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	<title>Ellen Ripley &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Sigourney Weaver Pode Estar de Volta ao Espaço: Ellen Ripley Pode Ressurgir no Universo Alien</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 13:42:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A lendária atriz revelou ter-se reunido com a Disney para discutir um possível regresso ao papel que a eternizou Os fãs da saga&#160;Alien&#160;podem começar a sonhar: Sigourney Weaver, a eterna Ellen Ripley, admitiu que há conversas em curso sobre um possível regresso ao universo criado por Ridley Scott. A revelação foi feita durante um painel [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A lendária atriz revelou ter-se reunido com a Disney para discutir um possível regresso ao papel que a eternizou</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fãs da saga&nbsp;<em>Alien</em>&nbsp;podem começar a sonhar: Sigourney Weaver, a eterna Ellen Ripley, admitiu que há conversas em curso sobre um possível regresso ao universo criado por Ridley Scott. A revelação foi feita durante um painel da Comic Con de Nova Iorque, onde a atriz de 76 anos surpreendeu o público ao confirmar que se reuniu com a Disney — actual detentora da franquia — para discutir a ideia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/diane-keaton-a-ultima-publicacao-o-amor-pelos-animais-e-a-maternidade-aos-50-%f0%9f%95%8a%ef%b8%8f/">Diane Keaton: A Última Publicação, o Amor pelos Animais e a Maternidade aos 50 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f54a.png" alt="🕊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Weaver, o impulso para regressar veio depois de ler 50 novas páginas de argumento escritas pelo produtor e argumentista Walter Hill, veterano da série. “Fiquei impressionada”, confessou. “Nunca senti necessidade de regressar. Sempre pensei: ‘Deixem-na descansar, deixem-na recuperar’. Mas o que o Walter escreveu pareceu-me extraordinário — é profundamente verdadeiro, especialmente sobre a sociedade que castigaria alguém que apenas tentou ajudar a humanidade.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um possível regresso… mas ainda longe de ser certo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do entusiasmo, a atriz manteve os pés assentes na terra. “Não sei se vai acontecer”, avisou. “Mas estou a pensar em trabalhar com o Walter para ver como o resto da história se poderia desenrolar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o projeto avançar, será o reencontro de Weaver com um dos papéis mais icónicos do cinema de ficção científica. Ellen Ripley surgiu pela primeira vez em&nbsp;<em>Alien – O Oitavo Passageiro</em>&nbsp;(1979), de Ridley Scott, transformando uma história de terror espacial num marco cultural e num símbolo de força feminina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weaver regressou em&nbsp;<em>Aliens: O Recontro Final</em>&nbsp;(1986), de James Cameron — interpretação que lhe valeu uma nomeação ao Óscar de Melhor Atriz, feito raríssimo para um filme de ação e ficção científica. Mais tarde, participou em&nbsp;<em>Alien³</em>(1992), de David Fincher, e em&nbsp;<em>Alien: Ressurreição</em>&nbsp;(1997), onde deu vida a um clone da personagem, já que Ripley morre no final do terceiro filme.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O legado de uma heroína imortal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de mais de 70 filmes, Sigourney Weaver construiu uma das carreiras mais respeitadas de Hollywood. De&nbsp;<em>Caça-Fantasmas</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Avatar</em>, passando por dramas e comédias, a atriz provou ser uma das intérpretes mais versáteis da sua geração. No entanto, para milhões de fãs, será sempre a comandante Ripley — a mulher que enfrentou o terror absoluto no espaço e sobreviveu para contar a história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/john-candy-a-verdade-dura-por-tras-do-riso-os-filhos-revelam-a-fatfobia-que-o-ator-sofreu-em-hollywood/">ohn Candy: A Verdade Dura por Trás do Riso — Os Filhos Revelam a Fatfobia Que o Ator Sofreu em Hollywood</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a série&nbsp;<em>Alien: Earth</em>&nbsp;a conquistar o público e a crítica na FX, o momento parece perfeito para revisitar as origens e, quem sabe, dar a Ripley uma nova missão — talvez a mais importante de todas: encerrar o ciclo que começou há quase meio século.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até lá, os fãs aguardam em suspenso. E se há algo que&nbsp;<em>Alien</em>&nbsp;nos ensinou, é que no espaço, ninguém nos ouve gritar… mas o entusiasmo é audível em toda a galáxia. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f47d.png" alt="👽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Ripley: A Heroína Que Reinventou o Cinema de Acção e Mudou Hollywood Para Sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 09:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Alien]]></category>
		<category><![CDATA[Aliens]]></category>
		<category><![CDATA[cinema feminista]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Ripley]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[heroínas de acção]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos anos 70, o cinema americano estava pronto para uma revolução. O Código Hays já tinha caído, a segunda vaga do feminismo agitava a sociedade e as audiências estavam preparadas para ver mulheres muito para além do papel de “donzela em perigo”. Foi nesse caldo cultural que surgiu, em 1979, uma personagem improvável mas destinada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Nos anos 70, o cinema americano estava pronto para uma revolução. O Código Hays já tinha caído, a segunda vaga do feminismo agitava a sociedade e as audiências estavam preparadas para ver mulheres muito para além do papel de “donzela em perigo”. Foi nesse caldo cultural que surgiu, em 1979, uma personagem improvável mas destinada à imortalidade: Ellen Ripley, interpretada por Sigourney Weaver em&nbsp;<em>Alien – O 8.º Passageiro</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-arrasa-presidente-da-fcc-com-fezes-de-gato-a-mistura/">South Park  Arrasa Presidente da FCC… com Fezes de Gato à Mistura</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, Ripley nem estava escrita para ser uma mulher. O argumento de Dan O’Bannon e Ronald Shusett descrevia personagens neutras em termos de género. Mas quando Ridley Scott escolheu Weaver para o papel principal, o cinema ganhou a sua primeira grande heroína de ficção científica: profissional, pragmática, sem paciência para hierarquias inúteis — e, acima de tudo, sobrevivente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<em>Alien</em>, Ripley é apresentada como mais uma entre a tripulação do Nostromo. Só a pouco e pouco percebemos que é ela quem vai carregar o filme às costas. Ao contrário das “scream queens” típicas do terror da altura, Ripley mantém a calma, organiza planos e insiste em protocolos de segurança que os colegas ignoram — com consequências fatais. O contraste com Lambert (Veronica Cartwright), em constante histeria, não podia ser mais claro: Ripley era a antítese da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O salto definitivo veio em 1986, com&nbsp;<em>Aliens – O Reencontro Final</em>. James Cameron não quis apenas repetir a fórmula: transformou Ripley numa verdadeira estrela de acção, mas sem lhe roubar a humanidade. Agora, para além de enfrentar os Xenomorfos, ela protege a pequena Newt e assume-se como mãe substituta. O clímax é um duelo de mães — Ripley contra a Rainha Alien — que resultou numa das frases mais icónicas do género:&nbsp;<em>“Get away from her, you bitch!”</em>&nbsp;Foi suficiente para garantir a Weaver uma inédita nomeação ao Óscar de Melhor Actriz num filme de ficção científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ripley foi especial porque não dependia de músculos hipertrofiados como Rambo, nem de charme galáctico como Leia. Era uma profissional competente que tomava decisões sob pressão e não pedia desculpa por liderar. Esse retrato de liderança feminina, em plena era de figuras como Shirley Chisholm a lutar pela presidência dos EUA, era tão radical quanto necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos anos seguintes, Weaver voltou em&nbsp;<em>Alien³</em>&nbsp;(1992) e&nbsp;<em>Alien: Ressurreição</em>&nbsp;(1997), mas o impacto já não foi o mesmo. A cultura tinha mudado: as heroínas de acção já não eram novidade e o próprio franchise parecia perdido em debates filosóficos sobre androides e genética. Mesmo assim, cada nova tentativa — de&nbsp;<em>Prometheus</em>&nbsp;a&nbsp;<em>Alien: Covenant</em>&nbsp;— continuou a procurar, de forma quase obsessiva, recriar a fórmula Ripley com outras protagonistas femininas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-shrouds-as-mortalhas-david-cronenberg-confronta-o-luto-com-tecnologia-e-horror-psicologico-%f0%9f%96%a4%f0%9f%93%b1%e2%9a%b0%ef%b8%8f/">The Shrouds – As Mortalhas: David Cronenberg Confronta o Luto com Tecnologia e Horror Psicológico <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5a4.png" alt="🖤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f1.png" alt="📱" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26b0.png" alt="⚰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o legado de Ripley sente-se em cada mulher que empunha uma arma no grande ecrã, de Sarah Connor a Furiosa, de Katniss Everdeen a Rey. Ela mostrou que uma heroína não precisa de superpoderes, apenas de inteligência, coragem e nervos de aço. E, para sempre, ficará a imagem de Sigourney Weaver, suada, determinada e absolutamente imbatível, a provar que o cinema de acção também podia — e devia — ser liderado por mulheres.</p>
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