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	<title>Eleanor the Great &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Scarlett Johansson Recusa Pressões e Mantém Referência ao Holocausto no Seu Primeiro Filme como Realizadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 10:49:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eleanor the Great estreia a 12 de Dezembro no Reino Unido, após Johansson rejeitar alterar o núcleo moral e temático da narrativa. Scarlett Johansson não podia ter escolhido um desafio pequeno para a sua estreia na realização.&#160;Eleanor the Great, o seu primeiro filme atrás das câmaras, aborda temas delicados — identidade, mentira, memória — e [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Eleanor the Great estreia a 12 de Dezembro no Reino Unido, após Johansson rejeitar alterar o núcleo moral e temático da narrativa.</strong></p>



<p>Scarlett Johansson não podia ter escolhido um desafio pequeno para a sua estreia na realização.&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>, o seu primeiro filme atrás das câmaras, aborda temas delicados — identidade, mentira, memória — e fá-lo através de uma personagem idosa que afirma ser sobrevivente do Holocausto, apesar de essa história ser uma invenção. Mas antes mesmo de começar a filmar, Johansson viu-se confrontada com pressões inesperadas para alterar profundamente esta premissa.</p>



<p>Ler Também: <a href="https://clubedecinema.pt/a-solucao-surpreendente-para-a-ma-educacao-no-metro-leve-um-batman-consigo/">A Solução Surpreendente para a Má Educação no Metro? Leve um Batman Consigo</a></p>



<p>Em entrevista ao&nbsp;<em>The Telegraph</em>, a actriz revelou que um dos financiadores do projecto tentou obrigá-la a retirar qualquer referência ao Holocausto, alegando desconforto com essa parte do guião. O pedido surgiu quando faltava apenas um mês para o início das filmagens, depois de longos meses de preparação, ensaios e construção narrativa já estarem concluídos. A exigência era explícita: manter o filme, mas eliminar o elemento central que lhe dá forma, gravidade e sentido moral.</p>



<p>“Adoramos o filme, Scarlett, mas não gostamos assim tanto da parte do Holocausto. A personagem pode mentir sobre outra coisa?”, terá dito o investidor. A realizadora não cedeu. Descrever esse pedido como incompreensível foi o mínimo; Johansson explicou que não estava perante uma questão logística ou financeira, mas sim uma tentativa de amputar a essência da obra. “Se não fosse sobre o Holocausto, sobre o que seria? Não deram alternativa. Apenas disseram que isto era um problema”, afirmou.</p>



<p>A recusa teve consequências: o financiador abandonou o projecto. Ainda assim,&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>&nbsp;conseguiu manter-se de pé e chegará às salas britânicas a 12 de Dezembro, preservando intacto aquilo que Johansson definiu como “a pior mentira imaginável” — precisamente o que torna a narrativa tão desconfortável, mas também tão necessária. O filme explora o impacto devastador de uma mentira que cresce até se tornar incontrolável, reflectindo sobre culpa, identidade e as fronteiras éticas da memória colectiva.</p>



<p>Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-icone-de-velocidade-furiosa-que-pode-ser-seu-o-lendario-mitsubishi-lancer-evolution-vai-a-leilao/">O Ícone de “Velocidade Furiosa” Que Pode Ser Seu — O Lendário Mitsubishi Lancer Evolution Vai a Leilão</a></p>



<p>Para Johansson, este episódio revela até que ponto certas histórias continuam a suscitar tensões profundas — e porque é que não devem ser suavizadas quando o objectivo é confrontar o público com verdades difíceis. A estreia de&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>, marcada por coragem criativa e resistência a pressões externas, promete fazer correr muita tinta e abrir debates sobre representação, responsabilidade histórica e liberdade artística.</p>



<p></p>
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		<title>🎬 Scarlett Johansson estreia-se na realização com Eleanor the Great em Cannes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 09:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[amizade intergeracional]]></category>
		<category><![CDATA[cinema independente]]></category>
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					<description><![CDATA[June Squibb brilha aos 95 anos num filme sobre amizade, perda e reinvenção Scarlett Johansson apresentou a sua estreia como realizadora no Festival de Cannes com&#160;Eleanor the Great, um drama que explora temas de identidade, luto e perdão. O filme, exibido na secção&#160;Un Certain Regard, foi calorosamente recebido, culminando numa ovação de seis minutos para [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>June Squibb brilha aos 95 anos num filme sobre amizade, perda e reinvenção</strong></p>



<p>Scarlett Johansson apresentou a sua estreia como realizadora no Festival de Cannes com&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>, um drama que explora temas de identidade, luto e perdão. O filme, exibido na secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>, foi calorosamente recebido, culminando numa ovação de seis minutos para a protagonista June Squibb, de 95 anos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-cinema-com-os-pes-na-areia-a-magia-do-black-cat-cinema-chega-a-praia-de-sao-joao-da-caparica/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cinema com os Pés na Areia: A Magia do Black Cat Cinema Chega à Praia de São João da Caparica</a><br /></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f475.png" alt="👵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma história de reconexão e empatia</strong></h2>



<p><em>Eleanor the Great</em>&nbsp;segue Eleanor Morgenstein, uma viúva judia de 94 anos que, após a morte da sua melhor amiga, muda-se para Nova Iorque para se reaproximar da família. Lá, por engano, junta-se a um grupo de apoio para sobreviventes do Holocausto e, numa tentativa de se integrar, assume a identidade da amiga falecida. Este ato leva-a a formar uma ligação inesperada com Nina, uma estudante de jornalismo de 19 anos, interpretada por Erin Kellyman.&nbsp;&nbsp;</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> June Squibb: uma performance memorável</strong></h2>



<p>A atuação de June Squibb foi amplamente elogiada pela crítica, destacando-se pela complexidade e profundidade emocional. A sua interpretação de Eleanor equilibra humor e vulnerabilidade, tornando-a uma personagem cativante e autêntica. A performance de Squibb é considerada um dos pontos altos do filme, consolidando ainda mais a sua carreira notável.&nbsp;&nbsp;</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Johansson: uma estreia promissora na realização</strong></h2>



<p>Scarlett Johansson, conhecida pelos seus papéis em filmes como&nbsp;<em>Marriage Story</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Jojo Rabbit</em>, revelou que a decisão de dirigir surgiu do desejo de contar histórias significativas. Em&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>, ela procurou explorar a importância da empatia e do perdão, temas que considera especialmente relevantes na sociedade atual. Apesar de algumas críticas apontarem inconsistências tonais no filme, a estreia de Johansson na realização foi considerada um passo promissor na sua carreira.&nbsp;&nbsp;</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receção crítica e expectativas futuras</strong></h2>



<p>Embora&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>&nbsp;tenha recebido críticas mistas, com alguns apontamentos sobre a abordagem de temas sensíveis, o filme foi amplamente apreciado pelo público em Cannes. A ovação calorosa e a performance de Squibb aumentam as expectativas para possíveis reconhecimentos em futuras premiações. A estreia de Johansson como realizadora também abre portas para novos projetos e colaborações no mundo do cinema.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-festival-de-cannes-2025-tres-novos-filmes-entram-na-corrida-pela-palma-de-ouro/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Festival de Cannes 2025: Três Novos Filmes Entram na Corrida pela Palma de Ouro</a></p>
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		<title>June Squibb, Estrela de 95 Anos, Mostra Que a Idade Não é Limite no Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2024 10:22:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos 95 anos, June Squibb continua a conquistar Hollywood com papéis que desafiam a sua idade e surpreendem o público. No seu mais recente filme,&#160;Thelma, Squibb interpreta uma avó aparentemente doce que, contra todas as expectativas, se revela mais dura e implacável do que qualquer um imaginaria.&#160;Thelma, inspirado na avó do argumentista e realizador Josh [&#8230;]]]></description>
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<p>Aos 95 anos, June Squibb continua a conquistar Hollywood com papéis que desafiam a sua idade e surpreendem o público. No seu mais recente filme,&nbsp;<em>Thelma</em>, Squibb interpreta uma avó aparentemente doce que, contra todas as expectativas, se revela mais dura e implacável do que qualquer um imaginaria.&nbsp;<em>Thelma</em>, inspirado na avó do argumentista e realizador Josh Margolin, estreou no Sundance Film Festival deste ano e desde então tem encantado audiências e críticos. Se a atriz conseguir uma nomeação para o Óscar de Melhor Atriz pelo papel, será a mais velha a receber uma nomeação, solidificando o seu estatuto como uma lenda viva do cinema.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/heretic-realizadores-enviam-mensagem-a-hollywood-contra-o-uso-de-inteligencia-artificial/" data-type="post" data-id="9974">Heretic: Realizadores Enviam Mensagem a Hollywood Contra o Uso de Inteligência Artificial</a></p>



<p>Com um toque de humor, Squibb tem promovido&nbsp;<em>Thelma</em>&nbsp;de forma irreverente, publicando vídeos em que brinca com a sua personagem e desafia figuras como Ryan Reynolds e Austin Butler para “combates”, afirmando que lhes daria “uma lição” se tentassem enfrentar a sua personagem. Quando questionada se os desafiados responderam, a atriz ri-se, revelando que, embora não tenha recebido respostas diretas, os vídeos suscitaram muitas risadas e entusiasmo entre os fãs.</p>



<p>A carreira de Squibb tem sido um percurso singular e inspirador. Depois de décadas no teatro, estreou-se no cinema aos 61 anos, com o filme&nbsp;<em>Alice</em>&nbsp;de Woody Allen, e alcançou o seu primeiro grande reconhecimento com uma nomeação ao Óscar pelo papel em&nbsp;<em>Nebraska</em>&nbsp;(2013), onde interpretou a mãe sem filtros do protagonista. Ironia das ironias, Squibb quase não foi considerada para o papel devido à perceção de que era demasiado “meiga” para uma personagem tão irreverente. Segundo a própria atriz, o realizador Alexander Payne relutava em vê-la como a “matriarca de língua afiada” em&nbsp;<em>Nebraska</em>, pois associava-a ao papel de esposa doce que tinha interpretado em&nbsp;<em>About Schmidt</em>.</p>



<p>Para Squibb, o seu estilo direto e ousado sempre foi um trunfo. Recorda com orgulho os tempos de teatro, onde a apelidaram de “A Boca Mais Suja da Broadway”, um título que a atriz considera ainda hoje “um elogio divertido e verdadeiro.” O reconhecimento e o carinho do público têm acompanhado Squibb nos seus papéis posteriores, como em&nbsp;<em>Hubie Halloween</em>&nbsp;(2020), ao lado de Adam Sandler, onde interpretou uma avó com camisolas provocadoras e diálogos mordazes. Squibb fala com admiração de Sandler, destacando-o como um líder no set, sempre atento e com um talento especial para criar um ambiente familiar entre a equipa.</p>



<p>Atualmente, Squibb continua a diversificar a sua filmografia com papéis desafiantes. Recentemente, participou no filme&nbsp;<em>Lost &amp; Found in Cleveland</em>&nbsp;ao lado de Martin Sheen e Dennis Haysbert, e será a protagonista de&nbsp;<em>Eleanor the Great</em>, a primeira longa-metragem de Scarlett Johansson como realizadora. No filme, interpreta uma mulher que vive com o peso de uma mentira complexa, num papel que, segundo Squibb, é “especial e comovente”. Com projetos em curso e um entusiasmo inesgotável pela arte de representar, Squibb prova que, mesmo na casa dos 90, ainda há espaço para surpreender e desafiar o público.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/caso-alec-baldwin-testemunho-de-bom-samaritano-revela-provas-inesperadas-e-levanta-questoes-sobre-o-incidente-de-rust/" data-type="post" data-id="9972">Caso Alec Baldwin: Testemunho de “Bom Samaritano” Revela Provas Inesperadas e Levanta Questões sobre o Incidente de “Rust”</a></p>



<p>Para muitos, June Squibb é mais do que uma atriz; é um exemplo de resiliência e paixão pela arte. Em cada papel, leva um toque de humor e profundidade que conquistam audiências e fazem de cada uma das suas personagens uma figura inesquecível. A sua carreira tardia no cinema continua a inspirar tanto jovens talentos quanto veteranos, mostrando que o talento não tem limite de idade.</p>
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