partir daqui, desenrola-se uma trama de mal-entendidos cósmicos, diplomacia interplanetária e lições de empatia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="428" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-3-1024x428.webp" alt="" class="wp-image-16909" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-3-1024x428.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-3-300x125.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-3-768x321.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-3.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Há momentos brilhantes, sim. O pequeno Glordon, um alien viscoso sem olhos e com dentes simpáticos, é um dos melhores achados do filme. A sua amizade com Elio devolve à narrativa a leveza que, por vezes, parece faltar num enredo tão carregado de dor não verbalizada. E visualmente,&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;é um deslumbramento: explosões de cor, criaturas com designs deliciosamente criativos e sequências que homenageiam os grandes clássicos da ficção científica, sem nunca perder o toque Pixar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por cada ideia encantadora, há também um suspiro de déjà vu. A estrutura narrativa — um miúdo que descobre que a sua “fraqueza” é, afinal, a sua maior força — é uma fórmula já bem conhecida. E embora funcione, começa a acusar fadiga. A comoção inicial, com Elio sozinho na praia e uma lágrima a escorrer pela face, é eficaz… mas também é um golpe emocional que a Pixar já utilizou vezes demais. A certa altura, a viagem emocional parece menos uma descoberta e mais um check-list de pontos obrigatórios: trauma parental? Check. Amigo fofo? Check. Lição de empatia e aceitação? Check.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da sensação de dispersão narrativa poderá ser explicada pela própria produção do filme.&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;conta com três realizadores creditados — Adrian Molina (<em>Coco</em>), que abandonou o projeto mas mantém o nome nos créditos, Madeline Sharafian e Domee Shi (<em>Turning Red</em>) — e três argumentistas. O resultado é um filme que, embora coeso na estética, parece procurar o seu tom ao longo do percurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim,&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;tem alma. E essa alma é, em parte, sustentada pelas vozes que lhe dão corpo — quer na versão original, quer nas versões dobradas em Portugal e no Brasil. E aqui, importa destacar um dos grandes trunfos da distribuição internacional da Pixar: a capacidade de recriar as emoções originais com actores de voz que elevam o material.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="557" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-5-1024x557.webp" alt="" class="wp-image-16910" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-5-1024x557.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-5-300x163.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-5-768x418.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/90-5.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na versão portuguesa, é Afonso Soares quem dá voz a Elio, com sensibilidade e autenticidade. Rita Ruaz interpreta a tia Olga, enquanto Salvador Rio empresta voz ao adorável Glordon. O elenco inclui ainda nomes bem conhecidos como Vera Kolodzig, José Nobre e Diogo Amaral, todos sob a direcção de dobragem de Sandra de Castro. O resultado é uma versão portuguesa calorosa e emocionalmente eficaz, capaz de agradar tanto a crianças como a adultos que dispensam legendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado do Atlântico, a versão brasileira aposta num equilíbrio entre talentos emergentes e vozes veteranas. Lorenzo Tironi, de apenas 12 anos, brilha como Elio, enquanto Juliana Paiva, conhecida da televisão, estreia-se na dublagem como Olga. O elenco inclui ainda Zeca Rodrigues, Márcia Regina, Flora Paulita e Danylo Miazato — todos nomes que os fãs brasileiros de animação reconhecem imediatamente das suas séries favoritas. A direção é de Thiago Longo, com tradução de Guilherme Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade das dobragens não resolve os problemas estruturais de&nbsp;<em>Elio</em>, mas contribui para tornar a experiência mais envolvente e acessível. E no fim de contas, talvez esse seja o maior mérito do filme: mesmo quando tropeça, nunca deixa de tentar comunicar — seja com humanos, alienígenas ou miúdos que apenas precisam de ouvir que pertencem a algum lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/rachel-brosnahan-nao-tem-paciencia-para-choradinhos-sobre-filmes-de-super-herois-ou-fazes-ou-nao-fazes-%f0%9f%a6%b8%e2%99%80%ef%b8%8f%f0%9f%92%ac/">Rachel Brosnahan não tem paciência para choradinhos sobre filmes de super-heróis: “Ou fazes, ou não fazes” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2640-fe0f.png" alt="🦸‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ac.png" alt="💬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Elio</em>&nbsp;é, portanto, um filme bonito, com momentos comoventes e visuais impressionantes, mas que nos deixa a desejar um pouco mais de risco, de novidade, de… Pixar. Não é um fracasso, longe disso. Mas também não é a supernova que podia ter sido.</p>



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