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	<title>Daniel Craig &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Daniel Craig &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Um Cadáver na Igreja e a Fé Posta à Prova: o Novo Mistério de Rian Johnson Não é Apenas um ‘Knives Out’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 15:30:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[‘Wake Up Dead Man’ leva o jogo do whodunit para terreno espiritual Depois de&#160;Knives Out&#160;e&#160;Glass Onion, Rian Johnson regressa ao género que tão bem domina com&#160;Wake Up Dead Man, um filme que mantém o humor mordaz e o prazer do quebra-cabeças policial, mas acrescenta algo inesperado: uma reflexão aberta — e provocadora — sobre fé, [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>‘Wake Up Dead Man’ leva o jogo do whodunit para terreno espiritual</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de&nbsp;<em>Knives Out</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Glass Onion</em>, Rian Johnson regressa ao género que tão bem domina com&nbsp;<em>Wake Up Dead Man</em>, um filme que mantém o humor mordaz e o prazer do quebra-cabeças policial, mas acrescenta algo inesperado: uma reflexão aberta — e provocadora — sobre fé, moralidade e intolerância religiosa. O resultado é um mistério que brinca com as regras do género enquanto aponta directamente às tensões ideológicas do presente.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A história decorre numa pequena cidade do estado de Nova Iorque, centrada numa igreja católica em declínio. É aí que chega o jovem padre Jud Duplenticy, interpretado com enorme sensibilidade por Josh O’Connor, destacado para servir sob as ordens do monsenhor Jefferson Wicks. Josh Brolin dá vida a Wicks como um verdadeiro pregador do apocalipse: colérico, fundamentalista e abertamente hostil a homossexuais, mães solteiras e tudo o que associe ao mundo secular.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma congregação como microcosmo político</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de afastar fiéis, Wicks mantém um núcleo duro de seguidores. Glenn Close diverte como Martha, a beata intrometida que praticamente gere a igreja; Kerry Washington surge como uma advogada afiada; Jeremy Renner interpreta um médico alcoólico e desiludido; e Cailee Spaeny é uma violoncelista famosa que doa grandes quantias à igreja na esperança de curar uma dor crónica. Andrew Scott e Daryl McCormack representam duas figuras que funcionam como comentários directos à paisagem política americana: um escritor que deriva para a direita e um jovem político republicano falhado que tenta reinventar-se no YouTube.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jud tenta suavizar o discurso de ódio do monsenhor e reconduzir a comunidade a uma fé mais compassiva. Em vez disso, transforma-se no seu maior inimigo. Quando Wicks aparece morto, esfaqueado dentro da igreja — precisamente na Sexta-Feira Santa —, todas as suspeitas recaem sobre o jovem padre.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Benoit Blanc entra em cena… e a teologia também</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É neste ponto que surge Benoit Blanc, novamente interpretado por Daniel Craig com o seu já icónico sotaque sulista. Convencido da inocência de Jud, Blanc envolve-o na investigação de um crime que parece impossível de explicar pelas leis da razão. Johnson aproveita para homenagear John Dickson Carr, mestre absoluto do “crime impossível”, elevando o lado meta do filme a um nível quase académico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas&nbsp;<em>Wake Up Dead Man</em>&nbsp;vai além da mecânica do mistério. Tal como os filmes anteriores desmontavam o racismo, o classismo e a cultura dos bilionários, este novo capítulo aponta baterias àquilo que vê como a insularidade e intolerância da direita cristã. Nem sempre com subtileza, é certo, mas com uma clareza de intenções difícil de ignorar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um filme sobre dúvidas, não apenas sobre culpados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Josh O’Connor oferece uma das melhores interpretações da sua carreira recente, elevando o filme a um plano mais contemplativo. À medida que surgem novos mortos e a tensão aumenta, o confronto central deixa de ser apenas policial: é também filosófico. Fé contra cepticismo. Jud contra Blanc. Deus contra a razão.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Sem revelar respostas, fica a sensação de que, neste mistério engenhosamente construído, cada detalhe conta — e que, como sugere o próprio filme, talvez Deus esteja mesmo nos pormenores.</p>
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		<title>O Maior Mistério dos Filmes Knives Out? Talvez Seja Mesmo Benoit Blanc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:55:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao longo de três filmes, Rian Johnson tem construído um dos detectives mais fascinantes do cinema moderno — não apenas pelos casos que resolve, mas pelo enigma que ele próprio representa. Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig com um sotaque sulista tão exagerado quanto deliciosamente calculado, tornou-se o elemento mais intrigante de&#160;Knives Out. E o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de três filmes, Rian Johnson tem construído um dos detectives mais fascinantes do cinema moderno — não apenas pelos casos que resolve, mas pelo enigma que ele próprio representa. Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig com um sotaque sulista tão exagerado quanto deliciosamente calculado, tornou-se o elemento mais intrigante de&nbsp;<em>Knives Out</em>. E o que Johnson revela sobre ele… revela, precisamente, pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/uma-das-melhores-series-de-terror-sci-fi-de-sempre-acaba-de-revelar-a-actualizacao-mais-esperada-da-sua-4-a-temporada/">Uma das Melhores Séries de Terror Sci-Fi de Sempre Acaba de Revelar a Actualização Mais Esperada da Sua 4.ª Temporada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde&nbsp;<em>Knives Out</em>&nbsp;(2019), passando por&nbsp;<em>Glass Onion</em>&nbsp;e chegando agora a&nbsp;<em>Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery</em>, que estreia nos cinemas esta quarta-feira antes de aterrar na Netflix a 12 de Dezembro, a construção de Blanc tem sido feita com parcimónia e humor. Sabemos que vive com Hugh Grant (ou pelo menos presume-se fortemente). Que detesta o jogo&nbsp;<em>Clue</em>. Que tem um gosto surpreendentemente sólido por teatro musical. E que, ao longo da vida, resolveu casos que envolvem um campeão de ténis, uma bailarina e até um crime insólito no Kentucky Derby.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Johnson e Craig preferem mostrar Benoit Blanc por fragmentos, como um velho manuscrito policial do qual só se lêem as páginas que o detective escolhe partilhar. Isso obriga o público a imaginá-lo. E talvez essa seja a magia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A primeira descrição que escrevi dizia apenas ‘um leve toque de sotaque sulista’”, recorda Johnson. Mas Craig, inspirado em Tennessee Williams e no escritor Shelby Foote, decidiu transformar esse “leve toque” num verdadeiro Foghorn Leghorn vindo directamente de&nbsp;<em>Looney Tunes</em>. Em&nbsp;<em>Glass Onion</em>, o sotaque ficou ainda mais carregado — algo que, descobrimos mais tarde, fazia parte de um dos truques narrativos do filme.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/90-4-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-21663" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/90-4-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/90-4-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/90-4-768x513.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/90-4.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para Craig, a única regra é esta: nunca cair no ridículo. “Se um dia se tornar pastiche, acabou”, diz o actor. Para evitar isso, segue a filosofia de Gene Wilder: “Se fores verdadeiro na cena, a comédia acontece naturalmente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, Craig quase não interpretou Benoit Blanc. Quando Johnson escreveu&nbsp;<em>Knives Out</em>, o actor estava comprometido com&nbsp;<em>No Time to Die</em>. Só uma mudança inesperada no calendário de Bond lhe abriu uma janela de oportunidade. Craig leu o argumento, ficou perplexo por o terem enviado para si — e aceitou de imediato. “Li aquilo e visualizei tudo”, diz, com um entusiasmo que parece intacto cinco anos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo filme,&nbsp;<em>Wake Up Dead Man</em>, leva Benoit Blanc até uma pequena paróquia onde um monsenhor — interpretado por Josh Brolin — cai morto a meio de uma missa. O tom é mais sério, as questões existenciais mais vincadas, mas o espírito continua igual: um detective a caminhar entre pecadores, segredos e excentricidades humanas, enquanto cita frases que só podem existir no universo de Rian Johnson: “Sou um orgulhoso herege. O meu altar é o da razão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se há algo que distingue Blanc dos detectives clássicos é a irreverência. Muitas das suas melhores exclamações — desde o já lendário “Halle Berry!” ao inesperado “Scooby Dooby Doo!” — foram improvisos de Craig. Johnson, longe de se irritar, aproveita cada pérola. “As melhores falas são dele”, admite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As comparações com Hercule Poirot são inevitáveis — e bem-vindas. Tal como Poirot, Blanc aparece, desvenda tudo, e desaparece novamente para uma vida privada que permanece praticamente invisível. Johnson defende que assim deve ser: detectives não precisam de histórias trágicas nem de explicações psicológicas — precisam de acção, inteligência e presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com três filmes e planos activos para um quarto, há um detalhe curioso: para muitos jovens cinéfilos, Daniel Craig já não é apenas Bond. É Benoit Blanc. Um homem de fatos impecáveis, frases elaboradas e um charme deslocado no tempo, mas absolutamente irresistível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/scarlett-johansson-vai-liderar-o-novo-o-exorcista-de-mike-flanagan-e-promete-assustar-mesmo/">Scarlett Johansson Vai Liderar o Novo “O Exorcista” de Mike Flanagan — e Promete Assustar Mesmo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja este o maior mistério de&nbsp;<em>Knives Out</em>: descobrir quanto de Benoit Blanc ainda vamos conhecer — e quanto Johnson continuará a esconder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, como tudo nos filmes de Rian Johnson, a resposta está sempre algures… mas nunca onde esperamos.</p>
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		<title>James Bond Entra em Terreno Minado: Novo Filme Enfrenta “Dores de Cabeça Criativas” Após a Morte de 007</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 11:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
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					<description><![CDATA[A reinvenção do agente secreto mais famoso do cinema está longe de ser simples O futuro de&#160;James Bond&#160;está oficialmente em turbulência. Segundo novos rumores vindos dos bastidores da Amazon MGM Studios, a equipa criativa responsável pelo próximo capítulo da franquia está a enfrentar aquilo que fontes descrevem como uma&#160;“enorme dor de cabeça criativa”&#160;— tudo graças [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>A reinvenção do agente secreto mais famoso do cinema está longe de ser simples</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro de&nbsp;<strong>James Bond</strong>&nbsp;está oficialmente em turbulência. Segundo novos rumores vindos dos bastidores da Amazon MGM Studios, a equipa criativa responsável pelo próximo capítulo da franquia está a enfrentar aquilo que fontes descrevem como uma&nbsp;<strong>“enorme dor de cabeça criativa”</strong>&nbsp;— tudo graças ao final explosivo de&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), onde o 007 interpretado por&nbsp;<strong>Daniel Craig</strong>&nbsp;morreu de forma inequívoca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/disney-prepara-apresentacao-de-resultados-e-o-futuro-do-streaming-pode-mudar-ja-esta-semana/">Disney Prepara Apresentação de Resultados — E o Futuro do Streaming Pode Mudar Já Esta Semana</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano inicial parecia sólido: com a saída de Craig, a Amazon MGM Studios assumiu maior controlo criativo da saga, recrutou&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(da trilogia&nbsp;<em>Dune</em>) para realizar o novo filme e contratou&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>&nbsp;(<em>Peaky Blinders</em>) para escrever o argumento. Mas antes de avançar com casting ou narrativa, a equipa esbarrou num dilema que está a dar volta à cabeça dos escritores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Ele não caiu de um penhasco. Ele explodiu.”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o&nbsp;<em>Radar Online</em>, o impacto emocional e comercial do final de&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;está agora a transformar-se num problema logístico:&nbsp;<strong>como ressuscitar um personagem que foi literalmente pulverizado em cena?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma fonte próxima da produção descreve a situação de forma crua:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Bond não caiu de um penhasco nem fingiu a morte — ele foi reduzido a pedaços. Todos concordam que foi um enorme erro, porque Bond devia ser eterno. Agora estão presos a tentar encontrar uma forma credível de o trazer de volta, e está a revelar-se quase impossível.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sejam apenas rumores, a tensão faz sentido. Bond, ao contrário de outras personagens icónicas, sempre viveu numa espécie de continuidade flexível — novos actores entravam, o universo prosseguia e ninguém perguntava demasiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas desta vez, a saga decidiu cortar o fio da tradição:&nbsp;<strong>Bond morreu mesmo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, como alerta o escritor&nbsp;<strong>Anthony Horowitz</strong>, autor de três romances oficiais de 007:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Como é que se ultrapassa o facto de ele estar morto com D maiúsculo? Bond é uma lenda, pertence a todos. Torná-lo mortal foi um erro.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Horowitz acrescentou ainda que seria incapaz de escrever a continuação:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não dá para fazê-lo acordar no duche e dizer que foi tudo um sonho.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reinventar? Ignorar? Recomeçar do zero?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as hipóteses que circulam nos bastidores, há três cenários possíveis:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Ignorar completamente o final de No Time to Die</strong> e seguir a tradição da franquia: novo actor, novo Bond, sem explicações.</li>



<li><strong>Criar uma justificação narrativa</strong> — seja tecnológica, simbólica ou quase mística — para a “ressurreição” de Bond. (Uma solução que, para muitos fans, arrisca cair no ridículo.)</li>



<li><strong>Reboot total</strong>, com outro tom, outra era e outra continuidade — algo que poderia entusiasmar Denis Villeneuve, mas que mexeria no ADN da saga.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que, apesar da polémica, os fãs continuam a esperar um Bond renovado, mas fiel aos pilares clássicos: carisma, mistério, acção elegante e aquele toque de arrogância irresistível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O maior desafio em décadas para 007</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com Villeneuve ainda ocupado com&nbsp;<em>Dune: Part Three</em>&nbsp;e sem ator anunciado, há tempo para decisões ponderadas. Mas uma coisa é clara:&nbsp;<strong>o próximo filme de Bond não pode falhar</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/palhaco-diabolico-o-slasher-que-vai-estragar-a-festa-e-o-sono/">Palhaço Diabólico — O Slasher Que Vai Estragar a Festa (e o Sono)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre reconquistar o público, honrar uma personagem intocável por seis décadas e corrigir o que muitos consideram ter sido um tiro no pé criativo, a Amazon MGM Studios tem pela frente uma missão digna do próprio 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E desta vez, não há gadgets de Q que possam salvar a situação.</p>
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		<title>Sydney Sweeney sobre rumores de ser a nova “Bond Girl”: “Depende do argumento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 10:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[007]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon MGM Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Anyone But You]]></category>
		<category><![CDATA[Bond Girl]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
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		<category><![CDATA[Sydney Sweeney]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrela de Euphoria não fecha a porta ao universo 007 — e até admite que preferia ser o próprio Bond Poderá Sydney Sweeney ser a próxima “Bond Girl”? A atriz de Euphoria e Anyone But You não confirma… mas também não nega. Em entrevista à&#160;Variety&#160;durante o&#160;Festival de Toronto (TIFF), Sweeney reagiu aos rumores que a colocam como forte candidata para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>A estrela de Euphoria não fecha a porta ao universo 007 — e até admite que preferia ser o próprio Bond</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Poderá Sydney Sweeney ser a próxima “Bond Girl”? A atriz de <em>Euphoria</em> e <em>Anyone But You</em> não confirma… mas também não nega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à&nbsp;<em>Variety</em>&nbsp;durante o&nbsp;<strong>Festival de Toronto (TIFF)</strong>, Sweeney reagiu aos rumores que a colocam como forte candidata para o elenco do próximo filme da saga&nbsp;<strong>James Bond</strong>, deixando tudo em aberto:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/stallone-garante-este-velho-filme-de-ficcao-cientifica-tinha-razao-o-tempo-todo/">Stallone Garante: Este Velho Filme de Ficção Científica Tinha Razão o Tempo Todo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Não posso dizer… não sei</strong>”, respondeu, entre risos. “Para ser sincera, não conheço todos esses rumores. Mas depende do argumento.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma fã confessa de 007</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A atriz de 27 anos revelou ser uma&nbsp;<strong>grande fã da franquia</strong>, nascida em 1953 com o romance&nbsp;<em>Casino Royale</em>&nbsp;de&nbsp;<strong>Ian Fleming</strong>, e eternizada no cinema por nomes como&nbsp;<strong>Sean Connery</strong>,&nbsp;<strong>Roger Moore</strong>&nbsp;e, mais recentemente,&nbsp;<strong>Daniel Craig</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o final da era Craig, com&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), a&nbsp;<strong>Amazon MGM Studios</strong>&nbsp;tem trabalhado na&nbsp;<strong>reinvenção do agente 007</strong>, procurando um novo protagonista e, ao que tudo indica, um elenco mais contemporâneo e diversificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sweeney diz estar “<strong>entusiasmada e curiosa</strong>&nbsp;para ver o que vão fazer com a saga”, e admite que o papel a fascina — embora, curiosamente, com uma pequena reviravolta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Acho que me divertiria mais a interpretar o próprio James Bond</strong>”, confessou, mostrando o seu humor característico e um toque de irreverência que os fãs adoram.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Rumores e possíveis candidatos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As especulações sobre o futuro da franquia têm sido intensas. Nas redes sociais, fãs sugeriram nomes como&nbsp;<strong>Idris Elba</strong>,&nbsp;<strong>Aaron Taylor-Johnson</strong>&nbsp;e até&nbsp;<strong>Dwayne “The Rock” Johnson</strong>&nbsp;para assumir o papel principal — mas a produtora&nbsp;<strong>Barbara Broccoli</strong>&nbsp;mantém silêncio absoluto sobre o assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o nome de&nbsp;<strong>Sydney Sweeney</strong>&nbsp;surgiu em julho como uma das possíveis escolhas para o elenco feminino do próximo capítulo da saga, reforçando a ideia de que o universo Bond poderá estar prestes a receber&nbsp;<strong>uma nova geração de estrelas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-confessa-que-era-irritante-em-entrevistas-antigas-e-entende-por-que-o-publico-se-cansou-dela/">Jennifer Lawrence Confessa Que Era “Irritante” em Entrevistas Antigas e Entende Por Que o Público se Cansou Dela</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por agora, a atriz prefere concentrar-se em projetos como&nbsp;<em>Christy</em>, exibido em Toronto, mas não fecha portas. Afinal, quem melhor do que ela para provar que o charme letal de 007 também pode ser… feminino?</p>
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		<title>Fãs Revoltados com a Amazon: Prime Video Remove Arma de James Bond das Imagens Promocionais 🔫➡️🙅‍♂️</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 09:27:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão de apagar o icónico Walther PPK dos cartazes da saga 007 gera polémica às vésperas do James Bond Day Parece que nem o espião mais famoso do mundo está imune à era da “correção digital”. Os fãs de James Bond ficaram furiosos esta semana ao descobrir que a Prime Video — detida pela [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão de apagar o icónico Walther PPK dos cartazes da saga 007 gera polémica às vésperas do James Bond Day</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece que nem o espião mais famoso do mundo está imune à era da “correção digital”. Os fãs de <strong>James Bond</strong> ficaram furiosos esta semana ao descobrir que a <strong>Prime Video</strong> — detida pela Amazon — <strong>removeu a clássica pistola Walther PPK</strong> de todas as imagens promocionais da franquia disponíveis na plataforma de streaming.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :<a href="https://www.clubedecinema.pt/os-excluidos-paul-giamatti-brilha-no-regresso-de-alexander-payne-a-comedia-dramatica-%f0%9f%8e%84%f0%9f%8e%ac/">Os Excluídos: Paul Giamatti Brilha no Regresso de Alexander Payne à Comédia Dramática <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f384.png" alt="🎄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança foi notada por fãs atentos a partir de <strong>2 de outubro</strong>, poucos dias antes do <strong>James Bond Day</strong> (5 de outubro), que celebra a estreia mundial de <em>Dr. No</em> (1962), o primeiro filme da saga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f575-fe0f-200d-2642-fe0f.png" alt="🕵️‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Bond sem arma? Fãs chamam-lhe “nonsense woke”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, a reação foi imediata — e inflamável. Muitos consideraram a decisão <strong>“patética”</strong> e <strong>“um insulto à história do cinema britânico”</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Bond sem a arma é como o Batman sem capa — retiraram-lhe o símbolo do que ele é”, escreveu um utilizador no X (antigo Twitter), comentando uma montagem onde o agente 007 surge com a mão vazia num gesto estranhamente rígido.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Noutros casos, a arma foi simplesmente cortada das imagens; noutros, <strong>apagada digitalmente</strong>, o que resulta em poses involuntariamente cómicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro fã sintetizou o descontentamento geral:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Isto é censura do passado. Estão a apagar a história em nome de uma moral inventada.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4bc.png" alt="💼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A nova era de Bond sob o comando da Amazon</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Amazon assumiu <strong>controlo criativo sobre a marca James Bond em fevereiro de 2025</strong>, depois de adquirir a MGM — o estúdio histórico que produziu todos os 25 filmes da saga através da <strong>Eon Productions</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, a empresa tem procurado “modernizar” a imagem da franquia, tanto na promoção digital como na futura expansão da marca para séries e spin-offs. Contudo, este episódio reacende o debate sobre <strong>até onde deve ir a reinterpretação de ícones culturais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto as <strong>armas continuam presentes nos filmes</strong>, as novas capas e thumbnails da Prime Video mostram Bond (nas suas várias encarnações — de <strong>Sean Connery</strong> a <strong>Daniel Craig</strong>) sem qualquer vestígio de armamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um legado em risco de ser “limpo”?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos fãs, a pistola Walther PPK é mais do que um adereço — é <strong>parte integrante da identidade do personagem</strong>, tanto quanto o fato preto, o martíni e o famoso “Bond. James Bond.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticos culturais apontam que a decisão parece <strong>contradizer o próprio ADN da personagem</strong>, construída como um símbolo de elegância letal e pragmatismo. Mesmo em tempos modernos, filmes como <em>Skyfall</em> e <em>No Time to Die</em> trataram a violência de Bond com nuance, sem nunca tentar apagá-la da imagem pública.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Rever um ícone é válido. Reescrevê-lo digitalmente, não”, comentou um colunista britânico do <em>Independent</em>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E em Portugal?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No catálogo português da <strong>Prime Video</strong>, as alterações já são visíveis. Os cartazes clássicos de <em>Goldfinger</em>, <em>Casino Royale</em> e <em>Spectre</em> exibem Bond em poses semelhantes — mas <strong>sem a arma na mão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da indignação global, a Amazon <strong>ainda não comentou oficialmente</strong> a decisão, e a polémica chega justamente numa altura em que se espera o anúncio do próximo ator a interpretar 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f378.png" alt="🍸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Shaken, not stirred” — mas talvez um pouco censurado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com <strong>25 filmes disponíveis na Prime Video</strong>, o legado de Bond continua vivo. Mas esta controvérsia levanta uma questão pertinente:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que o futuro do espião britânico passará por <strong>reescrever o passado</strong> para o adaptar aos tempos modernos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/10-autores-que-detestaram-as-mas-adaptacoes-dos-proprios-livros-e-disseram-no-sem-rodeios-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%93%9a/">10 Autores que Detestaram as (Más) Adaptações dos Próprios Livros — e Disseram-No Sem Rodeios <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4da.png" alt="📚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é certa — para muitos fãs, <strong>Bond sem a sua Walther PPK não é Bond.</strong></p>
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		<title>Glen Powell como James Bond? O Ator Já Respondeu — e a Resposta Não Deixa Dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 14:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais uma semana, mais uma vaga de especulações sobre quem vestirá o icónico smoking de James Bond após a saída de Daniel Craig. O mais recente nome lançado para a fogueira foi o de Glen Powell, ator norte-americano de 36 anos, conhecido por Top Gun: Maverick, Todos Menos Tu e Tornados. A sugestão partiu da&#160;The Hollywood Reporter, que descreveu a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Mais uma semana, mais uma vaga de especulações sobre quem vestirá o icónico smoking de James Bond após a saída de Daniel Craig. O mais recente nome lançado para a fogueira foi o de <strong>Glen Powell</strong>, ator norte-americano de 36 anos, conhecido por <em>Top Gun: Maverick</em>, <em>Todos Menos Tu</em> e <em>Tornados</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sugestão partiu da&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em>, que descreveu a ideia como “inconvencional (e algo absurda)” — a de Powell ser o&nbsp;<strong>primeiro ator americano a interpretar 007</strong>. A resposta, no entanto, não deixou espaço para imaginações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/fbi-most-wanted-chega-ao-fim-o-adeus-a-uma-das-series-policiais-mais-intensas-da-decada/">FBI: Most Wanted Chega ao Fim – O Adeus a Uma das Séries Policiais Mais Intensas da Década</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou texano. Um texano não deveria interpretar James Bond”, disse Powell, acrescentando com ironia: “A minha família e eu brincamos: posso interpretar Jimmy Bond, mas não deveria interpretar James Bond. Contratem um autêntico britânico para esse trabalho. É ele quem merece usar esse smoking.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da saga 007</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recusa de Powell vem numa altura em que a especulação em torno do próximo Bond está ao rubro. Desde fevereiro que a&nbsp;<strong>Amazon MGM</strong>&nbsp;tem controlo criativo sobre a saga, após mais de 60 anos nas mãos da família Broccoli, e a máquina já está a acelerar para a produção do&nbsp;<strong>26.º filme</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último título,&nbsp;<em>007 – Sem Tempo para Morrer</em>&nbsp;(2021), marcou a despedida de Daniel Craig. Agora, cabe ao realizador&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(<em>Dune</em>) e ao argumentista&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>&nbsp;(<em>Peaky Blinders</em>) dar nova vida ao mais famoso espião britânico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os favoritos?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a&nbsp;<em>Variety</em>, a Amazon procura um ator&nbsp;<strong>britânico com menos de 30 anos</strong>&nbsp;— um critério que elimina nomes frequentemente mencionados ao longo dos últimos anos, como&nbsp;<strong>Aaron Taylor-Johnson</strong>&nbsp;(35),&nbsp;<strong>Henry Cavill</strong>&nbsp;(42) ou&nbsp;<strong>Idris Elba</strong>&nbsp;(52).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No topo da lista de preferências surgem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jacob Elordi</strong> (28), australiano de <em>Saltburn</em> — sendo que a nacionalidade não seria um problema, já que George Lazenby também era australiano quando vestiu o smoking em <em>Ao Serviço de Sua Majestade</em> (1969).</li>



<li><strong>Tom Holland</strong>, britânico e rosto da saga <em>Homem-Aranha</em>, com ligações profissionais diretas à produtora Amy Pascal.</li>



<li><strong>Harris Dickinson</strong> (29), menos conhecido do grande público mas já escalado para interpretar John Lennon numa das futuras biografias sobre os Beatles.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O suspense continua</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da expectativa,&nbsp;<strong>ainda não há datas confirmadas para a produção nem estreia</strong>&nbsp;do novo filme. O mistério em torno da escolha do próximo James Bond continua a ser parte do fascínio da saga, alimentando debates entre fãs e imprensa especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/cinema-em-portugues-o-futuro-do-nosso-cinema-ganha-palco-no-tvcine-edition/">Cinema em Português: O Futuro do Nosso Cinema Ganha Palco no TVCine Edition</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por agora, uma coisa é certa: Glen Powell pode estar na moda em Hollywood, mas não será ele a herdar a licença para matar.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>James Bond em Tribunal: a batalha pelos direitos de 007 envolve alfaiates reais, chapéus históricos e fatos de ski “espião-pronto”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 12:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A vida de James Bond nunca foi fácil no grande ecrã, mas agora o famoso espião enfrenta uma missão digna de um thriller jurídico: salvar o seu próprio nome. A Danjaq — a empresa norte-americana que, em conjunto com a britânica Eon Productions, controla os direitos de merchandising da marca 007 — está a travar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A vida de James Bond nunca foi fácil no grande ecrã, mas agora o famoso espião enfrenta uma missão digna de um thriller jurídico: salvar o seu próprio nome. A Danjaq — a empresa norte-americana que, em conjunto com a britânica Eon Productions, controla os direitos de merchandising da marca 007 — está a travar uma disputa legal para manter o domínio da identidade do agente secreto mais famoso do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/pierce-brosnan-e-helen-mirren-concordam-james-bond-tem-de-ser-um-homem/">Pierce Brosnan e Helen Mirren concordam: James Bond “tem de ser um homem”</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O inimigo: um magnata austríaco no Dubai</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ameaça vem de Josef Kleindienst, um promotor imobiliário austríaco que está a erguer o luxuoso resort&nbsp;<em>Heart of Europe</em>em ilhas artificiais no Dubai. Kleindienst argumenta que várias marcas registadas associadas a Bond — incluindo o nome, o código “007” e a frase icónica “Bond, James Bond” — têm sido subaproveitadas comercialmente e, por isso, deveriam ser consideradas caducas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se conseguir provar a “não utilização” durante cinco anos, poderá reclamar a posse destas marcas na União Europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A defesa de 007: alfaiates reais, chapéus lendários e ski de ação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder, os advogados da Danjaq reuniram um dossier de 227 páginas, que parece saído de um guião de espionagem. Entre as provas estão algumas das mais prestigiadas casas de moda e acessórios britânicas e internacionais que continuam a explorar o universo Bond:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Turnbull &amp; Asser</strong>, alfaiate de Jermyn Street, fornecedor oficial de camisas para Sean Connery em&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;(1962) e, mais tarde, para Pierce Brosnan e Daniel Craig. Também é o camiseiro pessoal do rei Carlos III, que usou uma das suas peças na coroação em 2023.</li>



<li><strong>Lock &amp; Co. Hatters</strong>, a chapelaria mais antiga do mundo, fundada em 1676. Foi responsável pelo chapéu que surge na cena de abertura de&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;e pelo inseparável chapéu mortal de Odd Job em&nbsp;<em>Goldfinger</em>&nbsp;(1964). Hoje vende edições especiais como o trilby&nbsp;<em>Dr. No</em>&nbsp;(£537) ou o&nbsp;<em>Vesper</em>&nbsp;(£662).</li>



<li><strong>Bogner</strong>, marca desportiva de luxo, que filmou as primeiras cenas de ski de ação em&nbsp;<em>On Her Majesty’s Secret Service</em>&nbsp;(1969) e criou momentos épicos em&nbsp;<em>The Spy Who Loved Me</em>&nbsp;e&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>. Em 2023 lançou a coleção “Bogner X 007”, com preços entre 290 e 2.300 dólares.</li>



<li><strong>N.Peal</strong>, referência em caxemira desde 1936, que desenhou peças icónicas usadas em&nbsp;<em>No Time to Die</em>&nbsp;(2021), como as calças de combate vendidas a £245.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este arsenal de marcas pretende provar que Bond continua a ser um nome vivo e altamente explorado no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amazon ao leme da franquia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A batalha legal surge numa fase de transição delicada para a saga. Desde 2021, a Amazon detém a MGM e, recentemente, adquiriu também o controlo criativo da franquia, antes nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo filme terá realização de&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>&nbsp;(<em>Dune</em>) e argumento de&nbsp;<strong>Steven Knight</strong>, criador de&nbsp;<em>Peaky Blinders</em>. A produção está a cargo de&nbsp;<strong>Amy Pascal</strong>&nbsp;(<em>Skyfall</em>,&nbsp;<em>Spider-Man</em>) e&nbsp;<strong>David Heyman</strong>&nbsp;(<em>Harry Potter</em>,&nbsp;<em>Barbie</em>). A escolha do novo James Bond, no entanto, ainda não foi anunciada — prolongando a maior pausa entre filmes desde a fundação da saga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O veredicto em suspense</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Kleindienst insiste que a sua luta pretende “garantir que Bond não morre” e continua relevante, a Danjaq fala num “ataque sem precedentes” à identidade multibilionária da franquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/">Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é certa: entre tribunais, alfaiates reais e chapéus mortais, James Bond continua a ser tão cobiçado fora do ecrã quanto dentro dele.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pierce Brosnan e Helen Mirren concordam: James Bond “tem de ser um homem”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 12:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O debate sobre quem deverá assumir o icónico papel de James Bond ganhou novo fôlego depois de duas figuras incontornáveis do cinema britânico — Pierce Brosnan e Helen Mirren — terem defendido que o espião criado por Ian Fleming deve continuar a ser interpretado por um homem. Pierce Brosnan, que vestiu o fato de 007 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O debate sobre quem deverá assumir o icónico papel de James Bond ganhou novo fôlego depois de duas figuras incontornáveis do cinema britânico — Pierce Brosnan e Helen Mirren — terem defendido que o espião criado por Ian Fleming deve continuar a ser interpretado por um homem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pierce Brosnan, que vestiu o fato de 007 em quatro filmes entre 1995 e 2002 (<em>GoldenEye</em>,&nbsp;<em>Tomorrow Never Dies</em>,&nbsp;<em>The World Is Not Enough</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Die Another Day</em>), surpreendeu ao recuar em declarações que fizera em 2019, quando afirmara que seria “excitante” ver uma mulher no papel. Agora, aos 72 anos, o ator irlandês sublinha outra perspetiva:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/">Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-18646" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1024x682.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-768x511.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-1536x1022.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/08/190909042210-pierce-brosnan-0906-2048x1363.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Oh, acho que tem de ser um homem. Estou tão entusiasmado por ver o próximo homem a subir ao palco e a trazer nova vida a esta personagem”, disse em entrevista à revista&nbsp;<em>Saga</em>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Brosnan, que chegou a acusar a saga de sexismo no passado, acrescentou que, apesar de se considerar feminista, Bond tem de manter-se fiel à sua essência: “Não se pode ter uma mulher. Simplesmente não resulta. James Bond tem de ser James Bond, caso contrário transforma-se noutra coisa.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O apoio de Helen Mirren</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seu lado nesta opinião esteve Dame Helen Mirren, que contracena com Brosnan na adaptação cinematográfica de&nbsp;<em>The Thursday Murder Club</em>. A atriz de 80 anos, também entrevistada pela mesma publicação, reforçou o ponto de vista:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Sou uma grande feminista, mas James Bond tem de ser um homem. Não funciona de outra forma. O conceito nasceu de um mundo profundamente sexista, sim, mas é precisamente isso que define a personagem. É divertido assim.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Mirren reconheceu, no entanto, que muitas mulheres desempenharam papéis importantes no universo do espionagem real e ficcional, mas que Bond é, por natureza, uma figura masculina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da saga nas mãos da Amazon</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A franquia, que esteve mais de 60 anos sob o controlo da família Broccoli, passou recentemente para a alçada da Amazon-MGM Studios, num negócio avaliado em cerca de mil milhões de dólares. A nova etapa promete uma abordagem “fresca”, mas sem abdicar do “legado” de 007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo filme, o 26.º da saga oficial, terá argumento de Steven Knight, criador de&nbsp;<em>Peaky Blinders</em>, e realização de Denis Villeneuve (<em>Dune</em>), numa aposta clara em revitalizar o agente secreto para as novas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/box-office-a-hora-do-desaparecimento-continua-imparavel-nobody-2-estreia-em-terceiro-e-americana-com-sydney-sweeney-e-um-desastre-total/">Box Office: A Hora do Desaparecimento  continua imparável, Nobody 2 estreia em terceiro e Americana com Sydney Sweeney é um desastre total</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a especulação sobre o sucessor de Daniel Craig continua intensa. Os nomes de Aaron Taylor-Johnson (<em>Bullet Train</em>) e Callum Turner (<em>Masters of the Air</em>) surgem como favoritos, embora James Norton também seja apontado como forte candidato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de seis décadas depois da estreia de <em>Dr. No</em>, a questão mantém-se: quem será o próximo James Bond? Uma coisa parece certa para Pierce Brosnan e Helen Mirren — 007 tem de continuar a ser um homem. O público, por sua vez, aguarda impaciente pelo anúncio oficial que definirá o futuro de uma das sagas mais lendárias da história do cinema</p>
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		<title>Matthew Goode Quis Fazer de Bond um Anti-Herói Trágico… e Não Voltou a Ser Chamado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 10:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon MGM Studios Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Broccoli]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Matthew Goode, conhecido pela sua elegância discreta e talento em dramas britânicos, esteve uma vez à beira do universo de James Bond — mas não passou da porta de entrada. Em entrevista ao podcast&nbsp;<em>Happy Sad Confused</em>, o actor britânico de 47 anos revelou que se reuniu com Barbara Broccoli, histórica produtora da saga 007, mas nem chegou a fazer uma audição. E a razão poderá estar na sua ousada visão do agente secreto mais famoso do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/e-oficial-denis-villeneuve-vai-realizar-o-proximo-filme-de-james-bond/">É Oficial: Denis Villeneuve Vai Realizar o Próximo Filme de James Bond</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Barbara perguntou-me qual era a minha ideia para o Bond. E eu disse que era preciso regressar aos livros, fazer dele um alcoólico, um viciado em drogas, alguém que se odeia a si próprio e odeia mulheres. Um tipo brilhante a matar, mas em profunda dor”, contou Goode. “Ela ouviu-me e, basicamente, disse ‘mhm… próximo’”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o actor, a ideia de transformar Bond num protagonista sombrio e dilacerado pela culpa não caiu bem. “Talvez devesse ter dito que ele também era incrivelmente charmoso”, ironizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de não ter convencido a produção, a visão de Goode não era tão distante da que acabou por se concretizar com Daniel Craig. O actor britânico trouxe uma abordagem mais crua e vulnerável à personagem ao longo de cinco filmes, entre 2006 e 2021, culminando no emocional&nbsp;<em>No Time to Die</em>. Goode reconheceu isso mesmo: “No fim de contas, o que eles conseguiram foi o Daniel Craig”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Matthew Goode continua ligado ao universo policial como o detetive Carl Mørck na série da Netflix&nbsp;<em>Dept. Q</em>, enquanto o futuro de Bond segue em remodelação. Com a saída de Craig e a recente confirmação de Denis Villeneuve (<em>Dune</em>,&nbsp;<em>Arrival</em>) como realizador do próximo capítulo, a expectativa é elevada. Villeneuve, um fã confesso da saga, já prometeu “honrar a tradição e abrir caminho para muitas novas missões”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo Bond ainda não foi anunciado, mas nomes como Jonathan Bailey e Harrison Dickinson têm surgido como possibilidades. Denise Richards — a Dra. Christmas Jones em&nbsp;<em>O Mundo Não Chega</em>&nbsp;(1999) — também sugeriu o seu próprio marido, Aaron Phypers, para o papel. E Pierce Brosnan, o Bond dos anos 90 e início de 2000, considerou que é “um dado adquirido” que o próximo 007 deve ser britânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/mark-gatiss-descarta-regresso-de-sherlock-e-apresenta-nova-serie-policial-no-festival-de-series-global-em-italia/">Mark Gatiss descarta regresso de Sherlock e apresenta nova série policial no Festival de Séries Global em Itália</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para já, resta-nos especular e esperar. Mas uma coisa é certa: se depender de Matthew Goode, 007 podia ter entrado numa espiral de autodestruição à la Dostoiévski — e quem sabe, talvez fosse um dos mais fascinantes Bonds de sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O 007 que Nunca Vimos: Danny Boyle e o Roteiro de Bond Enterrado em Moscovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 09:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[🎬&#160;O que aconteceria se Danny Boyle tivesse feito um filme de James Bond?&#160;A pergunta paira no ar desde 2018, quando o aclamado realizador britânico abandonou repentinamente a cadeira de realizador do 25.º filme da saga, aquele que viria a ser&#160;No Time To Die. Agora, com&#160;28 Years Later&#160;nos cinemas e Boyle de novo em destaque, o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O que aconteceria se Danny Boyle tivesse feito um filme de James Bond?</strong>&nbsp;A pergunta paira no ar desde 2018, quando o aclamado realizador britânico abandonou repentinamente a cadeira de realizador do 25.º filme da saga, aquele que viria a ser&nbsp;<em>No Time To Die</em>. Agora, com&nbsp;<em>28 Years Later</em>&nbsp;nos cinemas e Boyle de novo em destaque, o cineasta revela a sua “única” grande mágoa: o filme de 007 que nunca viu a luz do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/antes-de-conan-houve-kull-o-barbaro-esquecido-que-inspirou-tudo/">Antes de Conan, Houve Kull: O “Barbaro Esquecido” Que Inspirou Tudo</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um 007… na Rússia?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o próprio Danny Boyle, a visão que tinha para o espião britânico não era menos do que ousada — e, ironicamente, seria extremamente relevante nos dias que correm. A ideia, concebida em parceria com o argumentista John Hodge (<em>Trainspotting</em>,&nbsp;<em>A Praia</em>), passava por levar Bond de volta às suas origens soviéticas, com um enredo passado integralmente na Rússia contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aquilo era bom. Era mesmo bom. John Hodge escreveu um argumento excelente”, lamenta Boyle. “Mas eles [os produtores] perderam a confiança.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, a visão de Boyle e Hodge pretendia afastar-se do formato tradicional da saga — algo que, segundo o próprio realizador, os responsáveis da franquia dizem querer… até realmente o verem. “Querem originalidade, mas não&nbsp;<em>demasiada</em>”, atira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma Separação por “Diferenças Criativas”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, quando o projecto ainda era envolto em segredo, foi oficialmente anunciado que Boyle tinha abandonado o filme por “diferenças criativas”. Só mais tarde ficámos a saber que não era uma diferença qualquer — era um desacordo fundamental sobre o que&nbsp;<em>James Bond</em>&nbsp;deve ou não ser.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="691" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-691x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6194" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-691x1024.jpg 691w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-202x300.jpg 202w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-768x1138.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-1037x1536.jpg 1037w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-1382x2048.jpg 1382w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2020/09/no_time_to_die_poster-scaled.jpg 1728w" sizes="(max-width: 691px) 100vw, 691px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Boyle não quis abrir mão do argumento de Hodge, nem sacrificar a liberdade artística em nome da fórmula da saga. “Tenho uma relação muito intensa e leal com o John. E eu não ia mudar isso”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, o filme acabou por ser entregue a Cary Joji Fukunaga (<em>True Detective</em>,&nbsp;<em>Beasts of No Nation</em>), com&nbsp;<em>No Time To Die</em>a ser lançado em 2021 como o adeus de Daniel Craig ao papel. E sim, é um filme sólido… mas agora não conseguimos parar de imaginar aquele Bond exilado em Moscovo, a revisitar o seu passado, envolto numa atmosfera fria, melancólica e possivelmente politicamente explosiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Será que ainda vamos ver o Bond de Boyle?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Provavelmente não. “Esse navio já partiu”, afirmou o realizador de&nbsp;<em>Slumdog Millionaire</em>. A não ser que os estúdios queiram escavar esse guião “perdido” e, quem sabe, explorar outras narrativas fora da linha principal da saga. Afinal, com a Amazon a assumir agora o controlo criativo do franchise após décadas de domínio de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, tudo parece estar em cima da mesa… e essa instabilidade talvez seja o melhor argumento possível para uma ideia realmente arrojada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem será o próximo 007?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com Daniel Craig oficialmente reformado e os rumores a multiplicarem-se mais depressa que martinis batidos (não mexidos), nomes como Aaron Taylor-Johnson, Idris Elba, Tom Hardy e James Norton continuam na roleta do possível novo Bond. Pierce Brosnan já disse que o próximo deveria ser “obrigatoriamente britânico” — esquecendo-se, claro, que ele próprio é irlandês e que George Lazenby era australiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/seth-rogen-e-a-audicao-de-gigli-que-quase-lhe-acabava-a-carreira-%f0%9f%a4%af/">Seth Rogen e a Audição de Gigli Que Quase “Lhe Acabava a Carreira” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f92f.png" alt="🤯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que é certo é que, seja quem for o escolhido, vai herdar não só um smoking e uma Walther PPK, mas também a sombra de um filme alternativo que poderia ter reescrito as regras — e que, pelas palavras de Danny Boyle, merecia mesmo ter sido feito.</p>
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