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	<title>Damien Chazelle &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Império da extravagância: Babylon celebra e destrói o sonho de Hollywood no TVCine Top</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 08:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O épico excessivo de Damien Chazelle chega à televisão portuguesa A Hollywood dos excessos, das ambições desmedidas e da glória efémera invade o pequeno ecrã no&#160;domingo, 28 de Dezembro, às 22h05, com a exibição de&#160;Babylon&#160;no&#160;TVCine Top&#160;e no&#160;TVCine+. Realizado por Damien Chazelle, o filme propõe uma viagem vertiginosa à era dourada do cinema americano, num retrato [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O épico excessivo de Damien Chazelle chega à televisão portuguesa</strong></p>



<p>A Hollywood dos excessos, das ambições desmedidas e da glória efémera invade o pequeno ecrã no&nbsp;<strong>domingo, 28 de Dezembro, às 22h05</strong>, com a exibição de&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;no&nbsp;<strong>TVCine Top</strong>&nbsp;e no&nbsp;<strong>TVCine+</strong>. Realizado por Damien Chazelle, o filme propõe uma viagem vertiginosa à era dourada do cinema americano, num retrato simultaneamente apaixonado e impiedoso de uma indústria em permanente combustão.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quentin-tarantino-fala-finalmente-de-rob-reiner-e-expoe-a-verdade-incomoda-sobre-poder-e-controlo-em-hollywood/">Quentin Tarantino fala finalmente de Rob Reiner — e expõe a verdade incómoda sobre poder e controlo em Hollywood</a></p>



<p>Ambientado nos anos 1920, num período de profunda transformação tecnológica e cultural,&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;acompanha a transição dos filmes mudos para o cinema sonoro, um momento que redefiniu carreiras, destruiu ídolos e deu origem a novos mitos. É nesse caos criativo que o filme constrói a sua narrativa, cruzando várias personagens que tentam sobreviver — ou dominar — um sistema que tanto glorifica como devora.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ascensão, queda e demónios pessoais</strong></h2>



<p>No centro da história está Manny Torres, um jovem latino ambicioso e determinado que acredita cegamente no sonho de Hollywood. Ao seu redor orbitam figuras maiores do que a vida: Nellie LaRoy, uma estrela em ascensão cujo talento bruto e comportamento imprevisível a tornam simultaneamente irresistível e autodestrutiva; e Jack Conrad, um ícone do cinema mudo que vê o seu estatuto ameaçado pela chegada do som e pela mudança dos gostos do público.</p>



<p>À medida que a indústria se transforma, cada uma destas personagens enfrenta os seus próprios demónios: festas descontroladas, dependências, rivalidades ferozes e uma luta constante por relevância. Chazelle não suaviza nada. Pelo contrário, mergulha de cabeça na decadência, no excesso e na violência simbólica de um sistema que cria estrelas com a mesma rapidez com que as descarta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um espectáculo sem pudor nem contenção</strong></h2>



<p>Escrito e realizado por Damien Chazelle, vencedor do Óscar de Melhor Realizador por&nbsp;<em>La La Land</em>,&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;assume-se como o seu projecto mais desmesurado. É um filme que recusa a moderação, apostando numa encenação frenética, num ritmo avassalador e numa mise-en-scène que transforma o excesso em linguagem cinematográfica.</p>



<p>O elenco acompanha essa ambição. Brad Pitt e Margot Robbie lideram um conjunto de luxo que inclui Diego Calva, Tobey Maguire, Olivia Wilde e Jean Smart, todos entregues a personagens maiores do que a vida, presas num turbilhão de vícios, desejos e ilusões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Música, caos e memória do cinema</strong></h2>



<p>Um dos elementos mais celebrados do filme é a banda sonora de Justin Hurwitz, que valeu a&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;o Globo de Ouro de Melhor Banda Sonora Original. A música funciona como motor emocional do filme, amplificando o frenesim das festas, a euforia do sucesso e a melancolia inevitável da queda.</p>



<p>Mais do que um retrato histórico,&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;é também uma reflexão sobre o próprio cinema: a sua capacidade de fascinar, de destruir e de se reinventar. Chazelle filma Hollywood como um organismo vivo, belo e cruel, onde a arte nasce muitas vezes do caos e da dor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um domingo de cinema sem concessões</strong></h2>



<p>Frenético, sumptuoso e carregado de humor negro,&nbsp;<em>Babylon</em>&nbsp;é um filme que divide, provoca e desafia o espectador. Não procura agradar a todos, nem romantizar o passado. Prefere expor as contradições de uma indústria construída sobre sonhos — e ruínas.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/bailarina-com-dentes-afiados-abigail-chega-ao-tvcine-top-para-uma-noite-de-terror-sem-regras/">Bailarina com dentes afiados: Abigail chega ao TVCine Top para uma noite de terror sem regras</a></p>



<p>No <strong>dia 28 de Dezembro</strong>, às <strong>22h05</strong>, o TVCine Top convida a entrar neste império da extravagância. Uma experiência cinematográfica intensa, excessiva e impossível de ignorar </p>
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		<title>Margot Robbie Reflete sobre o Fracasso de “Babylon” nas Bilheteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 11:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[A atriz&#160;Margot Robbie&#160;revelou a sua perplexidade em relação ao desempenho fraco de&#160;“Babylon”&#160;nas bilheteiras, durante uma entrevista ao podcast&#160;“The Talking Pictures”. O filme de 2022, realizado por&#160;Damien Chazelle, contava com um elenco de peso, incluindo&#160;Brad Pitt&#160;e&#160;Diego Calva, mas arrecadou apenas 63 milhões de dólares em todo o mundo, contra um orçamento de 80 milhões. ver também: [&#8230;]]]></description>
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<p>A atriz&nbsp;<strong>Margot Robbie</strong>&nbsp;revelou a sua perplexidade em relação ao desempenho fraco de&nbsp;<strong>“Babylon”</strong>&nbsp;nas bilheteiras, durante uma entrevista ao podcast&nbsp;<strong>“The Talking Pictures”</strong>. O filme de 2022, realizado por&nbsp;<strong>Damien Chazelle</strong>, contava com um elenco de peso, incluindo&nbsp;<strong>Brad Pitt</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Diego Calva</strong>, mas arrecadou apenas 63 milhões de dólares em todo o mundo, contra um orçamento de 80 milhões.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/luca-guadagnino-enfrenta-censura-com-queer-e-defende-o-poder-do-cinema/">Luca Guadagnino Enfrenta Censura com “Queer” e Defende o Poder do Cinema</a></p>



<p><strong>Um mistério para a atriz</strong><br />“Não consigo entender por que as pessoas não gostaram do filme”, admitiu Robbie. “Tenho um carinho enorme pelo projeto e acredito que ele será redescoberto no futuro, tal como aconteceu com&nbsp;<strong>‘The Shawshank Redemption’</strong>.” A atriz comparou a receção de “Babylon” com outros filmes que, apesar de serem fracassos iniciais, tornaram-se clássicos cultuados ao longo do tempo.</p>



<p><strong>Damien Chazelle: um realizador exigente</strong><br />Robbie destacou a paixão de Chazelle pelo projeto, elogiando o seu estilo de direção. “Damien nunca se contentava com menos. Ele estava sempre a pedir mais de todos nós, e isso tornou o processo incrivelmente desafiador, mas recompensador.”</p>



<p><strong>Um legado por construir</strong><br />Embora “Babylon” não tenha tido o impacto esperado, Robbie acredita que o tempo pode mudar a perceção do público. “Às vezes, é preciso uma década ou mais para que um filme encontre o seu lugar na história do cinema”, refletiu a atriz.</p>



<p><strong>“Babylon” pode não ter conquistado as bilheteiras, mas permanece como uma obra visualmente arrojada e um tributo à era de ouro de Hollywood.</strong></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-performance-jeremy-piven-brilha-em-drama-intenso-sobre-a-alemanha-nazi/">“The Performance”: Jeremy Piven Brilha em Drama Intenso sobre a Alemanha Nazi</a></p>



<p></p>
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