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	<title>Festival De Documentário &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Iraniana Farahnaz Sharifi Ganha Melhor Longa-Metragem Internacional em Melgaço</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:55:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Festival Internacional de Documentário de Melgaço distinguiu a obra “My Stolen Planet” da iraniana Farahnaz Sharifi com o prémio Jean-Loup Passek para Melhor Longa-Metragem Internacional, anunciou hoje a organização. A Melhor Curta ou Média-Metragem foi atribuída a “Les Chenilles” da dupla Michelle e Noel Keserwany, e o galardão para Melhor Documentário Português foi atribuído [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Festival Internacional de Documentário de Melgaço distinguiu a obra “My Stolen Planet” da iraniana Farahnaz Sharifi com o prémio Jean-Loup Passek para Melhor Longa-Metragem Internacional, anunciou hoje a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Melhor Curta ou Média-Metragem foi atribuída a “Les Chenilles” da dupla Michelle e Noel Keserwany, e o galardão para Melhor Documentário Português foi atribuído a Tânia Dinis com “Tão Pequeninas Tinham o Ar de Serem Já Crescidas”, indicou a organização numa nota de imprensa enviada à Lusa.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/goldie-hawn-a-versatilidade-e-carisma-de-uma-lenda-de-hollywood/" data-type="post" data-id="7650">Goldie Hawn: A Versatilidade e Carisma de uma Lenda de Hollywood</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 10.ª edição do MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço levou ao distrito de Viana do Castelo 22 estreias nacionais e 31 filmes na seleção oficial, com abordagens temáticas sobre a questão palestiniana, os direitos humanos, as migrações, o colonialismo, o ambiente e as questões de género.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documentário que recebeu o prémio Jean-Loup Passek para Melhor Documentário Internacional, a realizadora iraniana Farahnaz Sharifi resgata memórias que são parte da sua história pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Forçada a migrar para o seu planeta privado para conseguir ser livre, Sharifi compra as memórias de outras pessoas em forma de filmes super 8mm, grava e arquiva as suas próprias narrativas para criar uma história alternativa do Irão e do seu regime opressivo”, descreve-se no comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta categoria, o documentário filmado na comunidade de Masafer Yatta, destruída pela ocupação israelita – “No Other Land” de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham e Rachel Szor &#8211; mereceu uma Menção Especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em “Tão Pequeninas Tinham o Ar de Serem Já Crescidas”, Tânia Dinis combina o tratamento ficcional e documental partindo do arquivo fotográfico e de imagens reais e do testemunho oral de várias mulheres provenientes das regiões de Trás-os-Montes, Beira Alta e Baixo Minho, que entre os anos 40 e 70 foram para a cidade do Porto trabalhar como criadas de servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Savana e a Montanha”, a terceira longa-metragem de Paulo Carneiro, que teve estreia nacional no MDOC, recebeu uma Menção Especial. “O filme esteve na Quinzena dos Cineastas, mostra paralela do Festival de Cannes 2024, e retrata a luta dos habitantes de Covas de Barroso (concelho de Boticas) contra uma multinacional britânica – Savannah Ressources – que pretende construir a maior mina de lítio a céu aberto”, refere o MDOC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/como-uma-fotografia-mudou-o-rumo-da-franquia-007/" data-type="post" data-id="7641">Como uma Fotografia Mudou o Rumo da Franquia 007</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao prémio Jean-Loup Passek para Melhor Curta ou Média-Metragem, foi atribuído à dupla Michelle e Noel Keserwany, que realizaram “Les Chenilles”, uma história sobre exploração passada e presente e sobre a solidariedade feminina, a amizade e o consolo entre Asma e Sarah, duas mulheres originárias do Levante que se descobrem apesar de carregarem o peso da pátria de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta categoria, o filme de animação que retrata o ciclo completo da vida de um molusco especial, “Percebes”, de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves, recebeu a Menção Especial do MDOC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O júri oficial desta edição do festival foi composto por Angelos Rallis (Grécia) &#8211; vencedor do Prémio Jean-Loup Passek/ MDOC &#8211; Melhor Longa Metragem 2023 com o filme “Mighty Afrin: in the time of flood” &#8211; Irina Trocan (Roménia), Mohammadreza Farzad (Irão), Raquel Schefer (Portugal) e Truls Lie (Noruega).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Prémio D. Quixote (da IFFS – Federação Internacional de Cineclubes atribuído em Festivais de Cinema selecionados) coube este ano a “No Other Land” de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham e Rachel Szor na secção de Melhor Longa-Metragem, sendo que a Melhor Curta ou Média-Metragem foi conquistada por Stefano Obino com o filme “A Beautiful Day”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta 10.ª edição, o MDCO teve um número recorde de realizadores e produtores presentes (22) e uma média de afluência de público na ordem dos 3.800 espetadores, de acordo com a organização.</p>
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