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	<title>cinema português contemporâneo &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>cinema português contemporâneo &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>IndieLisboa 2026 na TVCine: uma viagem pelo cinema independente português e as suas inquietações contemporâneas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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<p>Na semana que antecede o início do&nbsp;IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema&nbsp;2026, o canal TVCine Edition propõe uma viagem pelo cinema independente nacional com um especial dedicado a quatro filmes que marcaram edições anteriores do festival. Entre 27 e 30 de Abril, sempre pelas 23h00, o ciclo destaca obras que exploram temas como identidade, activismo, resistência comunitária e fragilidade emocional, reafirmando o papel do cinema independente como espaço de liberdade criativa.</p>



<p>Mais do que uma simples programação televisiva, trata-se de uma antevisão do espírito do festival: filmes que desafiam convenções e que colocam o olhar sobre o que é muitas vezes invisível no cinema mais comercial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;</strong><strong>Carmen Troubles</strong><strong>: desconstruir estereótipos através da arte</strong></h2>



<p>O ciclo abre com&nbsp;<em>Carmen Troubles</em>, de Vasco Araújo, uma obra que revisita a célebre ópera de Georges Bizet para questionar a forma como a figura da mulher cigana foi construída no imaginário ocidental.</p>



<p>Misturando cinema, performance e ensaio artístico, o filme funciona como uma reflexão crítica sobre representações culturais e preconceitos enraizados, ao mesmo tempo que dá voz a organizações de mulheres ciganas que procuram redefinir a sua própria narrativa.</p>



<p>Apresentado no&nbsp;IndieLisboa 2023, o filme destaca-se pela sua abordagem experimental e politicamente consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b6.png" alt="🎶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;</strong><strong>As Fado Bicha</strong><strong>: música como ferramenta de resistência</strong></h2>



<p>Na terça-feira, é a vez de&nbsp;<em>As Fado Bicha</em>, de Justine Lemahieu, um documentário que acompanha o percurso do projecto musical Fado Bicha.</p>



<p>Ao longo de vários anos, o filme segue Lila Tiago e João Caçador, explorando a forma como a sua música se tornou uma plataforma de intervenção social e política no contexto LGBTQIA+.</p>



<p>Com presença em festivais como o&nbsp;IndieLisboa 2024&nbsp;e o Queer Porto, o documentário revela o lado íntimo de um projecto artístico que desafia tradições e preconceitos, reinventando o fado como espaço de resistência contemporânea.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f304.png" alt="🌄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;</strong><strong>A Savana e a Montanha</strong><strong>: a luta por um território</strong></h2>



<p>Na quarta-feira, o destaque vai para&nbsp;<em>A Savana e a Montanha</em>, de Paulo Carneiro, uma obra que cruza documentário e ficção num registo próximo do western.</p>



<p>O filme acompanha a comunidade de Covas do Barroso, em Trás-os-Montes, que se organiza contra um projecto de exploração de lítio a céu aberto.</p>



<p>Mais do que um retrato ambiental, trata-se de uma narrativa sobre identidade colectiva, resistência e ligação ao território, onde a fronteira entre realidade e encenação se dissolve para reforçar a força do testemunho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f32b.png" alt="🌫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;</strong><strong>Estamos no Ar</strong><strong>: solidão, desejo e imaginação</strong></h2>



<p>A encerrar o ciclo,&nbsp;<em>Estamos no Ar</em>, de Diogo Costa Amarante, propõe uma viagem mais intimista e sensorial pelas vidas de três membros de uma mesma família.</p>



<p>Entre solidão, desejo e fuga emocional, o filme explora as fragilidades humanas num registo que oscila entre o real e o onírico, construindo uma atmosfera de inquietação silenciosa.</p>



<p>É uma obra que não procura respostas fáceis, antes convida o espectador a habitar as zonas cinzentas da emoção e da memória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um retrato do cinema independente português</strong></h2>



<p>No conjunto, este especial do TVCine Edition funciona como uma pequena montra do que o cinema independente português tem vindo a produzir nos últimos anos: obras que cruzam géneros, desafiam estruturas narrativas tradicionais e colocam o foco em temas sociais, políticos e existenciais.</p>



<p>Mais do que histórias fechadas, são filmes que abrem discussões — e que refletem a vitalidade criativa de uma nova geração de realizadores.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/a-vida-inesperada-da-musa-de-american-pie-de-hollywood-aos-rinocerontes-e-agora-ao-onlyfans/">A vida inesperada da musa de American Pie: de Hollywood aos rinocerontes… e agora ao OnlyFans</a></p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/disney-trava-deadpool-4-ryan-reynolds-sugere-futuro-diferente-para-o-anti-heroi-da-marvel/">Disney trava Deadpool 4? Ryan Reynolds sugere futuro diferente para o anti-herói da Marvel</a></p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/coyote-vs-acme-esta-vivo-primeiro-trailer-confirma-a-chegada-aos-cinemas/">Coyote vs. Acme está vivo! Primeiro trailer confirma a chegada aos cinemas</a></p>
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		<title>On Falling: Um Retrato Cru da Precariedade Moderna Chega ao TVCine</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 10:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[estreia TVCine]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Santos atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Carreira realizadora]]></category>
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		<category><![CDATA[On Falling San Sebastián]]></category>
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					<description><![CDATA[A estreia em exclusivo na televisão portuguesa No dia&#160;28 de setembro, às 21h15, o canal&#160;TVCine Top&#160;(e em simultâneo o&#160;TVCine+) estreia&#160;On Falling, da realizadora luso-britânica&#160;Laura Carreira. O filme, aclamado pela crítica internacional, oferece um olhar intimista e poético sobre a vida de trabalhadores presos a um sistema impiedoso, marcado pela alienação e pela invisibilidade. Aurora: a [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A estreia em exclusivo na televisão portuguesa</strong></p>



<p>No dia&nbsp;<strong>28 de setembro, às 21h15</strong>, o canal&nbsp;<strong>TVCine Top</strong>&nbsp;(e em simultâneo o&nbsp;<strong>TVCine+</strong>) estreia&nbsp;<em>On Falling</em>, da realizadora luso-britânica&nbsp;<strong>Laura Carreira</strong>. O filme, aclamado pela crítica internacional, oferece um olhar intimista e poético sobre a vida de trabalhadores presos a um sistema impiedoso, marcado pela alienação e pela invisibilidade.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/fEB2yAEnnNE?si=Az-GRN0nxf20uily" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aurora: a vida entre algoritmos e solidão</strong></h2>



<p>A protagonista é&nbsp;<strong>Aurora</strong>, interpretada com intensidade e contenção por&nbsp;<strong>Joana Santos</strong>, uma imigrante portuguesa na Escócia que trabalha como&nbsp;<em>picker</em>&nbsp;num gigantesco armazém de e-commerce. Ali, a rotina é ditada por algoritmos e metas quase impossíveis de atingir.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/as-cassetes-de-tomas-taveira-e-a-mulher-que-pagou-o-preco-mais-alto/">As Cassetes de Tomás Taveira e a Mulher Que Pagou o Preço Mais Alto</a><br /></p>



<p>Entre corredores metálicos e um apartamento partilhado, Aurora enfrenta a solidão e a frieza de um quotidiano mecânico, onde cada gesto é monitorizado e cada pausa parece um luxo proibido. O filme mostra como a dignidade humana se esbate num sistema que trata os trabalhadores como peças descartáveis, sem espaço para sonhos ou identidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Minimalismo que conquista</strong></h2>



<p><em>On Falling</em>&nbsp;distingue-se pela sua&nbsp;<strong>abordagem minimalista</strong>&nbsp;e pela estética marcada pela frieza dos espaços industriais, o que reforça o peso emocional da narrativa. A escolha da realizadora de trabalhar com silêncios, pausas e gestos mínimos transforma a experiência em algo visceral e próximo.</p>



<p>A interpretação de Joana Santos tem sido amplamente elogiada: contida mas intensa, capaz de transmitir a vulnerabilidade de uma vida invisível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecimento internacional</strong></h2>



<p>A obra de Laura Carreira foi premiada em grandes festivais de cinema, conquistando o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Realização em Londres</strong>&nbsp;e em&nbsp;<strong>San Sebastián</strong>. Distinções que sublinham a relevância e qualidade deste retrato da precariedade moderna.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde ver</strong></h2>



<p>A não perder:&nbsp;<strong>domingo, 28 de setembro, às 21h15</strong>, em exclusivo no&nbsp;<strong>TVCine Top</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>TVCine+</strong>. Uma oportunidade para mergulhar numa história silenciosa, mas profundamente humana, sobre o desejo universal de fuga.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/emma-watson-quebra-o-silencio-sobre-j-k-rowling-o-que-mais-me-entristece-e-que-nunca-foi-possivel-conversar/">Emma Watson Quebra o Silêncio Sobre J.K. Rowling: “O Que Mais Me Entristece é Que Nunca Foi Possível Conversar”</a></p>
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		<title>Cinema em Português: O Futuro do Nosso Cinema Ganha Palco no TVCine Edition</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 14:11:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 25 e 28 de agosto, o TVCine Edition abre espaço para um dos mais estimulantes ciclos do mês: o Especial Cinema em Português. Quatro noites, quatro obras que mostram bem a diversidade de caminhos que o cinema português contemporâneo está a trilhar — entre memórias pessoais, dilemas de identidade, histórias familiares e a força [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias <strong>25 e 28 de agosto</strong>, o TVCine Edition abre espaço para um dos mais estimulantes ciclos do mês: o <strong>Especial Cinema em Português</strong>. Quatro noites, quatro obras que mostram bem a diversidade de caminhos que o cinema português contemporâneo está a trilhar — entre memórias pessoais, dilemas de identidade, histórias familiares e a força da política.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/kWuVQELBeSU?si=9VVnHeoGzxas3laf" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/fbi-most-wanted-chega-ao-fim-o-adeus-a-uma-das-series-policiais-mais-intensas-da-decada/">FBI: Most Wanted Chega ao Fim – O Adeus a Uma das Séries Policiais Mais Intensas da Década</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Novas vozes, novas narrativas</strong></h2>



<p>O ciclo arranca com&nbsp;<em>Chuva de Verão</em>, de&nbsp;<strong>António Mantas Moura</strong>, premiado no WorldFest de Houston. É um retrato íntimo de uma amizade posta à prova pelo reencontro com o passado, explorando as pequenas tensões humanas que marcam a juventude. Segue-se&nbsp;<em>Noites Claras</em>, de&nbsp;<strong>Paulo Filipe Monteiro</strong>, onde uma família em crise atravessa dilemas sobre gravidez e bissexualidade. Duas estreias que demonstram como&nbsp;<strong>uma nova geração de realizadores portugueses</strong>está a reinventar o olhar sobre a intimidade e as relações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A arte e as sombras da colonização</strong></h2>



<p>O especial traz também&nbsp;<em>Longe da Estrada</em>, que nos transporta para o universo de Paul Gauguin, mas através de um prisma crítico: como se olha hoje para a relação entre o artista e os povos colonizados? É uma reflexão atual e necessária, que dialoga com debates contemporâneos no cinema europeu sobre memória e justiça histórica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Documentário político e poético</strong></h2>



<p>Outro dos grandes destaques é&nbsp;<em>Mário</em>, realizado por&nbsp;<strong>Billy Woodberry</strong>, cineasta ligado ao movimento&nbsp;<em>L.A. Rebellion</em>. O documentário mergulha na vida de&nbsp;<strong>Mário Pinto de Andrade</strong>, fundador do MPLA e figura essencial das lutas de independência africanas. É um exemplo claro de como o&nbsp;<strong>documentário português tem vindo a expandir horizontes</strong>, cruzando poesia e política, história e resistência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Portugal no mundo</strong></h2>



<p>O que une estas quatro obras é também a sua capacidade de atravessar fronteiras. De prémios internacionais a festivais de renome, o&nbsp;<strong>cinema português já não se limita ao nosso território</strong>. Filmes como&nbsp;<em>Chuva de Verão</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Mário</em>&nbsp;confirmam que o nosso cinema fala várias línguas e encontra públicos diversos, sem perder o sotaque único que o distingue.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um futuro promissor</strong></h2>



<p>O&nbsp;<em>Especial Cinema em Português</em>&nbsp;é mais do que uma mostra: é uma janela aberta para perceber&nbsp;<strong>onde está e para onde vai o nosso cinema</strong>. Seja através de olhares íntimos sobre família e identidade, seja em diálogos críticos com a história e a política, o que se vê é uma vitalidade que merece ser celebrada.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/parthenope-o-regresso-de-paolo-sorrentino-que-faz-de-napoles-um-sonho-de-cinema/">“Parthenope: O Regresso de Paolo Sorrentino Que Faz de Nápoles um Sonho de Cinema”</a></p>



<p>De 25 a 28 de agosto, o palco é português. E, felizmente, o futuro também parece sê-lo.</p>
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		<title>Portugal em Destaque no Festival Ibérico de Cinema de Badajoz com “Revolução (sem) Sangue” e Sete Curtas em Competição</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/portugal-em-destaque-no-festival-iberico-de-cinema-de-badajoz-com-revolucao-sem-sangue-e-sete-curtas-em-competicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 10:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel Soares Bad for a Moment]]></category>
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		<category><![CDATA[Gonçalo Waddington curta]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução sem Sangue Rui Pedro Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento espanhol dá palco ao novo cinema português, abrindo com uma provocação histórica e levando à competição oficial cinco curtas nacionais ver também : Paolo Sorrentino Regressa a Veneza com “La Grazia”, Filme de Abertura do Festival de 2025 O cinema português marca forte presença no&#160;31.º Festival Ibérico de Cinema (FIC), que decorre entre 8 [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Evento espanhol dá palco ao novo cinema português, abrindo com uma provocação histórica e levando à competição oficial cinco curtas nacionais</em></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/paolo-sorrentino-regressa-a-veneza-com-la-grazia-filme-de-abertura-do-festival-de-2025/">Paolo Sorrentino Regressa a Veneza com “La Grazia”, Filme de Abertura do Festival de 2025</a></p>



<p>O cinema português marca forte presença no&nbsp;<strong>31.º Festival Ibérico de Cinema (FIC)</strong>, que decorre entre 8 e 11 de julho em&nbsp;<strong>Badajoz</strong>, Espanha, com extensões nas localidades de&nbsp;<strong>Olivença</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>San Vicente de Alcántara</strong>. Este ano, Portugal assume um papel de verdadeiro protagonista: para além de&nbsp;<strong>abrir o festival com a estreia espanhola de Revolução (sem) Sangue, de Rui Pedro Sousa</strong>, coloca também&nbsp;<strong>sete curtas-metragens em competição</strong>, entre a secção oficial e o programa infantojuvenil&nbsp;<em>Festival dos Miúdos</em>.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um arranque provocador com “Revolução (sem) Sangue”</strong></h3>



<p>A sessão de abertura será tudo menos consensual. No Teatro López de Ayala, em Badajoz, será exibido o filme&nbsp;<em>Revolução (sem) Sangue</em>, que segundo o comunicado oficial do festival, surge como “uma proposta corajosa que questiona a narrativa oficial da Revolução dos Cravos”.</p>



<p>Escrito e realizado por&nbsp;<strong>Rui Pedro Sousa</strong>, e com&nbsp;<strong>Rafael Paes</strong>&nbsp;no elenco, o filme revisita os eventos de 25 de Abril de 1974 através de uma perspetiva menos habitual: a das vítimas mortais. Entre os retratados estão&nbsp;<strong>Fernando Giesteira, João Arruda, Fernando Reis e José Barneto</strong>, todos mortos na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa, às mãos da PIDE/DGS. O filme inclui também o caso de&nbsp;<strong>António Lage</strong>, funcionário da própria polícia política, baleado por um militar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Seis curtas, seis vozes distintas do novo cinema português</strong></h3>



<p>Na&nbsp;<strong>secção oficial de competição</strong>, que selecionou 21 filmes de entre mais de 1200 candidatos,&nbsp;<strong>cinco curtas portuguesas</strong>destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Porta-te bem”</strong>, de <strong>Joana Alves</strong> – Uma história rural e íntima, sobre Filomena, que vive sozinha e descobre ter pouco tempo de vida.</li>



<li><strong>“O procedimento”</strong>, de <strong>Chico Noras</strong> – Uma reflexão inquietante sobre o direito à morte e a utilidade social das pessoas.</li>



<li><strong>“Bad for a moment”</strong>, de <strong>Daniel Soares</strong> – Um ‘team building’ que corre mal e põe frente a frente o mundo corporativo e a realidade social que o rodeia.</li>



<li><strong>“Atom &amp; Void”</strong>, de <strong>Gonçalo Almeida</strong> – Um mergulho em tom de fábula surrealista, onde um som misterioso perturba a vida de Valya.</li>



<li><strong>“À medida que fomos recuperando a mãe”</strong>, de <strong>Gonçalo Waddington</strong> – Um drama familiar e silencioso, onde um pai de quatro filhos mergulha no luto até à dissolução da estrutura familiar.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dois filmes portugueses também para os mais novos</strong></h3>



<p>No&nbsp;<strong>Festival dos Miúdos</strong>, secção dedicada ao público infantil e juvenil, Portugal volta a marcar presença com&nbsp;<strong>duas curtas originais e sensíveis</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“UPS!”</strong>, de <strong>Galvão Bertazzi e Luís Canau</strong> – Um rapaz tenta encontrar silêncio e sentido numa família disfuncional e barulhenta.</li>



<li><strong>“A menina com os olhos ocupados”</strong>, de <strong>André Carrilho</strong> – Uma crítica contemporânea à distração digital, através da história de uma menina presa ao telemóvel… mesmo quando está fora de casa.</li>
</ul>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/morreu-michael-madsen-a-alma-rebelde-dos-filmes-de-tarantino-tinha-67-anos/">Morreu Michael Madsen: A Alma Rebelde dos Filmes de Tarantino Tinha 67 Anos</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma ponte cultural reforçada entre Portugal e Espanha</strong></h3>



<p>A presença de tantos filmes portugueses no FIC de Badajoz não é apenas uma boa notícia para os realizadores e produtores envolvidos — é também um sinal claro do interesse crescente pelo cinema português no contexto ibérico. O festival, organizado com o apoio da Junta da Extremadura, tem vindo a destacar o intercâmbio cultural transfronteiriço, e esta 31.ª edição sublinha esse espírito de colaboração artística e partilha de histórias.</p>
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