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	<title>clássicos cinema &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>A Lista Surpreendente dos Filmes Preferidos de James Cameron — E o Que Revela Sobre o Rei das Bilheteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 17:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[O autor de Titanic e Avatar continua a ser, acima de tudo, um cinéfilo voraz James Cameron é talvez o cineasta mais identificado com superproduções gigantescas, tecnologias de ponta e mundos inteiros criados de raiz. Mas por detrás do realizador que quebrou recordes com&#160;Titanic, redefiniu a ficção científica com&#160;Terminator 2&#160;e reinventou o cinema 3D com&#160;Avatar, [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O autor de Titanic e Avatar continua a ser, acima de tudo, um cinéfilo voraz</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">James Cameron é talvez o cineasta mais identificado com superproduções gigantescas, tecnologias de ponta e mundos inteiros criados de raiz. Mas por detrás do realizador que quebrou recordes com&nbsp;<em>Titanic</em>, redefiniu a ficção científica com&nbsp;<em>Terminator 2</em>&nbsp;e reinventou o cinema 3D com&nbsp;<em>Avatar</em>, está alguém que cresceu a ver filmes na televisão e que nunca perdeu o fascínio puro pelo acto de ver cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/porque-e-que-road-to-perdition-continua-a-ser-um-dos-grandes-classicos-esquecidos-do-cinema/">Porque É que Road to Perdition Continua a Ser Um dos Grandes Clássicos Esquecidos do Cinema?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo das últimas décadas, Cameron foi partilhando, aqui e ali, os seus filmes favoritos — e o resultado é uma colecção tão ecléctica que parece saída da mente de um devorador compulsivo de géneros, épocas e sensibilidades. Do clássico absoluto&nbsp;<em>The Wizard of Oz</em>&nbsp;a prazeres assumidamente culpados como&nbsp;<em>Resident Evil</em>, passando por Kubrick, Spielberg, Coppola e até&nbsp;<em>Borat</em>, a lista diz-nos mais sobre Cameron do que qualquer entrevista longa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O encanto eterno de um mundo para lá do arco-íris</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se há título que surge sempre que Cameron fala das suas referências, é&nbsp;<em>The Wizard of Oz</em>&nbsp;(1939). O realizador descreve-o como um filme que o acompanha desde a infância — e que continua a revisitar com a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena em que Dorothy abre a porta e sai do preto e branco para o Technicolor continua a emocioná-lo profundamente. Cameron vê ali um momento de génio cinematográfico absoluto: uma revelação visual capaz de derrubar fronteiras entre o real e o imaginado. Talvez não seja coincidência que o autor de&nbsp;<em>Avatar</em>&nbsp;tenha encontrado, décadas mais tarde, o seu próprio “momento de abrir a porta para outro mundo”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da ternura ao terror: a amplitude de um cinéfilo sem preconceitos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pode surpreender que alguém associado a máquinas assassinas, naves militares e criaturas subaquáticas diga abertamente que&nbsp;<em>Resident Evil</em>&nbsp;é um dos seus prazeres cinematográficos. Mas Cameron não só admite, como celebra o filme de Paul W. S. Anderson e, em particular, o desempenho físico de Michelle Rodriguez — «uma criatura feroz», descreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A admiração por&nbsp;<em>Alien</em>&nbsp;é já menos chocante: Ridley Scott influenciou directamente Cameron e, como o próprio reconhece,&nbsp;<em>Aliens</em>&nbsp;foi criado em espírito de fã — uma tentativa de honrar e expandir o trabalho do original sem o replicar. É raro ver um realizador do calibre de Cameron a assumir, com tanta humildade, a sua posição na linhagem de outro cineasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E depois há&nbsp;<em>Wait Until Dark</em>, thriller de 1967 com Audrey Hepburn, que lhe deixou uma das memórias mais intensas de sempre numa sala de cinema. Segundo conta, o susto provocado por Alan Arkin terá sido o maior sobressalto que testemunhou no grande ecrã — maior, até, do que&nbsp;<em>Alien</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Psycho</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma colecção que revela mais do que parece</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre clássicos indiscutíveis (<em>The Godfather</em>,&nbsp;<em>2001: A Space Odyssey</em>,&nbsp;<em>Taxi Driver</em>), blockbusters transformadores (<em>Star Wars</em>,&nbsp;<em>Jaws</em>), westerns icónicos (<em>Butch Cassidy and the Sundance Kid</em>) e comédias corrosivas (<em>Borat</em>), a lista de Cameron não segue qualquer lógica óbvia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é precisamente aí que reside a sua verdade: o realizador não procura coerência estética, narrativa ou formal. Procura impacto. Procura filmes que mexem consigo, seja através do assombro visual, da tensão, da irreverência ou pura genialidade técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, Cameron pode ser o cineasta que nos trouxe alguns dos maiores espectáculos cinematográficos das últimas décadas, mas continua a ser, antes de mais, um espectador apaixonado — alguém que nunca deixou de olhar para o cinema como aquilo que sempre foi para si: um poço infinito de maravilhas, sustos, gargalhadas e descobertas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 15 filmes preferidos de James Cameron</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>The Wizard of Oz</em> (Victor Fleming, 1939)</li>



<li><em>Resident Evil</em> (Paul W. S. Anderson, 2002)</li>



<li><em>Alien</em> (Ridley Scott, 1979)</li>



<li><em>Close Encounters of the Third Kind</em> (Steven Spielberg, 1976)</li>



<li><em>Jaws</em> (Steven Spielberg, 1975)</li>



<li><em>Butch Cassidy and the Sundance Kid</em> (George Roy Hill, 1969)</li>



<li><em>Wait Until Dark</em> (Terence Young, 1967)</li>



<li><em>Borat</em> (Larry Charles, 2006)</li>



<li><em>The Woman King</em> (Gina Prince-Bythewood, 2022)</li>



<li><em>Star Wars: Episode IV – A New Hope</em> (George Lucas, 1977)</li>



<li><em>Inception</em> (Christopher Nolan, 2010)</li>



<li><em>Taxi Driver</em> (Martin Scorsese, 1976)</li>



<li><em>The Godfather</em> (Francis Ford Coppola, 1972)</li>



<li><em>2001: A Space Odyssey</em> (Stanley Kubrick, 1968)</li>



<li><em>Dr. Strangelove</em> (Stanley Kubrick, 1964)</li>
</ul>
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