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	<title>Festival de Toronto 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Festival de Toronto 2025 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Channing Tatum Reinventa-se em Roofman: Da Síndrome do Impostor à Nova Vida como Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Estreia mundial em Toronto com Kirsten Dunst Channing Tatum regressou em grande ao&#160;Festival Internacional de Cinema de Toronto, apresentando&#160;Roofman, a comédia romântica inspirada na história verídica de&#160;Jeffrey Manchester, um ex-militar que assaltou dezenas de restaurantes McDonald’s nos anos 90, entrando sempre pelos telhados. Ao lado de&#160;Kirsten Dunst, que interpreta a funcionária de uma loja de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estreia mundial em Toronto com Kirsten Dunst</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Channing Tatum regressou em grande ao&nbsp;<strong>Festival Internacional de Cinema de Toronto</strong>, apresentando&nbsp;<em>Roofman</em>, a comédia romântica inspirada na história verídica de&nbsp;<strong>Jeffrey Manchester</strong>, um ex-militar que assaltou dezenas de restaurantes McDonald’s nos anos 90, entrando sempre pelos telhados.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de&nbsp;<strong>Kirsten Dunst</strong>, que interpreta a funcionária de uma loja de brinquedos com quem Manchester se envolve, Tatum confessou que este filme o fez superar um dos maiores bloqueios da sua carreira: a&nbsp;<strong>síndrome do impostor</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-19364" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman-1536x1025.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Channing-Tatum-e-Kirsten-Dunst-em-Roofman.webp 1700w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Já conseguia trabalhos como ator antes mesmo de saber o que estava a fazer. Pela primeira vez, talvez até neste filme, sinto que realmente conquistei o meu lugar à mesa”, disse o ator de 45 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O homem por trás da lenda</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido pela alcunha de&nbsp;<em>Roofman</em>, Manchester regressou à vida civil após servir no Exército dos EUA, mas acabou mergulhado em dificuldades financeiras. Nos assaltos, era notado pela forma quase cortês como tratava os funcionários: chegava a garantir que tinham casacos antes de os trancar nas câmaras frigoríficas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preso e condenado a várias décadas, fugiu em 2004 e passou meses escondido numa&nbsp;<strong>loja Toys “R” Us</strong>, em Charlotte, Carolina do Norte, onde sobreviveu a bolachas e M&amp;Ms, lavava-se nas casas de banho e saía apenas de noite. Foi durante esse período que conheceu a funcionária que inspirou o romance retratado no filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O tom do filme: comédia romântica com um toque agridoce</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O realizador&nbsp;<strong>Derek Cianfrance</strong>&nbsp;(<em>Blue Valentine</em>,&nbsp;<em>The Place Beyond the Pines</em>) optou por dar à história um tom mais leve, quase jovial, em vez de focar apenas nos crimes. “A sociedade já o julgou com severidade, e ele está a cumprir 45 anos de prisão. No nosso filme, quisemos olhar para ele com um pouco mais de graciosidade”, explicou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre a vida e o papel</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para se preparar, Tatum falou diversas vezes com Manchester por telefone a partir da prisão. Apesar dos erros do homem que interpreta, mostrou empatia: “Olhem, eu era stripper. Às vezes, a ladeira escorregadia fica cada vez mais escorregadia, e depois damos por nós lá em baixo sem saber como voltar a levantar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência pessoal de Tatum acabou por ser chave para dar humanidade ao personagem. “Consegui ver nele um homem que tomou decisões terríveis, mas sempre com o objetivo de sustentar os seus três filhos”, disse o ator.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estreia marcada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com estreia mundial em Toronto e chegada aos cinemas prevista para&nbsp;<strong>16 de outubro</strong>,&nbsp;<em>Roofman</em>&nbsp;apresenta-se como uma mistura ousada de&nbsp;<strong>romance, humor e drama humano</strong>, e pode muito bem redefinir a carreira de Channing Tatum, marcando o início de uma fase mais madura e consciente na sua filmografia.</p>
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		<title>Hamnet: Chloé Zhao Regressa em Força com Shakespeare e Paul Mescal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:41:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um drama íntimo que já sonha com os Óscares Depois do êxito arrebatador de&#160;Nomadland, que lhe valeu três estatuetas douradas, incluindo o Óscar de Melhor Realização,&#160;Chloé Zhao&#160;regressa ao cinema de autor com&#160;Hamnet. O filme, exibido no&#160;Festival Internacional de Cinema de Toronto, surge já como um dos favoritos para a temporada de prémios e promete emocionar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um drama íntimo que já sonha com os Óscares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do êxito arrebatador de&nbsp;<em>Nomadland</em>, que lhe valeu três estatuetas douradas, incluindo o Óscar de Melhor Realização,&nbsp;<strong>Chloé Zhao</strong>&nbsp;regressa ao cinema de autor com&nbsp;<em>Hamnet</em>. O filme, exibido no&nbsp;<strong>Festival Internacional de Cinema de Toronto</strong>, surge já como um dos favoritos para a temporada de prémios e promete emocionar plateias em todo o mundo.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Inspirado no romance homónimo de <strong>Maggie O’Farrell</strong>, o filme imagina a vida íntima de <strong>William Shakespeare</strong>(interpretado por <strong>Paul Mescal</strong>) e da sua esposa <strong>Agnes</strong> (papel de <strong>Jessie Buckley</strong>), centrando-se na tragédia da perda do filho, Hamnet — cujo nome, segundo estudiosos, seria praticamente indistinguível de <em>Hamlet</em> na Inglaterra isabelina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/jared-leto-lidera-o-choque-de-mundos-em-tron-ares/">Jared Leto Lidera o Choque de Mundos em Tron: Ares</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Shakespeare, amor e luto</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa especula que Agnes terá encorajado William a seguir sozinho para Londres, acreditando na força do seu amor. Mas numa época assolada pela peste e pela mortalidade infantil, a dor da separação e da perda acaba por transformar o casamento numa ferida aberta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chloé Zhao assume aqui uma abordagem mais cronológica do que no livro, colocando em primeiro plano o luto e a dor que terão marcado o dramaturgo e inspirado a sua obra-prima. A intensidade das cenas levou muitos em Toronto às lágrimas, num retrato cru e poético do amor e da tragédia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O percurso de Zhao: entre horizontes e intimismo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A realizadora recordou em Toronto a sua própria jornada — desde os tempos em que era uma “aluna de intercâmbio esquisita” num colégio britânico, sem saber falar inglês, até ao reconhecimento máximo em Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de&nbsp;<em>The Rider</em>&nbsp;(2017) e do fenómeno&nbsp;<em>Nomadland</em>&nbsp;(2020), Zhao teve uma incursão atribulada nos super-heróis da Marvel com&nbsp;<em>Eternals</em>, mas em&nbsp;<em>Hamnet</em>&nbsp;reencontra o território que a consagrou: um cinema mais&nbsp;<strong>íntimo, poético e profundamente humano</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Passei os meus trintas a fazer filmes sobre horizontes e pores do sol”, confessou a realizadora. “Agora, nos meus quarentas, percebo que estava a fugir de mim mesma — tal como o Will em&nbsp;<em>Hamnet</em>.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Paul Mescal e Jessie Buckley em destaque</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O filme volta a reunir dois dos atores mais talentosos da sua geração. Mescal, nomeado ao Óscar por&nbsp;<em>Aftersun</em>, e Buckley, também já distinguida pela Academia, dão corpo a um casal dilacerado pela distância e pela perda, em interpretações que a crítica descreve como&nbsp;<strong>intensas e devastadoras</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda espaço para o jovem&nbsp;<strong>Noah Jupe</strong>, que interpreta um ator no mítico Globe Theatre. Mesmo com o papel em reescrita durante a rodagem, Zhao exigiu que decorasse cada linha da peça, para estar sempre preparado — uma prova da exigência e perfeccionismo da realizadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De Toronto para os Óscares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem data de estreia em Portugal,&nbsp;<em>Hamnet</em>&nbsp;já é visto como um dos grandes concorrentes da próxima temporada de prémios. Mais do que preencher lacunas históricas, Zhao oferece uma visão pessoal de Shakespeare: menos génio distante, mais homem vulnerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : J<a href="https://www.clubedecinema.pt/julia-roberts-brilha-aos-57-anos-na-capa-da-nova-revista-de-edward-enninful/">ulia Roberts Brilha aos 57 Anos na Capa da Nova Revista de Edward Enninful</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se&nbsp;<em>Nomadland</em>&nbsp;foi o filme que a colocou no mapa dos Óscares,&nbsp;<em>Hamnet</em>&nbsp;pode muito bem consolidar Chloé Zhao como uma das vozes mais importantes e ousadas do cinema contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Poetic License: A Estreia de Maude Apatow na Realização Divide Críticos em Toronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 12:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um retrato intergeracional com muito coração, mas pouca direção Apresentado na secção&#160;Special Presentations&#160;do&#160;Festival de Toronto,&#160;Poetic License&#160;marca a estreia de&#160;Maude Apatowcomo realizadora. O filme é descrito pela crítica internacional como uma comédia universitária calorosa e bem interpretada, mas também genérica e sem rumo definido. ver também : Locked: Sem Saída: O Thriller Claustrofóbico Que Vai Pôr [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um retrato intergeracional com muito coração, mas pouca direção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado na secção&nbsp;<strong>Special Presentations</strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>Festival de Toronto</strong>,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;marca a estreia de&nbsp;<strong>Maude Apatow</strong>como realizadora. O filme é descrito pela crítica internacional como uma comédia universitária calorosa e bem interpretada, mas também genérica e sem rumo definido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/locked-sem-saida-o-thriller-claustrofobico-que-vai-por-os-nervos-a-prova/">Locked: Sem Saída: O Thriller Claustrofóbico Que Vai Pôr os Nervos à Prova</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A história acompanha&nbsp;<strong>Liz</strong>&nbsp;(Leslie Mann), uma mulher de meia-idade que, ao mudar-se para uma nova cidade com o marido (Method Man), decide frequentar uma aula de poesia para ocupar o tempo. Enquanto o marido e a filha Dora (Nico Parker) se adaptam facilmente ao novo ambiente, Liz sente-se deslocada e acaba por se aproximar de dois estudantes:&nbsp;<strong>Sam</strong>&nbsp;(Andrew Barth Feldman) e&nbsp;<strong>Ari</strong>&nbsp;(Cooper Hoffman), que rapidamente a transformam numa figura de admiração e conselheira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Triângulo improvável e conflitos familiares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O enredo mistura elementos de coming-of-age e comédia romântica enviesada: Ari é um jovem rico, sem grandes objetivos além de querer viver com Sam; este, por sua vez, prefere a vida de dormitório, tem ambições académicas em economia e uma namorada (Maisy Stella) que irrita o amigo. Liz, ex-terapeuta de casais, percebe logo a dependência entre os dois rapazes, mas aproxima-se deles tanto pela curiosidade como pela vontade de revisitar a própria juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Sam e Ari competem pela sua atenção, Liz lida com o vazio deixado pela independência crescente da filha e com um casamento pouco inspirador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Críticas à falta de foco</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a imprensa presente em Toronto,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;sofre de uma execução dispersa. A narrativa “vagueia de cena em cena sem grande visão”, com momentos emocionais interrompidos antes de poderem ganhar profundidade. As aulas de poesia, por exemplo, raramente abordam a escrita ou o ofício, servindo mais como pano de fundo cómico para a professora excêntrica interpretada por&nbsp;<strong>Martha Kelly</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica aponta ainda que elementos como “poesia” ou “economia” parecem escolhidos ao acaso, sem real impacto na construção das personagens.&nbsp;<strong>Method Man</strong>&nbsp;surge mal aproveitado e pouco convincente como académico, enquanto Nico Parker, embora competente, não recebe material suficiente para brilhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os pontos fortes: elenco e química</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das fragilidades do guião, o elenco é amplamente elogiado.&nbsp;<strong>Leslie Mann</strong>, com a sua habitual leveza cómica, lidera a narrativa com charme.&nbsp;<strong>Cooper Hoffman</strong>&nbsp;é destacado como o grande ladrão de cenas, trazendo dimensão a um personagem que podia facilmente ser irritante. E a relação entre Mann e Parker confere ao filme alguns dos momentos mais ternos, revelando o olhar carinhoso de Apatow sobre a mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/dust-bunny-o-conto-sombrio-de-bryan-fuller-que-sigourney-weaver-considera-um-classico-instantaneo/">Dust Bunny: O Conto Sombrio de Bryan Fuller Que Sigourney Weaver Considera um “Clássico Instantâneo”</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um começo promissor, mas irregular</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com 1h57 de duração,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;mostra que Maude Apatow tem potencial como realizadora, sobretudo na forma como dirige os atores e capta intimidade em pequenos gestos. No entanto, a crítica sublinha que o filme, apesar de bem-intencionado e “de grande coração”, se dissipa rapidamente da memória quando terminam os créditos.</p>
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		<title>Good Fortune: A Comédia de Aziz Ansari Que Divide Críticos em Toronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 10:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Aziz Ansari Good Fortune]]></category>
		<category><![CDATA[Aziz Ansari realizador]]></category>
		<category><![CDATA[estreia cinema outubro 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Toronto 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Good Fortune crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Keanu Reeves comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Keke Palmer Good Fortune]]></category>
		<category><![CDATA[reação crítica Good Fortune]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Rogen filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Apresentado no&#160;Festival de Toronto,&#160;Good Fortune&#160;marcou o regresso de&#160;Aziz Ansari&#160;como realizador, argumentista e protagonista. Depois de vários anos afastado do grande ecrã e após o colapso do seu projeto anterior (Being Mortal), Ansari reuniu&#160;Seth Rogen,&#160;Keke Palmer&#160;e&#160;Keanu Reeves&#160;para dar vida a uma comédia de troca de corpos com ambições sociais. Apesar da expectativa, a receção internacional tem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apresentado no&nbsp;<strong>Festival de Toronto</strong>,&nbsp;<em>Good Fortune</em>&nbsp;marcou o regresso de&nbsp;<strong>Aziz Ansari</strong>&nbsp;como realizador, argumentista e protagonista. Depois de vários anos afastado do grande ecrã e após o colapso do seu projeto anterior (<em>Being Mortal</em>), Ansari reuniu&nbsp;<strong>Seth Rogen</strong>,&nbsp;<strong>Keke Palmer</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Keanu Reeves</strong>&nbsp;para dar vida a uma comédia de troca de corpos com ambições sociais.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Apesar da expectativa, a receção internacional tem sido morna. A crítica elogia as intenções, mas aponta a falta de ritmo e de gargalhadas como os principais problemas do filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/ataque-ao-comboio-noturno-a-nova-serie-que-vai-acelerar-o-seu-coracao/">Ataque ao Comboio Noturno: A Nova Série Que Vai Acelerar o Seu Coração</a><br /></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma premissa com potencial</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A história acompanha&nbsp;<strong>Arj</strong>&nbsp;(Ansari), um editor de documentários que sobrevive a trabalhos precários e dorme no carro, até cruzar-se com o milionário da tecnologia&nbsp;<strong>Jeff</strong>&nbsp;(Rogen). A intervenção divina surge através de&nbsp;<strong>Gabriel</strong>, um anjo interpretado por Keanu Reeves, que decide trocar as vidas dos dois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é mostrar que a riqueza não resolve todos os problemas, mas o plano sai ao contrário: Arj recusa-se a abdicar do luxo, e o enredo mergulha em caos cómico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que dizem as críticas internacionais</strong></h2>



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<p class="wp-block-paragraph">Segundo as primeiras análises publicadas em meios estrangeiros,&nbsp;<em>Good Fortune</em>&nbsp;sofre com um tom inconsistente. O jornal&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;sublinha que o filme tem “nobres intenções” ao abordar as desigualdades sociais, mas “não arranca grandes gargalhadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica nota que o estilo de humor de Ansari, mais associado à ironia e observação subtil em&nbsp;<em>Master of None</em>, não se adapta com facilidade a uma comédia de alto conceito. A estrutura solta, as regras pouco claras da troca de corpos e a edição apressada deixam o filme “sem ritmo e repetitivo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco, no entanto, recebe elogios: Ansari continua carismático, Rogen é sempre uma presença sólida e Reeves diverte ao satirizar a própria imagem, embora a piada se esgote depressa. Já&nbsp;<strong>Keke Palmer</strong>&nbsp;é considerada “encantadora mas subaproveitada”, num papel que poderia ter acrescentado maior profundidade política.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre intenções e resultados</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As reações convergem na mesma conclusão:&nbsp;<em>Good Fortune</em>&nbsp;tem o coração no sítio certo e levanta questões relevantes sobre precariedade laboral e desigualdade, mas não consegue equilibrar a mensagem com o humor. O resultado é visto como uma obra simpática, mas irregular, que não devolve à comédia o impacto que Ansari pretendia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-de-veneza-um-palmares-emocionante-e-sem-polemicas/">Festival de Veneza: Um Palmarés Emocionante e Sem Polémicas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A estreia comercial está marcada para&nbsp;<strong>17 de outubro</strong>, com a dúvida sobre como o público reagirá a este regresso do género às salas.</p>
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		<title>Dwayne Johnson arrisca tudo em The Smashing Machine: “Estava demasiado assustado para explorar este lado”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 08:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson The Smashing Machine]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Toronto 2025]]></category>
		<category><![CDATA[filme Benny Safdie]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock Mark Kerr]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecido por ser o herói musculado que salva o mundo em superproduções como&#160;Jumanji&#160;ou&#160;Red Notice, Dwayne “The Rock” Johnson está prestes a mostrar uma faceta completamente diferente em&#160;The Smashing Machine. O biopic realizado por Benny Safdie (um dos irmãos por trás de&#160;Uncut Gems) leva o ator para um território mais cru, vulnerável e, segundo o próprio, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Conhecido por ser o herói musculado que salva o mundo em superproduções como&nbsp;<em>Jumanji</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Red Notice</em>, Dwayne “The Rock” Johnson está prestes a mostrar uma faceta completamente diferente em&nbsp;<em>The Smashing Machine</em>. O biopic realizado por Benny Safdie (um dos irmãos por trás de&nbsp;<em>Uncut Gems</em>) leva o ator para um território mais cru, vulnerável e, segundo o próprio, assustador.</p>



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<h1 class="wp-block-heading"><strong>Da ação familiar ao retrato cru de um campeão problemático</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à&nbsp;<em>Vanity Fair</em>, Johnson admitiu que talvez papéis mais “gritty” nunca lhe tenham surgido porque ele próprio tinha medo de os enfrentar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Era muito real. Estava mesmo assustado e pensei: não sei se consigo fazer isto. Talvez estas oportunidades não viessem ter comigo porque eu estava demasiado assustado para explorar este lado.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, Johnson interpreta Mark Kerr, lendário lutador de MMA e duas vezes campeão do UFC, mas também uma figura marcada por problemas pessoais, dependências e fragilidades emocionais — tudo muito distante do habitual carisma inquebrável do ator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/kumail-nanjiani-revela-a-desilusao-com-eternals-achei-que-ia-trabalhar-com-a-marvel-durante-dez-anos/">Kumail Nanjiani Revela a Desilusão com Eternals: “Achei que ia trabalhar com a Marvel durante dez anos”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>13 próteses para se transformar em Mark Kerr</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para o papel, The Rock submeteu-se a um processo de caracterização intenso, com cerca de&nbsp;<strong>13 a 14 próteses diferentes</strong>que alteraram subtilmente a sua aparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Passei três ou quatro horas em frente ao espelho a ver tudo mudar. Quando cheguei ao set, já era Mark Kerr. Sentia-o na forma como andava, como falava e até como olhava para a vida.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma parceria poderosa com Emily Blunt</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de Johnson estará Emily Blunt, numa colaboração que promete acrescentar camadas emocionais ao drama. A dupla, já testada em&nbsp;<em>Jungle Cruise</em>, regressa agora em registos muito diferentes, longe do escapismo da Disney e muito mais próximos da dor e intensidade do cinema independente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estreia nos festivais e nos cinemas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>The Smashing Machine</em>&nbsp;terá a sua&nbsp;<strong>estreia norte-americana no Festival de Toronto a 8 de setembro</strong>, antes de chegar às salas de cinema no dia&nbsp;<strong>3 de outubro</strong>. O filme, produzido pela A24, insere-se na tradição do estúdio de reinventar atores populares em registos inesperados — e poderá até abrir caminho para que Johnson entre, pela primeira vez, na corrida aos prémios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-instituto-serie-baseada-em-stephen-king-renovada-para-2-a-temporada-na-mgm-%f0%9f%91%81%ef%b8%8f%f0%9f%93%ba/">O Instituto: Série Baseada em Stephen King Renovada Para 2.ª Temporada na MGM+ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f441.png" alt="👁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ao que tudo indica, The Rock decidiu deixar cair a persona de herói invencível para mostrar a fragilidade de um homem em pedaços. E isso pode ser o maior combate da sua carreira.</p>
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