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	<title>Cinemateca Portuguesa &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Cinemateca Portuguesa &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Academia Portuguesa de Cinema Lança Terceiro Volume da Coleção Um Percurso pelo Cinema Português de Animação 🎬📚</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 14:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Portuguesa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de animação]]></category>
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		<category><![CDATA[História do Cinema Português]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Cambraia]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Trancoso]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo livro de Paulo Cambraia explora a década de 1950 e o nascimento do “Período Clássico” da Animação Portuguesa A&#160;Academia Portuguesa de Cinema&#160;vai apresentar, no próximo&#160;dia 23 de outubro, às 18h00, na&#160;Livraria Linha de Sombra&#160;da&#160;Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, em Lisboa, o&#160;terceiro volume da coleção Um Percurso pelo Cinema Português de Animação, da autoria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novo livro de Paulo Cambraia explora a década de 1950 e o nascimento do “Período Clássico” da Animação Portuguesa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Academia Portuguesa de Cinema</strong>&nbsp;vai apresentar, no próximo&nbsp;<strong>dia 23 de outubro, às 18h00</strong>, na&nbsp;<strong>Livraria Linha de Sombra</strong>&nbsp;da&nbsp;<strong>Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema</strong>, em Lisboa, o&nbsp;<strong>terceiro volume da coleção Um Percurso pelo Cinema Português de Animação</strong>, da autoria de&nbsp;<strong>Paulo Cambraia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/emma-stone-revela-que-andrew-garfield-lhe-mentiu-sobre-no-way-home-e-a-internet-perdoa-tudo-%f0%9f%92%8b%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f/">Emma Stone revela que Andrew Garfield lhe mentiu sobre “No Way Home” — e a internet perdoa tudo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48b.png" alt="💋" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão contará com intervenções do próprio autor, do diretor da Cinemateca,&nbsp;<strong>Rui Machado</strong>, e do presidente da Academia Portuguesa de Cinema,&nbsp;<strong>Paulo Trancoso</strong>. A entrada é livre, limitada à lotação da sala.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma viagem aos anos 50: quando a animação portuguesa se tornou profissional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Este novo volume é dedicado à&nbsp;<strong>década de 1950</strong>, um período decisivo na história do cinema de animação nacional. Segundo o autor,</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Sendo os anos 1900-1949 os do Primeiro Ciclo do Cinema Português de Animação, os anos 1950 serão o início de um novo e longo ciclo, que parte numa direção completamente diferente.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O livro identifica esta nova fase como o início do chamado&nbsp;<strong>“Período Clássico” da Animação Portuguesa</strong>, marcada pela criação de&nbsp;<strong>estúdios profissionais</strong>&nbsp;e pela participação direta de&nbsp;<strong>agências de publicidade</strong>, que ajudaram a consolidar a animação como uma&nbsp;<strong>atividade especializada</strong>, para além do mero exercício artístico ou técnico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os primeiros passos nesta direção já tinham sido dados, embora de forma embrionária, durante o Primeiro Ciclo. É normal que assim seja. Não existem fronteiras rígidas nestas transições,” acrescenta Cambraia.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta publicação, a Academia reafirma o seu compromisso em&nbsp;<strong>divulgar, preservar e estudar a história do cinema português</strong>, com especial atenção a áreas menos exploradas, como a animação — uma das mais ricas e inventivas expressões do nosso audiovisual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A missão da Academia Portuguesa de Cinema</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2011, a&nbsp;<strong>Academia Portuguesa de Cinema (APC)</strong>&nbsp;é uma associação cultural sem fins lucrativos dedicada à&nbsp;<strong>promoção e reconhecimento do cinema português</strong>, tanto em Portugal como além-fronteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É responsável pela organização dos&nbsp;<strong>Prémios Sophia</strong>, pela seleção dos filmes portugueses candidatos aos&nbsp;<strong>Óscares, Goya, Platino, Macondo e Ariel</strong>, e integra a&nbsp;<strong>FIACINE</strong>&nbsp;(Federação Ibero-Americana de Academias de Cinema) e a&nbsp;<strong>FACE</strong>(Federação de Academias de Cinema da Europa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecida com o&nbsp;<strong>Alto Patrocínio da Presidência da República</strong>&nbsp;e apoiada pelo&nbsp;<strong>Ministério da Cultura</strong>&nbsp;e pelo&nbsp;<strong>ICA</strong>, a APC continua a ser um pilar essencial na&nbsp;<strong>preservação e promoção do cinema nacional</strong>, apoiando criadores, investigadores e novos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/adam-driver-quis-fazer-um-filme-solo-de-kylo-ren-com-steven-soderbergh-mas-a-disney-disse-nao-%f0%9f%9a%ab%f0%9f%8c%8c/">Adam Driver Quis Fazer um Filme Solo de Kylo Ren com Steven Soderbergh — Mas a Disney Disse “Não” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6ab.png" alt="🚫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30c.png" alt="🌌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Evento:</strong>&nbsp;Lançamento do livro&nbsp;<em>Um Percurso pelo Cinema Português de Animação – Vol. 3</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Data:</strong>&nbsp;23 de outubro (quinta-feira) | <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f555.png" alt="🕕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Hora:</strong>&nbsp;18h00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Local:</strong>&nbsp;Livraria Linha de Sombra – Cinemateca Portuguesa, Lisboa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<a href="https://academiadecinema.pt/um-percurso-pelo-cinema-portugues-de-animacao/" target="_blank" rel="noopener">academiadecinema.pt/um-percurso-pelo-cinema-portugues-de-animacao</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>John Ford Ressuscitado em Lisboa: The Scarlet Drop Vai Ser Exibido na Cinemateca Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 17:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemateca Portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[Um século perdido, um achado no Chile Um pedaço da história do cinema que parecia perdido para sempre vai finalmente ser exibido em Lisboa. A&#160;Cinemateca Portuguesa&#160;apresenta, no próximo&#160;20 de outubro, o filme mudo&#160;The Scarlet Drop (1918), realizado por&#160;John Ford&#160;e dado como desaparecido durante mais de 100 anos. ver também : Primeiro Trailer de The Mandalorian &#38; [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um século perdido, um achado no Chile</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um pedaço da história do cinema que parecia perdido para sempre vai finalmente ser exibido em Lisboa. A&nbsp;<strong>Cinemateca Portuguesa</strong>&nbsp;apresenta, no próximo&nbsp;<strong>20 de outubro</strong>, o filme mudo&nbsp;<strong>The Scarlet Drop (1918)</strong>, realizado por&nbsp;<strong>John Ford</strong>&nbsp;e dado como desaparecido durante mais de 100 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/primeiro-trailer-de-the-mandalorian-grogu-a-dupla-mais-querida-da-galaxia-chega-ao-cinema-%f0%9f%8c%8c%e2%9c%a8/">Primeiro Trailer de The Mandalorian &amp; Grogu: A Dupla Mais Querida da Galáxia Chega ao Cinema <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30c.png" alt="🌌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A descoberta aconteceu em 2024, num armazém em Santiago do Chile, quando o académico&nbsp;<strong>Jaime Córdova</strong>, da Universidade de Viña del Mar, comprou um lote de películas a um colecionador que as tinha guardado durante quatro décadas sem imaginar o seu valor. Entre elas, estava esta raridade de Ford, protagonizada por&nbsp;<strong>Harry Carey</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Encontrar um filme perdido de John Ford é como encontrar o Santo Graal”, confessou Córdova, na altura, em entrevista à agência Efe.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ford antes de Ford</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Rodado em 1918,&nbsp;<em>The Scarlet Drop</em>&nbsp;é um&nbsp;<strong>western atípico para a época</strong>, já que aborda temas pouco habituais no género: desigualdade social, luta de classes e marginalização. Segundo nota da Cinemateca, o filme “permite já antever o que viria a ser entendido como universo fordiano: os rituais, as situações melancólicas, os anti-heróis e aquela fotografia extraordinária”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É, portanto, uma oportunidade única de assistir ao embrião daquilo que viria a ser a assinatura de um dos cineastas mais influentes da história, autor de clássicos como&nbsp;<em>O Vale Era Verde</em>&nbsp;(1941) ou&nbsp;<em>A Desaparecida</em>&nbsp;(1956).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um restauro minimalista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cópia encontrada foi&nbsp;<strong>digitalmente restaurada pela Cinemateca Nacional do Chile</strong>, mas de forma quase invisível. “Não lhe quero chamar restauro. Obviamente que houve uma reparação no suporte do filme, mas a imagem não sofreu qualquer intervenção”, explicou Jaime Córdova, sublinhando a qualidade surpreendente da película em nitrato, ainda intacta após mais de um século.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, o filme conserva ainda as tonalidades originais da época — rosa, azul e ocre — utilizadas para dar cor às películas mudas e quebrar o monocromático do preto e branco.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sessão dupla na Cinemateca</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A exibição de&nbsp;<em>The Scarlet Drop</em>&nbsp;acontecerá numa&nbsp;<strong>sessão especial inserida no Dia Mundial do Património Audiovisual</strong>(celebrado a 27 de outubro). O filme será apresentado em conjunto com&nbsp;<em>Sansho Dayu</em>&nbsp;(1954), de&nbsp;<strong>Kenji Mizoguchi</strong>, proporcionando uma noite que junta duas obras-primas resgatadas do tempo e da memória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tom-holland-sofre-acidente-nas-filmagens-de-homem-mas-estreia-mantem-se-%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f%f0%9f%8e%acaranha-um-novo-dia/">Tom Holland Sofre Acidente nas Filmagens de Homem-, Mas Estreia Mantém-se <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Aranha: Um Novo Dia</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para cinéfilos, historiadores e curiosos, trata-se de um acontecimento raro: ver renascer no ecrã uma obra de John Ford que o próprio mundo acreditava estar perdida.</p>
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		<title>João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata: Cinema de Autor em Foco na Cinemateca Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[Onde Fica Esta Rua]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva cinematográfica]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre setembro e outubro deste ano, a Cinemateca Portuguesa presta homenagem a dois dos nomes mais singulares do cinema português contemporâneo: João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. A iniciativa, que também terá extensão na Filmoteca Espanhola, em Madrid, é muito mais do que uma retrospectiva — é uma celebração da colaboração criativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre setembro e outubro deste ano, a Cinemateca Portuguesa presta homenagem a dois dos nomes mais singulares do cinema português contemporâneo: João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. A iniciativa, que também terá extensão na Filmoteca Espanhola, em Madrid, é muito mais do que uma retrospectiva — é uma celebração da colaboração criativa e da cinefilia partilhada de dois autores que têm desafiado as convenções narrativas e estéticas do cinema nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-vida-entre-nos-stephane-brize-regressa-com-um-retrato-terno-e-melancolico-do-amor-que-persiste-no-tempo/" data-type="post" data-id="17684">“A Vida Entre Nós”: Stéphane Brizé regressa com um retrato terno e melancólico do amor que persiste no tempo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob o sugestivo título <strong>“Malamor / Tainted Love”</strong>, o ciclo reunirá cerca de 60 filmes, incluindo obras da dupla, filmes escolhidos pelos próprios e uma estreia absoluta: <em>13 Alfinetes</em>, curta-metragem inédita rodada entre Lisboa e Madrid, que será exibida no encerramento da programação — a 15 de outubro na Cinemateca e a 23 na Filmoteca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que apenas exibir filmes, esta programação convida o público a mergulhar na rede de referências cinematográficas que informam a visão de Rodrigues e Guerra da Mata. Entre os autores escolhidos para a “carta branca” dada pela Cinemateca, figuram nomes como <strong>Derek Jarman, Jacques Demy, Jean-Luc Godard, John Waters, Johnnie To, Pedro Almodóvar, Radu Jude, Lucio Fulci, Tsai Ming-Liang e Rainer Werner Fassbinder</strong>. Uma selecção que espelha o ecletismo e a ousadia estética dos dois cineastas portugueses, cujas obras se movem entre o experimental, o melodrama, o fantástico e o documentário autoficcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ligação entre o cinema e outras artes também será sublinhada com a instalação vídeo <strong>“Sem Antes Nem Depois”</strong>, proposta pela Sociedade Nacional de Belas Artes. A instalação coloca em diálogo <em>Os Verdes Anos</em> (1963), de Paulo Rocha, e <em>Onde Fica Esta Rua?</em> (2022), de Rodrigues e Guerra da Mata, numa reflexão sobre memória, cidade e cinefilia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigues e Guerra da Mata colaboram desde os anos 90, inicialmente com o primeiro a realizar e o segundo a assinar direção de arte e guarda-roupa. Mas a sua parceria evoluiu, resultando numa filmografia coesa e autoral que inclui títulos como <em>O Fantasma</em> (2000), <em>Morrer Como um Homem</em> (2009), <em>A Última Vez que Vi Macau</em> (2012), <em>O Ornitólogo</em> (2016) e o mais recente <em>Fogo Fátuo</em> (2022). Obras que desafiam classificações fáceis — mesmo quando abordam identidades de género, sexualidade ou história — e que reafirmam o seu lugar no mapa do cinema de autor europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importa ainda destacar o novo projeto já em preparação: <strong>“O Sorriso de Afonso”</strong>, cuja rodagem está prevista para o outono entre Portugal, Macau e Luxemburgo. O filme será uma coprodução internacional com a Jolie Rideau (Luxemburgo), do realizador e produtor Fabrizio Maltese, e a Frenesy Films, de Luca Guadagnino (Itália). Este será certamente um dos títulos mais aguardados da próxima temporada cinematográfica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/patrick-schwarzenegger-quer-ser-patrick-bateman-no-novo-american-psycho-de-luca-guadagnino/" data-type="post" data-id="15409"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Patrick Schwarzenegger quer ser Patrick Bateman no novo American Psycho de Luca Guadagnino</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta homenagem alargada, a Cinemateca Portuguesa não só reconhece o impacto e a originalidade dos dois cineastas, como reforça a importância da preservação e celebração do cinema como arte viva, em constante diálogo com o passado e com o futuro.</p>
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		<title>O Dia Mais Curto do Ano Celebra o Formato da Curta-Metragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2024 11:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Agência da Curta-Metragem]]></category>
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		<category><![CDATA[solstício de inverno]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, dia 21 de dezembro, marca o solstício de inverno no hemisfério norte, o dia mais curto do ano. Em Portugal, este fenómeno astronómico é celebrado de forma especial há mais de uma década com uma programação dedicada ao formato da curta-metragem. Promovida pela Agência da Curta-Metragem, a iniciativa envolve mais de uma centena de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hoje, dia 21 de dezembro, marca o <strong>solstício de inverno no hemisfério norte</strong>, o dia mais curto do ano. Em Portugal, este fenómeno astronómico é celebrado de forma especial há mais de uma década com uma programação dedicada ao formato da curta-metragem. Promovida pela <strong>Agência da Curta-Metragem</strong>, a iniciativa envolve mais de uma centena de sessões temáticas em <strong>44 localidades</strong>, convidando todos os públicos a explorar este formato único de contar histórias através do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/os-60-melhores-filmes-de-acao-de-sempre-segundo-a-collider/">Os 60 Melhores Filmes de Ação de Sempre segundo a Collider</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma Celebração Mundial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, que tem como ponto alto o próprio dia do solstício, inspira-se na relação simbólica entre o tempo curto de luz diurna e o formato breve das curtas-metragens. Esta celebração não é exclusiva de Portugal; iniciativas semelhantes ocorrem em várias partes do mundo, promovendo a curta-metragem como uma forma de arte rica em criatividade e impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A curta-metragem é um formato que condensa emoções, ideias e histórias num curto espaço de tempo. É o cinema em estado puro, onde cada segundo conta”, explica a <strong>Agência da Curta-Metragem</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Destaques da Programação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, a programação de “O Dia Mais Curto” inclui sessões diversificadas, adaptadas a diferentes públicos e gostos cinematográficos. Entre os destaques de hoje:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Centro de Ciência Viva de Vila do Conde e Quartel da Imagem na Figueira da Foz</strong>: Sessões matinais dedicadas ao público infantil, com animações como <em>“Éter”</em>, de Jorge García Velayos, e <em>“Corvo Branco”</em>, de Miran Miosic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Incubadora do Centro Histórico de Viseu e Casa do Cinema de Coimbra</strong>: Apresentação de “Curtas do Mundo”, uma coleção de filmes que explora histórias do presente e do passado, oferecendo uma visão global e multifacetada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Cinema Trindade, no Porto</strong>: Sessão especial dedicada à produtora <strong>Olhar de Ulisses</strong>, com filmes de realizadores como <strong>Margarida Assis</strong> e <strong>Luís Costa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>Cinemateca Portuguesa, em Lisboa</strong>: Exibição de obras de cineastas como <strong>Alexandra Ramires</strong> e <strong>Laura Gonçalves</strong>, destacando a vitalidade da curta-metragem em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/jackie-chan-e-ralph-macchio-juntos-em-karate-kid-os-campeoes/">Jackie Chan e Ralph Macchio Juntos em “Karate Kid: Os Campeões”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sessões Solidárias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das projeções regulares, a iniciativa destaca-se pelas sessões solidárias, que levam o cinema a públicos muitas vezes esquecidos. Este ano, “O Dia Mais Curto” incluiu projeções em estabelecimentos prisionais, hospitais pediátricos e unidades de apoio social, garantindo que a magia do cinema chega a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Formato da Curta-Metragem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitas vezes visto como um género secundário, o formato da curta-metragem tem ganho cada vez mais destaque pela sua capacidade de transmitir mensagens poderosas em poucos minutos. Estas pequenas pérolas do cinema são frequentemente o ponto de partida para grandes realizadores e servem como uma plataforma de experimentação e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com iniciativas como esta, a <strong>Agência da Curta-Metragem</strong> demonstra o impacto e a relevância deste formato, celebrando-o como uma forma única de expressão artística.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Exposição na Cinemateca Portuguesa celebra a obra de Noémia Delgado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 11:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre O’Neill]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemateca Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[etnografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[Noémia Delgado]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, apresenta até ao dia&#160;16 de dezembro&#160;a exposição&#160;&#8220;noémia.&#8221;, uma homenagem à obra e legado da realizadora&#160;Noémia Delgado. Conhecida pelo seu contributo ao&#160;Cinema Novo português, Delgado teve uma carreira marcada tanto pelo sucesso artístico como pelos desafios institucionais. ver também: Liam Neeson e Taken: O Homem Certo na Hora Certa Uma abordagem íntima [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, apresenta até ao dia&nbsp;<strong>16 de dezembro</strong>&nbsp;a exposição&nbsp;<strong>&#8220;noémia.&#8221;</strong>, uma homenagem à obra e legado da realizadora&nbsp;<strong>Noémia Delgado</strong>. Conhecida pelo seu contributo ao&nbsp;<strong>Cinema Novo português</strong>, Delgado teve uma carreira marcada tanto pelo sucesso artístico como pelos desafios institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/liam-neeson-e-taken-o-homem-certo-na-hora-certa/">Liam Neeson e Taken: O Homem Certo na Hora Certa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma abordagem íntima ao arquivo de Noémia Delgado</strong><br />A exposição, localizada na&nbsp;<strong>Sala dos Carvalhos</strong>, desvenda os arquivos pessoais da realizadora, incluindo desenhos, crónicas e poesia, proporcionando um olhar íntimo sobre a sua vida e obra. Duas salas adicionais expandem o percurso com foco na sua prática cinematográfica, destacando ideias para filmes que nunca chegaram a ser materializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Noémia Delgado é mais lembrada pelo documentário&nbsp;<strong>&#8220;Máscaras&#8221;</strong>&nbsp;(1976), inspirado no trabalho etnográfico de Benjamim Pereira. A cineasta também colaborou com grandes nomes do cinema português, como&nbsp;<strong>Manoel de Oliveira</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Paulo Rocha</strong>, e trabalhou como assistente de realização no emblemático documentário&nbsp;<strong>&#8220;Torre Bela&#8221;</strong>&nbsp;(1977).</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/oldboy-2003-a-obra-prima-coreana-que-redefiniu-o-cinema-de-acao-e-suspense/">Oldboy (2003): A Obra-Prima Coreana que Redefiniu o Cinema de Ação e Suspense</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um legado a redescobrir</strong><br />A exposição, de entrada livre, está aberta de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 19h30, e oferece uma oportunidade única para conhecer a obra de uma das figuras mais subestimadas do cinema português. Não perca a chance de explorar este tributo à realizadora que foi casada com o poeta&nbsp;<strong>Alexandre O’Neill</strong>&nbsp;e cuja visão cinematográfica continua a inspirar.</p>



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		<title>Festa do Cinema Francês Abre Hoje em Lisboa com &#8220;O Conde de Monte Cristo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 09:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Dumas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Marker]]></category>
		<category><![CDATA[cinema francês]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemateca Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Festa do Cinema Francês]]></category>
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		<category><![CDATA[Marjane Satrapi]]></category>
		<category><![CDATA[O Conde de Monte Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Mille]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;Festa do Cinema Francês, que celebra este ano a sua&#160;25ª edição, abre hoje em&#160;Lisboa, trazendo uma vasta programação repleta de estreias, antestreias e homenagens ao cinema francês. O evento, que se estende até ao dia&#160;8 de novembro&#160;em várias cidades de Portugal, começa com a exibição de&#160;&#8220;O Conde de Monte Cristo&#8221;, uma das adaptações mais aguardadas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Festa do Cinema Francês</strong>, que celebra este ano a sua&nbsp;<strong>25ª edição</strong>, abre hoje em&nbsp;<strong>Lisboa</strong>, trazendo uma vasta programação repleta de estreias, antestreias e homenagens ao cinema francês. O evento, que se estende até ao dia&nbsp;<strong>8 de novembro</strong>&nbsp;em várias cidades de Portugal, começa com a exibição de&nbsp;<strong>&#8220;O Conde de Monte Cristo&#8221;</strong>, uma das adaptações mais aguardadas do clássico literário de&nbsp;<strong>Alexandre Dumas</strong>, realizada por&nbsp;<strong>Alexandre de La Patellière</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Matthieu Delaporte</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/henry-cavill-a-saida-de-the-witcher-e-a-luta-por-respeito-a-historia/" data-type="post" data-id="8910">Henry Cavill: A Saída de “The Witcher” e a Luta por Respeito à História</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão de abertura terá lugar no&nbsp;<strong>Cinema São Jorge</strong>, e contará com a presença especial do produtor&nbsp;<strong>Dimitri Rassam</strong>&nbsp;e do ator franco-português&nbsp;<strong>Patrick Mille</strong>, que integra o elenco do filme. A expectativa é alta para esta nova versão cinematográfica de um dos romances mais icónicos da literatura mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o mês de outubro, o público poderá assistir a outros grandes destaques do cinema francófono, como&nbsp;<strong>&#8220;Paradis Paris&#8221;</strong>, realizado por&nbsp;<strong>Marjane Satrapi</strong>, cineasta iraniana conhecida pelo seu trabalho em&nbsp;<em>Persépolis</em>. Outra obra de grande impacto é&nbsp;<strong>&#8220;Maria&#8221;</strong>, de&nbsp;<strong>Jessica Palud</strong>, que explora a vida da atriz&nbsp;<strong>Maria Schneider</strong>&nbsp;e o impacto da sua participação no controverso filme&nbsp;<em>O Último Tango em Paris</em>. Este drama promete uma reflexão profunda sobre a trajetória pessoal e profissional da atriz, cujas experiências a marcaram para sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Festa do Cinema Francês</strong>&nbsp;também contará com uma vasta seleção de comédias na secção&nbsp;<strong>&#8220;Rir à Grande e à Francesa&#8221;</strong>, que inclui títulos populares e aclamados pela crítica. Entre os filmes mais aguardados está&nbsp;<strong>&#8220;Os Indesejáveis&#8221;</strong>, realizado por&nbsp;<strong>Ladj Ly</strong>, que volta a abordar questões sociais nos subúrbios franceses, após o sucesso de&nbsp;<em>Os Miseráveis</em>. O filme retrata a luta pelos direitos de habitação e a resistência da população local frente a interesses poderosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/deadpool-wolverine-um-dos-filmes-mais-lucrativos-do-ano-ja-pode-ser-visto-em-casa/" data-type="post" data-id="8891">Deadpool &amp; Wolverine: Um dos Filmes Mais Lucrativos do Ano Já Pode Ser Visto em Casa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da exibição de filmes contemporâneos, o evento também homenageará a carreira de&nbsp;<strong>Isabelle Huppert</strong>, uma das atrizes mais icónicas do cinema mundial. Entre as obras exibidas, estão&nbsp;<strong>&#8220;Sidonie no Japão&#8221;</strong>,&nbsp;<strong>&#8220;O Crime é Meu&#8221;</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>&#8220;Os Novos Vizinhos&#8221;</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Festa não se limita à capital, estendendo-se também a&nbsp;<strong>Almada</strong>,&nbsp;<strong>Coimbra</strong>,&nbsp;<strong>Porto</strong>,&nbsp;<strong>Faro</strong>, entre outras cidades. Este ano, a&nbsp;<strong>Cinemateca Portuguesa</strong>&nbsp;apresenta uma retrospetiva completa do cineasta&nbsp;<strong>Chris Marker</strong>, que inclui mais de&nbsp;<strong>50 obras</strong>do autor, conhecido pelos seus documentários experimentais e narrativas inovadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma programação diversificada e de grande qualidade, a&nbsp;<strong>Festa do Cinema Francês</strong>&nbsp;reafirma-se como um dos eventos mais relevantes no panorama cultural português.</p>



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