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	<title>filmagens em Portugal &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>A Música que Salvou Winona Ryder Durante as Filmagens em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[A Casa dos Espíritos]]></category>
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					<description><![CDATA[Winona Ryder tem muitas histórias para contar da sua carreira, mas poucas serão tão curiosas e pessoais como a que partilhou recentemente à edição britânica da&#160;Elle: a de como a música a ajudou a atravessar um período difícil… em Portugal. A atriz norte-americana recordou os dias de 1993 em que esteve no nosso país a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Winona Ryder tem muitas histórias para contar da sua carreira, mas poucas serão tão curiosas e pessoais como a que partilhou recentemente à edição britânica da&nbsp;<em>Elle</em>: a de como a música a ajudou a atravessar um período difícil… em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atriz norte-americana recordou os dias de 1993 em que esteve no nosso país a rodar&nbsp;<em>A Casa dos Espíritos</em>, adaptação do romance de Isabel Allende realizada por Bille August, com Jeremy Irons e Meryl Streep nos papéis principais. O filme filmou-se em vários locais emblemáticos, entre eles a Igreja de São Roque em Lisboa, o Palácio de Queluz e o Cabo Espichel.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Havia uma banda incrível, que eu adorava: os Saint Etienne. Um álbum deles salvou-me quando estava a passar por um mau bocado, quando rodava um filme em Portugal, aos 20 anos”, revelou Winona.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Lisboa, discos na rua e a salvação no indie-pop</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Numa memória que quase soa a postal nostálgico dos anos 90, Ryder recorda como costumava passear pelas ruas de Lisboa e encontrar bancas onde se vendiam discos. Foi aí que comprou o álbum que descreve como “salvação”. Muito provavelmente tratava-se de&nbsp;<em>Foxbase Alpha</em>&nbsp;(1991), o disco de estreia dos Saint Etienne, já que o sucessor,&nbsp;<em>So Tough</em>, só sairia meses antes da estreia comercial do filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Comprei-o e ajudou-me a ultrapassar esse período. Pergunto-me se eles ainda existem”, disse a atriz.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A resposta dos Saint Etienne</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta não tardou. A banda londrina formada por Bob Stanley, Pete Wiggs e Sarah Cracknell não só ainda existe, como prepara o lançamento do seu 12.º e último álbum,&nbsp;<em>International</em>. Nas redes sociais, reagiram com humor e carinho às palavras de Winona:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Coisas estranhas acontecem. Ainda bem que estivemos lá para ti.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Portugal no grande ecrã</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A Casa dos Espíritos</em>&nbsp;continua a ser um exemplo de como Portugal serviu (e continua a servir) como cenário internacional para grandes produções. Para Winona Ryder, a passagem pelo país deixou não só memórias profissionais, mas também um capítulo íntimo em que a música britânica se tornou o seu refúgio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase três décadas depois, é curioso pensar que entre os claustros do Palácio de Queluz e as arribas do Cabo Espichel, uma jovem Winona encontrava nos Saint Etienne a força para continuar.</p>
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		<title>Portugal dá luz verde ao cinema com novo ‘cash rebate’ para 2025 — mas os bastidores ainda andam em câmara lenta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 09:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cash rebate Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[cash refund]]></category>
		<category><![CDATA[filmagens em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[fundo apoio cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ICA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos cinema Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos fiscais cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal Film Commission]]></category>
		<category><![CDATA[produções audiovisuais]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬 Dinheiro para filmar em Portugal? Sim, senhor! Mas com um enredo que mistura drama institucional, burocracia, orçamentos apertados e suspense à moda nacional. O Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) anunciou oficialmente a abertura da&#160;primeira fase de candidaturas ao incentivo financeiro à produção cinematográfica e audiovisual de 2025, mais conhecido por ‘cash rebate’. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dinheiro para filmar em Portugal? Sim, senhor! Mas com um enredo que mistura drama institucional, burocracia, orçamentos apertados e suspense à moda nacional. O Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) anunciou oficialmente a abertura da&nbsp;<strong>primeira fase de candidaturas ao incentivo financeiro à produção cinematográfica e audiovisual de 2025</strong>, mais conhecido por ‘cash rebate’. A boa notícia? Já está aberto! A má? Ainda estamos à espera dos resultados da segunda fase… de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/hollywood-vai-a-jogo-em-las-vegas-cinemacon-2025-pode-ser-a-ultima-cartada/">Hollywood Vai a Jogo em Las Vegas: CinemaCon 2025 Pode Ser a Última Cartada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois é. Há guiões que se escrevem sozinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um incentivo com muitos planos — e alguns cortes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ‘cash rebate’ é um dos trunfos mais apetecíveis para atrair filmagens e coproduções para o nosso belo rectângulo à beira-mar filmado. Com uma dotação anual de&nbsp;<strong>14 milhões de euros</strong>&nbsp;(a dividir por duas fases), o fundo é assegurado pelo ICA em parceria com o Turismo de Portugal. E se há coisa que este país tem de sobra, é luz natural, paisagens fotogénicas e talento técnico — falta é garantir que o dinheiro chegue a horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, ainda&nbsp;<strong>não foi divulgada a lista definitiva dos beneficiários da segunda fase de 2024</strong>. Apenas uma versão provisória, com data de 18 de dezembro, onde já constam nomes como “Ela olhava sem nada ver”, “Hera” e “Asas”, entre outros filmes e séries que, curiosamente, já andam em fase de estreia ou final de produção. Coincidência?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O lado B do incentivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro passado, a Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, reconheceu no Parlamento o que muitos no setor já murmuravam entre cafés e estreias: os&nbsp;<strong>atrasos nos pagamentos</strong>&nbsp;são reais. O sistema, dizem, está preso numa teia de burocracias — incluindo autorizações do Ministério das Finanças para desbloquear fundos. Uma espécie de thriller orçamental em que o dinheiro existe… mas demora a entrar em cena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o ‘cash rebate’ continua a ser&nbsp;<strong>um chamariz importante para produções estrangeiras</strong>. E a lista de projetos internacionais que já usufruíram do incentivo é impressionante: a série&nbsp;<em>A Acólita</em>&nbsp;do universo&nbsp;<em>Star Wars</em>, os filmes da Netflix&nbsp;<em>A Donzela</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Heart of Stone</em>, e claro, o incontornável&nbsp;<em>Velocidade Furiosa X</em>, que fez rugir motores pelas ruas de Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Há mais no menu: o ‘cash refund’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para produções mais ambiciosas — daquelas com efeitos especiais e orçamento à Hollywood — existe ainda o&nbsp;<strong>‘cash refund’</strong>, com um valor máximo de 20 milhões de euros e requisitos mais robustos: é preciso gastar pelo menos&nbsp;<strong>2,5 milhões de euros em território nacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, foi a estreia deste segundo incentivo. Foram requisitados 11 milhões, ficando 9 milhões na prateleira. Em 2025, já foram pedidos 7,4 milhões, sinal de que há vontade — e talvez uma ou outra superprodução à espreita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a primeira fase do ‘cash rebate’ de 2025 oficialmente a decorrer (durante um mês), a segunda fase deverá abrir até 30 de setembro. Resta saber se desta vez os processos vão ser mais rápidos e menos kafkianos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal já provou que tem tudo para ser um estúdio de luxo à escala europeia. Agora só falta que a máquina burocrática acompanhe o talento dos profissionais e o potencial das paisagens. Que venha o próximo take — com menos drama nos bastidores, se faz favor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/zack-snyder-entra-no-octogono-vem-ai-brawler-o-filme-de-mma-com-selo-ufc/">Zack Snyder Entra no Octógono: Vem Aí “Brawler”, o Filme de MMA com Selo UF</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se quiseres, posso criar também uma imagem para ilustrar o artigo — por exemplo, uma claquete com notas de euro a sair, ou uma equipa de filmagens com papéis à espera de aprovação burocrática. Avanço?</p>
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