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	<title>cinema provocador &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>cinema provocador &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Histórias de Bondade”: Yorgos Lanthimos Volta a Surpreender com Três Fábulas Inquietantes Sobre o Livre-Arbítrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 12:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Cannes 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Emma Stone, Willem Dafoe e Jesse Plemons protagonizam a nova viagem provocadora do realizador de Pobres Criaturas Preparem-se para mergulhar em mais um universo estranho e fascinante criado por Yorgos Lanthimos. O realizador grego, responsável por obras como&#160;A Favorita&#160;e&#160;Pobres Criaturas, regressa com&#160;Histórias de Bondade, um tríptico cinematográfico desconcertante que estreia em exclusivo no&#160;TVCine Top, no domingo&#160;10 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emma Stone, Willem Dafoe e Jesse Plemons protagonizam a nova viagem provocadora do realizador de Pobres Criaturas</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/QtwgOXXToeM?si=2MrEWSaMAqW9hBC9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Preparem-se para mergulhar em mais um universo estranho e fascinante criado por Yorgos Lanthimos. O realizador grego, responsável por obras como&nbsp;<em>A Favorita</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Pobres Criaturas</em>, regressa com&nbsp;<em>Histórias de Bondade</em>, um tríptico cinematográfico desconcertante que estreia em exclusivo no&nbsp;<strong>TVCine Top</strong>, no domingo&nbsp;<strong>10 de agosto, às 21h00</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/de-targaryen-a-vilao-galactico-matt-smith-junta-se-a-ryan-gosling-em-star-wars-starfighter%f0%9f%8c%8c%f0%9f%9b%b8/">De Targaryen a Vilão Galáctico: Matt Smith Junta-se a Ryan Gosling em Star Wars: Starfighter<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30c.png" alt="🌌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6f8.png" alt="🛸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Três histórias, um mundo em colapso</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<em>Histórias de Bondade</em>, Lanthimos volta a explorar os limites da identidade, da moral e da liberdade. O filme apresenta&nbsp;<strong>três histórias entrelaçadas</strong>&nbsp;que desafiam convenções e nos confrontam com os abismos da psique humana:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um homem aparentemente sem escolha tenta desesperadamente assumir o controlo da própria vida;</li>



<li>Um polícia é atormentado pela suspeita de que a sua mulher — outrora desaparecida — já não é a mesma pessoa;</li>



<li>E uma mulher embarca numa procura surreal por alguém destinado a tornar-se um líder espiritual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isto com o habitual toque de&nbsp;<strong>humor negro</strong>, um&nbsp;<strong>estilo visual inconfundível</strong>&nbsp;e um ritmo narrativo que deixa o espectador permanentemente em alerta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco de luxo e prémios já conquistados</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como se a assinatura de Lanthimos não bastasse, o elenco eleva ainda mais a fasquia. A sua colaboradora habitual&nbsp;<strong>Emma Stone</strong>&nbsp;volta a brilhar, acompanhada por&nbsp;<strong>Willem Dafoe</strong>,&nbsp;<strong>Margaret Qualley</strong>,&nbsp;<strong>Hong Chau</strong>&nbsp;e um absolutamente extraordinário&nbsp;<strong>Jesse Plemons</strong>, cuja performance valeu o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Ator em Cannes 2024</strong>&nbsp;e uma nomeação ao&nbsp;<strong>Globo de Ouro de Melhor Actor</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É mais uma demonstração do talento caleidoscópico de Plemons, aqui a interpretar múltiplas facetas com uma subtileza e intensidade notáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para quem gosta de ser desafiado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Histórias de Bondade</em>&nbsp;não é um filme “fácil” — e ainda bem. É cinema que provoca, que inquieta e que recusa dar respostas prontas. Para os fãs de Lanthimos (e para quem procura experiências cinematográficas fora do convencional), esta é uma estreia obrigatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-dia-em-que-mcconaughey-disse-nao-a-james-cameron-e-perdeu-o-titanic-%f0%9f%9a%a2/">O Dia em que McConaughey Disse “Não” a James Cameron (e Perdeu o Titanic) <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6a2.png" alt="🚢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marque na agenda:&nbsp;<strong>domingo, 10 de agosto, às 21h00, no TVCine Top e no TVCine+</strong>. Prepare-se para questionar tudo — até a própria noção de bondade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Cannes Entre o Génio e o Escândalo: 7 Filmes Que Dividiram o Festival 🎬🔥</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 09:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema provocador]]></category>
		<category><![CDATA[Eddington Ari Aster]]></category>
		<category><![CDATA[filmes polémicos Cannes]]></category>
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					<description><![CDATA[De ovação a vaias, de lágrimas a saídas a meio: quando Cannes vira campo de batalha entre público e cinema Cannes é o berço da cinefilia sofisticada… mas também&#160;um dos maiores palcos de polémica cinematográfica do mundo. Todos os anos, há filmes que fazem o público levantar-se para aplaudir durante dez minutos — ou sair [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>De ovação a vaias, de lágrimas a saídas a meio: quando Cannes vira campo de batalha entre público e cinema</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cannes é o berço da cinefilia sofisticada… mas também&nbsp;<strong>um dos maiores palcos de polémica cinematográfica do mundo</strong>. Todos os anos, há filmes que fazem o público levantar-se para aplaudir durante dez minutos — ou sair a meio, encolhido de desconforto.&nbsp;<em>Eddington</em>, de Ari Aster, é só o mais recente exemplo de uma longa tradição de cinema que arrisca, que provoca — e que muitas vezes divide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%a7%a8-eddington-divide-cannes-mas-faz-joaquin-phoenix-chorar-com-ovacao-de-pe/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e8.png" alt="🧨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Eddington Divide Cannes — Mas Faz Joaquin Phoenix Chorar com Ovação de Pé</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui ficam&nbsp;<strong>7 filmes que incendiaram o Festival de Cannes</strong>, pelas melhores (ou piores) razões:</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Irreversível(2002), de Gaspar Noé</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O filme começa ao contrário e contém&nbsp;<strong>uma das cenas mais violentas e perturbadoras de sempre</strong>. Protagonizado por Monica Bellucci e Vincent Cassel,&nbsp;<em>Irreversível</em>&nbsp;levou centenas de pessoas a abandonar a sala. Gritos, desmaios e protestos marcaram a sessão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15793" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373-768x1024.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373-225x300.jpg 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373-1152x1536.jpg 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373-1536x2048.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/a08c4138f03be2778b7e0bb8f87ad7ba884c66dc68cf88f2742098018ead8373.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">Está disponível para streaming no Filmin e para aluguer no Prime Video</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> The House That Jack Built (2018), de Lars von Trier</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de anos banido de Cannes, Von Trier regressou… e trouxe consigo&nbsp;<strong>um serial killer que decapita, tortura e ri-se disso tudo</strong>. Algumas pessoas saíram a meio em protesto. Outras ficaram… para aplaudir de pé. Cannes puro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15795" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac-768x1024.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac-225x300.jpg 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac-1152x1536.jpg 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac-1536x2048.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9bc9b39c597e7d584790fc4bd24f26736ad0c79c7e66d18c8fb6680a713d6fac.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;</strong></h3>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>The Neon Demon (2016), de Nicolas Winding Refn</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Estética obsessiva, canibalismo metafórico e a vacuidade do mundo da moda. Refn, que já dividira opiniões com&nbsp;<em>Only God Forgives</em>, levou Cannes ao limite com esta fábula sombria onde Elle Fanning brilha… e sangra.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9fdee21d12ed5faacf56fd1457b4ba32d5db7c3267cb3a69e4a6eece6d3042fb-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15796" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9fdee21d12ed5faacf56fd1457b4ba32d5db7c3267cb3a69e4a6eece6d3042fb-768x1024.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9fdee21d12ed5faacf56fd1457b4ba32d5db7c3267cb3a69e4a6eece6d3042fb-225x300.jpg 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9fdee21d12ed5faacf56fd1457b4ba32d5db7c3267cb3a69e4a6eece6d3042fb-1152x1536.jpg 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/9fdee21d12ed5faacf56fd1457b4ba32d5db7c3267cb3a69e4a6eece6d3042fb.jpg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Titane (2021), de Julia Ducournau</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher engravida de um automóvel. E isto é só o começo. <em>Titane</em> levou a Palma de Ouro, mas <strong>houve quem saísse em choque</strong>. Outros viram nela uma revolução estética, brutal e corporal. Amor ou ódio, não há meio-termo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/5571055-717x1024.webp" alt="" class="wp-image-15797" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/5571055-717x1024.webp 717w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/5571055-210x300.webp 210w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/5571055-768x1097.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/5571055.webp 840w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Enter the Void&nbsp;(2009), de Gaspar Noé</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, ele de novo. Uma viagem psicadélica pela vida e morte em Tóquio, do ponto de vista de uma alma fora do corpo. Imagens estroboscópicas, câmaras flutuantes e um público a sair zonado — literal e emocionalmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_-750x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15798" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_-750x1024.jpg 750w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_-220x300.jpg 220w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_-768x1049.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_-1124x1536.jpg 1124w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/MV5BMjEzNzMzNzQzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwNjExMTE3Mw@@._V1_.jpg 1499w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Holy Motors (2012), de Leos Carax</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Denis Lavant muda de personagem como quem muda de camisa — de banqueiro a mendigo, de criatura CGI a assassino. Um exercício surrealista, enigmático, que deixou críticos maravilhados… e espectadores a perguntar “o que é que eu acabei de ver?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15799" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-683x1024.jpg 683w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-200x300.jpg 200w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-768x1152.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-1024x1536.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd-1365x2048.jpg 1365w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/4ZuTrrDQhCS9f6KzIX6HfsjjyMd.jpg 1400w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Climax (2018), de Gaspar Noé (sim, outra vez)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Começa como um musical… e acaba como um pesadelo ácido. Um grupo de bailarinos numa festa que descamba em terror colectivo. Foi aplaudido, vaiado e, claro, abandonado por alguns.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="710" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848-710x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-15800" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848-710x1024.jpeg 710w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848-208x300.jpeg 208w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848-768x1107.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848-1066x1536.jpeg 1066w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/708848.jpeg 1110w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /></figure>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eddington está em boa companhia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ari Aster junta-se agora a este panteão de realizadores que não jogam pelo seguro. Com&nbsp;<em>Eddington</em>, trouxe para Cannes uma mistura explosiva de sátira política, drama social e estética de western contemporâneo. E como todos os anteriores,&nbsp;<strong>foi aplaudido de pé… e também abandonado a meio</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque no fim,&nbsp;<strong>é isso que faz de Cannes o que é</strong>: um festival onde o cinema é levado até ao limite, onde os cineastas ousam — e onde o público responde, sem filtros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : </p>
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					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/cannes-entre-o-genio-e-o-escandalo-7-filmes-que-dividiram-o-festival-%f0%9f%8e%ac%f0%9f%94%a5/feed/</wfw:commentRss>
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