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	<title>Death of a Unicorn &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 Jenna Ortega Parte o Silêncio: Porque Abandonou Realmente o Universo Scream</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 10:14:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de meses de especulação,&#160;Jenna Ortega&#160;quebrou finalmente o silêncio sobre a sua saída da popular saga&#160;Scream, e a resposta está longe das habituais “incompatibilidades de agenda”. A verdade é outra — mais pessoal, mais política… e mais humana. ver também : 🐺 Lobo-terrível de “A Guerra dos Tronos” renasce 13 mil anos depois… e chama-se [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois de meses de especulação,&nbsp;<strong>Jenna Ortega</strong>&nbsp;quebrou finalmente o silêncio sobre a sua saída da popular saga&nbsp;<em>Scream</em>, e a resposta está longe das habituais “incompatibilidades de agenda”. A verdade é outra — mais pessoal, mais política… e mais humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%90%ba-lobo-terrivel-de-a-guerra-dos-tronos-renasce-13-mil-anos-depois-e-chama-se-khaleesi/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f43a.png" alt="🐺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lobo-terrível de “A Guerra dos Tronos” renasce 13 mil anos depois… e chama-se Khaleesi</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista recente à revista&nbsp;<em>The Cut</em>, a atriz de 22 anos revelou que o verdadeiro motivo que a levou a abandonar o papel de Tara Carpenter não foi o dinheiro, nem os compromissos com&nbsp;<em>Wednesday</em>. Foi o&nbsp;<strong>despedimento polémico de Melissa Barrera</strong>, sua parceira de ecrã e irmã na ficção, que precipitou a sua decisão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A situação com a Melissa estava a acontecer e tudo estava a desmoronar-se”, confessou Ortega. “Se&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;não fosse com aquela equipa de realizadores e aquelas pessoas de quem me apaixonei, então não me parecia a escolha certa para mim, naquele momento da minha carreira.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> De irmãs no ecrã a aliadas fora dele</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A saída de Melissa Barrera, motivada por publicações nas redes sociais em que demonstrava apoio à Palestina durante a guerra em Gaza, gerou grande polémica. A atriz foi acusada pela produtora Spyglass de “incitamento ao ódio” e “distorção do Holocausto” — acusações pesadas que levaram à sua demissão imediata em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jenna Ortega, solidária com a colega, abandonou o projeto no&nbsp;<strong>dia seguinte</strong>. E mais tarde fez questão de lhe prestar apoio pessoalmente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Falámos durante algum tempo”, disse Barrera numa entrevista. “Adoro-a imenso. Foi muito solidária comigo, e somos irmãs para a vida.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Num gesto que ecoa o espírito do slasher original — onde a lealdade pode salvar (ou perder) uma vida — Ortega demonstrou que, para lá dos papéis, há valores que não abdica. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fim de um ciclo, início de outro</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ortega admite também que está a tentar afastar-se dos franchises e procurar&nbsp;<strong>histórias originais</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>realizadores emergentes</strong>. Depois de integrar sagas como&nbsp;<em>Scream</em>,&nbsp;<em>Wednesday</em>,&nbsp;<em>Beetlejuice Beetlejuice</em>&nbsp;e&nbsp;<em>X</em>, a atriz sente que é tempo de “apostar em narrativas novas”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Já fiz parte de muitas franquias, o que é incrível por fazer parte de um legado”, explicou. “Mas estou a tentar dar prioridade a novos realizadores e histórias originais.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, o seu mais recente projeto,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>, é precisamente um desses casos: um guião improvável com… unicórnios. Sim, unicórnios. “Nunca pensei fazer um filme com unicórnios, mas um guião original é entusiasmante”, disse com um sorriso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f52a.png" alt="🔪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O estado atual do massacre</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a debandada de Ortega, Barrera, e até do novo realizador Christopher Landon (que abandonou o projeto dizendo que era “um sonho tornado pesadelo”),&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;foi completamente reconfigurado. Mas a produção não baixou os braços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para salvar o barco (ou a casa infestada por Ghostface), o estúdio trouxe de volta&nbsp;<strong>os três rostos clássicos da saga</strong>:&nbsp;<strong>Neve Campbell, Courteney Cox</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>David Arquette</strong>, que vão retomar os papéis de Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley. E não é tudo — dois assassinos Ghostface do passado,&nbsp;<strong>Matthew Lillard</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Scott Foley</strong>, também estão confirmados para o sétimo filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estreia está marcada para&nbsp;<strong>2026</strong>, mas a pergunta continua no ar: conseguirá&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;manter a relevância sem o sangue novo (e os gritos potentes) de Jenna Ortega e Melissa Barrera?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Scream VII</em>&nbsp;chega aos cinemas em 2026, com promessas de nostalgia, sangue e mais reviravoltas do que um filme do Shyamalan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/robert-de-niro-vai-ser-homenageado-com-a-palma-de-ouro-honoraria-em-cannes-uma-lenda-reconhecida/">Robert De Niro vai ser homenageado com a Palma de Ouro Honorária em Cannes: Uma Lenda Reconhecida</a></p>
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		<title>🦄 “Death of a Unicorn”: Paul Rudd e Jenna Ortega brilham numa sátira negra absolutamente insana (e surpreendentemente emocional)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 09:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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		<category><![CDATA[Alex Scharfman]]></category>
		<category><![CDATA[comédia negra]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece quando se atropela um unicórnio? E se esse momento surreal for o catalisador para uma comédia negra sobre ganância, sátira social e unicórnios vingativos?&#160;Death of a Unicorn, novo filme da A24 realizado por Alex Scharfman, responde a esta pergunta improvável com humor ácido, crítica social e uma criatura mítica que desafia convenções. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O que acontece quando se atropela um unicórnio? E se esse momento surreal for o catalisador para uma comédia negra sobre ganância, sátira social e unicórnios vingativos?&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>, novo filme da A24 realizado por Alex Scharfman, responde a esta pergunta improvável com humor ácido, crítica social e uma criatura mítica que desafia convenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estreando esta sexta-feira nos EUA e no Reino Unido, o filme junta Paul Rudd e Jenna Ortega — num inesperado par pai-e-filha — numa jornada bizarra, cómica e, ao mesmo tempo, estranhamente comovente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-sting-o-golpe-perfeito-que-quase-ficava-na-gaveta/">“The Sting”: O Golpe Perfeito que Quase Ficava na Gaveta</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O início de um pesadelo (mitológico)</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-14179" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-1024x682.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1-768x511.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-creature-A24-1400x932-1.webp 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com um acidente de carro. Ridley (Jenna Ortega) e o seu pai Elliot (Paul Rudd) atropelam uma criatura improvável: um unicórnio bebé. O que poderia ser uma ocorrência mágica rapidamente se transforma num dilema ético e num campo minado de interesses corporativos, quando a descoberta do animal fantástico pode representar uma oportunidade de ouro para agradar ao patrão bilionário de Elliot.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A premissa já é, por si só, digna de uma curta absurda ou de um conto à Kurt Vonnegut — e não por acaso, o próprio Scharfman é fã confesso do autor. Mas&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;vai muito além do seu ponto de partida surreal, construindo um universo satírico sobre classes sociais, ganância e a obsessão contemporânea em controlar tudo, até a natureza mais pura e mitológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sátira sem subtilezas, mas com propósito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Escrito por Scharfman em 2019, antes da pandemia, o argumento já mergulhava numa visão crítica da elite económica e das suas dinâmicas de poder. Mas, como o realizador reconhece, o mundo ficou ainda mais insano desde então — e, como tal, seria quase ingénuo escrever sátira subtil em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vivemos tempos descarados, em que o homem mais rico do mundo tem um escritório na Casa Branca. A realidade já é caricata o suficiente. Por isso, este filme tem de ser direto, e talvez até catártico”, explica Scharfman.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é isso que faz de&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;tão refrescante: a sua recusa em filtrar ou suavizar as suas ideias. É, como diz o próprio realizador, uma comédia negra com “justiça restaurativa violenta” — onde os unicórnios, criaturas tipicamente associadas à inocência e à pureza, surgem como forças brutais da natureza contra um sistema que tenta aprisioná-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jenna Ortega e Paul Rudd: química improvável, mas eficaz</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-14180" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-1024x682.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1-768x511.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/03/Death-of-a-Unicorn-Jenna-Ortega-A24-1400x932-1.webp 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No centro do caos, Jenna Ortega destaca-se como Ridley, a única personagem com um fio de consciência ética no meio da loucura. Ela é a âncora emocional do filme — e a voz do público — confrontada com um grupo de milionários excêntricos, vaidosos e, por vezes, absolutamente patéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paul Rudd, por sua vez, oferece uma das performances mais dúbias e divertidas da sua carreira recente: um pai que sabe que tudo à sua volta está errado, mas que continua a sorrir educadamente e a tentar agradar. Will Poulter é um destaque à parte, com uma interpretação hilariante de um “tech bro” mimado e narcisista, símbolo máximo da geração que acha que a fortuna equivale a sabedoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um unicórnio à vista de todos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Scharfman faz questão de não esconder o seu monstro — e ainda bem. Ao contrário de tantos filmes de terror modernos que preferem manter a criatura nas sombras,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;vai a fundo na construção do seu animal místico, combinando efeitos práticos com CGI e recorrendo até a marionetas realistas no set. O resultado é uma criatura crível, física e memorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As pessoas querem ver. Querem uma criatura que possam estudar, admirar e até temer. Por isso, ao longo do filme vamos mostrando cada vez mais até o unicórnio estar, literalmente, a descer as escadas da mansão em plena luz do dia”, revela o realizador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ecos de John Carpenter e Buñuel</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinefilamente falando,&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>&nbsp;bebe de muitas fontes: dos&nbsp;<em>creature features</em>&nbsp;dos anos 70 e 80, como&nbsp;<em>The Thing</em>de John Carpenter, à sátira social de Buñuel (<em>O Anjo Exterminador</em>) e Altman (<em>Gosford Park</em>). Mas o que verdadeiramente distingue este filme é a sua ousadia em misturar todos esses tons — horror, comédia, drama e absurdo — sem perder o equilíbrio narrativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-verdade-por-tras-de-die-hard-quando-mctiernan-quase-disse-nao-ao-maior-filme-de-acao-de-sempre/">A Verdade Por Trás de Die Hard: Quando McTiernan Quase Disse “Não” ao Maior Filme de Ação de Sempre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com diálogos inteligentes, personagens marcantes e uma crítica mordaz ao capitalismo moderno e à exploração da natureza, o filme da A24 tem tudo para se tornar um dos títulos mais falados do ano — e, talvez, um futuro clássico de culto.</p>



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