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	<title>Danny Boyle Alex Garland &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>28 Years Later: The Bone Temple Promete Ser o Capítulo Mais Perturbador da Saga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 16:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[28 Years Later The Bone Temple]]></category>
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		<category><![CDATA[Danny Boyle Alex Garland]]></category>
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		<category><![CDATA[saga 28 Days Later]]></category>
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<p><strong>Nia DaCosta assume a realização e descreve o filme como “estranho, demente e chocante”</strong></p>



<p>Quando&nbsp;<em>28 Years Later</em>&nbsp;chegou às salas de cinema no início do ano, ficou claro que Danny Boyle e Alex Garland não estavam interessados em repetir fórmulas. O regresso ao universo iniciado com&nbsp;<em>28 Days Later</em>&nbsp;trouxe infectados ainda mais violentos, uma Grã-Bretanha em ruínas passadas quase três décadas sobre o surto e novas mutações do vírus da raiva. Mas trouxe também algo inesperado: um tom surpreendentemente contemplativo, quase espiritual, atravessado por uma energia indomável e, para muitos espectadores, profundamente desconcertante.</p>



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<p>E depois houve o final. Um desfecho que deixou o público dividido entre o choque e o espanto, com a entrada em cena dos&nbsp;<strong>Jimmies</strong>, um culto juvenil acrobático, violento e grotesco, cuja estética evocava — de forma deliberadamente inquietante — referências como Jimmy Savile. Um momento que confirmou que esta saga já não tem medo de ir a territórios desconfortáveis.</p>



<p>Ao que tudo indica, isso foi apenas o início.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um “primo estranho e demente” no universo de 28</strong></h2>



<p>Filmado consecutivamente com&nbsp;<em>28 Years Later</em>, o novo capítulo intitulado&nbsp;<strong><em>The Bone Temple</em></strong>&nbsp;foi novamente escrito por&nbsp;<strong>Alex Garland</strong>&nbsp;e produzido por&nbsp;<strong>Danny Boyle</strong>, mas passa o testemunho da realização para&nbsp;<strong>Nia DaCosta</strong>, cineasta responsável por&nbsp;<em>Candyman</em>. E, segundo quem já leu o guião, o tom será ainda mais sombrio, estranho e radical.</p>



<p>Em declarações à&nbsp;<em>Empire</em>, DaCosta não deixou margem para dúvidas:</p>



<p>“O meu filme é bastante… estranho. É surpreendente. Houve vários momentos em que, ao ler o guião, fiquei literalmente de boca aberta.”</p>



<p>Uma reacção partilhada por&nbsp;<strong>Jack O’Connell</strong>, que interpreta&nbsp;<strong>Sir Lord Jimmy Crystal</strong>, líder dos Jimmies. O actor descreve&nbsp;<em>The Bone Temple</em>&nbsp;como “o primo estranho e demente” do que vimos até agora — um filme de que se diz “orgulhoso”, precisamente por estar enraizado em questões de alma e em enormes “e se?”. “É mesmo chocante”, garante.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cultos, crenças distorcidas e novos horrores</strong></h2>



<p>Em&nbsp;<em>The Bone Temple</em>, o perigo representado pelos Jimmies aumenta significativamente. O jovem protagonista&nbsp;<strong>Spike</strong>(Alfie Williams) acaba por ser integrado no culto, enquanto o aparentemente benevolente&nbsp;<strong>Dr. Kelson</strong>&nbsp;(Ralph Fiennes) desenvolve uma relação improvável com&nbsp;<strong>Samson</strong>, um Alpha infectado particularmente violento.</p>



<p>O filme irá aprofundar o sistema de crenças bizarro criado por Sir Lord Jimmy, uma ideologia moldada por memórias da cultura popular da sua infância —&nbsp;<em>Teletubbies</em>,&nbsp;<em>Power Rangers</em>, cricket e até Jimmy Savile, numa referência contextualizada pelo facto de, em 2002, a verdadeira natureza do apresentador ainda não ser publicamente conhecida.</p>



<p>Jack O’Connell sublinha que o objectivo não é provocar gratuitamente, mas confrontar o espectador com o choque entre a nossa percepção actual e a realidade distorcida das personagens: “Espero que convide as pessoas a pensar naquele tempo, naquele zeitgeist, naquele momento em que o mundo simplesmente colapsou.”</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Horror que corrompe o que era inocente</strong></h2>



<p>Nia DaCosta faz questão de clarificar que o filme não pretende explorar Jimmy Savile enquanto figura histórica. O foco está na perversão simbólica: “Jimmy Crystal corrompe coisas que eram inocentes e boas e transforma-as em algo horrível.” Uma abordagem que reforça o desconforto e a violência psicológica que parecem estar no centro deste novo capítulo.</p>



<p>Tudo indica que&nbsp;<em>28 Years Later: The Bone Temple</em>&nbsp;será mais do que uma simples sequela. Será uma descida ainda mais profunda num mundo devastado — não apenas pelo vírus, mas pela forma como a humanidade reconstrói sentido no caos.</p>



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<p>Preparem-se: o apocalipse da raiva ainda tem muito para mostrar.</p>
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