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	<title>curiosidades James Bond &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Quando Roger Moore Mudou de Ideias — e Tirou James Brolin do Caminho de James Bond</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:43:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história de&#160;James Bond&#160;está cheia de curiosidades, decisões de última hora e jogos de bastidores dignos do próprio MI6. Mas poucas são tão cruéis — e tão pouco conhecidas — como aquela que envolveu&#160;James Brolin&#160;e que acabou por mantê-lo fora de&#160;Octopussy. Um caso raro em que um actor chegou a ser escolhido, começou a preparar-se… [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A história de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>James Bond</strong></a>&nbsp;está cheia de curiosidades, decisões de última hora e jogos de bastidores dignos do próprio MI6. Mas poucas são tão cruéis — e tão pouco conhecidas — como aquela que envolveu&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><strong>James Brolin</strong></a>&nbsp;e que acabou por mantê-lo fora de&nbsp;<em>Octopussy</em>. Um caso raro em que um actor chegou a ser escolhido, começou a preparar-se… e foi afastado simplesmente porque o titular decidiu regressar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início da década de 1980, a continuidade de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><strong>Roger Moore</strong></a>&nbsp;como 007 estava longe de ser garantida. Após&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>&nbsp;(1981), tudo indicava que Moore iria finalmente despedir-se do papel que já interpretava desde&nbsp;<em>Live and Let Die</em>. Os produtores&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>Albert R. Broccoli</strong></a>&nbsp;e&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=4"><strong>Michael G. Wilson</strong></a>&nbsp;começaram, discretamente, a procurar um sucessor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E foi aí que James Brolin entrou em cena.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um Bond improvável… mas quase oficial</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22462" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-768x1151.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-1025x1536.jpg 1025w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-1366x2048.jpg 1366w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/poster-scaled.jpg 1708w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">À primeira vista, a escolha parecia improvável. Brolin era americano — algo que sempre causou resistência dentro da saga — mas vinha embalado pelo enorme sucesso de&nbsp;<em>The Amityville Horror</em>&nbsp;(1979). Tinha presença física, carisma e um perfil mais duro que agradava à equipa criativa, que pretendia manter um tom mais sério após o registo mais leve de Moore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o próprio Brolin, em entrevista à&nbsp;<em>People</em>&nbsp;em 2025, o processo avançou de forma surpreendentemente concreta. Voou para Londres, reuniu-se com os produtores, foi integrado em treinos com duplos, recebeu alojamento… e foi, nas suas palavras,&nbsp;<strong>escolhido informalmente</strong>&nbsp;para o papel. Faltava apenas assinar o contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegou mesmo a realizar um teste de câmara com&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=5"><strong>Maud Adams</strong></a>, que viria a protagonizar&nbsp;<em>Octopussy</em>. O realizador&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=6"><strong>John Glen</strong></a>&nbsp;descreveu o ensaio como “excelente”, sublinhando que Brolin levava o papel muito a sério e tinha entendido o tom pretendido para o novo Bond.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O telefonema que mudou tudo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Convencido de que iria passar um ano em Inglaterra, Brolin regressou a Los Angeles para organizar a sua vida. Foi então que recebeu o telefonema fatídico:&nbsp;<strong>Roger Moore tinha mudado de ideias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após negociações de bastidores — financeiras, criativas e estratégicas — Moore aceitou regressar para mais um filme. A decisão foi imediata e definitiva. Brolin estava fora. Sem contrato assinado, sem margem para contestação, sem direito a segunda oportunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o próprio recorda, tudo terminou tão depressa como começou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que Moore regressou?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Moore já tinha ultrapassado o número de filmes inicialmente previstos no seu contrato. Depois de&nbsp;<em>The Spy Who Loved Me</em>, passou a negociar filme a filme.&nbsp;<em>Moonraker</em>&nbsp;e&nbsp;<em>For Your Eyes Only</em>&nbsp;foram feitos nessas condições, e&nbsp;<em>Octopussy</em>&nbsp;surgiu num momento particularmente sensível para a franquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1983, a saga enfrentava concorrência directa de&nbsp;<em>Never Say Never Again</em>, que marcava o regresso de&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=7"><strong>Sean Connery</strong></a>&nbsp;ao papel, fora da continuidade oficial. Para a MGM, manter Moore era uma forma de assegurar estabilidade e reconhecimento imediato junto do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, como John Glen admitiu mais tarde,&nbsp;<strong>Cubby Broccoli nunca esteve totalmente confortável com a ideia de um Bond americano</strong>. Mesmo que Brolin tivesse convencido em câmara, a tradição acabou por pesar mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um sucesso… e uma oportunidade perdida</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Octopussy</em>&nbsp;não é hoje lembrado como um dos grandes clássicos da saga, mas foi um enorme sucesso comercial e superou o rival protagonizado por Connery. Para Roger Moore, foi mais uma vitória. Para James Brolin, ficou a sensação agridoce de ter estado a centímetros da imortalidade cinematográfica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um daqueles casos em que o destino de Hollywood se decide num simples “vou fazer mais um”. Um gesto aparentemente banal que alterou carreiras, histórias e até a memória colectiva de uma das maiores franquias do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E deixa uma pergunta inevitável:&nbsp;<strong>como teria sido James Bond se James Brolin tivesse realmente vestido o smoking?</strong></p>
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		<title>Alan Cumming recorda experiência dolorosa em GoldenEye: “Queimou-me o couro cabeludo” 😲🔥</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 16:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[💥&#160;GoldenEye&#160;(1995) marcou o&#160;grande regresso&#160;de James Bond após seis anos sem novos filmes. Foi a estreia de&#160;Pierce Brosnan&#160;no papel icónico de 007 e o primeiro filme a contar com&#160;Judi Dench como M, tornando-se um clássico instantâneo. Além da ação e dos efeitos especiais impressionantes, o filme ficou também conhecido pelo seu humor, em grande parte graças [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>GoldenEye</em>&nbsp;(1995) marcou o&nbsp;<strong>grande regresso</strong>&nbsp;de James Bond após seis anos sem novos filmes. Foi a estreia de&nbsp;<strong>Pierce Brosnan</strong>&nbsp;no papel icónico de 007 e o primeiro filme a contar com&nbsp;<strong>Judi Dench como M</strong>, tornando-se um clássico instantâneo. Além da ação e dos efeitos especiais impressionantes, o filme ficou também conhecido pelo seu humor, em grande parte graças ao&nbsp;<strong>Boris Grishenko</strong>, o hacker arrogante interpretado por&nbsp;<strong>Alan Cumming</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem tudo foi diversão nos bastidores. Numa recente entrevista à&nbsp;<em>Vanity Fair</em>, Alan Cumming revelou que&nbsp;<strong>a sua cena de morte em GoldenEye foi muito mais dolorosa do que parecia!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O truque do gelo que correu mal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na icónica cena, Boris morre congelado depois de uma explosão de azoto líquido. Mas, em vez de efeitos visuais, a produção usou&nbsp;<strong>gelo seco verdadeiro</strong>, o que acabou por&nbsp;<strong>queimar o couro cabeludo de Cumming</strong>. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f631.png" alt="😱" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e2.png" alt="📢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>“O que aconteceu foi que atiraram um grande balde de gelo seco. Mas eram pedaços sólidos de gelo seco, que depois ficaram colados à minha cabeça e queimaram o meu couro cabeludo.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ator revelou que, para a cena, estava preso por uma&nbsp;<strong>fita elástica à cintura</strong>, o que o impedia de se mexer. Foi necessário que&nbsp;<strong>bombeiros no set o libertassem</strong>&nbsp;e o ajudassem a remover o gelo seco da sua pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar deste acidente, Alan Cumming afirma que&nbsp;<strong>não guarda rancor ao filme</strong>, e continua a vê-lo como uma das experiências mais divertidas da sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“I am invincible!” – A frase que nunca o largou</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das frases mais memoráveis de&nbsp;<em>GoldenEye</em>&nbsp;pertence a Boris Grishenko. Antes de ser congelado, ele proclama&nbsp;<strong>“I am invincible!”</strong>, num tom arrogante e confiante. O destino, claro, tinha outros planos para ele…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trinta anos depois, Alan Cumming revela que ainda hoje lhe pedem para repetir a frase – algo que, ao contrário de muitos atores,&nbsp;<strong>ele adora fazer!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e2.png" alt="📢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>“Às vezes, quando tens uma frase icónica, pode ser irritante quando as pessoas te pedem para a dizer. Mas eu adoro quando me pedem para dizer ‘I am invincible’.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E assim, mesmo que Boris tenha sido <strong>literalmente congelado</strong>, a sua memória continua bem viva entre os fãs de James Bond</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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